Cuidar da Terra
Trabalhador é o homem que planta, que cultiva e colhe o seu próprio alimento no campo e faz da terra o seu sagrado. Os demais, a quem chamamos de trabalhadores, não passam de escravos modernos de um progresso ilusório produzido pelo capitalismo desenfreado.
A nossa passagem por essa vida já é tão curta e nós a encurtamos ainda mais perdendo o nosso precioso tempo com coisas, pessoas e situações que não merecem a nossa atenção.
“O globo terrestre é um ser vivo, com força, vida e consciência. A Terra respira, seu coração sente. Os rios são seus nervos; os oceanos, grandes centros nervosos. As montanhas são as estruturas mais densas do planeta, cuja forma é campo evolucionário dos seres, e cuja vida interna e energias, são a moradia permanente das forças da natureza.”
Senhores passageiros desta grande nave que é o Planeta Terra com destino ao mundo de regeneração, estamos atravessando um período de grande turbulência, mantenha a conexão com o Comandante Jesus. Aqueles que não observarem essa recomendação serão transferidos para outra nave.
Em vez de apenas olhar para a sujeira da terra, eleve seus olhos ao céu límpido e, com fervor, deixe que sua oração trace um caminho de luz, buscando bênçãos celestiais na imensidão azul.
Quando você perceber a pequenez que representa nesse pequeno grão de areia chamado terra, entenderá o quão insignificante é essa arrogância que tu carregas.
Em terra de valores invertidos, quem tem caráter sólido é rei.
Onde a mentira virou verdade; o errado virou correto, a injustiça se tornou justiça e as violências sob todas as formas, inclusive emocionais e espirituais, se tornaram amor, só existe uma saída:
É DESATAR-NOS....
Tecido de amor autêntico, o universo é essa malha em tantas dimensões em que cabem o visível e o invisível. O rompimento no tecido, em qualquer dimensão, ensaia catástrofes, tragédias e sempre resulta numa ferida dolorosa à nossa existência.
Ah, o mais belo do aguaceiro; é o amansar a terra turva, é o banhar o solo a chuva, levantando junta a brisa o teu cheiro.
Há pessoas cuja essência parece tão pura que nos faz pensar se, na criação, Deus as destinou por engano à Terra, quando pareciam feitas para a dimensão dos anjos.
A história se entrelaça em uma teia de luta, desde as terras ancestrais até as leis que moldaram nosso destino, revelando a batalha por cada pedaço de chão, cada parcela divina.
A agricultura orgânica, em simbiose com a terra, promete um futuro de equidade, mesmo com sua produtividade por vezes falha, seu compromisso é inabalável.
A chuva chegou ressabiada
numa postura sem alarde
delicada em seu cair
gotas finas que
encharcam a terra
em suas miudezas
enchem os rios
de mansinho
até o que é calmo
virar ferocidade
e o som que não se ouvia
se expandir em melodia.
Estudos propedêuticos acerca da novíssima Lei nº 14.994, de 2024, que criou o Pacote Antifeminicidio na Legislação pátria, indicam mudanças significativas do Código Penal, LEP, lei dos crimes hediondos, Lei Maria da Penha, Lei das Contravenções penais, CPP, com destaque para a inédita criação, agora independente e autônomo do crime de Feminicídio, não mais como qualificadora, com previsão de pena de reclusão de 20 a 40 anos, acompanhado de inúmeras qualificadoras, que podem e elevar a pena para 60 anos de prisão. Mais um instrumento de coação e intimidação social, de prevenção geral negativa, na tentativa de coibir a violência contra a mulher no país. Não custa nada sonhar, mas espera-se que esse conjunto normativo seja temporário ou excepcional, até que de o homem se conscientize do valor dos direitos humanos, de todos, em especial da mulher; nesse dia, o respeito aos direitos da mulher será natural e espontâneo, podendo a norma ser revogada por não mais existir significado a sua existência, isso porque a indústria do ódio e da discriminação foi debelada; certamente, quando isso acontecer, haverá celebração humanitária; uma revolução temporal e histórica; ouvirão chilreios de pássaros no ecossistema; enxergarão arrebóis desenhando o firmamento encantado, tudo isso para comemorar na Terra o fim da ignorância dos homens.
Meu coração é um vulcão adormecido, coberto por uma crosta de pedra. A lava fervente da paixão se esfriou, solidificada pela dor. Agora, só cinzas e poeira restam, um lembrete do que um dia ardeu.
Entre o céu e a terra, tento começar,
Mas meu pensamento insiste em se espalhar.
Não sei bem o que quero expressar,
Talvez me falte a fé pra acreditar.
Mas uma força interna, que não sei explicar,
Faz meu peito esbravejar, faz palavras voar.
Sentimentos se agitam, uma leve emoção,
Por favor, meu coração, pulsa com paixão!
Nesta manhã sem sol, procuro o brilho no ar,
Mas a angústia vem me ofuscar, me fazer desencantar.
Por mais que as palavras tentem brotar,
A tristeza as veste, como o céu a chorar.
E como ontem, tudo parece sem sentido,
Eu peço a Deus, com o coração partido:
"Permite-me sair desse abismo, Senhor,
Não pulando, mas resgatando o amor,
Aquele que um dia me trouxe tanta alegria,
Delírio, talvez, mas era minha fantasia."
Eu sei que preciso continuar a andar,
Um passo de cada vez, no caminho a trilhar.
Este momento parado me afoga em solidão,
Mas Deus, me permita sonhar outra canção.
E mesmo que a voz emudeça, eu hei de seguir,
Com o céu como guia e a terra a me ouvir.
Que o sol volte a brilhar no meu caminhar,
E que, em cada passo, eu reencontre meu lugar.
Um canto, ainda com resquícios da sua originalidade ‘quase longe’ do movimento VUCA do mundo.
Ser resiliente, como um pedaço de terra no meio do nada, mas que é tudo, e o que se deveria ser.
