De Repente Nao mais que Derepente

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O sucesso não é a chave para a felicidade. A felicidade é a chave para o sucesso.

Albert Schweitzer

Nota: Citação encontrada em "Mais de 1001 Reflexões para Tornar sua LideranÇa Verdadeiramente Eficaz", Carlos Eduardo Mota Lopes, Clube de Autores, 2009

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Alegria

A Sabedoria e a Alegria
Vou ensinar-te agora o modo de entenderes que não és ainda um sábio. O sábio autêntico vive em plena alegria, contente, tranquilo, imperturbável; vive em pé de igualdade com os deuses. Analisa-te então a ti próprio: se nunca te sentes triste, se nenhuma esperança te aflige o ânimo na expectativa do futuro, se dia e noite a tua alma se mantém igual a si mesma, isto é, plena de elevação e contente de si própria, então conseguiste atingir o máximo bem possível ao homem! Mas se, em toda a parte e sob todas as formas, não buscas senão o prazer, fica sabendo que tão longe estás da sabedoria como da alegria verdadeira. Pretendes obter a alegria, mas falharás o alvo se pensas vir a alcançá-la por meio das riquezas ou das honras, pois isso será o mesmo que tentar encontrar a alegria no meio da angústia; riquezas e honras, que buscas como se fossem fontes de satisfação e prazer, são apenas motivos para futuras dores.

Mas talvez, você não entenda, essa coisa de fazer o mundo acreditar, que meu amor não será passageiro, te amarei de janeiro a janeiro, até o mundo acabar.

Nando Reis

Nota: Trecho da letra da música "De janeiro a janeiro".

Não nos deixemos perturbar por ninharias, que devemos desprezar e esquecer. Lembre-se: a vida é muito curta para sermos mesquinhos.

As opiniões não são verdades, pois não resistem ao diálogo crítico.

Cães são melhores do que os seres humanos porque eles sabem mas não contam.

Emily Dickinson

Nota: Autoria não confirmada

Ele foi embora uma vez, e vai embora de novo. Não dependa de alguém que vai te decepcionar.

O segredo da vida não é o que acontece com você, e sim, o que você faz do que acontece com você

Há cordas no coração que melhor seria não fazê-las vibrar.

Com o tempo a gente aprende que atenção, carinho e blush tem que ser na medida certa. Se não, a gente acaba de palhaça.

As palavras nos permitiram elevar-nos acima dos animais, mas também é pelas palavras que não raro descemos ao nível de seres demoníacos.

A liberdade não tem preço, a mera possibilidade de obtê-la já vale a pena.

A filosofia de uma pessoa não é melhor expressa em palavras; ela é expressa pelas escolhas que a pessoa faz. A longo prazo, moldamos nossas vidas e moldamos a nós mesmos. O processo nunca termina até que morramos. E as escolhas que fizemos são, no final das contas, nossa própria responsabilidade.

Não tenha medo da quantidade absurda de carinho que eu quero te fazer. Nem de eu ser assim e falar tudo na lata. Nem de eu não fazer charme quando simplesmente não tem como fazer. Nem de eu te beijar como se a gente tivesse acabado de descobrir o beijo. Nem de eu ter ido dormir com dor na alma o fim de semana inteiro por não saber o quanto posso te tocar. Não tenha medo de eu ser assim tão agora.

não dês valor maior ao meu silêncio;
e se leres recados numa folha branca,
não creias também: é preciso encostar
teus lábios nos meus lábios para ouvir.

Lya Luft
Para não dizer adeus. Rio de Janeiro: Record, 2010.

Nota: Trecho do poema Meu jeito.

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Apesar de sagaz, não compreendo realmente o que está me acontecendo.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

Se eu morrer antes de você, não culpe a Deus.

Não deixo de acreditar nas coisas porque não existem. Eu também posso me inventar para elas.

Não se lamente pelas perdas. Elas são necessárias para voltar a se encontrar...

As crianças chatas

Não posso. Não posso pensar na cena que visualizei e que é real. O filho que está de noite com dor de fome e diz para a mãe: estou com fome, mamãe. Ela responde com doçura: dorme. Ele diz: mas estou com fome. Ela insiste: durma. Ele diz: não posso, estou com fome. Ela repete exasperada: durma. Ele insiste. Ela grita com dor: durma, seu chato! Os dois ficam em silêncio no escuro, imóveis. Será que ele está dormindo? - pensa ela toda acordada. E ele está amedrontado demais para se queixar. Na noite negra os dois estão despertos. Até que, de dor e cansaço, ambos cochilam, no ninho da resignação. E eu não aguento a resignação. Ah, como devoro com fome e prazer a revolta.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.