Cronicas Obrigado Professor
Iniciei como professor de história mostrando o quanto sabia escrever, identificar realidades em mapas, datas, fatos e etc. Percebi em poucos meses o quanto me distanciei da realidade vivida pelos meus alunos. Penso que mais interessante que falar da Revolução Francesa, seria começar a mostrar para os alunos a realidade que eles vivem, se questionando sobre o que é a escola, o que é a politica, para depois tomarem consciência do quanto a Revolução Francesa teve impacto na organização social e politica em que vivemos. Assim, mostraremos o que é a liberdade, igualdade e fraternidade tão disseminada.
Pensar o professor como um prático reflexivo requer considerar a dimensão humana na sua processualidade, na busca de caminhos para compreensão do modo de ser professor por meio da construção de sua identidade profissional, sendo esta constituída na vivencia de suas experiências e práticas, assim como na maneira como constroem a sua aprendizagem da docência.
[Na EJA], é imprescindível que o professor consiga levar os estudantes a participar constantemente de cada ação educativa, interagindo ativamente com os outros e com o meio, permitindo reflexões e a busca por soluções transformadoras, e, assim, deixando a condição de oprimidos ou excluídos.
"Um professor que não acredita na possibilidade da imparcialidade do ensino, ou pelo menos na imparcialidade do ensino como ideal regulador, é como um juiz que não acredita na justiça e defende que é só uma questão de quem tem mais poder conseguir obter o que quer à custa dos outros."
Expor conteúdos em sala de aula qualquer professor sabe; pois para esses não importa quem aprende. EDUCAR PARA A VIDA, somente EDUCADORES AMANTES DA VIDA, o fazem; para esses a sala de aula é um aprendizado e a convivência com os alunos é uma oportunidade de crescimento mútuo com diferentes saberes.
Toda garota já; mentiu para a mãe, mentiu pro professor, tomou um banho de chuva, riu quando não pôde, chorou até dormir, molhou a casa inteira porque esqueceu de pegar a toalha, riu de piadas super idiotas, se apaixonou, sofreu em silêncio, perdeu uma amizade importante, chorou por um carinha que lhe fez sofrer, teve cólica, ouviu várias vezes a mesma música no mesmo dia, tem como melhor consolo o chocolate… garotas sempre iguais, mas ao mesmo tempo, tão diferentes.
Quem dera que cada professor entrasse cada dia em sala,como um grande ator entrando em um palco,(principalmente das séries iniciais)...Que fizesse das aulas um espetáculo,daqueles que valem a pena ser lembrados,de preferência de humor...E fosse capaz de total cumplicidade,com cada aluno a sua frente,pois eles seriam a plateia a lhe sorrir!
Tudo por volta dos dez anos nas aulas do tio Manuel, professor de língua portuguesa pedindo para os alunos criarem um conto e ficou mais quente no segundo ano do ensino médio quando a professora, tia Lígia solicitou que cada aluno fizesse um texto descritivo e aí fui descrever uma paixão de adolescente de forma detalhada, ela se encantou com o texto e assim até hoje preciso tomar cuidado com as palavras, pois enquanto guardadas em mim as controlo, porém uma vez escritas podem mudar o rumo da minha vida...
Não existe aula ideal, nem aluno ideal, nem professor ideal. Há sim, a aula real, a que atende ou não as demandas do aluno. Há o aluno real, que traz potencialidades e dificuldades a serem trabalhadas. E há o professor real, que a partir da realidade de seus alunos, de seu arcabouço cultural e repertório de vida, trabalha o conteúdo, bem como a forma de comunicar. Penso que aqui está a chave: saber comunicar, como despertar a atenção e o interesse do aluno em situações em que ele não está disposto a aprender. Cabe ao professor demonstrar seu interesse pelo aluno, proximidade, fazendo o aluno compreender que o professor não é seu inimigo, mas um parceiro, um aliado na construção de seus conceitos e conhecimento.
Uma aula que vale à pena é aquela que consegue transformar professor e aluno; ou como dizia Alicia Fernandez, psicopedagoga argentina, é quando o professor consegue assumir papel de aprendente e dá a seu aluno a chance de ser o ensinante. Essa troca inteligente e humilde torna significativo o processo de ensino-aprendizagem e permite assim que aluno e professor tenham êxito na aula em questão. Afinal, uma aula que vale à pena tem de fazer sentido para todos que estão envolvidos nesse árduo processo que é a arte de ensinar. Um filme que me tocou muito e exemplifica claramente esse questão é Como estrelas na terra. Vale à pena assistir e refletir sobre o papel de cada personagem, trazendo em seguida para nossa realidade e adaptando de acordo com nossos conceitos e necessidades.
A aula que vale a pena é aula que há aprendizado dos envolvidos, professor aluno e vice versa. Pode ser uma visão utópica demais para os dias atuais de nossa educação. Vejo nos meus alunos, quando o assunto é despertado pelo professor o tema é bem desenvolvido, as visões, opiniões e a teoria complementam e refletem o conhecimento sendo aplicável ou não. O importante são as relações construídas. A educação precisa humanizar pra encontrarmos os melhores caminhos. Bj amiga espero ter ajudado mas é o que penso pois é o momento que vivo hoje...
O professor(um bom professor) não é apenas um simples professor. Às vezes quando você precisa ele é seu amigo, seu companheiro, seu irmão, seu pai/mãe, seu conselheiro, confidente, sua consciência e até um anjo. Ele cobra de você, não por ser chato, e sim por querer o melhor pra ti. Ele percebe até quando você tá diferente, na maioria das vezes te conhece melhor que sua própria família. Professor passa por poucas e boas para te passar o melhor conhecimento possível. O professor tem toda a razão de ir em busca dos seus direitos. Professor não ensina só em sala de aula, mas também ensina na rua ou em qualquer outro lugar. Professor merece sim, um salário digno, uma boa condição de trabalho, merece o meu e o seu respeito.
Se melhor professor é o exemplo, então, ao invés de ficar querendo reparar a dos outros e ficar fazendo descriminação e culpando as pessoas pelas suas falhas e percursos que fizeram em seus caminhos de auto conhecimento, mostre o seu impoluto e ilibado, e sendo assim, esses exemplos mostre você para eles como um melhor professor.
Em mais uma aula de filosofia, outro aluno indaga: Mas professor o filósofo faz o que mesmo? Imagine um copo de vidro e transparente, dentro dele tem água até a sua metade. Muitos dirão que ele está meio cheio; o filósofo dirá que ele está sempre cheio em qualquer circunstância. Pois quando houver ausência de líquido ou sólidos, haverá ar dentro dele. O copo nunca poderá estar vazio.
Vendedor de sonhos, professor, vendedor de pneus, técnico operador de máquinas industriais, vendedor de peças de computador, entregador de delivery, motorista, ciclista, jogador de sinuca, escritor literário, escrevendo e empreendendo, aprendendo e ensinando, a vida vivida, sonhos e realidade, sonhos e desejos, realizações e sonhos, a vida vivida.
Aprender é sempre melhor quando temos um professor que ensina, ajuda e faz acreditar que vale a pena estudar! É maravilhoso saber que essa pessoa incrível com uma emoção contagiosa e cheio de alegria e entusiasmo está completando mais um ano de vida. Parabéns! Feliz aniversário, professor!
Tenho acordado feito um professor todos os dias, ainda assim no momento em que estendo-me avisto que aluno somente fui, porquanto as pessoas que tentei ensinar, ensinaram-me. Logo, eis a necessidade de ter uma parte de todos, ora sou bom, ora mau, e quando estou só, vejo uma criação evoluída com uma natureza engastada na simetria cósmica.
Eu duvido que um aluno aprenda de um professor que tomar o celular dele, mas este é o bom para muitas coordenadoras. O ódio do aluno é precursor da vingança que o manterá ignorante. A menos que o objetivo da escola não seja ensinar, mas reprimir, só assim essa atitude terá sucesso. Todavia ela já tem motivos demais para merecer o caos.
“Então é isso... Minha intenção precípua jamais foi constranger o Professor — se é que assim posso chamá-lo. Quiçá em uma próxima oportunidade — e, por certo, haverá tantas outras, dada o tamanho abissal de sua ignorância — prometo que vou admoestá-lo com a suavidade de um rinoceronte faminto e a sutileza de uma jubarte em dieta.”
O fato é que todo ser humano, independente de sua função — artista, médico, poeta, professor, alpinista, pescador, pedreiro, engenheiro, presidente ou imperador —, vive simulando um projeto de vida. Todos, a seu modo, tentam iludir o tempo, como quem constrói uma ponte sobre o abismo da morte. Acreditam, secretamente ou abertamente, que a finitude não é um problema sem solução. Buscam algo maior do que si mesmos: um gesto, uma obra, um afeto, um nome, uma fé — qualquer coisa que possa tocar a eternidade."
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