Dança
Como resistir ao que canta e dança em mim
estou aqui para te amar, mais do que a própria razão
és meu norte
há quem chame de destino
eu te amo e vou além
chamo isso de sorte...
As Plêiades serão
vistas feito bailarinas
em Rodeio dançando
festivas com Lua
para o Pico do Montanhão,
O Médio Vale do Itajaí
se levará pela emoção.
O Rio Itajaí-Açu se inundará
com tamanha sedução,
Da mesma maneira
encantarei o seu coração.
Para nos meus lábios
de morangos-silvestres
os teus beijos se deliciarem
com toda a gamação,
E daqui não nos negarmos
ao atrevimento da paixão.
As Plêiades e a Lua
juntas irão dançar,
É um bonito prelúdio
que os teus beijos
pela minha boca
de Morango-silvestre
haverão de gamar.
Não vejo a hora
do nosso dia chegar,
Com toda devoção
iremos nos achegar
para o amor fazer
ninho e conosco ficar.
O Hemisfério Celestial Sul
dançando com os deuses
concede a Aurora Austral
à filha das florestas tropicais
que com o encontro total
das águas sobrenaturais
do Pacífico Sul e do Atlântico Sul,
mantém o epílogo de todos
os profundos códigos poéticos
do último enclave que para uns
têm sido dados como perdidos.
Das auroras dos dias e das noites
dos deuses da guerra e os da paz,
para si as consequências ela traz,
por conhecer e ser capaz de ler
os sinais do destino com intimidade.
Por isso nunca se engane,
o quê é de Humanidade, Vida e Morte
a acompanham desde infante;
enquanto impérios se movimentam,
ela não deixa de lado os preceitos
aprendidos nem por um instante.
Nenhum capítulo tem apagamento,
porque foi capaz de construir
o santuário existencial por dentro.
O ritmo da busca segue a dança
do Hemisfério Celestial Sul,
a beleza do movimento involuntário
ocupação vibrante, que sustenta,
dança por dentro e põe a exalar
as estrelas em plena liberdade,
o que que quer que aconteça,
para que a nossa dança não acabe;
por ela estremecer e preceder -
o que faz o estertor acontecer.
O léxico de fogo ancestral
das tradições poéticas da porção
austral trago na pele de marfim
entre o abissal e o insondável -
o desejo que não tem fim,
e da tua parte leio o sim;
mais claro embora discretado
diante da minha existência
que te faz desconcertado.
O estado da arte em curiosidade
continua proporcionalmente
intenso e sem nenhuma perda,
porque pela tua existência, arde;
e convicto é atemporal poema
com o calor que consome a pele,
com andor da paixão intensa
em adustão que precede o toque
- sem limite cortante do desejo;
justamente onde o prazer
encontra o perigo mesmo sem ver.
Assumido efervescente estado
da alma com a previsão da antecipação
da mútua celebração rítmica do ápice,
para que a paixão não mais se cale,
e o amor com brio e vontade se celebre,
no tempo de colheita das frutas,
do Extremo Sul da América do Sul,
sob todas as auroras e românticas luas.
A ventania traz o tempo
para dançar com a gente,
Fazendo o Araçá-grande
gentilmente balançar
as flores a desabrochar.
Ouço Cantar os Reis
vindo se aproximar,
Queiram ou não,
vamos todos sorrir,
se divertir e a paz total
haverá de prosperar.
Os Reis Magos
irão nos abençoar
sob a luz da querida
Estrela de Belém
que irá nos iluminar.
A Reisada canta e dança
que chegar a balançar o Faveiro
que parece até ventania,
A tua alegria me envolve
com paz, amor e alegria,
Da vida não quero outra coisa
a não ser a sua companhia.
Vou dançar no cortejo
da Tiração de Reis,
Só para te encantar,
sei que nós formamos
um belíssimo par,
Quando eu estiver
com Melchior, Gaspar
e Baltazar vou pedir
incenso, ouro e mirra,
para a gente se casar,
No final as correntes
farão nos encontrar
como o rio encontra o mar.
Os Bonecos do Berbigão do Boca
durante o sonho com os olhos abertos
quando estava a dançar contigo,
Pareciam que já estavam sabendo
que o amor era o nosso destino,
Então, até o Sol raiar fica comigo,
porque à partir de hoje não podemos
mais sair do nosso doce caminho.
O teu bonito olhar feito de astros
que no meu céu parecem dançar
a Dança dos Engenhos de Farinha
da nossa Santa e Bela Catarina,
O quê estamos a imaginar vai
além do que a multidão imagina.
O culto e o desejo pela beleza
como fogo que não se apaga
nos mantém vivos e renovados,
e uma nova aventura acende,
Não é de hoje que encantados
há tradição em nós mutuamente.
Há festas em nós imparavelmente...
Peroba-rosa que cobre
do Sol com a sua copa,
Tem tudo de memorável
quando dança a vento,
Não há ninguém que
faça romper por dentro
com aquilo que nasci,
cresci, aprendi e me
fez caminhar até aqui.
Buquês da Aldrago
dançam sobre nós,
foi há tempos tirado
o eu da escrita
desde o dia que te vi
sem fantasia.
Tudo em poesia
diária foi convertida,
o dia que eu quiser
falar do que é do eu
e do que doeu,
não me encabulo.
Se este assunto
não for tocado,
por ninguém será
nem aventado,
o eu não nasceu
para ser domado.
(O eu de cada não é
campo de batalha,
E sim nasceu para
ser academia nata).
Tudo o quê a dança
do tempo faz em mim,
Tem me preparado
todos os dias para nós,
Canta o Bem-te-vi,
o vento sopra a Licuri,
Se dizem que amar
faz mal que nada de ti
e de mim nos afaste,
Que destino nos aproxime
e a gente se segure,
E que a importância alheia
não nos ocupe e nem capture.
"Esfria quando se vai, esquenta quando vem. Como um sopro da própria dança da brisa quando susurra no brilho do sol ao amanhecer até ao pôr do sol."
—By Coelhinha
Na sala quente da dança, o som põe nossos corpos no mesmo compasso
Você sorri devagar, veste a noite com um perfume de paz e passo
Com seus um metro e setenta, cabe inteira no meu abraço
Quando você gira, o mundo recua, fica só a luz e o chão que rima junto;
No abraço do forró, o tempo se rasga e se dobra em nossa pele;
Seu olhar busca fundo, que a música aprende a falar com a gente todos os segredos daquele segundo
Seus olhos dizem segredos que eu não sabia que existiam em mim
E cada batida é um aviso: esse instante pede que a gente não tenha fim
E eu fico no compasso do seu olhar, pensando que pode durar pra sempre
No balanço do seu corpo encontro um porto onde ancoram meus sonhos de repente
A sala vira universo, os outros passos viram estrelas pequenas
Nós dois escrevendo em silêncio as letras que a noite sustenta
teu nome é refrão que eu repito sem querer, sem pensar
É ponte, é promessa, é chama que acende devagar no mesmo olhar
O forró, íntimo nos abraça, deixa a respiração contar a história
Seus dedos na minha mão, mapas antigos de uma nova memória
Pode ser só dança, pode ser destino, pode ser riso e também pode ser lar
Mas quando você me olha assim, tudo quer ficar, nada mais quer passar
E eu fico no compasso do seu olhar, pensando que pode durar pra sempre, eu fico no compasso do seu olhar, pensando que nada pode atrapalhar a gente
Fecho os olhos e sinto o mundo todo girando só pra nos ver juntos,
Você nessa dança é a promessa
que vamos lembrar e viver desse momento cada segundo
Sem pressa, sem hora marcada, só o abraço e a certeza de estarmos dançando juntos.
Nuvens passando rápido, uma sacola dançando no vento... e eu aqui, com a mente lenta, pensando em você. Meu amor é esse vento que não para, mas que sempre sabe exatamente onde te encontrar.
DeBrunoParaCarla
E a frase do dia é:
Vamos que vamos que a vida é uma festa e o que nos resta é dançar.
💃🕺
Que o dia comece com alegria e termine cheio de vitórias e bênçãos!
Boom dia 🌺
