Cuidando do meu Jardim

Cerca de 132302 frases e pensamentos: Cuidando do meu Jardim

Deus por favor, traga de volta ou arranca do meu coração.

Inserida por tatyanenicklas

Estou doente! - Sinto que meu coração vai explodir. Sinto sua falta, seu cheiro. Nada se compara a dor que eu estou sentindo. Nada em absoluto.

Inserida por tatyanenicklas

"Eu tentei me culpar por amar desmedidamente, mas meu amor foi totalmente desmedido"

Inserida por tatyanenicklas

Como assim? - Não entendo-me, depois de tanto ainda ao fechar meus olhos você vem totalmente no meu pensamento. Me envolve as lembranças do seu ultimo beijo, do seu cheiro, estou doente de amor.

Inserida por tatyanenicklas

"Todos os dias me bate uma solidão, me sinto tão só, estou rodeada de pessoas e meu coração só clama por uma"

Inserida por tatyanenicklas

Vou falar de um cara, esse cara que mexeu comigo, foi O meu melhor e o pior amigo, você que foi meu primeiro namorado, eu te achava lindo e estranho, e eu? - Estranha claro! - Por isso a união perfeita para uma vida toda, mesmo que separados . Alexandre Doreto, hoje esta cada vez mais... Mais na vida, realizando seus sonhos, compartilhei tantos... Tem muito mais que vida, e eu sei que você sabe... Que ninguém pode te tirar de uma das partes mais bonitas da minha e da sua vida. Como um dia declaramos em publico: - Você foi o meu primeiro amor e minha primeira dor. Nunca vou me esquecer das suas palavras. Meu babaca. Eternamente. Quem diria # Seus sonhos, piloto# eu# Escrevendo.

Inserida por tatyanenicklas

Eu digo em verdade, estou numa fase... Vamos dizer que no meu inferno Astral, sai de um turbilhão de emoções, uma das piores que já vivi em toda minha vida. Mas cheguei no meu melhor... Hoje eu estou apaixonada pelo que me tornei, não sabia que eu era capaz! - Estou no meu momento... No meu espaço e adquirindo cada vez mais sonhos... Eu sou do tamanho do meu sonho. Esta na hora de realiza-los.

Inserida por tatyanenicklas

Engraçado, todos os dias eu pego o meu celular e digo não para ele, não vou mandar uma mensagem sequer. Depois de todos os sapos que tive que engolir na vida, você foi o menos digestivo. Difícil de engolir, suas atitudes tão frias para quem amava tanto-me, me machucou muito. E agora estou reconstruindo uma cratera que se formou em mim. Eu estou todos os dias tentando me reerguer. Ao menos já dei o primeiro passo. Sabe o que me deixa mais feliz? - É imaginar a sua reação em ser lembrada assim por mim! - Alguém que você foi capaz de usar, machucar e abandonar, na mesma proporção. E depois ainda assim, vem com seu jeito "amor próprio de ser"... Me dizendo: - I don't Care! - Querida, como pode ser tão baixa assim? - Eu esperava de todos, mas jamais de você. Eu descobri que andas com o seu computador na mão, mostrando o seu ex, aquele que se deitou traindo os seus princípios, aliás você tem isso? Imagina como eu me senti ao ouvir isso? - Ah! O seu amado país, aquele que se encontrou. Só tenho um pensamento para você. - Luz, câmera e ação.

Cap. 18 - Do livro: Meu ultimo Romance
Tatyane Nicklas

Inserida por tatyanenicklas

Não quero ser pobre! - Meu espírito é rico demais para eu viver o resto da minha vida apenas sonhando.

Inserida por tatyanenicklas

Não me venha com perguntas sobre o meu comportamento afetivo, já fui muito tudo isso que você esta procurando em alguém. - Já fui carinhosa, já fui romântica, verdadeira, faria de tudo e mais um pouco, já fui sensível e invisível e de contra partida... Já enlouqueci e menti, já fui ciumenta e pegajosa, já fiz de tudo para ser o tudo de alguém, eu já perdi a razão... Então meu bem, não me venha com declarações baratas sobre algo que ainda não deu certo para você, não se frustre, não é que eu não sirvo para você, eu (exclusivamente eu) é que tenho a consciência que já fui muita coisa para me doar por tão pouca, no caso, obviamente "Você".

Inserida por tatyanenicklas

⁠... tão certo
queninguém, absolutamente,
aportou esse mundo para sofrer...
Corrigir, a meu ver, seria
um verbo mais justo, aplicável!
Na verdade, aqui viemospara
despertar e somar mais ajuizados
dividendosa nossa
história!

Inserida por maurotoledo

⁠... e quanto
as demandas do espírito,
entenda meu amigo que nãosubsistirá
o princípiodo mérito;mas o da coerência - uma
vez que, o tão ovacionado mérito podesignificar simples compensação: 'um toma lá da cá',
comoambicionam alguns!
A coerência, ao contrário, não apenas
sinalizará uma postura já alcançada; mas,
sobretudo, por envolver uma qualidade
a ser permanentemente
lapidada!

Inserida por maurotoledo

⁠... saiba,
meu amigo, que tuas
sensatas escolhasdo hoje,
seguramente, são inestimáveis
'catástases' doqueduramente
aprendestes,em consequência
de tuascalamitosasescolhas
doontem!

Inserida por maurotoledo

⁠Meu princípio é a vida, eu sou o meio
e o meu fim é a morte.

Inserida por Carloseduardobalcars

o VAZIO do meu EU ocorre quando me ESVAZIO para ENCHER
o OUTRO...

Inserida por Carloseduardobalcars

⁠Só EU SEI do meu PASSADO e do meu PRESENTE, não me ATORMENTE.

Inserida por Carloseduardobalcars

⁠Fogem algumas palavras de meu vocabulário, pois elas estão sendo caladas na calada - caímos em uma cilada

Inserida por Carloseduardobalcars

Não me preocupo com a autoria quando uma ideia ganha o mundo. Se um pensamento meu inspira, provoca ou serve de ponto de partida para reflexões maiores, ele já cumpriu seu propósito.

Pouco importa se alguém cita a fonte. O verdadeiro valor de uma ideia não está na assinatura que ela carrega, mas na consciência que ela desperta.

Uma das frases que mais sintetiza meu pensamento é: “A mente mente.” E acrescento: “A mente que mente, normalmente sabe a verdade.” Se essa reflexão passa a aparecer em novos contextos, novas vozes e novas interpretações, isso apenas demonstra que uma ideia, quando encontra significado, ultrapassa o seu autor.

Não escrevo para colecionar aplausos, nem para fabricar seguidores. Escrevo para incomodar certezas, desafiar convicções e provocar discernimento. Não tenho qualquer pretensão de que pensem como eu penso; espero apenas que parem de repetir o que ouviram e tenham a coragem de pensar por si mesmos.

Uma ideia realmente poderosa deixa de pertencer apenas ao autor no instante em que começa a transformar outras mentes. Porque há pensamentos que pedem reconhecimento; outros, porém, pedem apenas para continuar vivos.

Carlos Eduardo Balcarse

Inserida por Carloseduardobalcars

⁠Livro:
NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Capítulo X
RÉQUIEM AO SOL, PROMESSA À NOITE.

Vultos dançam nas bordas das sombras, evocando os espectros de reminiscências sepultadas sob o lodo da ausência.
São murmúrios de passos nunca dados —
rastros de uma presença que, mesmo morta, ainda transborda ruína no porão da consciência.

Eis que o sol, alquebrado em seu estertor, entoa um réquiem à lua —
Não com voz, mas com luz exangue,
como se os próprios astros sepultassem o dia em silêncio.
Talvez seja nos delírios oníricos que a existência se insinua,
ou, quem sabe, nos pesadelos que anunciam dilúvios e ruínas.

O vazio que habita estas paredes não é silêncio,
é gestação de mundos que jamais nascerão.
E mesmo assim, o oco permanece grávido.
As sementes são escassas,
mas algumas ainda dormitam sob o limo do esquecimento.

Foi então que a aparição retornou —
Camille Monfort.

Não atravessou o espaço como os vivos o fazem.
Não caminhava.
Movia-se com a gravidade de uma lembrança que nunca soube morrer.
Deslizava como as brumas que sangram das frestas de um túmulo mal selado.
A atmosfera, diante dela, contraía-se em silêncio espectral.
Era presença e lamento.
Era epitáfio em forma de mulher.

Ela se postou diante do espelho esquecido — aquele onde os reflexos recusam habitar.
Ali, não havia imagem, apenas a insinuação de uma ausência.
O espelho a temia.
E a noite, também.

— Chamaste-me do subterrâneo da memória?
A interrogação ecoou como um sussurro no interior de uma cripta.
Não foi voz — foi sintoma.

Tentou-se responder, mas as palavras, apodrecidas no palato, desmancharam-se antes de nascer.
Falar diante dela era transgredir o sagrado do silêncio.

Camille aproximou-se da madeira corrompida que geme sob os pés dos esquecidos.

— O receio ainda te habita?, murmurou ela,
como quem não pergunta, mas sentencia.

Negar foi instintivo.
Mas naquele instante, não se sabia o que era instinto ou delírio.

— Talvez a noite seja apenas o útero de realidades não encarnadas, continuou.
— E o pranto, uma liturgia mal compreendida pelos vivos.
Mas há aqueles que compreendem… os que redigem livros com a pena embebida em saudade e treva.

Ela então se inclinou sobre a alma que não ousava respirar e, com voz de sopro ancestral, murmurou:

"Os vivos sonham. Mas as sombras se lembram."

Um toque — e a razão sucumbiu.

Desconhece-se o que sucedeu.
Se foi sono ou êxtase.
Morte breve ou vida suspensa.
Apenas silêncio… e a certeza de que algo se foi,
ou veio para ficar.

Sobre o assoalho enegrecido, repousava uma rosa — não vermelha, não branca — mas negra como a ausência de retorno.
Ao lado, uma página molhada pela umidade de um mundo interior que nunca secou.

Em tinta densa, o nome que jamais deveria ser esquecido:

Camille Monfort.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠NA QUINTA ESTAÇÃO...
Livro: NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .

A chuva não caía — ela tocava.

E cada gota era uma nota.
Cada nota, um passo de Camille no silêncio do mundo.
A música não vinha de fora: ela nascia da própria água que se desfazia no ar, tocando vidraças com um compasso que parecia ensaiado por um maestro ausente. Mas eu sabia — era ela.

A chuva era a música.
Não se podia distinguir quando o som virava líquido ou quando o líquido virava lembrança.
A canção se dissolvia em gotas finas e melancólicas, e cada uma delas trazia uma sílaba do teu nome, Camille, como se o céu sussurrasse teu rastro.

E eu, ali, imóvel, encharcado de ti.

Tudo vibrava em uma mesma frequência: os pingos, as cordas invisíveis do violino que eu jamais vira, a harmonia do teu perfume — absinto e jasmim — que emergia do asfalto molhado como se a cidade também te procurasse.

Não era nostalgia.
Era possessão.
Aquela música que chovia estava viva, e era tua.

E pela primeira vez compreendi o que é uma presença não ser corpórea, mas sonora. Camille não veio. Camille aconteceu.
Como se a tua existência tivesse sido reduzida a uma partitura de água, tocada pelas nuvens, naquela quinta estação onde só nós dois existimos — tu, dispersa em som e chuva... eu, diluído em espera.

E toda vez que chove assim, ainda que ninguém perceba, a mesma melodia volta.
A mesma. Sempre a mesma.
Como se a quinta estação não tivesse acabado —
ou como se eu nunca tivesse saído dela.

Recolhimento de Camille

Então ela surgiu.
Não com passos. Não com palavras.
Mas com um sorriso.

Um sorriso em delírio, feito de algo que o mundo desaprendeu:
viver sem saber que se vive.
Ser por inteiro sem a obsessão de se compreender.
Camille, ali, diante de mim — e ainda assim inatingível — era o retrato vivo daquilo que a humanidade perdeu quando começou a pensar demais.

Ela sorria como se o sorriso não lhe fosse emprestado pela razão.
Sorria porque o coração dela não sabia fazer outra coisa senão dançar com a música invisível da existência.

E era ali, na chuva já quase cessa, que eu compreendia:
Camille não se dava conta de que vivia.
E por isso vivia mais do que qualquer outro ser.

Se existiam partituras, haviam sido abandonadas.
Porque a melodia dela era espontânea.
Porque a música que ela era dispensava pauta, regência ou intenção.
Camille era um som antes de ser um nome.
Era um momento antes de ser uma história.

E talvez seja por isso que nenhum sofrimento a tocava como a nós.
Porque só sofre profundamente quem se vê como personagem.
E Camille...
Camille era o próprio enredo sem precisar de roteiro.

Observei-a por um longo instante —
recolhi sua imagem não com os olhos,
mas com o que resta de fé em mim no que ainda é sagrado.
Naquela quinta estação, eu soube:
todo ser humano deveria ser assim.

Inserida por marcelo_monteiro_4