Declaração de Amor para o Homem Amado
Tempo
Cansado de andar,
perdido no tempo,
desejoso de sonhar.
Em pedaços, sem nexo,
no fundo, a esperança.
Mesmo sabendo que pode errar.
Mesmo sabendo de tudo,
não sabe dizer.
Mesmo sabendo de tudo
só sabe
que o tempo não muda,
o tempo não volta
o tempo é tempo
o tempo não cura,
o tempo não para.
o tempo é tempo
Na linha do tempo,
ressentimentos,
não quer mais
das dores amargas que traz em seu peito
o único jeito é deixar lá
fotos, retratos, sorrisos abraços,
não tem jeito, é deixar lá
e mesmo sabendo que poder errar
mesmo sabendo de tudo
é apenas um coração querendo amar.
Entre adversidades e aflições, protegemos um filho assim como o ser humano resiste pela vida até o último suspiro, e ainda não descansamos depois de haver suportado até ao fim. Procede do instinto mais primitivo; lutar por aquilo que amamos.
Amar é se aventurar,
É navegar
Em um mar
De sentimentos
desconhecidos,
Em um oceano
Na pálida noite,
Onde a única iluminação
É a luz de teus olhos.
Se tem uma coisa que não tenho medo,
É de dizer o que sinto.
Não tenho tipo ideal,não sou uma pessoa constante.
De tempos em tempos mudo de cantor/banda favorita.
Prefiro esmalte vermelho ao invés de rosa.
O que nunca mudou foi meu jeito de amar.
É de alma, me entrego sem receio.
Se der certo bem, se não der;
O importante é que não me privei de sentir, nem expor.
Amar uma pessoa
e ter a liberdade de se DECLARAR
à ela é uma das coisas
mais lindas da vida.
AMAR e ser AMADO(a)
Então, não perca tempo e espalhe o amor!
DECLARE seus sentimentos ... isso nutre a cada momento!
E quando está nutrido ... A reciprocidade!
Devemos ser o que somos e torcer para que o outro nos respeite dessa forma.
Não é lícito se metamorfosear, só para agradar quem nos cobra.
Amor de verdade não admite dualidade.
Ou você verdadeiramente ama, ou está só de maldade...
AME UM LOUCO!
Para ser louco é preciso ser totalmente liberto em si mesmo!
É preciso ser sonhador, viajante em seu mundo a esmo!
É ser criador sem nenhum pudor!
É saber transformar para amar sem dor!
Deparo-me a indagar, o que vejo é o que almejo? O que sinto é o que me perpetua? O que tenho é o que me pertence? O que sou é o ideal? Onde estou é o real? Não sei, nem tão pouco saberei, pelo menos por ora.
