Cultura

Cerca de 3970 frases e pensamentos: Cultura

Não confundam as coisas.
Não sou oriundo da mesma cultura,
muito menos coopero com ela.

⁠Nosso conceito de cultura é uma ignorância.

Não se qualifica o sistema democrático, sem melhorar a qualidade da gestão.


E um cultura inovadora não pode prescindir dos postulados essênciais da boa governança.


Os que apenas repetem o passado não inventam novos futuros.

⁠O Brasil é um país sequestrado por uma cultura barata que vai do BBB à fúria democrática do Carnaval, passando pela corrupção da política e pela indiferença dos ricos que andam de helicóptero.

Luiz Felipe Pondé
Carnaval destrói ruas e suja a cidade em nome da alegria popular. Folha de S.Paulo, 12 mar. 2023.
...Mais

O que é suprimido na cultura pós-moderna não é a escuridão, mas a luz. Nos sentimos muito mais confortáveis com demônios do que com anjos. Enquanto o demoníaco parece legal e sexy, o angelical é considerado constrangedor e sentimental.

Mark Fisher
Fantasmas da minha vida. São Paulo: Autonomia Literária, 2022.

Valorizar a própria cultura e língua materna é o que nos conecta às nossas raízes e à nossa identidade. Ignorar isso pode levar a uma perda de identidade e conexão com a comunidade. Abraçar a cultura e língua local é uma forma de fortalecer quem somos.

Nenhum sistema de gestão de riscos é capaz de sustentar a prevenção de acidentes em uma cultura onde o medo silencia o relato de condições de risco.

⁠"O racismo não é cultura, trata-se de um crime inaceitável, qual foi cultivado por séculos, sendo praticado de forma intensa até a atualidade".

Enquanto o povo for adorador de cultura alheia e se curvar a gringo viveremos esse absurdo.


O tempo chegou ao fim. Ficar em cima do muro invisível não é garantia de sobrevivência.


Abusadores de crianças dos EUA já declararam que tá tudo bem ser assim e as pessoas precisam se acostumar. E aí?


No Brasil profissional da justiça de alta autoridade passando pano pra homem de "consciência formada" se relacionando com menina de 12 anos. Quem manda na sociedade é o povo, não uns poucos bilionários e seus mercenários.


Os tempos mudaram e eles perceberam a séculos e fazem de tudo para continuar se beneficiando do mais valia. O povo precisa se unir contra o absurdo.


Quem se corrompe pela moeda imaginaria não terá uma segunda chance com facilidade. Aqui é a intersecção com o infinito e a possibilidade de uma vida curta com a consciência em paz e personalidade original.


Um egoísta pode precisar de seu algoz para escrever no código da vida. Como o egoísta cultiva o afeto essencial do amanhã?


Quem está precisa fazer onboarding para quem vai vir, não destruir e consumir tudo como se não houvesse um depois.


A consciência deu livre arbítrio para que o homem criasse as próprias leis, que são avaliados. Quem desrespeita a lei do homem se beneficia injustamente do livre arbítrio e natureza original do outro.


Que após a violência se torna corrompido para encarar a sobrevivência que a vida exige. Cadê os profissionais de capa de revista que só se preocupam com status imaginário e não ligam para o mínimo processo para que haja gestão?


A borboleta voa longe e a terceira lei de newton nunca falha. Negligência é equivalente a ódio, e ódio é a natureza do egoísmo. Sentimento que precisa ser superado, não motivado em nome do lucro de uma minoria de egoístas. Casa e comida para todos é uma realidade possível.


Mas eles não podem gastar o dinheiro imaginário para que o próprio povo se una e faça isso.

⁠Toda nação que não investe em conhecimento, em cultura e artes; terá a violência, a alienação e a degradação moral como base da sociedade.

O riso é o idioma universal da alegria.

Não importa o idioma, a cultura, a idade: todos entendem a linguagem de um sorriso.

O riso atravessa fronteiras e aproxima almas. É tradução imediata da felicidade.

Vivemos num país onde a corrupção está a se tornar uma cultura!!!!⁠

Isso é o rap mãe, não é apologia pai, é cultura, aprendizado que daqui não sai, é discurso rítmo, com rima e poesia, batidas envolventes, contos e melodia...

Cristo Censurado


Demétrio Sena - Magé


A cultura da raiva e do machismo;
preconceitos vazios de sentido;
um achismo total que não sustenta
tantas tralhas morais falsificadas...
As igrejas viraram prostitutas
(sem nenhuma razão, necessidade)
que se abrem sem sombra de pudor
para toda "verdade" lucrativa...
São amantes vorazes do poder,
da política mais ensandecida
que lhes pôs a perder por ambição...
Há um Cristo suspenso e censurado
numa cruz de sacrifícios a esmo;
o pecado de amar o condenou...
... ... ...


Respeite autorias. É lei

Na cultura influencer, influência sem responsabilidade e propósito costuma ser vendida como liderança. Mas continua sendo charlatanismo.

A excelência começa como um valor, amadurece como consciência, se consolida como cultura e se sustenta como sistema.


Amor pela Excelência é Gestão com Alma.

A excelência nasce como valor, desperta como consciência, se fortalece como cultura e se perpetua como sistema.

Amor pela Excelência é Gestão com Alma

A gente Não Quer Só Pão e Circo
O governo Lula criou recentemente o Sistema Nacional de Cultura, ampliando a estrutura, os recursos e a influência política da máquina cultural no país. Ao mesmo tempo, professores da educação básica seguem sem aumento real de salários, enfrentando escolas sem estrutura, falta de material didático, carência de merenda adequada e ausência de investimentos consistentes em formação e condições de trabalho.
Diante desse contraste, a pergunta inevitável surge:
O que o Brasil mais precisa hoje: cultura ou educação?
A resposta não é complexa.
Educação constrói nações. Cultura expressa nações que já se desenvolveram.
A educação forma médicos, engenheiros, cientistas, professores, empreendedores.
A educação eleva a produtividade, reduz desigualdades reais, gera inovação, atrai investimentos e constrói autonomia nacional.
Sem educação forte, não há crescimento sustentável. Há apenas ciclos de dependência.
Já a cultura, embora tenha valor simbólico e identitário, não substitui a base estrutural de uma nação. Quando governos priorizam grandes eventos, espetáculos e financiamentos artísticos enquanto escolas carecem do básico, não estamos diante de uma política cultural — estamos diante de uma escolha política de prioridades.
E aqui surge outra pergunta, talvez ainda mais incômoda:
O que ajuda mais o país a crescer ou o que ajuda mais o governo a se manter politicamente forte?
Shows reúnem multidões. Palcos amplificam discursos. Artistas influenciam opinião. A máquina cultural gera visibilidade e mobilização imediata.
Já a educação é silenciosa. Seus resultados levam anos. Ela não gera aplauso instantâneo, não cria palanque, não mobiliza militância em curto prazo. Mas ela constrói o futuro de verdade.
Quando um governo investe pesado na cultura militante enquanto a educação permanece precarizada, a escolha não é técnica. É política.
O Brasil não deixará de crescer por falta de shows.
Mas continuará estagnado enquanto faltar ensino de qualidade.
Sem professores valorizados, não há formação sólida.
Sem formação sólida, não há produtividade.
Sem produtividade, não há prosperidade.
E então a velha metáfora ressurge, incômoda e atual:
Pão e circo.
Não no sentido de desprezar a arte, mas no uso político dela para gerar distração, emoção e engajamento enquanto problemas estruturais permanecem sem solução.
A cultura deveria florescer sobre uma base educacional forte.
Quando se inverte essa ordem, o país não avança — ele apenas se entretém enquanto fica para trás.
O Brasil precisa de menos palco e mais sala de aula.
Menos espetáculo e mais estrutura.
Menos aplauso imediato e mais investimento no futuro.
Porque nenhuma nação se desenvolveu priorizando o entretenimento acima da educação.
E nenhuma jamais se desenvolverá assim.
Mauricio C. Cantelli
@ensinandoemfrases

É terrível ver
tantos seguidores
da ignorância.
É triste ver
tanta cafonice
cultural.


É terrível
ver a ignorância
com tantos fiéis.
É triste
ver a cultura
reduzida ao raso.
✍@MiriamDaCosta

O sistema que molda a cultura faz com que, tenha dinheiro e respeito sem praticar virtudes.