Cuidando do meu Jardim
A ESCOLA DE ORAÇÃO DA BIBLIA
Falarei na angústia do meu espírito. —Jó 7:11
Chamar a Deus e a nós como parceiros desiguais parece brincadeira. Todavia, ao convidar-nos a fazer a obra do Seu reino aqui na terra, Deus estabeleceu um tipo de parceria ou aliança um tanto desiquilibrada. Deus nos delega funções que nos capacitam a escrever juntos a história, por assim dizer. Está claro, a nossa sociedade tem um sócio dominante —semelhante a uma parceria entre a Microsoft e um programador com curso do Ensino Médio.
Sabemos exatamente o que acontece quando os seres humanos celebram parcerias desiguais: o parceiro dominante tende a jogar todo o seu peso sobre o subordinado que geralmente permanece calado. Mas Deus, que não tem razão de sentir-se ameaçado por nós, deseja ter conosco uma comunicação sólida e honesta.
Às vezes me pergunto por que Deus valoriza tanto a honestidade em nossas orações, ao ponto de suportar explosões injustas. Me assusto com orações bíblicas que parecem murmurações. Jeremias reclamou a respeito da injustiça (20:7-10); Habacuque acusou Deus por não ouvi-lo (1:2); Jó admitiu: “E que nos aproveitará que lhe façamos orações?” (21:15). A Bíblia nos ensina a orar com sincera honestidade.
Deus quer que nos aproximemos dele com nossas queixas. Se vivermos fingindo sorrir mas por dentro sangrarmos, desonraremos a nossa parceria. —PY
O melhor termômetro para sua temperatura espiritual é a intensidade de suas orações. —Spurgeon Philip Yancey
Eu não sei o que falta
Desde que você me faltou
Mas falta parte do meu gosto
Embora minha coragem tenha crescido
Mas vivo em redemoinhos em busca de sentidos
Sentimos que me esqueci como sentir
Talvez tenha me viciado na melancolia
Nas noites de choro e de gritaria
Hoje eu não grito, eu não choro
Eu não me humilho, eu não tenho vontade de me jogar.
Fico inerte criando ilusões.
Tentando me distrair do nada
O nada desesperador
Tão desesperador quanto lembrar do dia em que ao fechar os olhos meu estômago embrulhava de tanto sentir e meu corpo rodava no ar sozinho e então eu abria meus olhos porque não era forte o bastante pra suportar aquilo, a vontade de gorfar seus olhos, seu sorriso e sua loucura. Então eu virava pra cama, e nada.
Foi nessa vida que eu te quis
Da próxima vez venho ao contrário
Venho sem seu aval
Se meu corpo é meu
Ou é do carnaval
Florinda, amor da minha vida
Doce amada preferida
Cave, cave com seu coração
O meu peito e enterre dentro dele
Toda a sua paixão.
Meu amor beija-flor
Eu admiro o teu ser.
O jeito de falar,
De se expressar,
De não se conter...
Da tua perseverança,
Da tua intuição
Do bom coração,
De ter sempre esperança.
Eu te amo tanto!
Até com tua cara de brava
Eu me encanto.
Meu beija-flor.
Eu vou com você
Pra aonde você for.
Sou espiritualista, religião é meu ser, busco agregar doutrinas que eleva o espírito só assim nós tornamos seres com sabedoria, empatia e racionalidade .
Todo meu povo se mexe
Veja como o ritmo o contagia
Eu faço música que entretém
Minha música o faz dançar com vontade
E ele dança assim
Você vai ver
Que ninguém mais está no meu caminho
Não há nada com o que se importar
Deixe isso pra trás, você está comigo
(....) e este meu amor, que é sentimento puro, alimenta ainda mais a falta daquilo que nunca houve. Cresce como uma esperança estranha, de uma saudade que dói, mas não machuca. Coisas malucas que, somente quem sente para entender o que digo.
Ricardo F.
Passa o tempo, eu vejo
Só aumenta o meu desejo
Vida bandida me obriga a viver em paz
Nunca correr de briga
Você foi o príncipe da minha vida, a quem eu não soube guardar, por imaturidade não medir o meu ciúmes, e não valorizei o seu amor, e o seu jeito de amar, queria muito poder voltar atrás e fazer tudo diferente.
Nesta noite enluarada, eu decedi desamargurar o meu coração lembrar de quando ele era um doce menino. Quando dei por mim o silêncio encerrava a madrugada, o sol rompia minha retina. Sigui meu caminho, mais nada me impedirá de te fazer presente. Minha história ficará registrada e quando ausente eu me fizer, e mesmo sozinho a morte vier,cantarei a meia noite em tons de saudades,daqueles momentos com sabor de eternidade. Boa noite
Eu sou meu proprio criador, tudo que eu vejo, toco, imagino e sinto faz parte do meu alto despertar, todas as dimensões e multiversos estão em cada particula da minha imaginação em expansão
Lentamente
Lentamente teu rosto do meu pensamento saí.
Aos poucos sinto, que de ti nada em mim
vai ficando.
Da tua voz, quase não lembro, os carinhos
que em mim fazias não os sinto mais, dos beijos
uma vaga lembrança tenho.
Esquecer um amor,é um processo lento que com
o passar do tempo, aos poucos se vai perdendo.
Tudo que é do amor, assim é, tempo leva para se
olvidar.
Nunca mais desse amor lembrar, é como no tempo
voltar, e de novo recomeçar.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Quando eu encontrar alguém, que, encha os meus olhos de brilho, minha alma de amor e meu corpo de desejo, eu direi sem sombra de dúvidas, é ela.
