De Repente Nao mais que Derepente

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Abre a mente ao que eu te revelo e retém bem o que eu te digo, pois não é ciência ouvir sem reter o que se escuta.

A franqueza não consiste em dizer tudo o que se pensa, mas em pensar em tudo o que se diz.

A riqueza não é daquele que a tem, mas daquele que a goza.

Qualquer pessoa pode errar; mas ninguém que não seja tolo persiste no erro.

Meu destino depende de mim, não de Deus. Os estrategistas não acreditavam em predestinação e não estimulavam as pessoas a consultar livros que diziam a sorte ou esperar o que fosse acontecer. Ensinavam às pessoas a examinar suas situações e seus atos, e a assumir a responsabilidade consciente de seu comportamento e as conseqüências que ele provoque.

A arte de governar consiste em não deixar envelhecer os homens nos seus postos.

Feliz aquele que reconhece a tempo que os seus desejos não estão de acordo com as suas faculdades.

O drama do homem é o de ser limitado nos meios e infinito nos desejos; assim, não pode ser plenamente feliz.

Não permitais à língua ultrapassar o pensamento.

Meus filhos discordavam de mim toda hora, graças a Deus! Eu não punha objeções nenhumas a que fossem desobedientes. Os pais deviam lembrar-se de que, além de serem pais, são também o osso em que o cachorrinho pode afiar os dentes.

Os mortos são uns invisíveis, e não uns ausentes.

É grande quem usa vasos de argila como se fossem de prata, mas não é inferior quem usa vasos de prata como se fossem de argila. Uma alma fraca não sabe suportar a riqueza.

O desprezo é uma pílula amarga, que se pode engolir, mas que se não pode mastigar sem fazer caretas.

Onde não estamos é que estamos bem. Já não estamos no passado, e então ele parece-nos belíssimo.

Reflita sobre as suas bênçãos presentes, as quais todo homem tem bastante; e não sobre os infortúnios passados, os quais todos homens têm alguns.

O problema do nosso tempo é que o futuro não é o que costumava ser.

Paul Valéry

Nota: A citação também pode ser atribuída aos poetas Laura Riding e Robert Graves, encontrada no artigo From a Private Correspondence on Reality, publicado em 1937 no jornal "Epilogue". O poeta francês Paul Valéry também escreveu a expressão em 1937.

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Não deixaremos de explorar e, ao término da nossa exploração deveremos chegar ao ponto de partida e conhecer esse lugar pela primeira vez.

Já é vender a alma não saber contentá-la.

tua covardia
não é minha
teu riso, outra ironia

Nunca se conseguirá ser sábio se primeiro não se foi traquinas.