Dedicatórias para finalistas pré-escola
Algo "bendito" e algo "bem dito" podem ter significados totalmente opostos... e ainda assim não valorizam a Língua Portuguesa.
"Vivemos um tempo em que o papel do professor vem sendo desvalorizado não apenas pelas instituições, mas também, e de forma alarmante, por pais e responsáveis. Houve uma inversão de valores gritante: antes, o professor era autoridade e referência de respeito. Os pais, ao ouvirem que seus filhos haviam cometido algum erro, diziam com firmeza: “Se meu filho errou, pode corrigir”. Hoje, a cena se repete, mas invertida — o aluno desrespeita, o professor tenta intervir, e os pais correm para a escola não para ouvir, mas para confrontar.
Essa nova postura, onde o professor se vê acuado e o aluno é blindado de toda e qualquer consequência, gera uma geração de jovens sem limites, sem noção de responsabilidade e com uma perigosa sensação de impunidade. Quando os pais se tornam "amiguinhos" dos filhos, esquecem que educar é impor limites, e que amar não é sempre dizer sim. Ao protegerem seus filhos a qualquer custo, inclusive quando estão errados, contribuem diretamente para a desautorização do professor e, em muitos casos, alimentam um ambiente de violência psicológica — e até física — contra esses profissionais.
Essa inversão não apenas compromete a educação, como corrói os pilares da convivência social. O professor, desrespeitado, desmotivado e desprotegido, acaba por se afastar da missão de educar com paixão e firmeza. E sem professores respeitados, não há futuro digno para uma nação."
A intolerância religiosa é caracterizada pela negação acompanhada de atitudes de perseguição em relação às diversas expressões religiosas, sendo a educação um dos princípios fundamentais necessários para liderar ações que promovam respeito à diversidade e combatam todas as formas de hostilidade.
Se espera que haja formação de educadores capazes de abordar de forma sensível e respeitosa as questões religiosas.
Embora o Brasil seja marcado por uma história repleta de opressão e agressão por motivos religiosos, destaca-se que boas práticas pedagógicas que incluam a comunidade educacional, pais e representantes, podem ser eficazes se as necessidades forem levadas em conta e as preocupações de todos. Se forem bem-sucedidas, as práticas educativas poderão ser reformuladas e contextualizadas para implementação em outras escolas, o que poderia estimular melhorias na qualidade do ensino, além de promover a formação continuada de professores e gestores neste campo educacional.
Dá pra comparar as eleições no Brasil aos desfiles de escolas de samba. Assim que termina uma, já se está pensando nos temas para as próximas, tamanha a proximidade entre essas eleições.
LIÇÃO.
Precisamos nos concientizarmos que: nós seres humanos, estamos num processo contínuo de aprendizagem.
Vivemos em um mundo de imperfeição. As coisas nem sempre são justas; ninguém está totalmente pronto. Aqui é um lugar de aprendizado e crescimento, seja pelo amor ou pela dor. Aproveitemos essa escola.
Soraya Rodrigues de Aragão
Tem professor que dá aula online.
Tem professor que dá aula pela internet.
Tem professor que é a aula.
Estamos neste mundo primeiro como alunos, e depois como professores, e não importa por quanto tempo vivamos e o que fazemos, a cada dia aprendemos com todos e ensinamos a muitos. Afinal a vida é uma escola.
Ensinar é andar de braços dados com a vida.
Vidas nunca começam e nunca terminam.
Vidas sempre continuam.
Todo sufixo "ismo" ou "ista", carrega um peso desproporcional de interpretação e flerta com a ditadura, quando extremo.
Buscar aprovação social é como criar um teste informal para si mesmo, buscando inconscientemente uma rejeição. O tempo de avaliação como acontecia na escola já se foi; é hora de reconhecer o seu próprio valor.
Baseado na música “La Solitudine”
Composição – Federico Cavalli e Pietro Cremonessi – Ângelo Valsiglio.
Interpretação – Laura Pausini.
Distância.
Ela foi embora e não retornará,
Eu devia ter notado isso antes.
Não tive coragem de notar,
E agora tudo é cinza como uma manhã chuvosa.
Não há mais a sala de aula, só a lembrança
Do seu olhar doce em minha mente.
A distância que já nos dividia só aumentou,
Mas as lembranças continuam fortes.
Será que pensa em mim?
Como eu, não quer falar com ninguém?
Se escode como eu?
Foge de qualquer companhia?
Anda de cabeça baixa?
Deita e fica olhando para o teto,
Será que como eu, sofre pela solidão que domina tudo?
Eu tinha uma foto como seus olhos doces e tímidos.
Isso me aproximava mais dos momentos que passamos juntos,
Na sala de aula ou no intervalo
Hoje a foto não existe mais, ficou apenas a lembrança, junto com o sentimento.
Já me disseram: “um dia tudo se acerta!”
E eu penso: ‘tomara que sim!’
Será que pensa em mim, mesmo que como amigo?
Será que lembra dos momentos, sem rancor?
A época da escola foi difícil, mas viveria tudo novamente,
Apenas não repetiria os mesmo erros.
Faria de tudo para não nos afastarmos.
Te imploraria se fosse necessário,
E nunca te iludiria.
A distância entre nós me machuca.
Mas vou vivendo em silêncio,
Apesar da inquietude sufocante causada pelas lembranças suas.
Hoje não posso te pedir nada, mas não há como esquecer nossa história,
Mesmo que tenha sido tão breve.
Não espere que ser concursada lhe traga felicidade, isso pode custar a felicidade que você já conquistou.
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