Decisão
As verdadeiras mudanças só acontecem a partir de uma decisão de mudança interna. Abra-se ao novo.
Faça diferente.
Aposte em você!
Sinta a transformação que irá acontecer!
Não deixe o pequeno orvalho, ameaça sua felicidade coube a você escolher essa decisão e não as pessoas ditarem suas regras. Não busque respostas e muito menos sabedoria aonde somente em você sabe a verdade.
Decisão, duas vertentes, será que escolheu certo? Ou perdeu a oportunidade há sua frente?
Como saber? Talvez seja saindo da inércia da tradição, ser passageiro para um mundo novo, descendo na parada da "intuição".
Todas as vezes que você passar por uma situação de decisão e estiver confuso, pare e olhe para o filho da sabedoria.Olhe para onde vão os vencedores e os perdedores e escolha o seu caminho.
Não tomei muito (só umas e outras)
na decisão de ser sozinho.
Redescobri nos dias
feitos para nós.
Já não os tenho
como outrora,
eu estive
apaixonado
por você e pela vida!
Assusta-me pensar que a perigosa decisão de quem é precipitado e ocupa importante cargo venha a ser considerada "Possível concretização".
Tome uma decisão em sua vida:
1.Viver uma vida sendo desvalorizada?
2.Viver uma vida sendo valorizada?
Se a sua decisão for o número 2 você sabe o que deve fazer para ter de volta o seu devido valor.
A maior decisão que uma mulher pode fazer na vida não é com quem se casar, mas quem será o pai de seus filhos. É um elo para a vida toda.
Segundo o filósofo, antes de tomar qualquer decisão, não somos nada. Vamos nos moldando a partir das nossas escolhas. Toda essa liberdade resulta em muita angústia. Essa angústia é ainda maior quando percebemos que nossas ações são um espelho para a sociedade. Estamos constantemente pintando um quadro de como deveria ser a sociedade a partir das nossas ações — o curioso é que o próprio Sartre era viciado em anfetaminas, ou seja, não foi exatamente um exemplo de conduta. Defendia que temos inteira liberdade para decidir o que queremos nos tornar ou fazer com nossa vida. A má-fé seria mentir para si mesmo, tentando nos convencer de que não somos livres. O problema é que nossos projetos pessoais entram em conflito com o projeto de vida dos outros. Eles, os outros, tiram parte de nossa autonomia. Por isso, temos de refletir sobre nossas escolhas para não sair por aí agindo sem rumo, deixando de realizar as coisas que vão definir a existência de cada um. Ao mesmo tempo, é pelo olhar do outro que reconhecemos a nós mesmos, com erros e acertos. Já que a convivência expõe nossas fraquezas, os outros são o “inferno” — daí a origem da célebre frase do pensador francês.
