Defendo meus Amigos
Se você Olha para dentro dos meus Olhos você Vera Pessoas Fugindo da Cruel Realidade pois todos e todas Não adimitem!
que nem um ser Humano é Perfeito nesse Planeta chamado Terra!
Um dia então encontrar-me-ei basta saber se sozinho ou com a solução dos meus problemas de hoje, sei que chegará este dia resta agora somente esperar
Me deseja coisas boas. Te vejo em um minuto nos meus sonhos. Sinto saudades. Ainda aguardo a calmaria de junho, pelo menos maio se foi.
Queria poder jogar todos os meus problemas para o alto, e deixar que a brisa do vento leve para longe e nunca mais traga de volta. Algumas pessoas, pensam que sou feliz, tenho tudo oque quero, mas, se parar e enchengar atravéz dos meus olhos, saberá que não é bem assim. Posso acordar todos os dias sorrindo, mas atrás deste meu sorriso tem inumeras lágrimas, mas que nem sempre às deixo rolar. Tem horas, que queria voar para longe, um lugar onde apenas haja sorrisos, felicidade. Onde haja uma barreira, onde todos os problemas sumam. Que haja apenas a paz que eu preciso. Mas, sei que a vida não é facíl, e se fosse tão facíl assim, que graça teria? Mas, a esperança é a última que morre, e com toda positividade, sei que um dia chegarei à esse paraíso.
Eu gosto de defeitos. Até porque todo mundo tem. E de todos os meus defeitos, não tem nenhum que eu não aprendi a aceitar.
Saí da minha cabeça, saí já da minha vida, saí dos meus pensamentos, das minha vontades, das minhas saudades. Seu demônio.
Como eu queria, poder ter em meus olhos um radar, para descobrir quem me ama de verdade e em qual intensidade encontra-se esse amor...
BULIÇOSO
Na calçada o vento ler os meus poemas,
Numa velocidade motorizada.
Além do que meus olhos podiam acompanhar
Exposto agora estou,
A tantos quantos ele segreda,
Saberão dos meus delírios, minhas frustrações,
Meus rompantes de amor.
Todos saberão que não ando feliz
E itso me faz sentir uma revolta num repente,
Resultando numa indignação maior
Do que uma violação na carne.
Eu cá comigo guardava os batimentos
Dos meus versos.
O vento entorna, e mais interessado
Volta a reler meus papéis
E comenta, me condena.
Eu ouço, no vai e vem incontrolável
Das dobras nas páginas marcadas,
Acentos, riscos, abalizados
De onde suponho o meu distrair maior,
Aonde acredito haver
Algo que me comprometa
Pelos meus incógnitos pensares
Que o vento não traduziu,
Partes pequenas que a ele bastou
Para agarrar-se a mim,
No desejo de entender e dizer
De um pobre poeta,
De gramática,
Só, verticalmente estático.
Naeno*com reservas
MEU OLHAR
Estranham o meu jeito de olhar
Que jeito eu posso dar,
Nos meus olhos e no meu rio.
Acham que quero morrer,
Porque solto meus olhos nas águas
E só os tiro no escurecer.
E que jeito podem dar
Pra darem ao rio uma feiúra
Que eu não suporte vê-lo.
Dizem que sou narciso
Erraram todos os adivinhos,
A beleza que miro
É da água, longe a minha passou.
O rio e eu nos conhecemos
Ele um pingo de uma fresta
Somos irmãos siameses,
Gerados no mesmo útero da natureza.
Quem vê a mim ver o rio
O mesmo ente escorregadio.
Às vezes água, às vezes peixe,
Barca encalhada,
Bandeira do Brasil,
Às vezes ponte,
E sempre amor, perplexidade,
Focos de muita saudade.
Quem é esse q povoa meus pensamentos, que se aproxima sem medo,
como criança q não tem nem idéia do perigo q está além.
Ainda não vejo seu rosto, mas tem feito bem
Tem sido brisa fresca num dia de calor
Tem sido edredon quentinho, na noite solitária
Juventude numa vida usada e desacreditada
Surgiu de repente, não sabia quem era.
Não quiz aceitar, mesmo assim aceitei, e
Com a alma aventureira, e a lingua sincera
Me encantou, me encanta. Cativa.
Quem é o palhacinho q faz rir no meu picadeiro,
Quem é o morceguinho q passa noite em claro,
E depois dorme o dia inteiro?
Um Quero-quero invadiu minha janela
E cantou a informação:
Menino, homem, gentil, desatrado.
É o Dan dan...
É Danado...
Danatto.
POR TODA PARTE
Meus olhos como que varrem
Toda a extensão da terra
E pela reta do meu ponto
Ao teu olhar que se distrai
Faz da distância inatingível
Um porto pronto a me esperar.
Mas não me esperas e nem vês a mim
Por um sortilégio o vento é que traz
Estas visões dos mesmos jardins
A rosa, o cravo, dentro de mim fazem um vergel
Uma pintura suspensa, esta paisagem e o fim
Dessa esperança e da minha paz.
Todo alucinado enxerga esse cais.
Não, não é de vera esta primavera
Que antecipo ou adio na maluquice
Dos teus olhos flores, e dos meus, quimera
Porque só Deus torna à meninice
Só Ele pode refazer o que era
Que no tempo, vai e vem, resiste
Ao teu lugar. Ver-te quem dera
Poder de novo ver teus olhos tristes
Dentro dos meus na alegria mera
Olhando o cais que ainda resiste
CARTA
Um dos meus desejos mais ardentes
Sempre foi o de sair deste lugar
Minha primeira ambição foi ser
Um militar do exercito brasileiro
Sempre os julguei importantes demais
E trabalhadores eventuais.
Porém eu não era do tipo certo
Que recebiam ordens e a executava
E o mais complicado de tudo,
Sou o tipo miúdo, a que se serve quase a nada
E ainda com uma forte tendência a me perder
Nos meus devaneios de poeta.
Seus beijos são grandes declarações de amor, que eram ditas com tanta delicadeza em meus lábios e minhas tentativas incansáveis de retribui-las só as tornavam mais bonitas.
Não importa oque eu faço, porque nos meus atos eu posso fingir, mais sim o meu pensamento, porque deles eu nunca vou conseguir escapar.
Sou passado, presente e futuro; pois as minhas escolhas passadas me trouxeram até aqui, e meus sonhos e desejos presentes me remetem ao futuro.
