Curiosidade
O início, o meio, o final e o fim.
O medo, a insegurança e a curiosidade
A coragem, a tentativa e o provar
O receio, a reflexão e a experiência
A coragem, o fazer e a sabedoria
O medo, o cansaço e a incerteza
A conexão entre as palavras “amor” e “amo” é mais do que uma curiosidade linguística; ela revela uma profunda verdade espiritual. Ambas derivam do verbo latino “amare”, sugerindo que a autoridade do verdadeiro Senhor não pode ser dissociada do amor e do serviço. Isso é visível no chamado de Jesus para que nos amemos e sirvamos uns aos outros:
“Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros.” (João 13:34).
Aqui, Cristo, o Senhor supremo, nos exorta não apenas ao amor mútuo, mas também ao serviço, mostrando que seu senhorio é fundamentado no amor, e não na opressão. A palavra “amo”, com sua origem no amor, reflete o caráter do Senhor que, em vez de nos dominar com dureza, nos serve, cuida e se sacrifica por nós. Jesus não é um Senhor que oprime, mas um Senhor que ama a ponto de entregar sua vida (João 10:11) e lavar os pés dos seus discípulos, como um servo (João 13:14-15).
Essa semelhança entre “amor” e “amo” também ilustra a diferença entre a escravidão física e a escravidão espiritual. Enquanto a opressão do “amo” humano poderia ser tirânica, o “amo” divino, Jesus, exerce seu poder com o mais puro amor, chamando-nos a servir uns aos outros, assim como Ele nos serviu (Marcos 10:45). Ele nos convida a sermos escravos do amor, onde o Senhor nos guia com liberdade, nos libertando da verdadeira escravidão do pecado (Romanos 6:18).
Quando Cristo nos manda amar e servir uns aos outros, Ele não apenas nos ordena a viver em harmonia, mas nos revela que o próprio sentido de liderança, de ser “amo”, está enraizado no amor e no serviço. Somos, assim, chamados a sermos senhores de nosso próximo com o mesmo amor e espírito de serviço com que Cristo nos amou e nos serviu (Gálatas 5:13). O governo de Jesus é o do amor e da servidão voluntária; aquele que verdadeiramente ama, governa com justiça, misericórdia e serviço.
Essa é a essência do versículo: amar e servir uns aos outros, como o Amo nos ama e nos serve.
O interesse é um caminho em três passos: começa na curiosidade que espreita, vira empatia que abraça, e culmina na compaixão que se move. Sentir é início; agir é entrega. Jesus não veio ao mundo por curiosidade. Veio por compaixão.
Há muitos centros históricos registrados pela curiosidade pública, mas nenhum registro histórico da presença espiritual de Cristo no coração, que mude a principal monumento de todos os acontecimentos, o homem.
O senso de curiosidade tem duas boas atrações: reconhecer a própria ignorância ao perceber a inutilidade dos fatos ou a valorização de experiências de quem segue seus conselhos promissores para a vida.
A vida espera algo de mim tento transpor a curiosidade em saber quem vive minha vida.
Um descontrole assumiu a direção dando-me a sensação de está acorrentado nem é por isso que estou aqui, mas quero mudar meu caminho.
Quero em versos transgredir incertezas e frustrações que me envolve em um obscuro.
Quem tem curiosidade pela vida dos outros
Não tem responsabilidade pela vida pessoal;
As minhas ansiedades são as agonias do meu coração;
Roube-me a essência e desfrute da minha corpulência aquecendo todo o meu querer e a curiosidade...
Conquiste-me pelas tuas ousadias que tanto se atreve em demonstrar-me
Mas me atice da maneira que me enlouqueça
Me fazendo imaginar a tua boca ávida e a tua língua áspera
Em um desejo que me aprisiona
Por eu merecer;
Então entregar-me-ei aos teus gemidos
Que os meus sussurros te acompanhará
Com toda a sua feminilidade;
Vamos nos fundir, nos amar...
Acariciar em um tanto para nos alimentar;
Se a tua curiosidade tem rebeldia, então conheças o teu coração para saberes
o limite da tua paciência;
Não quero empoderar a questão que relaciona o inquestionável, mas a minha curiosidade desperta uma relação no que pode ter vida no acaso;
Então, a pergunta que não quer calar, quer me conhecer e quem sabe a gente ficar?
A arte salienta a curiosidade
de quem se interessa pela vida!
E a vida cria oportunidades
significativas...
Toda curiosidade que não requer explicação, sob qualquer razão é verdadeiramente desejos do interior;
