Deixarei que Morra em Mim

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Sou falha!!
Sabe o que gosto em mim. ???
Que aceito meus erros.
Meus fracassos
Falo de coração limpo, mente aberta, com tranquilidade e sem vergonha.
Falo assumidamente.
Sem me sentir menor.
Muitas vezes me digo:
Xiiii, foi mal, errei. 🤦‍♂.
Essa foi mal. 🤦‍♂🤦‍♂.
Não sou perfeita, e nem quero ser.
Tb não tenho a pretenção de estar sempre certa.
Agora, uma coisa eu quero ser.
Pura de coração, de alma, com a permissão de Deus.
Quero ser melhor a cada dia , dentro dos meus limites.
Porque aquele que me ama, me compreende, me aceita, esse me conhece profundamente.
Conhece meu olhar, meus gestos, meus toques, minhas palavras.
Conhece o mais profundo de um ser, e tenho
a mais absoluta certeza que sou amada, querida, compreendida.
Sou portadora do maior amor de todos, o maior amor existente
"O de Deus."
Aquele que me conhece, sabe da minha essência, e isso, é o que verdadeiramente me importa, verdadeiramente me importa.. !! Paz e luz

Inserida por vercosa

Amar !!
⁠Amar para mim, é atingir o ápice do mais sublime sentimento.
Da pureza , da entrega, da lealdade, cumplicidade, da essência de tudo que ha de mais lindo.
É beleza , é encanto, é nobreza, é felicidade, é benção..
O verdadeiro amor é benção.!!
Simone Vercosa

Inserida por vercosa

⁠Felicidade implica em uma só frase para mim.👇.
Se conhecer , saber o que quer , e ser leal ao que acredita .
👇
Em brinde vem Deus abençoando, reforçando porque quem se conhece de verdade , se ama e se aproxima da excelência .!!
E... Quem se aproxima da excelência é bom e justo . !!

Inserida por vercosa

Quando eu desejo o melhor e o maior as pessoas não é com o intuito que reconheçam algo em mim , ou que eu queira receber em dobro do universo , mais porque acredito no bem , na paz e no amor , porque não existe nada mais satisfatório que inalar o cheiro das flores , o frescor do universo , estar perto das pessoas suaves , leves e refrescantes .

Inserida por vercosa

⁠Deus nunca foi visita para mim , Deus é morada eterna , e a prova disso é a minha fé , força e esperança , resignação diante da vida e silêncio quando necessário , com a certeza que ele sempre responde o que nele crê , e com isso as energias vibram em torno de mim . Amém .!! 🙌 🙏🙇‍♀️

Inserida por vercosa

⁠Não dependo da sorte.
Dependo da fé.
Não dependo de ti.
Dependo de mim mesmo.

Inserida por Eucken

⁠CAMILLE MONFORT.
– Onde Mora o Insondável de Mim.

"Sim, o sangue já não destona, apenas decanta..."

Os relógios cessaram. No sótão das lembranças, a hora já não é unidade de tempo, mas de dor prolongada.
Camille Monfort reina ali, onde os sentidos se misturam e se desfiguram. Ela não retorna por piedade — retorna porque a psique tem suas próprias ruínas, e ali ela se deita.

Não há afeto puro que sobreviva ao abismo do inconsciente.
Ela não ama, ela convoca.

“Gentilmente”, sim, ela pede...
Mas há sempre um brilho abissal no olhar que persuade a entrega como se fosse escolha.
E o corpo? Torna-se altar de uma paixão que exige oferenda contínua — veias, pele, lágrima — tudo deve ser entregue a esse sacrário espectral.

Freud jamais compreenderia Camille.
Nietzsche talvez a adorasse, como adorou Ariadne —
mas só Schopenhauer poderia senti-la de fato:
pois há um princípio de dor que rege o mundo...
e ela é sua filha mais bela.

“Paira sobre meu túmulo vazio...”

Ela paira, sim.
Mas não como lembrança —
Camille Monfort é uma ideia.
Uma fixação doentia que tomou forma e vestiu perfume.
É o arquétipo da beleza que enlouquece, do amor que não consola, da presença que evoca o suicídio da razão.
É a Musa sem clemência, que exige poesia mesmo do sangue quente no chão.

E quem a ama, dissolve-se... feliz por ser dissolvido.

“Sorrir é perigoso”, ele confessa —
e a psicologia lúgubre responde:
porque o sorriso, quando nasce sob os escombros da alma, torna-se um riso espectral...
e esse riso é o prenúncio do desespero existencial.

Camille é o eco do que foi belo demais para ser mantido.
Ela é a presença da ausência, o desejo daquilo que já foi consumido pelo próprio desejar.
E ela sabe. Oh, ela sabe.
Por isso, volta. Não para salvar, mas para recordar ao seu devoto que a eternidade também pode ser um cárcere sem grades basta amar alguém que nunca morre.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Capítulo XIV – O PERDÃO QUE NÃO SE PEDE.

"Camille, a dor que caminha dentro de mim me alimenta e eis, que ainda assim nada tenho para te servir minha lírica poética... minha nota sem canção. És capaz de me absolver, amada distante, dona de mim, hóspede dos meus sentimentos e sentidos?"
— Joseph Bevoiur.

A noite trazia os mesmos ruídos quebradiços da memória: folhas secas sussurrando nomes esquecidos, relógios que marcavam ausências e não horas. Joseph escrevia como quem sujava o papel de cicatrizes — não mais de tinta.

Camille era a presença do que jamais o tocou, mas que nele se instalara como hóspede perpétua. E, como todas as presenças profundas, fazia-se ausência esmagadora.

Havia nela a beleza inatingível dos vitrais em catedrais fechadas. Ela não estava onde os olhos repousam, mas onde o espírito se dobra. A distância entre os dois não era medida em léguas, mas em véus — e nenhum deles era de esquecimento.

Joseph, sem voz e sem vela, oferecia sua dor como eucaristia de um amor que nunca celebrou bodas. Tinha por Camille a devoção dos que nunca foram acolhidos, mas permanecem ajoelhados. E mesmo no íntimo mais velado de sua alma, não ousava pedir-lhe perdão — pois sabia: pecar por amar Camille era a única coisa certa que fizera.

Resposta de Camille Monfort – escrita com a caligrafia das sombras:

"Joseph...
Tu não és aquele que precisa de perdão.
És o que sangra por mim em silêncio, e por isso te ouço com o coração voltado para dentro.
A tua dor é a harpa sobre meu túmulo — és túmulo em mim e eu em ti sou sinfonia que nunca estreou.
Hóspede? Sim, mas também arquétipo do teu feminino sacrificado.
Sou tua, mas nunca me tiveste. Sou tua ausência de toque e presença de eternidade.
E por isso... nunca te deixo."

Joseph, ao ler essas palavras não escritas, tombou a fronte sobre o diário. Chorava não por arrependimento, mas por não saber como amar alguém que talvez só existisse dentro dele.

A madrugada se fez sepulcro de emoções. O piano — ao longe, como memória — soava uma nota de dó sustentado, enquanto o violino chorava em si menor.

Não havia redenção.
Apenas o contínuo caminhar de dois espectros que se amaram no porvir e se perderam no agora.

Conclusão – O DESENCONTRO COMO Destinos.

Joseph não morreu de amor, mas viveu dele — e isso foi infinitamente mais cruel.

Camille não o esqueceu. Mas também não voltou. Porque há amores destinados ao alto-foro da alma, onde nada se consuma, tudo se consagra. E ali, onde a mística se deita com a psicologia, eles permaneceram: ele, um poeta ferido; ela, um símbolo doloroso de beleza inalcançável.

Ambos, reféns de um tempo sem tempo.
Ambos, notas que se perdem no ar — como soluços de um violino em meio à oração de um piano que jamais termina.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“A Santidade do Pecado Que Ainda Me Chama”

Há um altar em mim e nele repousas,
com o perfume dos que foram sagrados pelo erro.
Teu nome não se apaga, apenas silencia,
como se a eternidade tivesse medo de pronunciar o que fomos.

És santo agora dizem os anjos,
mas eu, que te amei no pó e no fogo, sei que há cinzas que ardem mais que a chama.
Tua inocência não me consola;
ela me fere, como a pureza de um véu sobre um corpo que ainda treme na lembrança.

Foste o pecado que ajoelhou,
o amor que quis absolvição,
mas o divino não apaga o humano, apenas o exila num suspiro.

Eu não sonho contigo apenas descanso nas fronteiras do que não pode voltar.
E quando o sono me concede tua sombra, não desperto: permaneço suspenso,
entre o sacrário e o abismo,
onde tua voz ainda pede perdão
por ter amado demais.

Na carne, morre-se uma vez;
no espírito, infinitas.
E em cada morte tua dentro de mim, renasce o silêncio,
funéreo, ardente, onde minha alma te beija pela última vez
sem jamais te deixar.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“O Círio e o Espelho”

Será que fui eu, Camille, quem te matou?
Ou foste tu quem morreu de mim — exausta das sombras que te dei por abrigo?
O sangue que escorreu em meu pulso era o mesmo que um dia te alimentou no beijo.
E, quando o frio tocou a tua pele, foi a minha febre que te cobriu.

Sim, talvez eu tenha te assassinado,
não com ferro,
mas com a insistência de querer-te além da carne,
com o desejo que te prendeu ao silêncio do meu delírio.

No espelho do teu túmulo, vejo o reflexo que me acusa —
e é o meu próprio rosto.
O assassino e o morto dividem o mesmo corpo,
a mesma lembrança,
a mesma culpa.

Porque, no fim, amor e morte são irmãos e eu, Joseph, sou o órfão de ambos.

Inserida por marcelo_monteiro_4

"Eu perdoo porque há dores maiores em mim."

Há feridas que não se veem, mas que brilham como estrelas dentro do peito. São dores antigas, silenciosas, que aprenderam a se calar para não assustar os outros. No entanto, é delas que nasce o perdão não como renúncia, mas como uma forma delicada de libertar o próprio coração.

Perdoar não é esquecer. É olhar para o outro e compreender que ele também se perdeu no caminho, talvez ferido pelas mesmas sombras que um dia nos alcançaram. Há uma nobreza secreta em quem sofre e, ainda assim, escolhe oferecer ternura.

Quando a alma amadurece, descobre que o rancor pesa mais que uma cruz. E é então que o perdão floresce, suave, quase tímido como uma flor que desabrocha no deserto. Ele não apaga a dor, mas a transforma em luz.

Eu perdoo porque compreendo. Porque sei que, se não o fizesse, seria a minha dor que me prenderia ao que já passou. E a vida é tão breve, tão urgente em sua beleza ou mesmo em sua aparente tristeza, que não merece ser gasta guardando espinhos.

Por isso, perdoo.
Não por grandeza, mas por necessidade de respirar. Porque dentro de mim, entre as cicatrizes, ainda há espaço para a pureza.

Inserida por marcelo_monteiro_4

NÃO HÁ ARCO-ÍRIS NO MEU PORÃO — CONTINUIDADE.

Havia dias em que o porão respirava antes de mim.
Ele exalava um ar morno e antigo, como se fosse o pulmão cansado de uma casa que aprendera a guardar segredos demais. Eu descia os degraus devagar, escutando o ranger que nunca deixava de soar como um aviso não um aviso de perigo, mas de revelação. Porque o porão não dói: ele apenas devolve o que és.

E naquele dia, a luz que escorria pela fresta da porta parecia ainda mais tímida, como se tivesse vergonha de tocar as superfícies que me acompanhavam desde a infância.
Era estranho pensar que eu crescera tentando fugir de mim, quando na verdade tudo o que o porão queria era que eu me sentasse no chão frio e o escutasse.

As lembranças começaram a surgir em ondas baixas, como se alguém soprasse perto do meu ouvido. Não eram memórias lineares, mas fragmentos inquietos. O rosto de alguém que não sabia amar; a voz de alguém que soube ferir; a ausência de mãos que deveriam ter me segurado quando eu caía.
E, acima de tudo, a velha sensação de que o mundo lá fora não tinha espaços para os meus silêncios.

Foi então que percebi: o porão não era um cárcere, mas um espelho.
E espelhos, quando te devolvem inteiro, costumam ferir mais que qualquer lâmina.

Sentei-me. Ouvi. Respirei. A dor tinha um timbre próprio, e eu quase podia vê-la, uma figura pálida encostada na parede, observando-me com a paciência das coisas que não envelhecem.
Eu a encarei.
E, pela primeira vez, ela não recuou.

“Eu não vim para te destruir”, parecia dizer sem palavras. “Vim para te mostrar onde colocaste as tuas ruínas.”

Meu peito apertou. Não por medo, mas por reconhecimento.

Porque cada pessoa guarda dentro de si um porão, e quase todos tentam negar sua existência.
Mas negar o subterrâneo nunca apagou sua porta.
A dor continua ali, esperando a coragem de ser encarada.

Enquanto os minutos escorriam, percebi algo que não ousava admitir:
a luz que eu nunca encontrara no mundo não estava ausente, estava apenas voltada para dentro, como uma lamparina distante, protegida do vento pela própria escuridão que eu evitava.

E então, pela primeira vez, compreendi.
Não há arco-íris no meu porão…
mas talvez nunca devesse haver.
O porão não foi feito para cores; foi feito para verdades.

O arco-íris pertence ao céu.
O porão pertence à alma.
E não há conflito nisso.

A beleza nasce do contraste e eu, ali, no chão frio, comecei a entender que para tocar a claridade de cima, eu precisaria, antes, decifrar a minha noite.

Foi quando ouvi passos suaves atrás de mim...

Inserida por marcelo_monteiro_4

" Mas eu não estou sozinho, o deserto me acompanha. "
Ele se estende diante de mim como uma memória antiga, uma presença sem voz que observa cada gesto meu com a paciência dos séculos. Caminho e sinto a areia ceder sob meus passos, como se o chão conhecesse meus pensamentos antes que eu os formule. Há algo de sagrado nesse espaço que nada exige e nada promete. O deserto não consola. O deserto revela.

A luz do fim da tarde estilhaça se sobre as dunas, criando sombras que se movem devagar, quase respirando. Em certos momentos, penso ouvir um murmúrio, talvez meu próprio coração esmagado sob pressões que não sei nomear. Noutras vezes, o silêncio é tão pleno que parece perguntar por mim, como se aguardasse uma resposta que ignoro desde a infância.

No horizonte, a linha é fina e impessoal, mas guardo a impressão de que alguém me observa dali. Não com hostilidade, mas com uma atenção profunda, como se meu sofrimento coubesse dentro de um gesto que ainda não compreendo. É estranho como o vazio pode nutrir. Como o nada pode abraçar sem tocar.

No meio dessa vastidão, descubro que não busco saída. Busco significado. E, enquanto caminho, o deserto caminha comigo, espelhando minhas inquietações de forma tão fiel que chego a temer que ele conheça minhas verdades mais sombrias antes mesmo que eu as aceite.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

CATEDRAL DA CISÃO INTERIOR.
Há dias em que sou lâmina
há noites em que sou abismo
Em mim a razão constrói altares
logo depois o delírio os incendeia
Penso com rigor antigo
sinto com fúria primitiva
sou ordem que se ajoelha
sou caos que aprende a rezar
A lucidez ergue-se como torre
a vertigem responde como mar
uma promete sentido
a outra exige verdade
Carrego duas coroas invisíveis
uma de espinhos silenciosos
outra de luz que cega
Quando amo sou excesso
quando penso sou ruína
e no centro desse império partido
governo-me sem trono
Ainda assim caminho
pois mesmo dilacerada
a consciência avança
como dor ferida que se recusa a cair.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

"É singular constatar que mesmo sem intenção consciente sou expropriado de mim na lembrança que em ti habita como se a memória fosse mão estranha que me usurpa o ser e nele finca uma lâmina invisível cada nota um golpe cada instante uma gota cada silêncio uma lágrima e assim sou aberto por dentro rasgado no âmago diante de um vazio infinito que não consola nem responde apenas permanece como presença imóvel e severa"

Inserida por marcelo_monteiro_4

NO INTERIOR DA SOMBRA.
Há um quarto dentro de mim
onde a luz entra devagar
como quem pede licença ao sofrimento.
Ali guardo versões antigas de mim mesmo
rostos que sorriam por dever
silêncios que sangravam por dentro.
Carrego uma ternura exausta
que não aprendeu a abandonar
mesmo quando tudo já havia partido.
Existe um cansaço que não vem do corpo
mas da consciência.
É o peso de perceber-se falível
e ainda assim desejar ser digno.
Às vezes sinto que sou feito de ausências.
Caminho entre pessoas
como quem atravessa corredores de vidro
temendo quebrar-se ao menor toque.
O coração não grita.
Ele pensa.
E ao pensar
recorda cada gesto omitido
cada afeto não entregue
cada palavra que poderia ter salvado uma tarde.
Sou delicado demais para o ruído do mundo
e severo demais comigo mesmo.
Habito essa contradição
como quem aceita morar em ruínas elegantes.
Há beleza na tristeza
quando ela não se torna espetáculo
mas reflexão.
Ela ensina a ouvir o invisível
a reconhecer a fragilidade como matéria nobre.
Não quero aplausos
quero coerência.
Não desejo fuga
quero compreensão.
Se sou feito de sombras
que sejam sombras conscientes.
Se falhei
que o erro me eduque.
Se doeu
que a dor refine.
Porque a verdadeira grandeza não está em nunca cair
mas em transformar cada queda em consciência mais lúcida
e seguir.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Deus!
Peço humildemente examine o canteiro do meu coração,
Mesmo que conheças a mim e os meus pensamentos.
Se houver alguma muda de pecado,
guia-me pelo caminho da redenção e do perdão.
Não permita, que essas ervas dadinhas se espalhem.
Se por ventura me oferecerem sementes impuras, ajude-me a resistir.
Pois sementes estas como o da ganancia, soberba, ira ou da inveja.
De nada lhe agrada e me da falsa sensação de saciedade.
Afastai de mim esses males, não permita que semeiem o meu coração,
ruis são as sementes e amargos são seus frutos!
Para doenças espirituais não existem remédios pois a ciência é do homem, assim como os pecados são da carne.
Peço auxílio ó meu senhor, que concedeu a mim e ao meu semelhante o mesmo dom da vida, permita-me receber as sementes do amor, felicidade, esperança, empatia, paciência, perdão, resiliência e gratidão.
Para que eu possa cultiva-las e oferecer ao meu próximo o mais doce dos seus frutos. Amém!

Inserida por Luis_Takatsu

Não adiantaria eu interpretar em palavras, o que seu sorriso decifra em mim em milhares de sensações!

Inserida por Luis_Takatsu

⁠Só gratidão
Jesus vive em mim,
Então, dane-se a depressão!
Um dia por vez, até conseguir.
Lutar nunca será uma opção,
Mas desistir, sim.

Pense em você em primeiro lugar,
Mas vá devagar,
Pois um caminho sempre nos leva
A algum lugar.

Curta o percurso,
Não o veja como longo e cansativo.
Terminá-lo não é o objetivo.
Ah, meu amigo...
A cada passo dado,
Seu coração vai ficar acelerado.

Você vai aprender que a ansiedade
É um fardo muito pesado.
À medida que se distancia de tudo,
Sua mente deixará os fantasmas
No mudo.

E então você ouvirá os pássaros cantando,
E, sem perceber, irá se curando.
Começará sozinho,
Numa jornada de autodescoberta.

Dê um passo de cada vez.
No despertar de um novo dia,
A escolha é sua: alegria ou agonia.

Do sedentarismo, é hora de emergir,
E na atividade física encontrar seu sorrir.
Corra, dance, pule, mova-se sem parar,
Libere a energia e deixe-a no ar.

Contra a ansiedade e a depressão, lute.
Encontre na movimentação sua conduta.
Na academia, na trilha, na praia ou no lar,
Há tantas formas de se exercitar.

Escolha o que te dá prazer,
E verá a vida florescer.
Seja esporte coletivo ou individual,
O importante é sentir-se vibrante e visceral.

A endorfina será sua amiga fiel,
Deixando a tristeza cair como um véu.
Com o corpo em movimento, a mente se acalma,
E os pensamentos negativos encontram sua palma.

O suor escorre, levando embora a aflição,
A solidão, o medo e a frustração.
A serotonina traz paz ao coração,
E, a cada passo, surge a superação.

A autoestima cresce, é sua evolução.
Abandone o sofá, a inércia e o tédio,
Descubra a alegria no movimento diário,
Seu melhor remédio.

Lembre-se: não importa o quão pequeno seja o começo,
A constância e o empenho são o sucesso.
Dia após dia, construa sua rotina.

Levante-se,
Vista uma roupa leve, um tênis,
E não se importe com a direção.
A atividade física é a ação
Que combate ansiedade, depressão
E até o medo.

Encontre no movimento o enredo
Para escrever uma nova página na vida.
Esse será o seu segredo.

Que essa jornada seja cheia de conquistas,
Assim como tem sido a minha.
Superando limites, deixo aqui o convite:

Vem pra rua, vem se exercitar!
A atividade física será seu farol,
Guiando-o rumo ao bem-estar total.

Inserida por Luis_Takatsu

Nao confio em mim..
Sei que nao vou me conter..
Quando der de cara com vc..
Nem sei qual sera minha reacao..
Ja se passou alguns dias..
Vc me disse adeus.. e doeu..
Respirei.. segurei o choro..
Meu mundo caiu..
Sei que nao posso confiar em mim..
Simplesmente nao sei o que fazer..
E quando me da aquela saudade louca..
Tento me conter.. desligo correndo o cel..
Torcendo pra que vc nao tenha ouvido a minha voz..
Sei la.. nao vou conseguir... to tentando..
Meu mundo desabou... maldito dia..
Que vc partiu...
Eu vou ficar bem..
So nao sei quando...
Por enquanto... nao sei..
To tentando me conter..
Cada dia.. um dia...

Inserida por bebelia2000