Cronicas de Luiz Fernando Verissimo Pneu Furado

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*O dia depois do campo*

Já me acostumei com o ronco do canhão
e dancei ao som da rajada da metralhadora,
não por gosto, mas porque o corpo
aprende passos até no inferno.

Afiei o sabre pra cortar o catanho do dia,
porque amanhecer também cansa
quando a noite não deixou dormir
só ensinou a sobreviver.

Fingi não ouvir o toque da corneta
anunciando a alvorada que não pedi,
às vezes a guerra acaba lá fora
mas continua batendo no peito

Agora a casa tá limpa, o chá na mesa
e mesmo assim o silêncio vem fardado,
eu tiro o capacete devagar
e lembro que paz também é treino .
(Saul Beleza)

*Poeminha de casa arrumada*

Casa limpa, silêncio lavado
roupa no varal dançando pro vento
chá de hortelã, a chaleira apita, um som com cheiro
desenhando e a tua ausência em espiral pelo bico evapora.

Torrada estala, geleia vermelha,
espalho no pão, não espalho a falta
porque tem vazio que não cabe
nem na mesa posta pra um.

O dia tá organizado por fora, mas cá dentro tem um cômodo com a porta e janela abertas esperando,
só que hoje! ela não vi passar.
(Saul Beleza)

O lençol tem formato de dúvida
o teto conta piada sem graça,
e o relógio finge que não tá vendo
eu tentando domar a preguiça.

O sol bate na janela
pedindo pra entrar sem convite
eu digo "já vai"
e volto pro travesseiro, que tem teu cheiro.

Hoje o plano é simples:
respirar fundo três vezes
e deixar o dia chegar
no tempo dele, mesmo sem você aqui.
(Saul Beleza)

Chega mais,
Já tirei os sapatos na porta da tua frase,
e espalhei meus versos pelo colchão.


Se aqui também é seu lugar,
vou puxar uma cadeira feita de nuvem
e pendurar um quadro torto na parede
com o título: "Casa onde o preciso vira poesia"


Traga um bule de ideias fervendo
aqui tem um barulho de grilo afinado em lá menor
pra gente rir do silêncio quando ele ficar sério demais.
Tô em casa. Qual cômodo a gente bagunça primeiro?
(Saul Beleza)

*Olhar que basta*

Se existe tanta alegria e ternura
em nossa troca de olhar,
pra que procurar tristeza em outros olhos?

O teu riso me desenha calma
e o teu silêncio me conta segredo.
Nenhuma janela alheia
tem essa luz que me encontra cedo.

Fica o mundo lá fora
com suas promessas de sal.
Aqui, teu olhar me ancora
e isso já me faz real.
( Saul Beleza)

*contrato com o tempo*
se o tempo quer que eu te esqueça,
diz pra ele arrumar o que fazer,
porque eu não assino esse contrato,
não vou bater ponto pra te esquecer.

não vou ajudar relógio nenhum
a enferrujar tua lembrança,
vou estar pensando em você
com a mesma teimosia de criança.
(Saul Beleza)

*Saudade Perfumada*

A casa limpa e perfumada,
mas existe um cantinho que não se dissimula.
O pano passou,
a vassoura dançou,
só não tirou
o cheiro que você deixou.
Vem, o sono ainda te espera.
Na cama feita, na luz que acalma,
teu espaço mora aqui,
intacto, na casa e na alma que quer sonhar ao teu lado.
(Saul Beleza)

casa limpa, cheiro bom no ar e um vazio que só você preenche.

A orquídea negra do lençol ainda disfarça, mas não engana. O perfume que ficou na casa é você, e nenhum outro vai substituir.

Vem dormir. O sono te espera aqui do lado, junto com esse cheiro que insiste em ficar.
(Saul Beleza)

*Mulher, Poema Inteiro*

Faço poemas pois existe uma mulher,
desde a mãe que reza baixo ao pé da cama,
até a amada amante que acende a chama
com um só olhar de quem entende e quer.

A menina moça que carrega o mundo
no caderno aberto e no riso solto,
tropeça em sonhos, levanta em tumulto,
e escreve o futuro no segundo.

E a moça flor que desabrocha em calma,
tem pétala no gesto e raiz na alma,
perfuma a casa, a rua, a vida inteira
sem pedir licença pra ser primavera.

Faço poemas pois mulher é verbo:
nasce, cuida, luta, ama, inventa.
E quando o verso pensa que termina,
ela recomeça o ponto onde ele sentiu saudade.
(Saul Beleza)

Prefiro ser a primeira saudade,
Que te faz lembrar de mim,
Do que a última esperança,
Que te faz chorar sem fim.

Prefiro ser o teu único sonho,
Que te faz sorrir no escuro,
Do que o eterno pesadelo,
Que te faz acordar sem futuro.

Ser a luz no teu caminho,
O abrigo no teu coração,
É o que me faz viver,
E te amar sem moderação.
(Saul Beleza)

*Jardim Sem Volta*

As rosas colhidas
não encantam o beija-flor.
Perfume em vaso é exílio,
beleza sem sabor.

Meu jardim não mais floriu
pra que ele voltasse.
Calei a primavera em mim,

Bateu assa, sumiu no vento, sem rancor.
Beija-flor não pousa em dor,
nem bebe de flor cortada,
só de haste enraizada.

Agora entendo a lei cruel:
quem colhe o encanto por querer prender,
vê o encanto ir embora.
E o jardim? Só aprende a florescer
quando deixa de ser espera
e vira morada.
(Saul Beleza)

⁠*A Ruína do Ego e a Urgência da Reflexão*
Na trajetória da vida, as escolhas moldam o destino de cada indivíduo. Quando se decide priorizar o reconhecimento alheio em detrimento dos laços familiares, abre-se espaço para uma inversão de valores que, gradativamente, corrói a essência humana. A valorização exacerbada dos bens materiais em oposição aos sentimentos e às relações interpessoais demonstra um desvio de prioridades que conduz à frieza emocional e ao isolamento.
Além disso, a crença inabalável na própria infalibilidade torna o indivíduo resistente à correção e à autocrítica, fazendo com que a arrogância se torne um pilar de sua personalidade. Esse comportamento não apenas afasta aqueles que poderiam auxiliá-lo em sua jornada, mas também o impede de evoluir, pois já não há espaço para a resiliência e a humildade. Dominado pela ambição e pela vaidade, ele passa a alimentar um egocentrismo destrutivo, tornando-se refém de suas próprias convicções.
Diante dessa realidade, é imperativo interromper essa trajetória e refletir sobre o caminho percorrido. A busca pelo equilíbrio interior e pela reconstrução dos valores essenciais deve ser uma prioridade, pois, caso contrário, o colapso pessoal torna-se inevitável. A degradação espiritual, quando ignorada, avança silenciosamente e conduz o indivíduo ao abismo, privando-o da possibilidade de uma vida plena e significativa.
É certo que todos possuem fragilidades, sejam emocionais, espirituais ou psicológicas. No entanto, reconhecer tais vulnerabilidades é o primeiro passo para evitar a própria ruína. A negação dos próprios conflitos e a recusa em buscar ajuda apenas aceleram um processo de decadência que, sem o devido controle, pode resultar na perda total de si mesmo.
Portanto, a reflexão deve ser constante, e o autoconhecimento, um compromisso inadiável. A verdadeira força não reside na ilusão da perfeição, mas na capacidade de reconhecer as próprias falhas e trabalhar para superá-las. Apenas assim será possível evitar o declínio e trilhar um caminho de crescimento genuíno, onde a essência humana prevaleça sobre a vaidade e a ambição desmedida.
H.A.A

⁠UM MINUTO DE REFLEXÃO
Assumir os próprios erros e buscar corrigi-los é uma atitude que muitas vezes se mostra difícil para pessoas que não têm caráter e integridade. No entanto, achar que os outros são obrigados a perdoá-lo apenas por laços familiares ou por você precisar manter o emprego é algo absurdo.
Antes de, de forma consciente e voluntária, cometer atitudes erradas e arriscadas, é preciso refletir sobre os princípios divinos e os valores fundamentais que, certamente, seus pais lhe ensinaram. Pensar que tudo vai dar certo, mesmo quando se atua de forma irresponsável, é se iludir.
Assuma as consequências dos seus atos — o seu chamado “B.O.” — sem tentar culpar os outros por sua ignorância, arrogância e egocentrismo.
Em primeiro lugar, aprenda a valorizar a si mesmo de forma autêntica, sem esperar que as pessoas sejam obrigadas a mostrar piedade ou compaixão. O respeito e a consideração devem vir de atitudes éticas e conscientes, e não de simples exigências baseadas em interesses pessoais.
Além disso, se aqueles que poderiam corrigi-lo de forma justa e objetiva optam por não fazê-lo — seja por compaixão ou conveniência — você acaba recebendo uma reprovação equivalente à sua própria falta. Quem realmente se importa repreende e não incentiva o erro. Dizer “Ah, mas se eu fizer isso, ele vai se prejudicar” é um engano, pois o problema já começou quando se escolheu agir errado em vez do certo. Toda ação gera uma reação; e quem sabe o que planta, não teme a colheita.
Portanto, é fundamental entender que o processo de autocrítica e de corrigir os próprios erros não só está de acordo com os princípios da ética e da responsabilidade, mas também é indispensável para o verdadeiro aprimoramento pessoal e social.
H.A.A
DEUS no comando sempre!

NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO
(Fundamento estrutural da obra)


Vou começar simples.


O processo não nasce da norma.
Não nasce do artigo.
Não nasce da tese jurídica.


Ele nasce de uma perda.


Alguém perdeu algo.


Tempo.
Dinheiro.
Oportunidade.
Trabalho.
Dignidade.


Se não houve perda, não há razão para acionar o Estado.


O próprio texto da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 é claro:


“A lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito.”


Lesão.
Ameaça.


Ou seja: prejuízo.


O que fiz no livro não foi inventar categoria nova.
Foi reorganizar o eixo.


O prejuízo não é consequência do direito.
Ele é o pressuposto da jurisdição.


O erro estrutural da advocacia


A advocacia foi treinada para começar pelo artigo.


Primeiro a norma.
Depois o direito.
Depois a prova.
No final, se sobrar espaço, o dano.


Isso está invertido.


O juiz não começa decidindo qual artigo aplicar.


Ele começa, ainda que silenciosamente, perguntando:


Se eu decidir assim, isso vai me custar o quê?


Se a resposta for: nada relevante,
o processo morreu.


Não por injustiça.
Por arquitetura.


O que o livro revela


O processo contemporâneo não falha ao ignorar prejuízos invisíveis.


Ele funciona exatamente como foi estruturado para funcionar.


Se o prejuízo não foi:


delimitado,


tornado identificável,


vinculado à decisão,


apresentado como irreversível,


o sistema oferece ao julgador uma saída confortável:


forma,
insuficiência probatória,
preclusão,
silêncio.


Nada disso é ilegal.


É econômico.


A tese central


Não existe lide sem prejuízo.


A pretensão resistida é consequência.


Antes da resistência, houve perda.


E toda decisão que encerra um processo sem enfrentar o prejuízo faz uma coisa só:


redistribui o dano.


Quem perde?
O que perde?
Por que essa perda é juridicamente tolerável?


Se a decisão não responde isso,
ela não resolveu o conflito.
Apenas o neutralizou.


Decisão barata × decisão custosa


Existe algo que poucos dizem:


O juiz não evita decidir.
Ele evita decidir caro.


Decisão barata é aquela que pode ser escrita sem nomear a perda.


Decisão custosa é aquela que exige assumir quem absorve o prejuízo.


O papel do advogado não é convencer.


É tornar a decisão incontornável.


Não para ganhar sempre.


Mas para impedir que o processo finja que ninguém perdeu nada.


Não é ataque. É estrutura.


Não estou acusando juiz.
Não estou acusando assessor.
Não estou acusando o sistema.


Estou descrevendo como ele funciona.


Quem não entende isso escreve para convencer.


Quem entende, escreve para fechar saídas confortáveis.


O fundamento do livro


O livro “Não Existe Lide sem Prejuízo” não cria um novo Código.


Ele revela uma lógica:


Se o prejuízo não pressiona, a forma decide.


Se a perda não é visível, ela é legitimada.


O direito nasce para evitar prejuízos.


Transformá-los em abstração é inverter sua origem.


Se depois de séculos de processo alguém acha que não se pode reorganizar a forma de enxergar a decisão, a história do direito prova o contrário.


O que proponho não é ruptura dogmática. Se houver disruptiva metodológica estratégica do prejuízo e com ela vier a Justiça, Amém.


É lucidez estrutural.


E isso, no processo civil contemporâneo, já é muito.

Fabricio Von Beaufort-Spontin, no Livro Não Existe Lide Sem Prejuizo - Processo Contencioso Livro 1 - Por que Processos Bons Morrem, diz "Este livro é destinado também para Juízes e Magistrados, porque amplia Hans Kelsen, fortalece o jurista italiano Calamandrei e traz mindset (Growth Mindset) na escola tradicionalista da formalidade. Se os advogados estruturarem casos assim, Vossas Excelências, o prejuízo estará delineado para atingir a Justiça. Achar o caminho à Justiça na petição será muito mais óbvio, quando comprovada. Observando que, como já em jurisprudências, é a primeira vez escrito para advocados que "o prejuízo é pressuposto do direito" e não apenas da nulidade. Lembrando, Vossas Excelências, que violação da norma ou da soberania individual também são prejuízos."
Ao analisarmos os pontos tocados, é uma nova metodologia no Direito Brasileiro. - Convenção na Apresentação do Livro, debates e como segundo Fabricio falou na "inauguração do Livro Não Existe Lide Sem Prejuízo". A idéia foi unânime entre os participantes.

No livro “Não Existe Lide sem Prejuízo – Por que os Processos Bons Morrem?”, eu, Fabricio von Beaufort-Spontin, deixo bem claro que não sou contra os ensinamentos de Hans Kelsen. Apenas amplio a visão do debate ali desenvolvido. Respondo aqui diante das críticas existentes, as quais carecem de fundamento. Não sou o único a fazê-lo.


Ampliar Kelsen não é heresia.


Trago à reflexão Piero Calamandrei, jurista italiano.

A visão de Fabricio de Spontin não é exatamente um ataque à moral individual do juiz, mas sim uma crítica sistêmica ao funcionamento do Judiciário.
Em vez de rotular o juiz como "antiético", a tese dele foca em como o sistema influencia o comportamento humano. Aqui estão os pontos principais para entender essa distinção:
1. Pragmatismo vs. Malícia
O autor sugere que o juiz é um ser humano inserido em uma estrutura com volume de trabalho desumano.
A lógica: Se o juiz recebe milhares de processos, ele desenvolve mecanismos de defesa para sobreviver à carga de trabalho.
O resultado: O juiz busca a solução que exige o menor esforço cognitivo (o "custo-conforto"). Se a petição do advogado é genérica, o juiz tende a decidir de forma genérica ou formalista para "limpar a pauta".
2. A Responsabilidade do Advogado
Para Spontin, se um processo morre, a culpa muitas vezes é da estratégia do advogado, que não soube "tensionar" o sistema.
Ele defende que o advogado não pode esperar que o juiz, por "bondade" ou "ética pura", escave a verdade fática - que não foi realçada, que não foi esfregada na cara do processo e não, as vezes, sequer não provada.
O juiz não seria "mau", ele seria apenas reativo. Se o advogado não gera o "desconforto" do prejuízo real, o juiz não se sente compelido a agir fora do padrão burocrático.
3. Ética das Estruturas
A tese se aproxima mais de uma visão de que o sistema é ineficiente, e não que os indivíduos são corruptos.
O "antiético" no caso seria a aceitação passiva de que o processo judicial se torne uma fria troca de papéis, onde a realidade das pessoas (a verdade fática) se perde.
O autor propõe uma advocacia que obriga o juiz a encarar a humanidade e o prejuízo do cliente, impedindo que ele decida apenas pelo conforto da regra abstrata.
Conclusão:
Para Spontin, o juiz decide "onde dói mais". Se a decisão confortável do juiz (negar um pedido por falta de provas, por exemplo) não causar um incômodo moral ou jurídico maior do que o esforço de analisar profundamente o caso, ele escolherá o caminho mais fácil. O papel do advogado seria, então, tornar a decisão injusta insuportável para o juiz.

E o livro vai sair:
NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO
Por que os Processos Morrem?


Como o processo decide sem enfrentar a perda — e o que o advogado precisa fazer antes de peticionar


ORELHA EDITORIAL – NOTA DO EDITOR
A obra escreve como o juiz decide, não como o professor explica. Se parecia proibido, a obra revela.
Há livros jurídicos que ensinam regras.
Outros ensinam técnicas.
Este livro ensina algo mais incômodo: como os processos realmente morrem.
É revelado, com precisão analítica, a lógica real da decisão judicial, apontando os erros estruturais da atuação advocatícia e a permissividade do processo civil contemporâneo em permitir decisões que neutralizam o prejuízo sem enfrentá-lo.
‘Não Existe Lide sem Prejuízo’ parte de uma constatação simples e raramente enfrentada: o processo não falha quando ignora o prejuízo — ele funciona exatamente como foi estruturado para funcionar, se exposto – tal prejuízo - será apresentado na decisão, obrigatoriamente pelo art. 489, §1º (CPC/15). Mas o livro alerta, se exposto.
Brilhantemente o autor não usa sequer um artigo específico nesta peça.
Ao longo dos capítulos, o autor desmonta as saídas confortáveis do sistema decisório.
Não se trata de um manual de prática forense. É uma realidade dos tribunais.
O livro propõe uma leitura estrutural da decisão judicial — mostrando que, quando o prejuízo não é identificado, o julgador sempre encontrará uma rota segura para decidir sem assumir o impacto da perda.
Aqui, o foco não é o direito em abstrato, mas o momento exato em que o caso deixa de pressionar a decisão.
É uma obra voltada a advogados que já dominam a técnica, mas perceberam que a técnica, sozinha, não controla o destino do processo.
Este livro não promete justiça. Promete lucidez.
E, no processo civil contemporâneo, isso já é muito.
NOTA: Não é para iniciantes no Direito Processual Civil (estudantes de graduação ou advogados com menos de 2–3 anos de prática efetiva).
O livro de Fabricio Despontin, promete! Logo à disposição.

A BUSCA
A nossa busca é eterna...
Mas o que buscamos?
Já não temos tudo?
O que afrontamos?
Queremos o desconhecido?
O proibido?
O inatingível?
O tesouro perdido?

Temos a vida!!!
E onde ela está?
Escondida?
Apenas dentro de mim...
Contida?

Tem o amor para felicidade de viver cada dia
O conhecimento para sabedoria
A coragem para enfrentar os medos
A alegria de ser criança
A fé que alimenta a esperança
A virtude de termos segredos
O sonho que faz a realidade
A cura para fragilidade
O dia que encontra a noite
O fruto e a água que sacia a sede e a fome
A verdade dentro do homem
A morte que nos espera
E encontra nossa busca eterna.

Inserida por Waldetes

A FELICIDADE
Os seres humanos perguntam:
O que é a Felicidade?

A Felicidade muitas vezes,
torna-se um sentimento quase que abstrato
e impossível de realização.
Porque os momentos são muito curtos,
aparece e desaparece de forma sutil,
como num passe de mágica.

Essa busca é constante, mas não seria porque
nós é que somos inconstantes?
Como e onde será que encontraremos a verdadeira Felicidade?

Quando viemos a esse mundo, foi em missão de serviço.
O nosso pai cheio de amor nos presenteou com o dom da Vida e,
colocou em cada um de nós, um tesouro, a Felicidade!!!.

Sabemos que estamos aqui para evoluir,
em busca da sabedoria, do auto conhecimento, e da transformação.
Seja através do amor ou da dor.

Em nossas vidas aparecem anjos e demônios,
alegrias e tristezas.
Os desafios e os sacrifícios são constantes,
mas como diz o provérbio,
D'us dá o frio conforme o cobertor,
porque D'us é pai.

Somos nós os únicos responsáveis pelas nossas ações.

Somos energia pura,
temos o dom da materialização!!!
Se fizermos e seguirmos a corrente do bem,
receberemos amor.
Se semearmos vento, colheremos tempestade.

Vamos fazer o nosso auto conhecimento
sem julgar o nosso próximo.
Saber exatamente como somos,
conhecer nossos limites e a força de nossas energias.
Somente assim poderemos praticar ações em nome do amor
E ensinar ao próximo,
que é dando que se recebe.

Vamos seguir nosso caminho, numa estrada colorida
Transformando os pedregulhos em pedras preciosas.

Essas pedras preciosas, todas, sem exceção,
pertencem àquele tesouro!!!
Vamos tirar o cadeado e derramá-lo sobre nós!
Deixando que a Felicidade ilumine nossos caminhos
e deixar os rastros para os nossos seguidores.

Ser Feliz é aceitar o presente de Deus !!!

Inserida por Waldetes