De Repente Nao mais que Derepente

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Quem não corre riscos não vive, vegeta!

Foi sem você que eu pude entender que não é facil viver sem te ter (...)

Grande sabedoria é não ser precipitado nas ações, nem aferrado obstinadamente à sua própria opinião; sabedoria é também não acreditar em tudo que nos dizem, nem comunicar logo a outros o que ouvimos ou suspeitamos.

" As lagrímas que caí dos olhos de um homem não faz dele um fraco, mas sim forte, pois reconhece seu limite e sabe que depende de Deus."

Deus não faz diferença entre pessoas. Se Deus pode curar uma pessoa, Ele pode curar todas. Deus ama toda a gente de igual modo.

Não devemos nos irritar com quem esconde a verdade da gente quando frequentemente escondemos a verdade de nós mesmos.

Era uma paixão da última hora, um ocaso ardente e abrasado entre o dia que lá ia, e a noite que não tardava a sombrear tudo.

Machado de Assis
Iaiá Garcia (1878).

Que é que não concilia o tempo?

Machado de Assis
Iaiá Garcia (1878).

Não é só o coração que lhe fala, é também a imaginação, e a imaginação, se é boa amiga, tem seus dias de infidelidade.

Machado de Assis
Iaiá Garcia (1878).

... qual é a minha ideologia? Eu não tenho nenhuma."

eu não queria que fosse eterno
eu só queria que fosse recíproco.

Oscilo ao sabor do vento e estremeço sob o trovão. Mas… não temo as intempéries. Nem me dobro perante ninguém.

Não deixe para desistir amanhã quando você pode desistir hoje

Não existe voto consciente sem acompanhamento e envolvimento contínuo com a política.

A vida não é fábrica de sentimentos, não se vive como se romanceia.

Machado de Assis
Ressurreição (1872).

Suas origens são suas referências, seu norte de direcionamento. raízes não mentem.

Para aqueles que não são nada fora do esquema político que os sustenta, é irresistível a tentação de enxergar esquemas políticos por trás de quem obviamente não tem nenhum.

Escrevo para não enlouquecer. Para me divertir também, e para ter prazer. Tenho um prazer imenso em escrever. Escrevo para me salvar. Mas me salvar do quê? Será que alguém sabe por que escreve, por que faz música? Porque alguma coisa empurra a gente.

Não vi em minha vida a formosura,
Ouvia falar nela cada dia,
E ouvida me incitava, e me movia
A querer ver tão bela arquitetura.

Ontem a vi por minha desventura
Na cara, no bom ar, na galhardia
De uma Mulher, que em Anjo se mentia,
De um Sol, que se trajava em criatura.

Me matem (disse então vendo abrasar-me)
Se esta a cousa não é, que encarecer-me.
Saiba o mundo, e tanto exagerar-me.

Olhos meus (disse então por defender-me)
Se a beleza hei de ver para matar-me,
Antes, olhos, cegueis, do que eu perder-me.

Discutir com o analfabeto funcional é desesperador, porque, não entendendo o que ele próprio diz, ele pode mudar retroativamente o sentido das suas frases quantas vezes deseje.

O analfabeto funcional vive num mundo de puras frases, onde não há verdades ou mentiras, só vaias e aplausos.