De Repente Nao mais que Derepente

Cerca de 808484 frases e pensamentos: De Repente Nao mais que Derepente

Chega de amor falso e fingido,
Chega de hipocrisia,
Chega de promessas não cumpridas,
Chega de pensar só no seu umbigo,
Chega de ser agressivo,
Chega de xaveco furado,
Chega de dizer que tem sentimento,
Chega de tolos argumentos,
Chega de ciumes possessivo,
Seja mais objetivo,
Se reinvente, faça diferente,
Criativo espontâneo e natural,
Por mais simples que possa parecer seja original,
Seja você, seja exclusivo.

Quem não valoriza, simplesmente perde!

Preocupo-me somente com os meus. Cuido apenas do que amo, não do que desprezo. O que passa disso, pra mim, é resto.

Se Deus quiser me levar, não precisa usar o câncer como desculpa; Ele pode tudo!

Dá-me a castidade e a continência, mas não agora.

Se não há lágrimas no escritor, não há lágrimas no leitor. Nenhuma surpresa no escritor, nenhuma surpresa no leitor.

Não tenho necessariamente que gostar de meus jogadores e sócios, mas, como líder, devo amá-los. O amor é lealdade, o amor é trabalho de equipe, o amor respeita a dignidade e a individualidade. Esta é a força de qualquer organização.

Eu não escolhi gostar de você, isso simplesmente aconteceu. Foi uma coisa natural, do jeito que deve ser.

Amor virtual é bom pra robô, que não sente nada. Pessoas precisam de laços, abraços, olhos nos olhos o toque das mãos.

Eu não posso imaginar um homem realmente desfrutar de um livro e lê-lo apenas uma vez.

Valorize quem te liga, te procura, quem te quer por perto.
Que não mede esforço para estar com você. Que entende o significado das palavras que saem de seus lábios.

Não existe sedativo
para uma dor cultivada
que não morreu quando devia.

O verdadeiro amor não é o que perdoa nossos defeitos, mas aquele que não os conhece.

“Agradeca o bem que te acontece, o mal que não te acontece e também o mal que te acontece”

O amor é ciência de sublimação
para Deus e a felicidade para
crescer deve dividir-se.

Não há ruptura de laços
entre os que se amam
no infinito do espaço e
na eternidade do tempo.

As almas afins se engrandecem
constantemente repartindo as suas alegrias
e os seus dons com a Humanidade inteira,
não existindo limitações para o amor,
embora seja ele também a luz divina
a expressar-se em graus diferentes
nas variadas esferas da vida.

Não se arrependa do que lhe fez sorrir. Se lhe trouxe felicidade é porque valeu a pena.

Qualquer caminho é apenas um caminho
e não constitui insulto algum
- para si mesmo ou para os outros -
abandoná-lo quando assim ordena o SEU coração.

Olhe cada caminho com cuidado e atenção.
Tente-o tantas vezes quantas julgar necessárias.
Então, faça a si mesmo e apenas a si mesmo uma pergunta:

possui esse caminho um coração?

O pior de querer e não ter, é ter e não valorizar.

Explosões

"Não tenho nada a ver com explosões”, diz um verso de Sylvia Plath. Eu li como se tivesse sido escrito por mim. Também não faço muito barulho, ainda que seja no silêncio que nos arrebentamos.

Tampouco tenho a ver com o espaço sideral, com galáxias ou mesmo com estrelas. Preciso estar firmemente pousada sobre algo — ou alguém. Abraços me seguram. E eu me agarro. Tenho medo da falta de gravidade: solta demais me perco, não vôo senão em sonhos.

Não tenho nada a ver com o mato, com o meio da selva, com raízes que brotam do chão e me fazem tropeçar, cair com o rosto sobre folhas e gravetos feito uma fugitiva dos contos de fada, a saia rasgando pelo caminho, a sensação de ser perseguida. Não tenho nada a ver com cipós, troncos, ruídos que não sei de onde vêm e o que me dizem. Não me sinto à vontade onde o sol tem dificuldade de entrar. Prefiro praia, campo aberto, horizonte, espaço pra correr em linha reta. Ou para permanecer sem susto.

Não tenho nada a ver com boate, com o som alto impedindo a voz, com a sensualidade comprada em shopping, com o ajuntamento que é pura distância, as horas mortas desgastando o rosto, a falsa alegria dos ausentes de si mesmos.

Não tenho nada a ver com o que é dos outros, sejam roupas, gostos, opiniões ou irmãos, não me escalo para histórias que não são minhas, não me envolvo com o que não me envolve, não tomo emprestado nem me empresto. Se é caso sério eu me dôo, se é bobagem eu me abstenho, tenho vida própria e suficiente pra lidar, sobra pouco de mim para intromissões no que me é ainda mais estranho do que eu mesma.

Não tenho nada a ver com cenas de comerciais de TV, sou um filme sueco, uma comédia britânica, um erro de adaptação, um personagem que esquece a fala, nada possuo de floral ou carnaval, não aprendi a ser festiva, sou apenas fácil.

Não tenho nada a ver com igrejas, rezas e penitências, são raros os padres com firmeza no tom, é sempre uma fragilidade oral, um pedido de desculpas em nome de todos, frases que só parecem ter vogais, nosso sentimento de culpa recolhido como um dízimo. Nada tenho a ver com não gostar de mim. Me aceito impura, me gosto com pecados, e há muito me perdoei.

Não tenho nada a ver com galáxia, mato, boate, a vida dos outros, os comerciais de TV e igrejas. Meu mundo se resume a palavras que me perfuram, a canções que me comovem, a paixões que já nem lembro, a perguntas sem respostas, a respostas que não me servem, à constante perseguição do que ainda não sei. Meu mundo se resume ao encontro do que é terra e fogo dentro de mim, onde não me enxergo, mas me sinto.

Minto, tenho tudo a ver com explosões.

Martha Medeiros
MEDEIROS, M. Coisas da Vida. Porto Alegre: L&PM, 2003.

É evidente que o milagre não é produzido materialmente pelas relíquias, mas pela vontade de Deus sobre elas. Não há, pois, superstição alguma nas peregrinações do povo cristãos a certos lugares em que Deus obra milagres pelas relíquias ou imagens dos santos.