De Repente Nao mais que Derepente

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Quem te aconselha em vez de te ajudar não é bom amigo.

Nunca enganei a minha mulher. O mérito não é nenhum: amo-a.

Não se deve deixar os intelectuais brincar com os fósforos.

Contigo não posso viver, nem sem ti.

Ao planearmos para a posteridade, deveríamos lembrar-nos de que a virtude não é hereditária.

Jake: Pensava que você tinha um encontro esta noite?
Charlie: Não era um encontro. Uma experiência de encontro.
Megan: Qual é a diferença?
Charlie: Cerca de R$1500.

Havia o escuro
mas eu não sabia onde;
teu rosto era sol.

Sem que o discurso eu pedisse,
Ele falou; e eu escutei,
Gostei do que ele não disse;
Do que disse não gostei.

Ser marido é um emprego a tempo inteiro. É por isso que tantos maridos fracassam: não conseguem dedicar a isso toda a sua atenção.

O cientista não traz nada de novo. Só inventa o que tem utilidade. O artista descobre o que é inútil. Traz o novo.

O homem não pode fazer-se sem sofrer, pois é ao mesmo tempo o mármore o escultor.

Não julgue um homem pelas suas opiniões e sim pelo que ele se tornou em virtude delas.

Quando presto algum serviço a um amigo ou lhe zelo os interesses, não há motivo para que me louvem; pois creio que apenas pratiquei um ato indigno de censura.

Não se pode chamar leitura a essa tremenda quantidade de tempo que se perde com os jornais.

O homem honrado não morre nunca.

A morte não é um tormento, é o fim de um tormento.

A vasta noite
não é agora outra coisa
se não fragrância.

Não há progresso se este não surgir através das dúvidas.

Um crítico é alguém que conhece a estrada mas não sabe conduzir.

Canção de Primavera

Eu, dar flor, já não dou. Mas vós, ó flores,
Pois que Maio chegou,
Revesti-o de clâmides de cores!
Que eu, dar, flor, já não dou.

Eu, cantar, já não canto. Mas vós, aves,
Acordai desse azul, calado há tanto,
As infinitas naves!
Que eu, cantar, já não canto.

Eu, Invernos e Outonos recalcados
Regelaram meu ser neste arrepio…
Aquece tu, ó sol, jardins e prados!
Que eu, é de mim o frio.

Eu, Maio, já não tenho. Mas tu, Maio,
Vem com tua paixão,
Prostrar a terra em cálido desmaio!
Que eu, ter Maio, já não.

Que eu, dar flor, já não dou; cantar, não canto;
Ter sol, não tenho; e amar…
Mas, se não amo,
Como é que, Maio em flor, te chamo tanto,
E não por mim assim te chamo?

José Régio
Filho do Homem