Dedicatória para Filho
Caminhoneiro.
Sou filho de caminhoneiro, com muito orgulho. Sei o quanto essa é uma classe sofrida, muitas vezes invisível, mas que move o Brasil todos os dias.
Esses heróis das estradas enfrentam madrugadas geladas, dias de calor escaldante, longas distâncias, perigos e saudade, tudo para garantir o pão de cada dia em casa.
Muitos pensam que caminhoneiros ganham rios de dinheiro, mas não enxergam as despesas que consomem tudo: parcelas do caminhão, seguros, pneus, pedágios, alimentação, manutenção, fretes mal pagos, a falta de segurança nas estradas e o combustível que só aumenta.
O que mais admiro é a coragem inabalável de quem, mesmo cansado e longe de casa, nunca desiste de lutar por quem ama.
Sempre amei caminhões, cheguei a sonhar em seguir os passos dele. Mas confesso que não tive a coragem que ele tem de ficar dias, semanas ou até meses longe de casa.
Pai, tenho orgulho imenso de você.
Orgulho da coragem e da força de todos os caminhoneiros, que carregam não só cargas, mas sonhos e esperanças por cada quilômetro rodado.
Parabéns a você, Pai, e a todos os caminhoneiros pela união e dedicação. Estamos com vocês, e sempre estaremos!
O coração de uma mãe tem o abrigo que o filho precisa. Agigantado pela forma que acolhe e dimensional pelo aspecto que se apresenta.
O amor de pai para filho,
não é apenas amor,
é devoção,
é entrega,
é anulação,
é amar com verdadeira animação,
de quem ama com veneração.
O pai que vive em busca de traçar um caminho para o filho,
tolda o seu caminhar, não o possibilitando de construir
a solidez necessária para uma vida autônoma de sucesso.
Não queira encontrar sentido
no desejo de um filho
querer voar em outros ares,
pois você já teve a sua oportunidade.
Meu filho Raul.
Não existe receita
Ou resposta correta
Se essa precede à pergunta
Nesta vida, sem saber-nos sós
Ainda existe a voz alerta
É como ser sozinho
Enquanto no Universo
Mas sentir a companhia
Do amigo calado
Oculto num canto qualquer
de uma pequena sala
E me fala que vale a pena
Apesar de jamais
Tê-la sorvido por completo
Divido sem pressa contigo
Essa bebida
Que compõe a vida
Sentir como o prazer do tempo
Que fermenta o vinho
Com alegria de amizade lenta
Uma mesa no passeio
Não se sabe a hora
Nem se quer sabê-la
A tarde toda versa
Que a melhor conversa
É quase sempre aquela
Que se joga fora, quase toda
A vida toda voa
Quando pode
Ser vivida à toa
E se não pode
Talvez eu possa então dizer
O quanto a vida é boa
E enquanto passar por ela
Tenta olhá-la bela
Procura só senti-la
no descalço caminhar
Longe do olhar sem sorriso
Distante do veneno que destila
Vida em silêncio
Uma pequena vila
Ninguém jamais
Há de se ver sozinho
Se amigos se tem
E assim haverá todo dia
Um tempo a mais de vida
Saber-te a companhia atenta
Com o prazer do tempo
Que fermenta o vinho.
Edson Ricardo Paiva.
- Padre eu pequei;
- Por qual motivos pecastes meu filho?
- Eu amei Padre.
- Mas não se peca quando exaltamos o amor!
- Padre eu amei outro homem!
- Então, você vai para o inferno!
- E você vai para o céu Padre?
- Com toda certeza estarei do lado do meu Deus!
- Que Deus é o seu Padre?
- O Deus de todos os milagres.
- Eu pensei que era o do amor!
"Quando eu falei que eu te queria como amigo, era por apenas te ver como um filho, amor de mãe não se mede, não se perde e não se esquece"
(O filho de Uni-Latero)
Que dia "sacrificoso" hoje!
O meu amor se foi e nenhum navio o trará de volta.
Sinto o luto naufragando com o sentimento mais bonito que já pode existir.
E assim, afogo-me de vez em quando em lágrimas de diamantes.
Eu desejo que no seu jardim tenha todas as flores mais lindas do mundo, e que em apenas uma delas, seja lembrada com o poder da cor, da ternura e do amor.
A Náufraga;
O Filho Pródigo é talvez a mais conhecida das parábolas de Jesus, apesar de aparecer apenas em um dos evangelhos canônicos. De acordo com Lucas 15:11–32, a um filho mais novo é dada a sua herança. Depois de perder sua fortuna (a palavra "pródigo" significa "desperdiçador", "extravagante"), o filho volta para casa e se arrepende. Esta parábola é a terceira e a última de uma trilogia sobre a redenção, vindo após a Parábola da Ovelha Perdida e a Parábola da Moeda Perdida.
Esta é a última das três parábolas sobre perda e redenção, na sequência da Parábola da Ovelha Perdida e da Parábola da Moeda Perdida, que Jesus conta após os fariseus e líderes religiosos o terem acusado de receber e compartilhar as suas refeições com "pecadores".[1] A alegria do pai descrita na parábola reflete o amor divino,[1] a "misericórdia infinita de Deus"[2] e "recusa de Deus em limitar a sua graça".[1]
O pedido do filho mais novo de sua parte da herança é "ousado e insolente"[3] e "equivale a querer que o pai estivesse morto".[3] Suas ações não levam ao sucesso e ele finalmente se torna um trabalhador por contrato, com a degradante tarefa (para um judeu) de cuidar de porcos, chegando ao ponto de invejá-los por comerem vagens de alfarroba.[3] Em seu retorno, o pai trata-o com uma generosidade muito maior do que ele teria o direito de esperar.[3]
O filho mais velho, ao contrário, parece pensar em termos de "direito, mérito e recompensa"[3] ao invés de "amor e benevolência".[3] Ele pode representar os fariseus que estavam criticando Jesus.
“A energia Reiki se assemelha ao amor de uma mãe. A adoração de uma mãe por seu pequeno filho é o melhor exemplo de amor incondicional que podemos dar. Ela o ama sem esperar nada em troca. Ama-o pelo simples fato de ele existir, com renúncia, sem crítica, julgamentos, reservas ou expectativas.”
A data de nascimento de uma Mãe acontece nove meses antes do nascimento do seu primeiro filho ou filha. Antes existia a Mulher, mas não existia a Mãe.
A data de nascimento de uma Mãe acontece nove meses antes do nascimento do seu primeiro filho ou filha.
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