Dedicatórias para Fitas de Crianças
É sempre importante mantermos viva a criança dentro de nós. Crianças são cheias de esperança, não percebem a maldade de imediato e sabem viver a alegria dos momentos. Elas cultivam um senso de humor tão transparente, tão gostoso. Dizem o que dizem e é isso. Sem mais. Nem menos. Eu as vezes fico pensando se sou imatura pra certas coisas. Mas quer saber? Não quero nunca ser completamente adulto. E de fato, nunca serei. Não quero perder o senso de humor leve que ainda tenho sobre muitas coisas, não quero ficar triturando pensamentos ruins sobre algo ou alguém, eu não quero. Espero ser uma profissional bem sucedida, mas acima de tudo espero ser uma pessoa bem sucedida, que vive a bem a vida sem se preocupar se atingiu certo "nível de maturidade" que nada tem haver com maturidade. Algumas cobranças são apenas pontos de vistas pessoais de pessoas serias que já deixaram a criança interior morrer e acha que todos tem que ser certo tipo de "adulto". É isso. Tenho uma criança interior que corre pra lá e para cá e quero que deixá-la viver, sempre! E acreditar que tudo o que eu desejar e for de boa fé, é possível.
E são assim as menias de hoje.. crianças querendo ser mulheres! Já podem explicar pra elas que a infância não volta e o tempo não retrocede.
"Vemos crianças se achando adultas, achando que seu coração quebra para toda a vida por um simples beijo mal-dado ou uma leve discussão, vejo crianças querendo viver a vida rápido demais, somente para depois dizerem que estão morrendo de decepções, quando escolheram viver a vida errada na hora errada."
“Os únicos seres que podem lhe ensinar o perdão são as crianças e os cachorros. As crianças... até não perdoarem mais. Os cachorros... até a morte os levarem.”
Apenas já não somos mais crianças e desaprendemos a cantar. As cartas continuam queimando. Eu tentei pensar em Deus. Mas Deus morreu faz muito tempo. Talvez se tenha ido junto com o sol, com o calor. Pensei que talvez o sol, o calor e Deus pudessem voltar de repente, no momento exato em que a última chama se desfizer e alguém esboçar o primeiro gesto. Mas eles não voltarão. Seria bonito, e as coisas bonitas já não acontecem mais.
Por que ensinam as crianças a terem essa pose de adultas?
Não, não tem a mínima graça... (pelo menos não para mim)
Bom mesmo seria se elas nos ensinassem a ser criança.
Faço trabalho voluntário com crianças de 4 a 8 anos e tenho certeza que aprendo muito mais do que ensino. A minha função nesse trabalho voluntário é ensinar um pouco sobre Jesus, sua vida e o evangelho. Mas não é nada de oração e rezas, e sim ensinar o amor na prática. Ensinar que o amor vivido e experimentado vale bem mais que palavras soltas de "eu te amo". Me ama? Então prova!
Então eu ensino que amar é obedecer à mamãe e o papai, mesmo que você não esteja a fim.
Amar é dar um copo de água para vovó que pediu e estava com sede e cansada.
Amar é acordar cedo e andar de pontinhas dos pés para não acordar ninguém.
Amar é ajudar a mamãe nos afazeres domésticos, mesmo que seja apenas enfeitar a mesa para o almoço.
Amar é fazer ao outro o que gostaríamos que fizessem à nós. Amar é reconhecer que errou e procurar não fazer de novo.
Às vezes para amar você só precisa ouvir ou sorrir, chorar ou pular junto.
Criança é Criança
Amo crianças com vestidos, frufrus, jeitinho de criança, tênis, roupa suja, parque de diversões, lápis de cor, choro, birrenta, mas criança que é uma pequena mulher ou um pequeno homenzinho, aqueles que quebram etapas significativas da vida, não brincam, não se sujam, não fazem peraltices, são adultinhos em miniatura para mim é tão estranho, ver crianças de salto, ver crianças maquiadas, ver crianças de roupas de adulto, tomara que caia, ver criança de bolsa, unhas pintadas. Crianças que não curtem brincadeiras de criança, crianças que se ofendem em ser denominadas como crianças, crianças que não sabem ou não aprenderam brincadeiras lúdicas, crianças em rede sociais. Aí o tempo passa e as crianças querem voltar o tempo, querem não ter preocupações, querem brincar, querem curtir, querem ser o que nunca foram e então a sociedade ganha de brinde um monte de adultos infantilizados.
Cidade pequena, onde a vida passa desacelerada, onde só há crianças e senhores, os jovens saem para ganhar a vida e voltam quando velhos, para perdê-la em paz.
- Eu esperei muito tempo por esse dia, sua partida em busca de algo melhor. Você, leve e linda, cheirosa e meiga, não merece ficar estagnada em algo sem mobilidade nenhuma como esta cidade soturna.
- Mas papai, não vai dar. Como vou deixar o senhor aqui? Acho melhor eu rejeitar esta proposta de emprego. Não consigo meu pai, não consigo. Venha comigo, por favor?
- Deixe-me aqui, esse lugar já faz parte de mim filha. Seu querido paizinho já está muito velhinho para essas aventuras.
O Sol do entardecer batia em seus olhos em pranto. Mariano irredutível com um abraço sussurra em seus ouvidos.
- Querida, você precisa ir. Venha meu bebê sente-se aqui.
E uma pausa, um silencio lutuoso fica no ar.
- Sabe filha, não se preocupe comigo, aqui é minha terra, mas não é a sua. Não tenho vontade de partir, já vivi tudo que tinha que ser vivido. Você é jovem ainda, sua alma está inquieta agora, e isso é ótimo. Seu velho vai ficar bem aqui, ta bom? Agora vaia logo antes que escureça. Leve com você isto.
Mariano tira do bolso uma bússola, velha e quebrada.
- Olha minha querida, quando eu saí de casa meu pai me deu esta bússola me disse que ela me indicaria o caminho da felicidade. Leve com você. É tudo que eu tenho de mais valioso.
Ela olha aquela bússola surrada pela vida, olha para o pai como se esperasse que ele falasse mais alguma coisa. Ele captando no ar responde.
- Valioso aos olhos do coração minha filha, é o que importa. O coração.
O dia em que os adultos deixarem suas crianças saírem das trincheiras da alma, a ternura será constante e a vida, bem mais fácil!
Crianças, aprendam: O mundo vai triturá-los, extrair o seu melhor, sugar todo o seu néctar e, no fim de cada dia, só sobrará o seu bagaço.
Sempre me comovi com a imensa fragilidade das crianças. Elas estão sujeitas a tudo aquilo que seus pais lhes queiram dar: desde amor e compreensão até a mais absurda violência.
Crianças
Crianças...
são como o sol entrando
apesar das janelas fechadas,
e saem deixando um raio,
uma palpitação silvestre no coração
uma pureza de aromas
uma borboleta viva
Uma estrela
transbordando
estendendo
estalando
me chamando com sua força magnética
Mlailin
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