Defesa

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A defesa não é proteger os outros, é proteger e fluir diante dos desafios.

A fundação e a realização do projetos de artistas, na defesa, promoção e catalogação, de seu legado artístico para si e para os herdeiros é de suma importância para os museus, coleções publicas e privadas, galerias assim com também é para os mercados primário e secundário nas artes plásticas e visuais no Brasil. A cerificação e curadoria criteriosa de uma obra de arte, por um projeto e um profissional competente faz crescer o valor de mercado, da obra em pelo menos cinqüenta por cento de uma obra não certificada. Como no mercado de arte, é repleto de " achistas", que acham, opinam mas não escrevem suas opiniões, tudo que seja um pouco atípico, na técnica, criatividade e no suporte usual é irresponsavelmente colocado como falso.

⁠Aos que brigaram em defesa de políticos-influencers, talvez ainda seja cedo — cedo demais — para fazer as pazes.




Não porque o rancor seja nobre, mas, porque, ainda não reconhecemos a dimensão do estrago causado pelas paixões emprestadas.


O cheiro medonho de enxofre da polarização já volta a subir, reinventando-se com a mesma esperteza de sempre, à espera de corações inflamáveis, mentes exaustas e sequestráveis.


E no ano que se avizinha, quando o espetáculo reabrir suas cortinas, eles vão precisar muito mais da nossa chama do que da nossa lucidez.


Pois, paixão, quando sequestrada, vira munição nas mãos dos que nunca lutaram realmente por nós.


Talvez defender uma ideia — um posicionamento — sem paixão, seja a arte mais rara e mais corajosa do debate.


Porque, é sim, muito fácil incendiar-se; difícil é manter o fogo no tamanho certo.


É fácil berrar certezas; difícil é defendê-las sem ferir.


Mas há uma escolha ainda muito mais sombria:
Desumanizar quem pensa diferente.


Nada inviabiliza o debate com mais perfeição do que transformar pessoas em inimigos, divergências em crimes e opiniões contrárias em afrontas pessoais.


Quando fazemos isso, deixamos de debater com gente — e passamos a lutar contra caricaturas que nós mesmos pintamos.


No fim, talvez a verdadeira paz não seja aquela feita entre lados irreconciliáveis,
Mas a paz que fazemos conosco:
a de não entregar nossa humanidade ao primeiro que exigir fervor,
a de não perder a lucidez para quem vive de paixões alheias,
a de não permitir que o debate morra pela ausência de coragem
ou pelo excesso de convicções.


Porque não há independência mais urgente e necessária do que a da mente que se recusa a ser incendiada — ou sequestrada e desumanizada — em favor ou desfavor de qualquer bandeira que pintem por aí.

AFASTAR OS MAUS ESPÍRITOS.
A Verdadeira Defesa Não Está nas Fórmulas, Mas na Reforma do Espírito.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
Desde os tempos mais remotos, a humanidade procurou defender-se das influências invisíveis por meio de ritos, amuletos, sinais exteriores, fórmulas sagradas e palavras consideradas poderosas. Em todas as civilizações surgiram práticas destinadas a afastar entidades maléficas, expulsar forças obscuras ou proteger os indivíduos contra aquilo que não podiam compreender.
Entretanto, quando Allan Kardec investigou metodicamente os fenômenos espíritas, submetendo-os ao crivo da observação, da experiência e da razão, chegou a uma conclusão revolucionária para seu tempo e ainda profundamente atual: nenhuma fórmula exterior possui poder intrínseco para afastar os maus Espíritos se não houver transformação moral daquele que busca proteção.
O problema da influência espiritual não se resolve por mecanismos mágicos. Resolve-se pela renovação íntima.
Essa afirmação desloca completamente o centro da questão.
A verdadeira batalha não ocorre fora de nós.
Ela acontece dentro de nós.
É na consciência que se decide quais influências encontrarão abrigo.
É no coração que se define quais Espíritos encontrarão sintonia.
É no pensamento que se estabelece a ponte entre o homem e o mundo invisível.
O Grande Equívoco das Fórmulas de Proteção
Desde o surgimento das manifestações espíritas modernas, muitos acreditavam ser possível obrigar um Espírito a dizer a verdade mediante juramentos solenes.
Imaginava-se que bastaria fazê-lo declarar-se em nome de Deus, de Jesus ou de algum santo venerado para que toda possibilidade de engano desaparecesse.
Kardec demonstrou a fragilidade dessa crença.
Os Espíritos inferiores não possuem necessariamente os mesmos escrúpulos morais dos homens honestos.
Se alguns hesitam diante da mentira, outros mentem sem constrangimento.
Se alguns respeitam nomes sagrados, outros os utilizam como instrumentos de mistificação.
Por isso, um Espírito enganador pode jurar, prometer, assinar nomes veneráveis e apresentar-se sob identidades ilustres sem que isso modifique sua verdadeira condição moral.
A fraude espiritual funciona exatamente como a fraude humana.
Um falsário continua sendo falsário mesmo quando assina documentos.
Um impostor continua sendo impostor mesmo quando veste roupas respeitáveis.
Da mesma forma, um Espírito mistificador continua sendo mistificador ainda que invoque os nomes mais santos.
A autenticidade não se encontra na assinatura.
Está no conteúdo.
Não está na aparência.
Está na essência.
Não está na forma.
Está na substância moral da mensagem.
O Mundo Invisível É a Continuação da Humanidade.
Uma das mais extraordinárias contribuições do Espiritismo consiste em desfazer a falsa imagem de um mundo espiritual composto apenas por seres perfeitos.
Os Espíritos não formam uma raça separada da humanidade.
São a própria humanidade desencarnada.
São homens, mulheres, jovens, idosos, sábios e ignorantes que sobreviveram à morte física.
Por isso, o plano espiritual reproduz a diversidade moral observada na Terra.
Há Espíritos virtuosos.
Há Espíritos egoístas.
Há Espíritos benevolentes.
Há Espíritos vingativos.
Há Espíritos esclarecidos.
Há Espíritos profundamente ignorantes.
O desencarne não opera milagres morais.
A morte transforma o estado do ser, mas não modifica instantaneamente seu caráter.
O orgulhoso continua orgulhoso.
O egoísta continua egoísta.
O vaidoso continua vaidoso.
O homem leva consigo aquilo que construiu em si mesmo.
Por essa razão, a influência espiritual sempre existiu.
Ela não começou com o Espiritismo.
Não depende das reuniões mediúnicas.
Não depende sequer da consciência que temos dela.
O intercâmbio entre encarnados e desencarnados é uma lei permanente da vida.
A mediunidade apenas tornou visível aquilo que sempre esteve presente.
A Lei de Afinidade Moral
Entre todos os princípios apresentados por Kardec, talvez nenhum seja tão importante quanto a lei da afinidade moral.
Os Espíritos aproximam-se daqueles com quem possuem sintonia.
Semelhante atrai semelhante.
Não por imposição.
Mas por afinidade vibratória e psicológica.
O orgulho encontra eco no orgulho.
A vaidade encontra eco na vaidade.
A ambição encontra eco na ambição.
O ressentimento encontra eco no ressentimento.
Os maus Espíritos não criam nossas imperfeições.
Eles exploram aquelas que já existem.
No prefácio da prece "Para Afastar os Maus Espíritos", Kardec apresenta uma comparação memorável:
"Os Espíritos maus descobrem as chagas da alma, como as moscas descobrem as do corpo."
A imagem é profundamente reveladora.
As moscas não produzem a ferida.
Elas são atraídas por ela.
Da mesma forma, os Espíritos inferiores não criam necessariamente as nossas fraquezas.
Eles se aproximam delas.
Encontram nelas campo favorável para exercer influência.
Por isso Kardec afirma que não basta pedir que os maus Espíritos se retirem.
É necessário eliminar aquilo que os atrai.
A Verdadeira Natureza da Obsessão
A obsessão raramente começa de maneira violenta.
Ela quase sempre se inicia através da sedução.
O Espírito inferior aproxima-se gradualmente.
Primeiro inspira confiança.
Depois oferece elogios.
Em seguida alimenta vaidades ocultas.
Exalta capacidades.
Promete missões grandiosas.
Estimula sentimentos de excepcionalidade.
Pouco a pouco a vítima passa a acreditar que possui privilégios espirituais especiais.
Neste momento instala-se uma das formas mais perigosas de obsessão: a fascinação.
A pessoa deixa de analisar.
Deixa de questionar.
Deixa de comparar.
Passa a aceitar cegamente tudo aquilo que recebe.
A razão cede lugar ao encantamento.
O senso crítico é substituído pela exaltação.
O indivíduo imagina estar sendo guiado por Espíritos superiores quando, muitas vezes, está apenas sendo conduzido por inteligências astutas que exploram suas fragilidades emocionais.
Por isso Kardec advertia constantemente:
Os Espíritos superiores nunca exigem submissão cega.
Eles esclarecem.
Orientam.
Aconselham.
Mas respeitam a liberdade humana.
Já os Espíritos inferiores tendem a impor, dominar e controlar.
A Armadilha da Adulação
Entre todas as armas da mistificação espiritual, poucas são tão eficazes quanto a lisonja.
O orgulho raramente resiste ao elogio constante.
O mistificador espiritual sabe disso.
Ele proclama o médium como escolhido.
Afirma que possui missão única.
Declara que foi separado por Deus para revelar verdades desconhecidas.
Promete glória espiritual.
Promete reconhecimento.
Promete superioridade.
Quando o indivíduo aceita essas sugestões sem exame, começa a afastar-se da humildade.
E quando a humildade desaparece, abre-se uma das maiores portas para a influência obsessiva.
A adulação é perigosa porque anestesia a vigilância.
O orgulho transforma-se numa cegueira espiritual.
E a cegueira torna impossível reconhecer o engano.
O Método Espírita de Defesa
Diante desse cenário, Kardec apresenta um método simples e extraordinariamente racional.
Não há mistério.
Não há segredo oculto.
Não há ritual.
A defesa repousa sobre três pilares fundamentais:
Observação.
Discernimento.
Razão.
São Luís sintetiza essa orientação numa recomendação imortal:
"Pesai e refleti."
Toda comunicação deve ser examinada.
Toda revelação deve ser confrontada com a lógica.
Toda afirmação deve ser submetida ao crivo do bom senso.
A verdade não teme investigação.
Os Espíritos superiores jamais se ofendem com perguntas sinceras.
Quem teme o exame geralmente teme a descoberta.
O Critério Supremo: A Linguagem dos Espíritos
Kardec ensina que o caráter dos Espíritos revela-se principalmente através da linguagem.
Nenhuma máscara permanece eternamente intacta.
Mais cedo ou mais tarde o pensamento íntimo manifesta-se.
Os bons Espíritos apresentam linguagem:
Simples;
Serena;
Modesta;
Coerente;
Elevada;
Benevolente;
Profundamente racional.
Os Espíritos inferiores revelam-se por:
Exageros;
Contradições;
Presunção;
Orgulho;
Fanatismo;
Intolerância;
Autoritarismo.
Enquanto os bons Espíritos esclarecem, os maus procuram impressionar.
Enquanto os bons convencem pela razão, os maus tentam dominar pelo fascínio.
Enquanto os bons inspiram liberdade, os maus estimulam dependência.
A Prece Como Instrumento de Elevação
O Evangelho Segundo o Espiritismo não apresenta a prece como um encantamento destinado a expulsar Espíritos.
Sua função é muito mais profunda.
A oração sincera modifica o estado moral daquele que ora.
Eleva o pensamento.
Fortalece a vontade.
Favorece a ligação com os benfeitores espirituais.
A famosa prece proposta por Kardec encerra uma lição extraordinária.
Observe que ela não pede apenas o afastamento dos maus Espíritos.
Pede também:
"Preservai-me do orgulho e da presunção, afastai do meu coração o ciúme, o ódio, a malevolência e todos os sentimentos contrários à caridade, que são outras tantas portas abertas aos Espíritos maus."
Aqui está o núcleo da questão.
A proteção verdadeira não consiste em expulsar Espíritos.
Consiste em fechar as portas pelas quais eles entram.
E essas portas não estão nas casas.
Não estão nos objetos.
Não estão nos ambientes.
Estão nos sentimentos.
A Reforma Íntima Como Defesa Suprema
O ensinamento final de Kardec é de uma profundidade admirável.
A obsessão não é vencida apenas por intervenções externas.
Ela é vencida principalmente pela transformação moral.
Quanto mais a criatura desenvolve humildade, paciência, indulgência, caridade e equilíbrio, menos pontos de apoio encontra a influência inferior.
Os Espíritos maus podem aproximar-se.
Podem tentar influenciar.
Podem sugerir.
Mas não conseguem dominar uma consciência vigilante e moralmente fortalecida.
A verdadeira proteção espiritual não é um amuleto.
Não é um símbolo.
Não é uma fórmula decorada.
É a conquista diária do bem.
É o esforço constante de aperfeiçoamento.
É a vigilância sobre os próprios pensamentos.
É a prática da caridade.
É a humildade diante da vida.
Por isso, à luz do Espiritismo, afastar os maus Espíritos significa, antes de tudo, afastar de nós mesmos aquilo que lhes serve de abrigo.
Quando o coração se ilumina, as sombras perdem naturalmente o seu domínio.
E quando a alma se aproxima do bem, encontra nos bons Espíritos não apenas proteção, mas companheiros de jornada rumo à sua própria elevação.
Fontes:
O Livro dos Médiuns – Segunda Parte, capítulos sobre a identidade dos Espíritos, mistificações e obsessão.
O Evangelho Segundo o Espiritismo – Capítulo XXVIII, Preces Espíritas, item II – Para Afastar os Maus Espíritos.
Allan Kardec.
Evangelho de Mateus, capítulo XXIII, versículos 25 a 28.
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Não surtei...
apenas externei emoção em legitima defesa.

Hoje sigo elegante, porque desabar em público nunca foi minha linha de defesa.

⁠A teologia Arminiana não é um livro de argumentos contra o calvinismo e nem a defesa do livre-arbítrio, mas a defesa do amor incondicional de Deus para com toda a humanidade. Nela, que ama a TODOS e morreu por TODOS.

O marketing opera como um tribunal sem direito de defesa consciente.

Intuição e instinto são atos do inconsciente para o consciente, é um mecanismo de defesa natural do ser, de imediato é impulsivo, pois quando se percebe algo, seu inconsciente reconhece a mensagem de perigo e manda imediatamente um comando para seu consciente agir em defesa e essa mensagem vem, muitas vezes como pressentimentos de algo já vivido.
A frequência pode ser alterada para sair do medo, é possível sim, com treinamento, meditação, praticando o amor próprio, ascendendo ao Eu Superior e tendo controle da sua energia emanada. Tudo depende do quanto a pessoa se dedica a manter-se alinhada na frequência positiva e, isso é muito íntimo, cada indivíduo tem sua própria energia e frequência, não é igual para todos, então não há uma receita pronta de como alcançar, é relativo de cada ser reconhecer seu campo e se manter equilibrado.

Há um descanso quando entregamos a defesa ao Senhor. Não é fraqueza, é fé madura. miriamleal

Nenhuma arma contra mim terá direção,
o Senhor é minha defesa, minha proteção.

Quando Deus age, até quem duvidava percebe.
Há milagres que não precisam de defesa, falam por si.
Deus muda ambientes, muda histórias e muda atmosferas espirituais. miriamleal

⁠Terei que matar uma pessoa dentro de mim, mas será em legítima defesa.

O esforço supremo reside em desmantelar as fortalezas autoimpostas que, em nome da defesa, nos aprisionam à não vida.

A melhor tática de defesa é a convicção muda de que o Altíssimo supervisiona cada passo na retaguarda do nosso front.

A melhor defesa contra o mundo é o seu trabalho silencioso e persistente na sua própria evolução.

Sua maior defesa é a convicção muda de que o plano superior é mais sábio que suas lamentações.

A melhor defesa pessoal é evitar o confronto. Mas, se a escolha for entre a vida e a morte, defenda a sua vida. 👊

Te amar virou distância,
e a distância virou defesa.

"A Acusação diz que ele foi traído. A Defesa diz que ele 'apenas' foi vingado. É assim que alguns agem!"
Frase Minha 0240, Criada no Ano 2008

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com