Defendo meus Amigos
Quando eu te vi...
Meus olhos brilharam mais que céu estrelado
O que era monótono se tornou vibrante
Os sentidos antes quietos se tornaram ávidos
Queria que todo tempo parasse neste instante
Quando te vejo...
Meu corpo palpita por um abraço apertado
Meus pensamentos vazios se enchem de esperança
Meu coração já não teme ser machucado
Desde que eu seja eterno em suas melhores lembranças.
E quando não mais te vi...
A solidão retornou trazendo uma vida morna
Meu caminho antes seguro se tornou sinuoso
O rosto sem expressão novamente tomou forma
O fogo que de paixão ardia agora é doloroso
Você partiu...
E com você se foi a vontade de amar
Minha alegria de viver, levou contigo
Eu vejo mas sem ter o que enxergar
Toda graça você roubou e nada agora faz sentido.
Me perdoem os erros de português nos meus futuros textos, geralmente escrevo no final de um dia cansativo e uso para relaxar .
Este ambiente está adaptado para receber palavras de um amor platônico de uma universitária encantada.
Até meus inimigos me amam quando estou simpática, sorridente, amigável...
Pena que eu acho um "porre" agir assim.
...Atirou farpas nos meus olhos e eles chorarão, mas ao contrário da cegueira veio a luz que me fez ver a escuridão que é você . .
Minha alma anciã pela sua, todas as noite te encontro em meus sonhos, mas na manhã seguinte não te tenho, como sofro...
Às vezes, eu não quero dizer nada, preciso apenas ouvir no silêncio as respostas para os meus questionamentos interiores.
Sou a necessidade insensata de permanecer livre nos meus momentos de devaneios e inquietação em busca de autoconhecimento.
A Dependência do Amor...
Dos meus versos
Talvez exista a mais bela história de amor
Que entre dor se transforma em rimas.
Palavras que se juntam em algum momento de ilusão
E a ilusão é o resumo da dor!
Pois o caminho de quem ama...é a solidão?
E entre versos a ''Droga do amor''
Virou bebida? a mistura entre ''drogas e garrafas''?
De quem sabe, a bela ilusão do ''lítio'' ou talvez o doce de um vinho de licor
E a noite faz aquele que acorda no chão aos prantos
E a overdose do amor?
Quem diria, que um dia trocaria..
Minha ''metanfetamina"
Por uma garrafa ,de um talvez, bom uísque
Sou dona dos meus atos.
Não mando nos fatos.
Sou puro pensamento.
Não mando nos meus sentimentos.
O fato do momento é o meu pensamento de fato.
Não procuro pensar. O pensar me procura.
Não quero amar. Mas eu amo com loucura.
Lembro que antes o mundo era mais colorido, mais vivo, aos meus olhos os sorrisos exagerados emancipavam luzes como um arco-íris depois de uma chuva perfeita. Eram estandartes de pura emoção explícita, atiravam olhares que em conjunto iluminavam os corações desfortunados. Cores, aonde vocês foram ? É, parece que acordei novamente, mais uma vez de um sonho que o mundo talvez nunca tenha vivido, pois todas as vezes que olho para o mesmo eu vejo um vazio sem cor. Quero ser transportado para essa fantasia de novo, onde o psicológico me presenteia com sensações incríveis. A realidade pode ser bela, mas dentro dela eu me tornei daltônico.
Minha saudade
Deus permita viver em meus sonhos
Pois é neles em que te encontro...
São estes momentos que me fortalecem
É a certeza de que nada separa quem se ama...
Sentir teus braços, teu cheiro, ouvir tua voz
A dizer que me ama...
Fortalecem a minha sobrevivência...
Amenizam minha saudade...
Bom é ter alguém que me ame, apesar de meus defeitos.
Melhor ainda seria se ajudasse a me livrar deles!
Dentro de mim
Minha certeza é que não sei
Entendo que não compreendo
Perceba em meus olhos o que não estou dizendo
Será ignorância minha
Não ler as entrelinhas
Inescrutavel
Amor inescrupuloso
Dor prazerosa
Malícia viciosa
Arrependimento não tem volta
Quero não querer
Que desejo desrespeitoso
Despida tudo de novo
Despedida fria
Insônia frita de um lado ao outro
Enquanto sonhas como anjo
Eu endemoniada
Se adormecer enfim
Ao despertar
Mostrarei apenas o jardim
Exalando o perfume
Ocultando meu gume
Serei novamente
A coroa de flores
Aprendendo com heróis... Houve dia que meus heróis eram como eu e você! Acordavam e iam à luta, construir o que sonhavam e, movidos de coragem e um ideal, optavam seguir sempre em frente... cedo, deixavam o ninho e, com efeito, fazendo o que era preciso ser feito. Meus heróis me foram quase anjos, não desses alados, calados, imortais! Mas daqueles que diziam bobagens, faziam traquinagens, cantavam, atuavam seus mil e muitos personagens. Alçavam voo mundo afora, faziam poses pra fotos, davam autógrafos, se davam ao direito de sorrir. Iam onde queriam e onde deveriam... para minha alegria ou para além da de alguém! Meus heróis eram lindos e frágeis em si e desconheciam o valor de erguerem as próprias guardas. Se entregavam sãos à própria desconstrução... moucos para uma palavra amiga... e, mesmo feridos, se reerguiam e num instante do passante tempo, se deram conta que de si, se restaram ilhados, sem amigos, ante aos malefícios do uso criminoso dos proscritos. Já não se importavam pelo que se tornaram. Mesmo assim, adormecia em suas almas, cada um de meus heróis, carregados de dor pela loucura das opções desnecessárias! Se apagaram inocentes, no auge da fama alcançada. Deixaram marcas e obras e levaram consigo o melhor do próprio legado!
Eu sou uma fantasia amarrotada, esquecida, cheirando a pó.
Na minha cabeça, por cima dos meus fios de cabelos brancos, a vida me faz um convite indecente: "Vamos viver?"
E eu morro de culpa!
Olhares que se encontraram.
Olhares que se distanciaram.
Olhares meus.
Olhares teus.
Olhares de Adeus.
