Da Lutas e Decepcoes da Vida vem a Vitoria
abril
(mirras)
folhas anunciam abril sem cor
vem vindo nas asas do vento
pássaros em gorjeios de louvor
metamorfoseando ao relento
acorda abril nas manhãs de outono
a natureza no ventre é transformação
espera o inverno pra ceder seu trono
assim vai o tempo em sua concepção
noites mais longas de melancolia
mais um abril passando por mim
suas árvores nuas escrevem poesia
transmudando e nunca pondo fim
(abril, mês de antúrio e estrelitzia.)
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
01/04/2016, 20'20"
Cerrado goiano
De certa forma, toda a sociedade é hipócrita, vêm mal todos aqueles que utilizam estupefacientes e/ou bebidas alcoólicas, mas admiram os maiores drogados e/ou bêbados da história. Se fizermos um apanhado dos maiores génios, intelectuais e monarcas/imperadores, podemos ver que a maioria, senão todos consumiam e/ou bebiam, todavia são e/ou eram adorados e venerados por todos.E o Estado obriga- nos a estudar os seus feitos, os quais foram realizados e/ou pensados quando estavam sob efeito das substâncias acima apresentadas.
Arma sagrada
Fiz da minha fé vem Deus
A minha arma contra
Tudo que há de mal
Lá fora nesse mundão.
Tanta gente saindo e não
Voltando. Tanta gente
Inocente tombando
E ainda tem gente zoando.
Olho pela janela e vejo
Tanta maldade pela
Cidade. Tanta coisa
Ruim acontecendo,
Tanta gente boa morrendo
Oro, rezo. Clamo ti a Deus,
Meu Deus sua proteção
E paz ao meu coração
Enlutado pelos tantos
Que já se foram.
Rogo a ti: Senhor, livrai-me
De tudo que há de ruim lá
Fora. Abençoai-me e fazes
Dá tua oração o meu escudo.
Ventos do leste vem me dizer que alguma magia vai acontecer. Não sei ao certo o que vem aí, mas eu só sei que alguém já está por vi.
SONETO DO LAMENTO
Quando, o acaso na má sorte vem
O lamento soluça no tal sentimento
Que maldigo o fado sem entendimento
Das lágrimas do azar que consomem
Sou tal sofredor deste encoscoramento
Que invejo o estado de quem não tem
Da bonança e fortuna dos que vão além
Descontente é o meu porte sem portento
Se a amargura é algo que me convém
É, pois, de desprezo feito meu momento
Tal quem destinado à vida com desdém
E nesta lama, enlameado é o meu contento
Pois triste é lembrar que sorte não contém
Mas sereno, tenho a Deus como fomento
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Março de 2017
Cerrado goiano
É você que é a preguiça, você que é a malícia vem ver
É você que estremece, você que amanhece pra quê?
É você que ignora, vê se não demora a enxergar
Que a moça enjoa, que a moça trovoa, pulsa...
eu como é ter vazio doí muito vem cada pensamento ruim mas com o tempo muitos acaba soperando né muitos mas no caso eu superei amadureci muitos parei de se importa com quem não estava nem ai por mim comecei a ser frio com muitos e mim afasta de todos acredite sou em mas feliz hj como antes
Em cada pensamento vem o sorriso seu, em cada música o teu olhar, eu não sei como deixar de te amar.
Tudo tão profundo e tão complexo, talvez eu te queirá tanto que não vejo o quanto me quer.
Penso tanto em você que estou deixando de pensar em mim .
Deixei meus costumes para me encaixar no seu jeito.
Abri mão de mim apenas para te ter. E por fim o que estou tendo se não te tenho ? Nada tem muito sentido quando se ama sozinho nada tem sentido também se não tiver amor .
A gente só aprende que amor verdadeiro e o amor próprio quando vê que não está tendo valor .
Mutante
As chuvas que vem e vão
sobre a sequidão do cerrado
Dos ipês, atapetando o chão
enfeitando o pasmo encantado
No horizonte o céu encarnado
flor de pequi e buritis na enseada
Trafegam entre o pó ensebado
dos galhos, folhas e cor desbotada
Na vastidão as luas de prata
das noites cheia de tudo e de nada
E nesta estrada tão pacata
mutante o vem e vai da esplanada
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2017, outubro
Cerrado goiano
IPÊ ROSA (soneto)
Cálice róseo de fugaz formosura
Donde vem teu matizado, o tom
Que o árido cerrado te escultura
No agreste, num veludo crepom
Sois volúpia em flor, tal bravura
Doidas da "sequia", audaz dom
Onde catou a tua cor, ó candura
Belo buquê em poema tão bom
Teus segredos ao olhar rouxinol
Em um canto dum verso e prosa
O teu frescor abrigo no avido sol
Ó almas feitas, casta, tal estriga
Copiosas a esvoaçar ipês, rosa
Na savana goiana toada cantiga
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Agosto de 2017
Cerrado goiano
AFETO
vem sem nome
vem de dentro
é emoção um sentimento
eu preciso
já não me aguento
é carinho ou amor
mas pode vir
de uma dor
é pra ele ou pra ela
um objeto ou ideia
sou sensível já chorei
o que eu quero procurei
é relação ou afeição
vem direto do coração
admiração, simpatia
um carinho, harmonia
prazer ou não
lembramos que estamos juntos
vamos dar as mãos
" Não sei de onde vem tanta euforia...
Nem tenho conhecimento de onde surge toda essa alegria...
Deve ser pelo fato de que te verei ao final deste dia...
É nesse que acredito. !!
O amor puro e verdadeiro é benção Divína, é dom, é potencia, vem da essência,
da fonte, e poucos conseguem sentir.
Ele é cristalino, limpo, nobre, bom.
Qdo não, se desfaz, porque passa pelas mãos dos homens.
Simone Vercosa..
“CHUVA VEM DE MANSINHO. UMA PROVA QUE DEUS EXISTE.
A chuva vem de mansinho para alegrar as plantações. A chuva traz um alento, uma tranquilidade que expulsa nossa agitação para dar lugar à calmaria. A chuva faz com que possamos pensar que o ser humano de verdade é um ser crente a Deus. Sem chuva a vida humana e a vida animal são encurtadas pela metade. Chuva é vida, chuva é fartura, chuva é alegria. Chuva vem para prolongar a vida do ser humano e do animal. “Deus esta no Comando sempre”
O povo é soberano para conformar com as injustiças que vem ocorrendo em nosso país, mas também é soberano para acabar com a inquisição imposta em nosso país. Nossa democracia corre risco de transformar em ditadura. Acorda povão lute pela liberdade e não pela inquisição.
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