Cultura
O antigo Império Persa, berço da cultura, ciência e inovação, é atacado pelo império moderno, de ignorância, ódio e desinformação!
Toda nação que não investe em conhecimento, em cultura e artes; terá a violência, a alienação e a degradação moral como base da sociedade.
Há uma multidão de 'religiosos' cuja maior heresia é o desespero para não escandalizar a cultura com o Evangelho, enquanto assistem, anestesiados e cúmplices, ao deboche diário que essa mesma cultura cospe na face de Deus.
O silêncio do cristão diante da cultura não é neutralidade; é uma falha de mordomia do Evangelho. Nossa responsabilidade perante o Criador não se resume aos pecados que cometemos, mas abrange o amor e a verdade que decidimos reter do mundo.
A cultura molda nossas percepções e cria seus próprios ídolos, mas não define a realidade. O Evangelho é a verdade absoluta que expõe essas ilusões, oferecendo uma identidade segura, graça transformadora e uma bússola inabalável para a vida em um mundo em constante mudança.
A cultura tenta nos moldar e ditar o que é real, mas ela é apenas uma construção mutável e caída do mundo. Já o Evangelho é a verdade viva e inegociável de Deus, que desmascara as nossas ilusões e nos convida a uma vida de liberdade autêntica, centrada unicamente na pessoa de Cristo.
A cultura desse mundo caído nos diz que o sucesso é fazer o nosso nome ser conhecido por todos. Mas o Evangelho subverte essa lógica. O verdadeiro sucesso não é a multidão gritando seu nome no topo do mundo; é a certeza mansa e humilde de ouvir o Rei do Universo sussurrar ao seu coração: 'Eu conheço você'.
O homem precisa cultivar, tratar e cuidar das suas culturas. Deve cultivar a mente, porque cultura é tudo aquilo que não nasce sozinho.
A cultura de um país é a soma viva de todas as suas culturas. A cultura é a soma das suas partes: um mais um são dois, mas dois vezes dois são quatro.
A cultura é adição e multiplicação, não uma subtracção que esvazia, nem uma divisão que afasta povos.
Num país, a cultura multiplica-se ao somar-se. A cultura divide quando se impõe, mas multiplica-se quando se soma.
A cultura de Angola é a soma viva de todas as suas partes, expressa na língua, na música, na dança, na arte, na vestimenta, na culinária e na organização social das suas 21 províncias segundo a aprovação e implementação da Nova Divisão Político-Administrativa.
No Leste (Lunda Norte, Lunda Sul, Moxico e Moxico Leste), a cultura Tchokwe sobressai pelos desenhos geométricos Sona, pela dança tchianda, pelas máscaras ritualísticas e pelo consumo de peixe de rio e bombó.
A mafia a música e transição entre pensamentos e a cultura desprovida...
O destino é simplicidade uma caminho trilhado antes do nascimento
A transgênia racional floresce na cultura da sociedade...
Os achados da sociedade moderna antológica música torna se evidência da desconexão do ser humano.
_ cultura racional e racismo cultural
_ homofobia e vertente da tolerância religiosa _
_Filosofia e a sociologia perseguição daqueles mostram a verdade oculta e embutida na sociedade*
Bruxaria de oficio a ciência e o ocultismo.
Que tem de diferente?
O que são?
Ninguém precisa de aceitação da sociedade.
Nem mesmo a perseguição.
Que todos tem em comum senso crítico diante da ignorância.
Manifesto: A Gaiola Coletiva
O futebol não é a nossa cultura; nossa cultura é a estrutura, a crença e a raça da nossa gente que, com o próprio suor, levantou esta nação. Uma nação que não foi construída pelos senhores escravagistas, mas sim apesar deles.
Hoje, somos governados por democratas da alienação. Promovem a futilidade e a ganância, alimentando a luxúria de um espírito podre — para aqueles que acreditam em alma, pois para o sistema, ela nunca existiu. O velho "pão e circo" continua de pé. No jardim da nossa sociedade, a flor é devorada pelos ratos da extrema-direita democrática. Mas há um preço: todas as flores precisam de espinhos para proteger e expor a sua beleza.
Somos obrigados a engolir a corrupção e o negacionismo. Na transição do ser político e analítico para o ser inerte, fomos engolidos pela alienação social e religiosa que viralizou. Junto com ela, viralizaram o racismo, a intolerância espiritual e a indiferença. Sob esse teto, a pobreza tornou-se sinônimo de ignorância e de escassez política.
Somos uma rica mistura de raças e credos, mas os governantes ainda nos enxergam como meros objetos de manobra. Criam-se políticos de estimação e cargos previsíveis. Candidatos corruptos desfilam impunes, esfregando na nossa cara as provas do roubo. Mesmo assim, a alienação vence, porque a mente da massa está presa em uma gaiola coletiva.
O senso da razão ainda sobrevive, resistindo bravamente em meio a deepfakes e fake news. No entanto, dividimos o espaço com aqueles que lutam para viver na utopia de uma "Matrix". Somos peças de um jogo político focado nas riquezas do povo, onde a vida é sofrida e onde lutamos diariamente pelo direito de existir em um mundo onde tudo — absolutamente tudo — tem preço.
Vivemos dias em que a cultura contemporânea exalta a fragilidade masculina; contudo, diante de crises e guerras reais, a humanidade clama pelo homem firme e resoluto, cujo espírito não recua diante do perigo.
