Dedicatórias para finalistas pré-escola
Levanta sacode a poeira e dar a volta por cima,pois Deus te trouxe aqui para aprender, amar,servir e viver com alegria.
Quando cometo erros,não me revolto aprendo com o troco que a vida dar corrigindo meu erro e tomando cuidado para não cometer novos erros.
ILUSÃO
É impossível congelar o tempo, mas aprender a viver lentamente, já tentou parar o sol? Já tentou pegar água com um pano? Ou já tentou pegar óleo com as mãos?
São coisas as quais não conseguimos, mas para tudo se dá um jeito nessa vida, menos pro tempo que vem se arrastando pela eternidade implacável, contemplando o início e o fim das coisas que temos e das que não vemos.
E como é bom dizer, tenho tempo, e será que nós temos tempo ou o tempo nos tem?
Porque aqui chegamos e ele já estava, partiremos e ele ficará, quem tem o quem? Nós temos o tempo ou o tempo nos tem?
Procurei essa resposta dentro da minha incansável infinita mente, vasculhei cada canto, examinei tudo o que há e, não encontrei uma resposta que pudesse me dizer, se temos tempo ou se o tempo nos tem.
Arranja até algumas explicações convincentes, mas nenhuma que convencesse a mim, me deparei até com fatos, mas que são fatos sem fim, uma flor nasce, outra morre, o vento sopra a onda se forma, o tempo fecha, a chuva cai, o vulcão entra em fúria, depois se acalma e o tempo?
O tempo não se começa, mas as pessoas dizem: “começaremos novos tempos” ... ele não se finda e dizem: “acabou o tempo” ... tudo isso se contradiz em si próprio e o tempo não para, tudo continua, e não acharemos jamais o início e nem estaremos aqui para contemplar o fim, pois quando o fim chegar a nós, esse será nosso algoz e quem poderá ouvir novamente o eco de nossa voz?
Em tempo, eu digo que você é o dono do conhecimento, tem resposta para tudo e tem a cura do sofrimento, é prova de quem criou a sabedoria e todos seus fundamentos, sabe muito bem de quem lembra e dos que estão em esquecimento;
Tempo que vem antes, você ou o surgimento?
Então, não há ninguém mais novo e mais velho que o tempo, não tem quem diga que és seu tempo, e muitos dizem não ter tempo para tudo isso... é algo que eu não ligo, correr atrás do tempo é o seu compromisso e espero que você tenha tempo para isso!
Estou aprendendo a não mais me decepcionar com as pessoas pois nada mais me surpreende por estar tão rotineiro,estou esperando mais de mim,o que me importa agora é o que eu faço da minha vida,não quero mais perder tempo esperando o que as outras pessoas fazem da vida delas pois o problema não é meu,estou fazendo a parte que me cabe,de hoje em diante quero cobrar mais de mim.
Quando aprendemos a controlar impulsos e equilibrar nossas reações com sabedoria nos aproximamos a criar uma personalidade bonita. Ando me perguntando e até me confrontando se me treino a ter uma boa personalidade? Saber reconhecer os erros é fundamental para que como pessoa eu evolua, e me respeite cada vez mais. Essa prática cria um alerta, pois vira hábito. Cada vez que faço algo errado certamente me sinto incomodada, e tendo a me arrepender em DEUS!
Pra mim que formei uma personalidade perfeccionista e exigente é uma luta diária....
Ó grande aprendizado dá vida, é que nada dura para sempre, nada. Tristeza, felicidade, chuva, amor, vida, inverno, verão, outono e inverno, então tente ficar calmo. Se houver uma tempestade, amanhã será um dia ensolarado. Portanto, procure entender cada momento e o ciclo da vida por si mesmo, torne-se um ser humano melhor, e esteja preparado para cada momento, sendo que aproveitamos os momentos bons, e aprendemos a suportar os momentos ruins. Porque a arca de ouro está dentro de si mesmo e nao fora.”
Ainda bem que temos em nós,
a capacidade para mudar, crescer,
transformar e aprender.
Isso nos faz privilegiados!❞
Flávia Abib
Ser independente
é aprender a se sustentar
por dentro.
É escolher ficar
mesmo quando ninguém fica.
É não endurecer,
mas seguir
sem pedir permissão.
Todo mundo, em algum momento, aprende que perder não é só ver alguém ir.
É perceber que certas partes da gente vão junto, mesmo quando o corpo fica.
É acordar e sentir falta de algo que não tem nome, mas pesa.
É continuar vivendo com uma saudade que não pede permissão.
E a gente segue.
Segue trabalhando, conversando, sorrindo quando precisa.
Mas por dentro, existe uma pausa não resolvida.
Uma conversa que nunca terminou.
Um abraço que ficou no meio.
Um “se” que nunca encontrou resposta.
Depois de nós, aprendi que o silêncio também faz barulho.
Ele acorda junto, senta à mesa, ocupa o espaço do que não foi dito e insiste em lembrar que algumas ausências não sabem ir embora.
Depois de nós, o mundo seguiu e eu fiquei.
Fiquei recolhendo pedaços de dias, juntando restos de coragem, tentando entender em que momento amar deixou de ser abrigo e virou travessia solitária.
Ninguém avisa que o amor, quando acaba, não vai embora inteiro.
Ele fica espalhado em músicas, horários, cheiros, lugares onde a gente nunca mais volta, mas nunca deixa de estar.
Depois de nós, as manhãs perderam o ritmo.
O café esfria na mesa enquanto o pensamento se alonga onde você ainda existe.
Não há pressa, nem conversa que sustente o calor.
Depois de nós, eu aprendi a disfarçar.
Sorrio em fotos, respondo “tá tudo bem”, faço planos pequenos porque os grandes ainda doem.
Carrego um cansaço que não é do corpo, é da alma tentando ser forte o tempo todo.
É exaustivo aprender a viver sem aquilo que dava sentido aos dias.
Depois de nós, eu ainda te reconheço em estranhos.
Na risada parecida, no jeito de segurar o copo, em frases que quase são suas.
E por um segundo curto demais, meu coração se engana, como se você pudesse voltar apenas por existir em alguém que não é você.
Depois de nós, descobri que seguir não é esquecer.
É aprender a caminhar com a falta, é aceitar que certas histórias não fecham capítulos, apenas mudam de forma.
O amor não morreu, ele apenas ficou sem endereço, sem colo, sem resposta.
E mesmo assim, sigo.
Não inteira, não curada, não ilesa.
Mas sigo.
Com esse amor quieto no peito, que não pede mais nada, só espaço para existir sem machucar.
Porque depois de nós, a vida não recomeçou.
Ela continuou, mais lenta, mais silenciosa, mais profunda.
E talvez amar seja isso no fim:
aceitar que algumas dores não passam…
mas nos ensinam a sentir o mundo de um jeito mais humano.
A coisa mais difícil que aprendi neste ano, a lição mais dolorosa que a vida me deu, foi entender que preciso deixar as coisas serem exatamente como são.
Aprendi a deixar as pessoas irem sem pedir explicações. A aceitar que nem tudo depende de mim e que nem tudo o que vai embora precisa ser entendido. Algumas despedidas não vêm com conversa, nem com fechamento, nem com a justiça que a gente gostaria de receber. E elas simplesmente acontecem, no silêncio dos dias comuns.
Demorei a perceber que segurar dói mais do que soltar. E, aos poucos, aprendi a não implorar por respostas que algumas pessoas não têm ou não querem dar. Existem dores que não se curam e com insistência, elas apenas se aprofundam.
Soltar não é desistir. Soltar é reconhecer os próprios limites. É aceitar que nem tudo está sob o nosso controle e que nem todo final precisa ser bonito para ser necessário.
Existem histórias que terminam no silêncio. E, por mais duro que seja, às vezes o silêncio já é a resposta.
Entendi que a verdadeira força não está em segurar, está em aceitar. Em respeitar o tempo do outro, mesmo quando ele não se alinha com o nosso. Em parar de esperar palavras que não virão.
Porque, no fim, a paz não chega para quem prende. Ela chega para quem solta, mesmo com o coração doendo, e ainda assim escolhe seguir em frente.
Quem amou de verdade não consegue encontrar a felicidade em outro alguém, mas aprende a viver sorrindo mesmo estando incompleto. Quem amou de verdade nunca esquece o toque, o olhar, o sorriso, e os momentos vividos com aquele que amou.
Com um tempo aprendemos que não adianta o que façamos nem o que somos, quando algo tem que acontecer, vai acontecer, independente do que façamos para manipular o resultado a nosso favor!
Com um tempo a gente aprende, que quando sentimos um grande desejo por algo que nos tira de Deus, é porque esse algo já ocupou o lugar em nosso coração que só a Ele devia pertencer. E que será preciso muito sacrifício, para devolver a Deus seu devido lugar em nossa vida.
O ser humano não é o produto do meio onde vive conforme aprendemos, o ser humano é o produto, o resultado daquilo que sua cognição absorve.
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