De Repente Nao mais que Derepente

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O tempo é a substância da vida humana. O dinheiro que se perde, ganha-se de novo. O tempo, nunca.

Eis aí o mau dos invejosos: a falta de sonhos próprios.

A esperança é o meu guia é o que me faz viver cada dia e principalmente cada noite, a esperança de que depois que você estiver longe dos meus olhos não será a última vez que olharei para você..

É agradável julgar-se infeliz, quando se é apenas vazio e enfadado.

Há criaturas que chegam aos cinquenta anos sem nunca passar dos quinze, tão símplices, tão cegas, tão verdes as compõe a natureza; para essas o crepúsculo é o prolongamento da aurora. Outras não; amadurecem na sazão das flores; vêm ao mundo com a ruga da reflexão no espírito, - embora, sem prejuízo do sentimento, que nelas vive e influi, mas não domina. Nestas o coração nasce enfreado; trota largo, vai a passo ou galopa, como coração que é, mas não dispara nunca, não se perde nem perde o cavaleiro.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).

Estou cansada de ficar chorando de saudades, mergulhando nas lembranças de quem um dia esteve comigo, mais so em pensamento

Boa noite.
Como vai seu feriado?
Descansou bem?
Viajou para casa da família?
Dormiu até tarde?
Comeu o que mais gosta?
Conheceu alguém?
Lembrou de alegrar a todos?
Já perguntei se está bem?
Já percebeu que estou com saudade?
Já disse que estou com saudade sua?
Boa noite
Está tudo bem?
Está com saudade de alguém?

Celebro o amor e elejo um pensamento bom por dia. Percebo a força que palavras doces têm. E sei que o que recebo é sempre um eco.

Sou todo incoerências. Vivo desolado, abatido, parado de energia, e admiro a vida, entanto como nunca ninguém a admirou!

A Vida de um ser humano, é um piscar de olhos de Deus.

Ninguém a observava; mas é privilégio do romancista e do leitor ver no rosto de uma personagem aquilo que as outras não veem ou não podem ver.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).

Poetas e tontos se compõem com palavras.

Manoel de Barros
BARROS, M. O Guardador de Águas. São Paulo: Art Editora, 1989.

Mentir ou omitir... é só uma questão de preferência de quem abusa da ética e debocha da vida.

Cansei de briga com a vida. Boas vibrações e pensamento positivo SEMPRE, se quer ter um amigo, pode confiar, mas se pisar na bola pode magoar, mas como tudo que é bom dura pouco, minha ajuda será ruim, pois posso te confundir, mas no fim irá entender que o que quis mesmo era te conhecer. E fazer você se encontrar, talvez agradeça, mas será tarde...

"Quando a voz de um inimigo acusa, o silêncio de um amigo condena."

Mágoa é a foto da ofensa em negativo, registrada no coração. Se revela na vida através de nossas ações.

Eu quero uma porção de amor com recheio de loucura, pitadas de carinhos e uma dose de uísque... Para depois que você bater a porta, esquecer.

Palavras bonitas me encantam, mas atitudes me conquistam.

Nem Tudo que é caro é bom , más tudo que é bom é caro ...

Falemos de amor na poesia Leve de "Um soneto", de Guilherme de almeida:

Ama, quieto e em silêncio. É tão medroso
o amor, que um gesto o esfria e a voz o gela.

Não. O amor não é medroso. O poeta brinca apenas com a vulnerabilidade dos sentidos ao emprestar "O eco" à vida:

Perguntei à minha vida:
- "Como achar a apetecida
felicidade absoluta?"
E um eco me disse: - LUTA!"

Lutei - "Como hei de a esta pena dar a cadência serena
que suaviza, embala e encanta?"

- "CANTA!"

Cantei. - "Mas, como, num verso,
resumir todo o universo
que em mim vibra, esplende e clama?"
então, o eco me disse:

- "AMA!"

Amei - "Como achar agora
a alma simples que eu pus fora
pelo prazer de buscá-la?"
O eco, então, me disse:

- "Cala!"

Calei-me. E ele, então, calou-se.
Nunca a vida foi tão doce...
Tudo é mais lindo a meu lado:
Mais lindo, porque calado.[/i]

Lutar, cantar, amar e calar... assim queria o poeta. Lutar para que os desvarios mundanos não roubem nossa sensibilidade. Cantar a canção da dor e a canção o amor. Cantar pelos que, empedernidos, já não conhecem os acordes. Cantar por aqueles que impedem a canção alheia. Cantar o silêncio dos que não têm voz ou vez. Amar como ação necessária de encontros e paisagens. Contemplamos o mundo para conhecê-lo e transformá-lo. E calar? Mas como calar diante das feridas abertas da injustiça e da destruição do nosso irmão? Calar para, como Maria, a mãe da esperança, escutar a boa nova, a missão e então agir...

... Paciência não como acomodação. Calar é contemplar o que precisa ser mudado para depois lutar, combatendo o bom combate, e depois cantar uma canção nova e aí, então, amar. E calar novamente. Sim, amigo, é no silêncio dos nossos porões que habitam muitas razões.

Ganhar ou perder são imagens que temos de momentos que vivemos e de pessoas com as quais nos surpreendemos. Não sei, amigo, se você tem medo das perdas que surgem por ái. Ou se a paciência já é convidada do seu alimento diário. persigo a paciência como persigo a inquietação; Não quero deixar as coisas como estão. Quero mudar o mundo, sim, e para isso presiso também da paciência. E da cumplicidade. Sozinho, sou incapaz de prosseguir, até porque os medos contemporâneos não me abandonaram. Sozinho, sou capaz de desistir....