De Repente Nao mais que Derepente

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“Cuide das suas mágoas em silêncio e trate suas feridas com paciência; não devolva a dor ferindo quem está ao seu redor. Quando a sua cicatriz finalmente fechar, talvez as feridas que você causou nos outros jamais se curem.”

⁠Não queira tudo para ontem, mas sonhe com algo para amanhã.

Não tenho muito para te oferecer, mas te ofereço tudo que tenho.

Felicidade não se conta...
Se encontra

Homens são feras,feras são animais...
Uma fera não fere,quando feras já são...
Domareis com minhas tranças, suas máscaras caídas .
Fera ferida , à que temes você ,curarei sua dor e terá só amor.

Talvez a sabedoria não esteja em capturar o universo inteiro com as mãos, mas em retirar as lentes que nos fazem acreditar que já o compreendemos. É quase uma fenomenologia da humildade: antes de teorizar o todo, tocar aquilo que aparece diante da consciência.

Você não foi feito para acertar tudo de primeira. Foi feito para aprender, ajustar a rota, amadurecer e participar ativamente daquilo que deseja ver dar certo.


Tenha os pés no chão, os olhos lúcidos e a alma alinhada.


Porque acreditar em si não é imaginar que tudo será fácil. É decidir que as dificuldades não terão autoridade para escrever o último capítulo.

Viver de aparência,é o mesmo que ganhar na Mega-sena e não receber o premio, comer todas as delicias do mundo sem ter paladar, amar e não ser amado, ou até mesmo trabalhar sem receber.
Viva verdadeiramente, mesmo que a verdade seja pouca para olhos de pequenos e o suficiente para você.

"Não é só a troca, é o vazio que fica.
Como se eu tivesse sido colocada numa prateleira esquecida,
enquanto a novidade brilhou mais que a história.
E eu sei, ninguém substitui ninguém,
mas dói quando percebo que ocupei um espaço provisório
naquilo que, pra mim, parecia ser eterno."

Carrego no peito um vazio que pesa,
lembranças cortam, a mente não sossega.
Entre saudade e silêncio, sigo em frente,
coração cansado, mas ainda resistente.


Já chorei no escuro, já quis sumir,
mas encontrei no abraço razões pra existir.
Minha rede me ampara
quando a queda ameaça,
me segura firme,
transforma dor em graça.


Sou feita de queda,
mas também de coragem,
na dor escrevo versos, tatuo a paisagem.
E mesmo que a vida me teste
sem fim,
eu sigo inteira,
sigo sendo… eu, Lucci, enfim.

Ninguém se cura fingindo que não doeu.

O inferno não é um lugar distante, escondido em algum canto do universo. Muitas vezes ele acontece aqui mesmo, entre escolhas, atitudes e consequências.

Há pessoas que passam pela vida acreditando que podem ferir, humilhar, enganar e seguir adiante sem que nada aconteça. Caminham com a certeza de que são mais espertas que todos os outros. Mas o tempo tem um jeito curioso de colocar cada ato diante de seu próprio reflexo.

Nem sempre a resposta vem rápido. Nem sempre vem da forma que esperamos. Porém, cedo ou tarde, cada semente encontra sua estação.

A vida não precisa de vingança para equilibrar as coisas. Ela trabalha em silêncio. Enquanto muitos comemoram vitórias construídas sobre a dor alheia, o destino registra cada passo, cada palavra e cada escolha.

Por isso, não temo o que me fizeram. O que pertence a mim, carrego comigo. O que pertence aos outros, a própria vida se encarrega de devolver.

Porque, no fim das contas, o inferno não está depois da morte.

Muitas vezes, ele começa exatamente no momento em que somos obrigados a conviver com as consequências daquilo que escolhemos ser.

Talvez ninguém entenda o tamanho de um “não”
quando ele encontra alguém
que já cansou de pedir,
mas ainda tinha esperança
de ser acolhida por uma mão.


Porque nem toda lágrima nasce da ausência.
Às vezes ela vem do excesso:
de tudo que a gente engole,
de tudo que suporta,
de tudo que cala
para não parecer fraca.


Há dias em que não queremos respostas.
Queremos presença.


Não precisamos que alguém conserte o mundo.
Basta que fique.


“Deixa.
Eu fico aqui.”


Mas algumas pessoas vão embora
justamente quando descobrem
que, desta vez,
você também precisava de alguém.


E dói.


Dói porque quem sempre segura
também pode cair.
Quem sempre encontra saída
também pode se perder.
Quem vive dizendo “eu dou um jeito”
um dia pode simplesmente
não ter mais jeito para dar.


E talvez ninguém veja
o tamanho dessa queda.


Ainda assim,
há uma coisa que permanece:


a palavra.


Quando não há colo,
há página.


Quando não há abrigo,
há poesia.


E quando a dor não encontra lugar para ficar,
eu a transformo em verso
até ela aprender
a não me destruir.


Não escrevo para que tenham pena.


Escrevo para não deixar que a dor
seja a última coisa que diga quem eu sou.


Se a vida me tira o chão,
eu escrevo.


Se o mundo me fecha uma porta,
eu escrevo.


Se ninguém fica,
eu ainda tenho palavras.


E talvez seja essa a minha forma
mais silenciosa de permanecer:


transformar o que me feriu
naquilo que ninguém poderá
arrancar de mim.










Lucci Santz

O corpo humano é uma perfeição uma máquina divina e não devemos ter vergonha e sim, curtir cada transformação pois é a Lei natural. Por que se esconder? Temos que viver com plenitude e liberdade na infância, na juventude e na velhice. Vergonha é cercear a liberdade do ser humano, por motivos meramente preconceituosos... Envelhecer não é para todo mundo não, é preciso ter sorte! A morte não escolhe idade, feliz de quem consegue passar por todos os obstáculos até chegar a velhice.

⁠Nenhum cristão pode evitar a teologia. Todo cristão é um teólogo. Ele pode não ser um teólogo no sentido técnico ou profissional, mas ainda é um teólogo. A questão não é ser ou não ser um teólogo, mas se somos bons ou maus teólogos.

Lembre-se sempre que o seu valor não diminui com base na incapacidade de alguém.

Não sei


Tão cedo, tão tarde,
por onde andei?
Quantos passos dei?
Por quantos caminhos não caminhei?
Quantas vezes me reinventei?
Não sei...
Tão cedo, tão tarde,
tanto tampo faz,
de lembrar já não sou capaz...
quando comecei,
nem que caminhos tracei,
nem quantas vezes recomecei.,
nem o que me tornei...
Não sei...
O anoitecer,
No alvorecer...
começar no ponto final,
os primeiros raios do amanhecer,
os últimos do pôr do sol...
Quem sou eu afinal?

"A Flor que Esqueceu de Chorar"

Trabalhar tanto
que não dá tempo de sentir as próprias dores.


A rotina me mantém de pé,
mas talvez seja justamente ela
que não me deixa perceber
o quanto estou cansado de permanecer.


Dizem que água faz a flor crescer,
mas se uma flor recebe água demais,
ela não fica mais bonita.
Ela morre.


E talvez eu esteja assim:
recebendo demais,
fazendo demais,
carregando demais,
sem nunca ter tempo
de simplesmente ser.


Não sentir minhas dores
me tira a oportunidade de chorar,
de gritar,
de colocar para fora
tudo aquilo que ficou preso
no fundo de mim.


Porque a dor não desaparece
só porque tenho compromissos.


Ela continua aqui,
quieta,
me corroendo por dentro,
enquanto eu respondo mensagens,
cumpro horários,
trabalho,
sorrio
e digo que está tudo bem.


Mas não está.


E talvez tudo que eu precise
seja um momento sem obrigações,
sem pressa,
sem precisar ser forte.


Um momento para parar,
respirar,
chorar tudo aquilo
que eu não tive tempo de sentir.


Porque até uma flor precisa de tempo
sem receber água
para continuar viva.


E talvez eu também precise
de um pouco de silêncio
antes que todo esse excesso
me faça morrer por dentro.

Eu te amo tanto que abri mão de você quando compreendi que eu não era e nunca fui o que você procurava. Foram dois anos. Não lamento. Ainda te amo!

Eu só amo você demais, não precisa me maltratar por isso!