Declaração de Amor de Mãe para Filha

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O primeiro amor deixa marcas para a vida inteira.

Nicholas Sparks
SPARKS, N. O Melhor de Mim. São Paulo: Arqueiro, 2012.

Nota: Frase que consta da capa do livro.

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O amor não é um sentimento, é uma decisão.

O amor é a maior fraqueza do vampiro e não somos fracos, Elijah
Nós não sentimos, e não nos importamos.

O amor não é bom em si mesmo: é bom enquanto virtude e ruim enquanto vício.

O ciúme é um ácido altamente corrosivo, e o amor não tem a menor chance perante o seu poder de destruição.

Nem todo mundo sofrerá da "maldição de amor", como diziam os medievais. Muita gente morre sem saber o que é essa doença.

Luiz Felipe Pondé
PONDÉ, Luiz F. Heloisa. Folha de S.Paulo, 2010.

Nota: Trecho do artigo Heloisa, publicado em maio de 2010.

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AMOR DE ECLIPSE
O que seria da Lua sem o brilho do Sol?
Seria um satélite apático, sem graça e sem vida. O sol brilha de dia para a lua iluminar a noite. A luz é do sol, mas só notamos o seu brilho ao anoitecer, através da graciosidade da lua.
O que seria do Sol sem a existência da Lua?
Seria uma estrela sem palco, um artista sem fã. Não haveriam noites para expressarem a sua luz. Não haveria expectativa para a sua chegada ao amanhecer.
A beleza do eclipse, este encontro perfeito do sol e da lua, é não saber onde um começa e o outro termina. Um completa o outro, o outro não existe sem um, por isso que quando se juntam se confundem. E juntos, eles fazem o espetáculo mais belo da natureza.
O que seríamos de nós sem estes dois astros?
Nem se quer apenas um nos seria suficiente. Este amor que ambos sentem um pelo outro é o amor de Deus pela humanidade. Um amor imortal, incondicional e infinito.

Na vida somente o primeiro amor é verdadeiro, pois os novos amores que surgirão são apenas para preencher o vazio e a dor da perda de um amor que poderia ter se tornado uma linda historia de amor.

Eu não acredito mais em amor romântico, eu acredito em respeito e amizade; amor romântico traz sofrimento e sempre acaba.

Não quero alguém que morra de amor por mim. Só preciso de alguém que demonstre em pequenos gestos que gosta de estar do meu lado.

Adriana Britto

Nota: Trecho adaptado de um poema muitas vezes atribuído, de forma errônea, a Mario Quintana.

Ninguém conseguiria manter a ordem sem a justiça, mas ninguém constrói a paz sem amor.

Ser feliz e mais nada
A tranquilidade é a tua praia
O amor, o teu banho diário
A esperança, o teu sol
E o resto é passageiro

Perder alguém por morte é melhor que pela deslealdade... a morte leva o corpo e deixa amor, admiração e saudade. A deslealdade deixa mágoa, tristeza e decepção.

Muitos homens odeiam a verdade por amor daquilo que tomaram por verdadeiro.

Quem se apaixona por si mesmo não sofre por amor não correspondido.

Que Amor Fez sem Remédio, o Tempo, os Fados?

Depois de tantos dias mal gastados,
Depois de tantas noites mal dormidas,
Depois de tantas lágrimas vertidas,
Tantos suspiros vãos vãmente dados,

Como não sois vós já desenganados,
Desejos, que de cousas esquecidas
Quereis remediar mortais feridas,
Que amor fez sem remédio, o tempo, os Fados?

Se não tivéreis já longa exp'riência
Das sem-razões de Amor a quem servistes,
Fraqueza fora em vós a resistência.

Mas pois por vosso mal seus males vistes,
Que o tempo não curou, nem larga ausência,
Qual bem dele esperais, desejos tristes?

E o amor sempre prevalece, vence todos os obstáculos e aumenta a cada nova dificuldade encontrada pelo caminho.

A nossa história de amor vai ter final feliz.

Mc Daleste

Nota: Trecho da música "Em Teu Olhar".

Eu te amo mais do que o amor pode amar!!!!

Era uma vez um menino que amava demais. Amava tanto, mas tanto, que o amor nem cabia dentro dele. Saía pelos olhos, brilhando, pela boca, cantando, pelas pernas, tremendo, pelas mãos, suando. (Só pelo umbigo é que não saía: o nó ali é tão bem dado que nunca houve um só que tenha soltado).
O menino sabia que o único jeito de resolver a questão era dando o amor à menina que amava. Mas como saber o que ela achava dele? Na classe, tinha mais quinze meninos. Na escola, trezentos. No mundo, vai saber, uns dois bilhões? Como é que ia acontecer de a menina se apaixonar justo por ele, que tinha se apaixonado por ela?
O menino tentou trancar o amor numa mala, mas não tinha como: nem sentando em cima o zíper fechava. Resolveu então congelar, mas era tão quente, o amor, que fundiu o freezer, queimou a tomada, derrubou a energia do prédio, do quarteirão e logo o menino saiu andando pela cidade escura -- só ele brilhando nas ruas, deixando pegadas de Star Fix por onde pisava.
O que é que eu faço? -- perguntou ao prefeito, ao amigo, ao doutor e a um pessoalzinho que passava a vida sentado em frente ao posto de gasolina. Fala pra ela! -- diziam todos, sem pensar duas vezes, mas ele não tinha coragem. E se ela não o amasse? E se não aceitasse todo o amor que ele tinha pra dar? Ele ia murchar que nem uva passa, explodir como bexiga e chorar até 31 de dezembro de 2978.
Tomou então a decisão: iria atirar seu amor ao mar. Um polvo que se agarrasse a ele -- se tem oito braços para os abraços, por que não quatro corações, para as suas paixões? Ele é que não dava conta, era só um menino, com apenas duas mãos e o maior sentimento do mundo.
Foi até a beira da praia e, sem pensar duas vezes, jogou. O que o menino não sabia era que seu amor era maior do que o mar. E o amor do menino fez o oceano evaporar. Ele chorou, chorou e chorou, pela morte do mar e de seu grande amor.
Até que sentiu uma gota na ponta do nariz. Depois outra, na orelha e mais outra, no dedão do pé. Era o mar, misturado ao amor do menino, que chovia do Saara à Belém, de Meca à Jerusalém. Choveu tanto que acabou molhando a menina que o menino amava. E assim que a água tocou sua língua, ela saiu correndo para a praia, pois já fazia meses que sentia o mesmo gosto, o gosto de um amor tão grande, mas tão grande, que já nem cabia dentro dela.