Dedicatórias para finalistas pré-escola

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⁠No livro da minha história,quero aprender com os erros.
Vencer os conflitos mais íntimos, eternizando o que brotou:amor e alegria.
Afastar do peito as trevas das queixas e lamúrias, do rancor e da mágoa, da falta de esperança que acinzentam o brilho da alma.
Que nos momentos mais difíceis, onde muitas vezes damos espaço para revolta na metade do percurso, saibamos compreender as lições transmitidas nas circunstâncias da vida, para a nossa própria evolução.
Vencer é superar!

O que não aprendemos no amor, a dor nos ensina!

Depois de tantos tombos na vida, aprendemos onde podemos escorregar e o que nos faz tropeçar.

Não tenha medo de fazer e aprender algo novo, pois a determinação e o sucesso, caminham juntos.

Aprenda: nem todos entenderão suas escolhas, porque nem todos vivem suas batalhas.

Depois de uma vida observando gente, aprende-se que quase ninguém sofre daquilo que diz sofrer.
O sujeito chega reclamando da esposa, da política, do chefe, do aluguel ou da bebida quente. Mas isso é apenas o embrulho. O conteúdo é outro.
O que os corrói é a incapacidade de tocar e ser tocado.
Vivem como se enxergassem o mundo em preto e branco. Não porque lhes faltem olhos, mas porque perderam as cores antes mesmo de perceber que elas existiam. Tudo precisa ser amor ou ódio. Vitória ou fracasso. Aprovação ou desprezo. Já não reconhecem os meios-tons, justamente onde a vida costuma acontecer.
É um estranho tipo de daltonismo.
Não dos olhos.
Da alma.
Vejo isso todos os dias. Homens transformando ironia em escudo. Mulheres aprendendo a sorrir para esconder o próprio silêncio. Casais inteiros conversando sobre contas, filhos e séries de televisão, enquanto duas solidões dividem a mesma cama sem jamais se encontrarem.
Ninguém diz: "Tenho medo de ser visto."
Inventam palavras mais elegantes.
Dizem que são independentes.
Que não nasceram para relacionamentos.
Que preferem a própria companhia.
Mentem com uma convicção admirável.
A verdade é mais feia.
Passaram tanto tempo reforçando a própria pele que ela deixou de separar o corpo do mundo para se tornar uma cela. Cada decepção acrescentou uma camada. Cada abandono endureceu outra parte. Cada traição fez acreditar que sentir menos era viver melhor.
Não era.
Era apenas sobreviver.
O curioso é que todos desejam exatamente a mesma coisa: que alguém atravesse esse couro endurecido sem destruir o que ainda resta dentro. Querem ser encontrados, mas tornam impossível qualquer aproximação. Quando alguém se aproxima demais, recuam. Quando vai embora, confirmam a velha teoria de que ninguém fica.
Chamam isso de destino.
Eu chamo de medo.
E medo, quando envelhece, ganha aparência de personalidade.
É por isso que tantos caminham pelas ruas como fantasmas bem vestidos. Trabalham, sorriem, publicam fotografias impecáveis, colecionam contatos e permanecem inacessíveis. Quanto mais conectados parecem, mais isolados se tornam. Descobriram todas as maneiras de falar, menos a única que importa: aquela que deixa a carne exposta.
Talvez seja esse o grande fracasso da nossa época.
Não a falta de amor.
A falta de coragem para suportar o amor quando ele exige que a pele deixe de ser armadura e volte a ser apenas pele.
Ainda assim, de vez em quando, acontece um milagre discreto.
Alguém baixa a guarda por alguns segundos.
Uma conversa atravessa a superfície.
Um olhar permanece tempo suficiente.
Uma confissão escapa antes que o orgulho consiga engoli-la.
São instantes pequenos.
Quase invisíveis.
Mas é neles que as cores retornam.
E, por um breve momento, o mundo deixa de ser uma fotografia em preto e branco para lembrar que nunca foi a realidade que perdeu as cores.
Foram as pessoas que desaprenderam a enxergá-las.

Você disse que sou um homem de muitas mulheres.
Talvez seja porque vivi o suficiente para aprender que rostos mudam mais rápido do que as cicatrizes.
Mas a verdade é menos interessante.
Nunca procurei quantidade. Procurei abrigo. E abrigo é uma coisa rara neste mundo onde todo mundo aprende a partir antes de aprender a ficar.
Eu não me apaixono pela perfeição. A perfeição é uma mentira bem vestida. Gosto de quem sangra, de quem tropeça, de quem perde a guerra num dia e aparece para lutar outra vez no seguinte.
Também erro. Muito. Carrego ferrugem na alma e algumas rachaduras que o tempo nunca consertou. Ainda assim, continuo aqui. Permanecer sempre foi mais difícil do que conquistar.
Não quero possuir ninguém. Posse é medo fantasiado de amor. Se alguém ficar ao meu lado, que fique porque o mundo inteiro está aberto diante dela e, mesmo assim, ela resolveu acender um cigarro, servir um café e dividir o silêncio comigo.
É isso que me interessa.
Não a prisão.
A liberdade de ir... e a coragem absurda de permanecer.
Porque, no fim, amar talvez seja só isso: dois sobreviventes olhando um para o outro depois de todas as tempestades e dizendo, sem dizer palavra alguma: "Ainda estou aqui."

“Aprenda a abandonar aquilo que te atrasa, sejam hábitos, pessoas ou qualquer outro peso. Nem tudo precisa acompanhar você até o fim, pois o sentido da jornada está em percorrer o caminho com propósito.” — Leonardo Azevedo.

“Minha alma nunca aprendeu a esquecer; apenas aprendeu a transformar lembranças em poesia.”

— Juliana Hoffmann Liska

Quem conhece o preço das escolhas e das omissões não espera viver sem dor; aprende a distinguir sofrimento de consequência. Sabe cobrar o que merece, romper quando necessário e sustentar o custo da própria liberdade. Mas justiça não é vingança, e karma não é fantasia cósmica: é a energia transformada em comportamento, o comportamento transformado em destino, e a vida devolvendo, cedo ou tarde, o mundo que ajudamos a construir.

Você não está apenas tentando recuperar autoestima, sonhos e sentido.
Está aprendendo a tornar-se um lugar seguro para a própria existência.

Sorte não é esperar que o mundo nos favoreça.


Sorte é ter a inteligência para aprender, a disciplina para se corrigir e a coragem para enfrentar as dificuldades.


O homem que melhora a si mesmo todos os dias não depende da fortuna. Ele transforma cada experiência em conhecimento, cada erro em aprendizado e cada obstáculo em força.


A verdadeira sorte é ter a oportunidade de se tornar, a cada dia, um ser humano melhor.

378🙏🌹O planeta Terra é um mundo de imperfeições, estamos em período de aprendizado o amor, a Caridade e a doação de perdão é a base de tudo, são eficazes na cura da humanidade e suas más tendências, seus vícios carnais retardam a evolução humana, nenhum de nós no plano físico é dono da verdade e por mais que fazemos pouco é, e a certeza disso é quando contamos os bons feitos e esquecemos o principal que é justamente aquilo que deixamos de fazer e que nos condena retardando assim a nossa evolução, pois o que fazemos automaticamente vira bônus horas e o que deixamos de fazer é o que conta para chegarmos a perfeição, mas DEUS é misericordioso com a sua criação nos fazendo sentir sempre nossas imperfeições que nos alertam, vamos nos alinhar a luz, os tempos são chegados...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA.ayache Vidal.

355🙏🌹 A evolução da humanidade consiste no aprendizado divino, onde o ser humano passa a conhecer a verdade que libertar e não está imbuída dentro de qualquer religião que não prega essa verdade... O criador não tem religião ele nos toca no nosso ser, em nosso coração a sua verdadeira morada... Todos já estamos a dois mil anos conhecendo o verdadeiro caminho das boas obras, legado esse deixado por Jesus, o Cristo planetário, nosso norte, que nos mostrou a morada do criador, no nosso íntimo... Somos seres aprendizes da verdade que gradativamente vem libertando toda humanidade, todos os povos e raças universal, nenhuma criação de Deus ficará para traz, apenas tem o retardo na sua evolução, portando evoluir é o caminho, estamos estamos passando no processo de separação do joio e do trigo na transição moral do planeta, escolha o lado certo todos sabemos qual é, o planeta evolui e a humanidade acompanha...Os retardatários seguiram às suas tendências em mundos afins de acordo com o seu crescimento espiritual...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.

Enquanto não aprendermos a nos acalmar não conseguiremos aprender.⁠

Olhos De Poesia


Há quem veja o mundo com os olhos da poesia
e aprenda a medir o tempo pela luz do amanhecer
e pelo jeito que o sol se curva ao partir,
deixando nas janelas o rastro de ouro que ficou.


O vento empurra nuvens como barcos de algodão,
a vida acontece nos intervalos que ignoramos,
o café esfriando, a xícara vazia,
o silêncio entre duas palavras ditas.


As coisas ordinárias são as mais extraordinárias,
só porque poucos se dão ao trabalho de notar.
Um minuto pode virar saudade doce,
uma tristeza pode marcar a alma como cicatriz palpável.


A maioria caminha por esse mundo como errante,
sem experimentar a poesia que a própria vida é,
sem perceber que tudo exige aprender a dualidade,
entender o fim, a morte, o ponto final,


e saber também que tudo pode reiniciar,
que mesmo no meio do caos mais denso
ainda há possibilidade de um final bom,
de um raio de sol atravessando a tempestade.


Quem enxerga assim vive de verdade.

As gerações jovens atuais vivem tipo tubarões, no momento que nascem têm de aprender fugir de seus primeiros predadores

“O verdadeiro professor é aquele que possui o dom natural de transmitir tudo o que aprendeu, pois descobriu a riqueza do saber e deseja remover a cegueira que a ignorância causa às pessoas.”

A violência política é mais perigosa quando aprende a vestir a linguagem da legalidade.

Toda democracia precisa de tribunais capazes de dizer “não” quando o poder aprende a dizer “sim” a si próprio.