Dedicatórias para finalistas pré-escola
Não é melodia que o mundo conhece,
nem se aprende com voz que enobrece.
Só canta quem teve o nome chamado,
e com o sangue do Cordeiro, foi resgatado.
Todos os dias há um aprendizado, e este nos mostra que devemos ser sempre analíticos ao nosso redor. Hoje, eu aprendi que, quando não se faz, ficam com raiva, te trocam ou nem falam com você. Entretanto, estou começando a ser mais inflexível, para que possam notar que não sou o bobo da corte.
Contudo, já me foi falado várias vezes — e notado — que, quando se anda por vários locais, torna-se um cosmopolita ou um perdido pelo mundo!
Hoje escolho me colocar em primeiro lugar, não por egoísmo, mas por amor-próprio. Aprender a dizer não é também uma forma de dizer sim para mim mesmo.
Gosto de cuidar o que em mim floresce, regando meus sonhos com mais atenção.
Os sedentos aprendem a dizer “não” a muitas coisas para manterem aceso o seu “sim” para Deus. Enquanto o mundo corre atrás de aplausos, eles escolhem o quarto secreto. Enquanto outros se alimentam do barulho, eles se refugiam no silêncio. E é lá, no escondido, que pagam o preço mais alto: o de não serem compreendidos.
Não nasci corretor. Me tornei.
Aprendi que o mundo não entrega tudo pronto — ele testa, molda, aperta... mas ensina.
Enquanto alguns viam tijolos, comecei a enxergar possibilidades.
Onde muitos viam apenas lotes vazios, eu via o começo de um novo capítulo na vida de alguém.
Não foi fácil. Houve dias em que a porta se fechava antes mesmo de eu bater. Mas eu insisti.
Com o tempo, entendi que não vendo casas — entrego recomeços.
Hoje, cada chave que coloco nas mãos de um cliente carrega também a minha história: de luta, fé, e propósito.
Porque ser corretor, pra mim, nunca foi sobre imóveis. Sempre foi sobre pessoas.
Aprendi a importância de ser honesto comigo mesmo, por mais difícil que isso possa ser. Essa honestidade trouxe a clareza que precisava para enxergar o que realmente importava.
É melhor aprender que a verdade dói para não chorar mais tarde, o povo não quer a verdade nem viver do trabalho, querem uma vida de conforto e glamour por toda vida.
Existem dois tipos de orgulho.
1- Você achar que não precisa aprender com os outros mesmo não sabendo muito.
2- Você achar que é melhor que os outros por ter um privilégio que os outros não tenham.
Porque tem gente que a gente não supera — a gente aprende a conviver com a ausência. Como quem mora com um fantasma que já virou parte da mobília.
Saudade é isso: dançar sozinho com as lembranças.
Com o peito apertado e o coração bêbado de passado.
Todo relacionamento de amor fracassado, deixa um aprendizado!
O problema é que na maioria das vezes a lição deixada pela pessoa errada!?
Acaba sendo colocada em prática com, à pessoa certa.
"Quando tentas controlar-me, lembra-te: estou a aprender a voar sem a tua aprovação. E quanto mais a asas batem, menos preciso de permissão."
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