Dedicatórias para Comunhão
A religião tenta corromper a comunhão viva e verdadeira com Deus, por meio de sua liturgia e rituais que são desprovidos de vida em si mesmos. A espiritualidade, por outro lado, acende em cada pessoa o desejo ardente e latente de conhecer a Deus em Sua essência e, assim, ser completamente transformado por Ele.
A verdadeira realização nasce da comunhão com o Senhor — é n’Ele que a alma encontra seu propósito, a verdadeira paz e a plenitude da vida.
A verdadeira alegria só é experimentada na comunhão com o Senhor, e os que trilham a Vereda da Vida são guiados e sustentados por Ele.
A comunhão com os irmãos, por mais preciosa que seja, nunca poderá substituir a comunhão pessoal com Deus.
Quem não aprende a estar a sós com Deus, viverá um cristianismo dependente da opinião dos outros, vulnerável à pressão, frágil diante da crítica e superficial no serviço.
É importante lembrar que até a comunhão mais amorosa pode ser prejudicada por uma língua apressada e um ouvido preguiçoso.
A solitude não é um fim em si mesma, mas um exercício necessário para que a comunhão com os irmãos seja sadia, humilde e centrada em Cristo.
A cada encontro com a natureza, há uma comunhão com Deus de forma inexplicável.
O verde entre o céu e a terra em sintonia com as nuvens.
O vento, e o colorido das flores nos conduz ao amor e ao abraço do Pai.
Louvado seja Deus.
A comunhão verdadeira não acontece quando nos reunimos apenas com o corpo, mas quando nos aproximamos com a alma despida, com a consciência desperta, com a vida aberta diante d’Aquele que tudo vê, e tudo perdoa.
Há um engano perigoso que se repete ao longo do tempo: participar da comunhão dos santos sem desejar a santidade do Santo.
Tomar o pão sem largar o orgulho. Beber o cálice sem confessar a culpa. Sentar à mesa com os irmãos, mas carregando pecados que ainda não foram entregues.
A comunhão real não começa quando duas pessoas se sentam juntas, mas quando dois corações decidem não se esconder um do outro diante de Deus.
Enquanto o pecado permanece escondido, ele molda a comunhão em torno de máscaras.
Mas quando confessado, o pecado perde sua força. A vergonha é substituída por esperança, e o corpo se reconstrói com base na verdade.
O pecado não tratado se torna uma sombra sobre a mesa da comunhão. Ele apaga a alegria do pão e esvazia o sentido do cálice. Não por causa do pecado em si, mas por causa do orgulho que se recusa a trazê-lo à luz.
A comunhão verdadeira só é possível onde há luz. E a luz, quando chega, expõe, mas também cura.
Não há comunhão entre a Luz e as trevas, nem entre o Sagrado e o profano; por isso, não espere agradar aqueles que não andam no Caminho do Senhor, pois o coração que rejeita a Verdade se incomoda com quem a vive, e a Luz de Deus sempre revela o que a escuridão tenta ocultar.
Sem o Messias, não existe alegria completa. É Ele quem dá sentido, comunhão e paz verdadeira ao nosso coração.
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