Dedicatórias para finalistas pré-escola

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Bom dia a todos....




"Aprendi desde pequeno, uma grande verdade, que tudo que vem muito fácil, se vai com facilidade, aquilo que é dos outros, ver eu com felicidades, não roubar e não matar! Não ferir, sem extrema necessidade"...


Zildo De Oliveira Barros

Antes eu brigava por política e futebol. Hoje, aprendi a brigar pelo que realmente importa: eu mesmo.

⁠"A vida é uma jornada de crescimento e aprendizado infinitos."

⁠"No campo, aprendi a colher não apenas alimentos, mas também lições de humildade e gratidão."

⁠Você não aprende a andar seguindo regras. Você aprende fazendo e caindo

Errar é humano, mas aprender com os erros é o que nos faz crescer. Não tenha medo de falhar, tenha medo de não tentar, pois é nos erros que encontramos os maiores caminhos para a evolução.

Maturidade também é aprender a se perdoar.

É o amor que faz com que casais se respeitem mutuamente e aprendam no relacionamento a acolher no espaço interior do coração as dores e labutas diárias da vida.

"Em busca da superação, com o tempo aprendi que a Vitória não consiste em vencer ou perder e sim em ultrapassar os limites interiores. Afinal, o único adversário na luta pela qualidade de vida somos nós mesmos."

⁠A primeira coisa que um hóspede que eu receber em casa precisaria aprender é que não há nela um único objeto que esteja ali por acaso. Existe uma razão para ele estar exatamente naquele local. Mas alguns não se importam com isso e subvertem uma ordem que foi criada exatamente para que a as coisas atendessem à sua finalidade. Da vez que um deles voltou pra casa eu precisei lhe ligar várias vezes para saber onde havia guardado cada objeto de meu uso diário. Se a intenção era que falássemos com mais frequência, então alcançou sucesso total!

“Com o tempo, aprendemos que a vida não exige guerra, mas consciência: é pela resiliência que superamos o que antes combatíamos.” - Leonardo Azevedo.

Na impetuosidade da juventude podemos nos permitir aprender por erros e acertos. Mas na maturidade isso é incompreensível, pois que não faz mais sentido não refletir antes das ações para se arrepender em seguida. É quando o Homem Circunstancial precisa ceder lugar ao Homem de Consciência.

Há pessoas cuja convivência me permitiu aprender muito sobre como se comete o mesmo erro todas as vezes.

Constatar um erro que cometemos é sempre desagradável. Deixar de aprender com ele para não precisar repeti-lo é incompreensível e pouco inteligente. Mas cometer o mesmo erro pela terceira vez não é apenas inadmissível: exige cuidadosa análise do histórico para concluir se é caso de doença ou de pura falta de caráter.

Entre Silêncios e Palavras


Ei meus leitores uma pra hoje .3.12.26.


Aprendi a escutar o tempo das pessoas.
Não o tempo do relógio, mas o tempo da alma.
Aquele que não se mede em horas, mas em ausências, olhares desviados, respostas curtas.
Porque nem tudo que alguém sente sai pela boca, às vezes, grita no silêncio...


Foi quando comecei a perceber isso que tudo mudou.
Parei de forçar portas trancadas.
Parei de querer estar em festas onde meu nome nunca foi lembrado.
E deixei de me sentir preso em prisões onde eu era inocente.


Entendi que ninguém é maior ou menor.
Eles são como eu.
Com medos, vontades, contradições.
Quero uma relação, mas também quero minha liberdade.
Quero parceria, mas reconheço: às vezes sou egoísta.
E tudo bem.


Ser humano é isso um rascunho em constante revisão.


Escrever sempre foi minha forma de respirar. Quem já esteve perto sabe,
Mas muitos me julgaram por isso.
Talvez por não entenderem.
Ou por não terem coragem de criar.
Será que faltava criatividade?
Ou será que doía ver alguém transformar dor em poesia?


Não sei se quem me lê é um intelectual…
Ou só alguém que, como eu, foi deixado de lado.
Mas se minhas palavras tocam, mesmo que uma só pessoa,
então já valeu.


Porque isso aqui.,
não é só um texto.
É libertação.


@EvansJ_oficial

Não entendo indiretas... ainda não aprendi a ler mentes!

Estou aprendendo a valorizar cada estação. Os picos trazem a vista, mas são os vales que trazem a raiz. É no vale que Deus trabalha em nós, preparando-nos para o que há de vir. Confio no processo.

Um coração iluminado transforma qualquer jornada em aprendizado.

Há muita coisa que aprendemos na vida mas isso é só depois de passarmos por muitos maus momentos... um deles é Quem realmente te procura pelo que vc é... e não quando vc tem... pelo prazer de sua companhia é não quando não existe outra companhia... quando quer conversar ou quando vc só serve para desabafar... e vc descobre que não precisa de certas pessoas como ja julgou precisar... aprende a chorar sozinho e não mais precisar... aprende que algumas pessoas te ouvem... e outras fingem te escutar... e passa a apreciar a sua própria companhia mesmo que seja fazendo nada ao mal estar de enfeite ao lado de quem quer que seja só porque está pessoa está em um momento a te precisar... desço te que a orai ou barzinho da esquina na voz do violão é para quem chegar
E sentar e lá não tem placa de exigência venha apenas se estiver acompanhado... então vc finalmente descobre que vc pode sentir algo bem grande mas que vc seja grande o suficiente Lara entender que muitas pessoas passarão na sua vida e vc não pode permitir que vc seja visto como um pronto Socorro para as horas de desespero e que se estas pessoas não são capazes de te querer chorando... tb não merecem ter vc apenas quando estiver sorrindo.

Retalhos de cor em pó

Negrinha... do pé da ladeira
Cresceu pela vida sem eira nem beira
Aprendeu que sua é pele não é brincadeira
De saia rodada, pés descalços, deu pulos e saltos correndo no asfalto
Seus sonhos dourados trocados aos farrapos
Princesas das ruas, escolas nos saltos, com príncipe aos lados, mostravam os fatos
Por ter nascido sem cor, sem brilho e aos fados
Teria a sombra, não pra proteção
mas como esconderijo de indignação
Negrinha sem livros, histórias infantis, nunca foi princesa, sem escolhas seguiu
Seguiu na certeza de que nunca a dariam lugar de rainha
Cresceu pela rua, já dormiu na rua e sentiu que, na sua, ganhava mais justas saudações de estrela, nuvens e lua
Que em sua ternura falava aos rostos, que em sua ingênua e doce leitura,
via neles amigos e um amor que cura
Negrinha, negrinha... o que ela ouvia, estica os cabelos e ganha nas ruas
Quem sabe os olhares, troféu quase, sinta o gostinho da mão de alguém
Negrinha, negrinha, sem eira nem beira, guarda o coração e esconde essa beiça
Beiça de mula, cor de burro fujão
Teu lugar é na sombra e não na multidão
Momentos pequenos de migalhas que sobram, sentiu o sabor do que as outras provam
Negrinha dentuça das pernas finas, escreve teus sonhos no papel e na tinta
Encontres no palco na arte em vida
O prazer ilusório do brincar de rica,
Sereia bonita, princesa e rainha, de contos de fada que nunca te abriga
Teimosa negrinha, relincha entre os dentes, brigando espaços em fios invisíveis
Esperança falida, certezas que brotas apenas dos sonhos que não casam as portas fechadas de sortes que foge à galopes que de tanto ligeiro nem mota se trota
De rua ternura manchada de morte
Teu corpo pequeno magrelo sem sorte
sentiu o amargo do gosto da morte
Cresceu na esperança peitinho floriu, roubaram-lhe a sorte o que te feriu
Jogada aos tapetes asfaltos mil,
o que foi mais duro não foi o chão que dormiu
Negrinha se olha e não mais se nota
Pergunta qual nota se dança tão torta
A música que canta a harmonia fugiu pois não tem espaço, seus retalhos mil
Negrinha negrinha teimosa demais
Cansada da vida já não pode mais
Rodeada de todos e vivendo só
na vida amizade só encontra o pó
Negrinha se encanta, por ti se apaixona, se encontra na sombra a cura em somas
de estender a mão aos que como a ti também são...
Negrinha negrinha que então descobriu,
que os não que recebes nunca te serviu
Um não não te acode teu corpo sangrando sua sorte fugiu
Cor de burro fugido o que sempre ouviu quem é que te acode quem foi que te ouviu?
Que espaço pertences teu povo fugiu na falta de sorte alguém te seguiu
Aquele ombro amigo que nunca foi teu, palavras tão duras nunca se escondeu
Negrinha se avexe, se feche
seu corpo e sorriso ninguém vê que preste...