De Repente Nao mais que Derepente

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Nós dividimos a espécie mais triste de solidão: aquela em que as outras pessoas do mundo só significam companhia em casos extremos e mais fazem volume num espaço pequeno do que preenchem alma.

Tenha paciência, o tempo de Deus é diferente do nosso. E na hora Dele tudo é mais perfeito.

As pessoas mais tolas que existem são aquelas que, por se acharem espertas demais, subestimam a inteligência dos outros.

Coragem é encontrar a vontade de superar seu medo, nada mais.

Todas as coisas a nossa volta nada mais são que manifestações de nossa própria mente, se pretendemos genuinamente mudar o mundo e as pessoas ao nosso redor, faz-se necessário mudar, primeiro, a forma como nós mesmos os vemos.

Por mais que muitas vezes eu me sinta cansado e me passe pela cabeça a idéia de largar tudo e sumir, eu jamais vou parar de tentar. Eu acredito que uma hora as coisas irão se acertar.

" ADMIRO QUEM ME ADMIRA MAIS TENHO PENA DOS QUE ME INVEJAM !!!!!

Eu deveria ter feito um livro que acentuasse mais as maldades que as pessoas fazem com os animais. Mas , a triteza não costuma acrescentar muito .

Uma pessoa que te conhece verdadeiramente, consegue reconhecer a tristeza, no seu mais largo sorriso.

O que mais me incomoda é essa pobreza de espírito
O que mais te incomoda é que eu sou feliz fazendo isso.

Gratidão a Deus por mais um dia na sua presença. Que a noite seja tranquila na paz do Senhor. Que o nosso amanhã seja repleto de amor e conquistas. Que nos orgulhemos dos nossos atos. Que as boas emoções tomem conta dos nossos corações. Amém!

Meu Deus, me ajude a lidar com meus sentimentos, me ajude passar por mais essa fase e me guia pelos seus caminhos, pois não sei mais por onde ir. Preciso de ti, me faz mais forte do que sou, mesmo sabendo que, estando fraca, forte eu sou, porque sei que tu estás comigo, senhor. Mas não sei por onde andar, e nem o que falar ou pensar, preciso contigo estar e te adorar, quero contigo sempre estar, sentir o teu carinho a me abraçar, estar perto de ti e saber que me amas mais do que eu mereço ser amada e que jamais me deixaria só, e mesmo sendo fraca e pecadora, é tu que me guias, Senhor, que me segura pela mão e me protege de todo mal, não consigo mais viver sem ti, tu és a razão do meu viver, Senhor, e só em Ti posso confiar, e saber que em minha vida o senhor irá operar, basta eu confiar e esperar o tempo certo para as coisas darem certo em minha vida, quero mais de Ti, Senhor, faz teu querer em minha vida, eis-me aqui, Senhor, faz de mim morada, eu quero acordar e saber que contigo é que quero estar e confiar, e saber que estará sempre comigo, obrigada, meu Deus...

Demasiada Loucura é o mais divino Juízo -
Para um Olhar criterioso -
Demasiado Juízo - a mais severa Loucura -
É a Maioria que
Nisto, como em Tudo, prevalece -
Consente - e és são -
Objecta - és perigoso de imediato -
E acorrentado -

Emily Dickinson
Poemas e Cartas

° ೋ✿ ... e mais um dia
mais uma página deste livro lindo que compõe a nossa vida
com harmonia e amor , com fé e gratidão
encerramos mais um capítulo!

Mais um dia está terminando...
Mais uma página escrita no livro da vida. O que dizer?
Muito obrigada, Senhor. Muito obrigada pela tua fidelidade comigo, muito obrigada pela Tua presença constante e por todos os livramentos que o Senhor me concede diariamente. Não sei o que me espera amanhã, mas entrego nas tuas mãos e que seja feita a Tua vontade. Amém!

A misericórdia de Deus acorda todos os dias mais cedo que nós; por isso nossa vida é tão iluminada e a cada amanhecer temos um caminho novo a seguir! Bom dia!

Seja mais atrevida, menina: manda nudes desse seu sorriso sem batom, olhos sem rímel e cabelo bagunçado. A simplicidade também excita quando se está apaixonado.

Você pode comprar o relógio mais caro, mas nunca comprar o seu tempo perdido.

Vida vazia, corpo sem alma
lagrimas de sangue rolam em meu rosto
e nada mais me importa!
Da dor entendo eu,
sorriso falso, lágrimas verdadeiras.

— Quero beijá-lo mais uma vez antes de morrer.
Os olhos dele se arregalaram. Azuis como o mar e o céu no sonho de Tessa, quando ele caiu longe dela, azuis como as flores que Sophie colocou em seu cabelo.
— Não...
— Diga nada que não seja sincero — concluiu para ele. — Eu sei. Não estou dizendo. É verdade, Will. E sei que pedir isso ultrapassa todos os limites plausíveis. Sei que devo parecer um pouco louca. — Tessa olhou para baixo, depois para cima outra vez, reunindo coragem. — E se você puder me dizer que pode morrer amanhã sem que nossos lábios voltem a se tocar, e que não lamentará nada, então me diga, e desisto, pois não tenho direito...
As palavras de Tessa foram cortadas, pois ele a pegou e a puxou contra si, tocando a boca na dela. Por uma fração de segundo, foi quase doloroso, afiado de desespero e uma fome quase descontrolada, e ela sentiu gosto de sal e calor na boca, e o engasgo da respiração de Will. E então suavizou, com um controle forçado que ela pôde sentir por todo o próprio corpo, e o roçar de lábios contra lábios, a ação recíproca de línguas e dentes, intercalando dor e prazer em um espaço de instantes.
Na varanda dos Lightwood, ele foi tão cuidadoso, mas agora não estava sendo. Deslizou as mãos pelas costas de Tessa, passando os dedos por seus cabelos, agarrando o tecido solto nas costas do vestido. Ele quase a levantou, de modo que os corpos se tocassem; ele estava contra ela, o comprimento longo do corpo de Will ao mesmo tempo rígido e frágil.(...) Ela segurou firme nas costas e nos ombros de Will enquanto ele a carregava para a cama e a colocava ali. Tessa já estava descalça; ele tirou as botas e deitou ao lado dela. Parte do treinamento de Tessa foi sobre a remoção do uniforme, e as mãos dela foram leves e velozes sobre a roupa dele, soltando os fechos e a puxando de lado, como uma concha. Ele a descartou impacientemente e se ajoelhou para soltar o cinto de armas.
Tessa o observou, engolindo em seco. Se fosse mandá-lo parar, a hora era agora. As mãos cicatrizadas de Will eram ágeis, abrindo as presilhas, e quando ele virou para deixar o cinto cair ao lado da cama, a camisa – molhada de suor e grudando nele – deslizou para cima, exibindo a curva oca da barriga, o osso arqueado do quadril. Ela sempre achou Will lindo, os olhos, lábios e rosto, mas nunca tinha pensado em seu corpo assim. Mas a forma dele era bela, como os planos e ângulos de David, de Michelangelo. Tessa se esticou para tocá-lo, passar a mão, suave como seda, na pele dura e lisa da barriga de Will.
A resposta dele foi imediata e surpreendente. Will respirou fundo e fechou os olhos, e o corpo ficou totalmente imóvel. Ela passou os dedos pelo cós da calça, com o coração acelerado, sem saber o que estava fazendo – havia instinto ali, guiando, algo que não conseguia identificar nem explicar. A mão de Tessa se curvou na cintura de Will, o polegar tocou o osso do quadril e puxou-o para baixo.
Ele deslizou para cima dela lentamente, apoiando os cotovelos em ambos os lados de seus ombros. Seus olhos se encontraram, se sustentaram; tocavam-se por toda a extensão dos corpos, mas nenhum dos dois falou. A garganta de Tessa doía: adoração, melancolia, na mesma intensidade.
— Beije-me — falou.
Ele se abaixou lentamente até os lábios apenas se tocarem. Ela se curvou para cima, querendo encontrar a boca dele com a sua, mas ele recuou, acariciando sua bochecha com o nariz e passando os lábios no canto da boca de Tessa – em seguida, pela mandíbula até a garganta, provocando pequenos choques de prazer pelo corpo da jovem.
Ela sempre pensou nos próprios braços, mãos, pescoço, rosto como coisas separadas – que a pele não fosse a mesma que encobria tudo, nem que um beijo na garganta pudesse produzir efeitos até as solas dos pés.
— Will.
As mãos dela puxaram a camisa dele, que cedeu, com os botões arrancados, e a cabeça dele balançou para se livrar do tecido, todo cabelos selvagens, todo Heathcliff nos pântanos. As mãos dele foram menos certas no vestido dela, mas ele também o retirou, por cima da cabeça, e o descartou, deixando Tessa de camisa e espartilho. Ela ficou imóvel, chocada por estar tão despida na frente de alguém além de Sophie, e Will lançou um olhar selvagem para o espartilho que foi apenas em parte por desejo.
— Como... — perguntou ele. — Isso sai?
Tessa não conseguiu se conter; apesar de tudo, riu.
— Ele é amarrado — sussurrou ela. — Nas costas.
E conduziu as mãos dele até que os dedos encontrassem as fitas. Então ela tremeu, não de frio, mas pela intimidade do gesto. Will puxou-a contra si, agora com suavidade, e a beijou mais uma vez na linha da garganta, e em seu ombro, onde a camisa o deixava exposto, com o hálito suave e quente contra a pele dela, até que ela estivesse respirando com a mesma intensidade enquanto as mãos o acariciavam nos ombros, nos braços, nas laterais. Ela beijou as cicatrizes brancas das Marcas na pele de Will, envolvendo-o até se tornarem um emaranhado quente de membros e ela engolir as arfadas de Will.
— Tess — sussurrou ele. — Tess... se quiser parar...
Ela balançou a cabeça em silêncio. O fogo na lareira já estava quase extinto outra vez; Will era todo ângulos, sombras e pele dura contra ela. Não.
— Você quer isso? — A voz dele soou rouca.
— Quero — respondeu. — E você?
O dedo dele traçou o contorno de sua boca.
— Por isso, eu seria eternamente condenado. Por isso, eu abriria mão de tudo.
Ela sentiu o ardor por trás dos próprios olhos, a pressão das lágrimas, e piscou cílios molhados.
— Will...
— Dw i’n dy garu di am byth — disse ele. — Eu te amo. Sempre.
E se moveu para cobrir o corpo de Tessa com o seu.