Delicadeza
Fico vidrado nos teus encantos,
na delicadeza da tua pele,
na expressividade dos teus olhos,
na tua veemência que aquece,
portanto, aprecio-te com um sentir
tão caloroso
que até nos meus sonhos,
estás presente.
Bela rosa que com a delicadeza
de suas pétalas faz o amor florescer
na austeridade da sua natureza,
onde a vida consegue enriquecer,
então, necessária é a sua existência
por fazer o coração aquecer.
Nas maravilhas do teu ser
existe muita autenticidade,
em cada parte, há beleza,
a delicadeza da tua pele,
a naturalidade dos teus traços,
uma meiguice sincera nos teus olhos
que os fazem brilhar como as águas tranquilas de um rio iluminadas
pelo grande fulgor solar,
além do amor genuíno e da paixão ardente
que consegues abrigar no teu coração,
assim, a tua presença aquece,
atrai com veemência a minha atenção,
causa inquietação na minha mente,
uma forte emoção,
mais do que uma mulher envolvente,
és uma nascente de inspiração.
Vejo um lindo jardim com flores na arte e, na alma, muita delicadeza. Uma vida cativante, onde o amor pode florir, a beleza florescer. Portanto, um forte sentir de uma linda mulher. Tudo isso percebo em ti. Assim, minha inspiração sente prazer.
Na sua pele,
a delicadeza de uma rosa,
sinto o seu intenso perfume,
ela ainda mais atraente se mostra
na imensidão da noite.
Atentamente, observo os teus traços,
a delicadeza da tua pele,
o contorno dos teus lábios,
teu olhar meigo e resplandecente,
fico notoriamente deslumbrado,
és uma mulher envolvente
que faz eu sonhar acordado.
A delicadeza de uma pequena rosa
com suas folhas verdejantes,
formando uma imagem bastante encantadora
de uma essência cativante
de uma flor e sua formosura.
Cerejeira, ser amor, na sua beleza, um esplendor,
Delicadeza e força em abundância fazem parte da sua essência,
Não perde sua Esperança, Nem sua Imponência
Sua floração é linda e passageira,
mas sempre se renova com muita firmeza,
Sabe que a vida tem valor, vive com presteza, tendo uma exemplar postura,
Sensata Sakura, Flor de Cerejeira.
Com a delicadeza de princesas frágeis, O atributo mor foi o olhar carente, Mas pro viés dos bárbaros e obscenos, A feiticeira má, sempre será, mais atraente.
CÂNTICO DA DELICADEZA REAPRENDIDA.
O amor nos dias atuais precisa reaprender a linguagem da mansidão.
Ele nasce cansado de excessos e reencontra sua força no gesto contido.
Não se anuncia com estrondo nem se impõe como urgência mas aproxima se com respeito como quem reconhece o valor do outro antes do próprio desejo.
Nesse movimento inicial o afeto resgata a ética do cuidado e transforma a palavra em abrigo.
A experiência amorosa contemporânea reencontra o cotidiano como espaço legítimo do sagrado.
O amor manifesta-se na mesa partilhada no pano estendido ao sol na espera paciente.
Ele recusa a teatralidade e escolhe a constância.
A pessoa amada não é mito distante mas presença concreta que respira o mesmo tempo e carrega as mesmas fragilidades.
Nessa proximidade reside uma beleza silenciosa que educa o olhar e disciplina a sensibilidade.
O sentimento não se constrói isolado mas nasce impregnado de memória.
Cada gesto amoroso carrega ecos de vozes antigas transmitidas sem registro.
O amor verdadeiro reconhece que não começa em si mesmo mas prolonga um fio que atravessa gerações.
Essa consciência devolve profundidade ao presente e impede que o afeto se torne descartável.
A contenção emerge como virtude essencial.
Amar não é transbordar sem medida mas sustentar com firmeza.
A palavra é escolhida, o gesto é pensado, a promessa é respeitada.
No mundo saturado de estímulos essa contenção torna-se forma elevada de coragem moral.
O amor aprende fica quando se abdica do excesso.
A harmonia surge como finalidade última.
O sentimento não busca vencer nem dominar mas equilibrar.
Ele molda o caráter, suaviza os impulsos e orienta a convivência.
Amar torna-se exercício diário de aperfeiçoamento interior sem espetáculo e sem ruído.
Assim o amor reencontrado nos dias atuais afirma-se como herança viva de uma sensibilidade antiga.
Ele demonstra que a verdadeira permanência nasce da fidelidade à forma da escuta atenta do outro e da humildade diante do tempo apressado.
E quando o coração compreende isso o amor deixa de ser vertigem e transforma-se em morada firme onde a alma finalmente repousa.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
__ Que a dor jamais tire o sorriso dos meus lábios.
Que a magoa jamais tire a doçura e a delicadeza
do meu olhar. E mesmo que o tempo passe, e as
cicatrizes fiquem, o que eu quero mesmo é viver,
sentir o vento tocar meus cabelos, sorrir sem
motivo, ver o por do Sol de mãos dadas, acordar
de madrugada e sair para olhar a Lua. Quero pouco,
quase nada, mas jamais deixar de ser feliz.
-----------------------------------Eliana Angel Wolf
❝ ... Tudo isso graças a delicadeza que te
envolve e o seu jeito de ser. Esta vontade imensa
de sempre querer tirar o melhor do outro,
mesmo quando o outro não tem mas nada
a oferecer. São reflexos de Deus em você...❞
----------------------------- Eliana Angel Wolf
Elevemos nossas palavras, semeando delicadeza e sabedoria, pois é na serenidade que a verdadeira força reside. Assim como a chuva nutre as flores com suavidade, nossas palavras, em vez de trovões estrondosos, podem ser gotas transformadoras que fecundam o solo da compreensão e cultivam um jardim de entendimento.
Fico totalmente extasiado e sem palavras para expressar tamanha beleza, sensualidade e delicadeza desta minha amiga! Parabéns. Beijos.
A nossa união foi construída
com delicadeza e carinho,
Tal qual a liga permitida
pelo bronze fomos unindo
os detalhes e fazendo
o nosso caminho de amor
que permitiu a gente
celebrar hoje tudo aquilo
que nos faz um do outro
e nos orgulha diariamente.
Amarela, branca ou salmão,
uma linda flor oriental
que conquistou o coração
com delicadeza excepcional
Igual a das mulheres que
apoiavam o Exército Libertador,
La Mariposa tem o perfume
mais envolvente que o do amor
Por onde eu for quero que
ela esteja por a cada instante
enfeitando o nosso romance
Você sabe quem eu sou
e eu sei quem tu és:
o amor sem nós e sem revés.
Pela delicadeza do olhar,
E pelas mãos da mulher,
O Rio não resiste,
- ele se deixa fotografar
Ele sabe o que ela quer
De dia ou de noite,
Caminhando iluminada,
Fazendo boa fotografia,
Lendo boa Literatura,
Nunca será como espuma do mar,
É presença feminina cheia
de balanço do mar...
O Rio por Maris se mostrou,
Que continua lindo,
Enluarado ou estrelado,
Ele sempre será eterno,
Quem nunca se interessou por ele,
- não conhece o seu reinado
O clamoroso barulho do mar,
- é como um clique delicado
Maris soube capturar bem
o seu lindo céu rosado,
O Rio só se deixa ser fotografado
por quem sabe o que quer,
Assim ele se deixa abrir diante dos
olhos enternecidos da mulher...
Em profundidade e delicadeza,
Revelo-me como fina dama,
E como tua doidivana intensa,
Agarra-me com firmeza,
Coloquemos as cartas na cama,
E também na mesa - sutileza.
Porque o amor fino se fortalece
Com água-de-cheiro,
Doses de carícias,
Encontros de cinturas,
Beijos e ternuras;
O meu amor se faz renovado
Por tudo que te faz encantado.
Há uma escolha
Um caminho trilhado,
Não volto atrás!
Hei de te atentar
Com linhas de explícitas
Provocações;
Escondo neste recato
Todas as mais instigantes
[tentações]...
Com boa e doce desobediência,
Revelo-me assim: pomba mansa
Entre colinas perigosas, renda-se!
Agarra-me pois sou a sua única saída,
O teu único ponto de partida,
Faça-me a tua alternativa!..
Estou aqui para [ser]
O teu aconchego, refúgio e templo,
Juntos desafiaremos os [ponteiros,
Não iremos querer nem saber
O que vem depois,
Viveremos para nós [dois],
E nos entregaremos convictos: [inteiros].
