Dedicatórias para finalistas pré-escola

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⁠É de lei o fracassado arrumar um culpado para o seu fracasso.
O sábio encara isso como aprendizado.

A única coisa que a vida quer de nós é: Aprenda a viver. E continuamos falhando nessa lição.🕊

⁠ Aprendendo a Viver

Num piscar de olhos a vida passa
Tem gente que enxerga, mas não vê
E ainda acha que ela é ingrata
O segredo é aprender a viver

Veja bem, a vida está passando e você aí
Não consegue ver que ela sorri pra ti

Que anda lamentando com vontade de chorar
E vive procurando, mas não sabe encontrar
Amor, paixão e carinho

Agora vou dizer, você precisa me escutar
A solidão que tens vai te ensinar
Sejas feliz sozinho!

Qual é o signifcado da cicatriz, se não aprendermos como curar.

O que há de errado com o tempo?


Talvez o erro seja o intento
de não aprendermos, enquanto vivemos,
a contá-lo no convívio, no movimento.
Enquanto ele ecoa, convivemos, às vezes,
sós entre nós mesmos.
E não percebemos que o tempo pode afastar
ou atrair sentimentos.
Bons ou ruins, eles vão e vêm
sem que percebamos.
Ele nos leva por caminhos
e cria atalhos inteiros.
Ele vai passando como quem escorre
entre nossos dedos,
sem aviso às vezes rápido,
às vezes lento, mas sempre indeciso.
Vivemos tudo o que nos permitimos:
com a família, sozinhos ou entre amigos.
Ele corre quando queremos presença,
nos arrasta quando a dor pede licença.
Ele voa quando estamos atrasados,
e para, sem que percebamos,
no sorriso de quem somos apaixonados.
Vinte e quatro horas nos são dadas,
todos os dias, sempre depositadas.
Caem em nossa conta sem permissão,
sem pedido, sem merecimento ou explicação.
Prometemos a nós mesmos
não deixar o tempo passar em vão.
Quando crianças, o tempo era mágico,
e não tentávamos controlá-lo com um celular nas mãos.
Estávamos ocupados colecionando momentos,
dádivas nos dadas pelo próprio tempo,
para que, quando estivermos perdidos,
possamos lembrar… e voltar ilesos.
Há dias em que queremos doar,
nem que seja um fragmento do que nos resta guardar,
quando percebemos que o outro já não terá
o tempo que a vida prometeu entregar.
Então entendemos o inevitável:
o tempo, sim, ele é temporário.
Nascemos, crescemos e morremos
um roteiro que segue fiel itinerário.
Mas como se espera? pergunta o coração.
O tempo do último olhar, da despedida em vão?
Ou o tempo que passa sem quem amamos,
tentando ser inteiros… quando já nos faltamos?

A verdade de cada um, é o reflexo do que aprendemos social e psicologicamente, uma outra parte é herdado de nossa genética.

Há pessoas que confundem intensidade com profundidade e barulho com presença. O ser atento aprende cedo que o essencial não grita: sustenta. Tudo o que é verdadeiro dispensa alarde, porque sabe que o que tem raiz não precisa convencer — apenas existir.

Um ano novo, com novas expectativas e a busca por aprendizados e contemplações para o bem viver.

Aprendi que o ego e o impulso são os demônios internos que fazem dedinhos fabricar fakenews achando que tá bombando no ar. O legal é que essas histórias não define o meu futuro e nem a condição financeira. Nunca deixarei meias palavra abater quem eu sou. Saiba que até papagaio fala.

“O verdadeiro professor é aquele que possui o dom natural de transmitir tudo o que aprendeu, pois descobriu a riqueza do saber e deseja remover a cegueira que a ignorância causa às pessoas.”

Aprendi que abrir a mão e deixar voar... Também é Amar...

Aprendi a Ir Embora


Eu não parti por falta de amor.
Parti porque o teu já não me reconhecia.


Vi nos teus olhos
o aviso que nunca disseste.
E mesmo assim fiquei,
tentando aquecer um peito
que já não era casa.


Engoli o orgulho,
chamei de fase
a tua frieza,
dei descanso ao teu desprezo
e amor
à tua ausência.


Mas há um momento
em que um homem entende:
não se implora por lugar
no coração de ninguém.


Quando o amor vira pena,
o silêncio vira sentença.
E eu recusei viver
como peso,
como hábito,
como sobra.


Soltei a tua mão
antes que a minha dignidade
morresse primeiro.


Se um dia a minha falta te visitar,
não me procures.
Estou nas escolhas que fizeste
quando não fui opção.


Estou nos abraços que recusaste,
nas palavras que engoliste,
nas vezes em que me perdeste
sem perceber.


Eu te amei
com verdade,
com coragem,
como homem.


Agora sigo.
De cabeça erguida.
Coração ferido,
mas inteiro.


Porque amor não se mendiga.
E eu aprendi
a ir embora.


Hassamo Abdurrahimo

Minha felicidade nasce em silêncio dentro de mim; quem chega, aprende a caminhar ao meu lado.

O destino não te joga aos lobos para te devorar; ele te joga para que você aprenda a liderar a alcateia. A crise é o seu campo de treinamento, não o seu cemitério.

A vida não avisa quando muda; ela simplesmente vira a página e espera que você aprenda a ler de novo.

⁠Vivendo, aprendendo e agradecendo a poesia de cada dia...

Aprendeu o que era liberdade quando, pela primeira vez, nomeou as suas prisões.
Não foi um gesto suave: foi uma descoberta dura, como arrancar uma raiz que já se enraizou no peito.
Viu que ignorância não é ausência de saber, mas uma cela que nos impede de ver o mundo inteiro; que hipocrisia é a máscara que nos rouba a face e nos faz viver em duplicidade; que avareza transforma o coração em cofre e a vida em cálculo; que ambição sem limite é uma corrente que puxa para longe do que importa.
Reconheceu também as prisões mais íntimas: o ódio que corrói, a vergonha que paralisa, a vingança que envenena qualquer possibilidade de recomeço.
Liberdade, então, deixou de ser palavra vazia e passou a ser tarefa: desfazer nós, abrir portas, aceitar a dor do corte para que a respiração volte a ser inteira.
Não é fuga. É escolha. É olhar para dentro e recusar o que nos reduz. É aprender a viver sem trancar a própria alma.
A verdadeira liberdade não chega como presente. Nasce do trabalho de reconhecer cada prisão, nomeá‑la, enfrentá‑la e, quando possível, perdoá‑la.
Quem faz isso não se torna imune ao medo, mas deixa de ser prisioneiro dele.
E nessa saída, encontra-se o espaço onde a vida pode, enfim, ser vivida com coragem e verdade.
Aprendeu o que era liberdade quando descobriu quais eram Suas prisões.

Crescer não é esquecer a criança que fomos, mas aprender a cuidar dela em silêncio, sem deixar que a vida apague seus sonhos.⁠

Todos nós avançamos quando escolhemos aprender exatamente no lugar onde quase desistimos, transformando desafios em maturidade e limites em novos começos.

O cínico, quando desarmado, não aprende a agradecer; aprende a odiar.