Cronicas de Luiz Fernando Verissimo Pneu Furado
OS QUATRO TIPOS DE PORQUE'S
Por que eu devo usar o "por quê"?
Se o "porquê" vem porque escrevo sobre os "porquês"?
Por que penso em tantos "por quês"?
Será porque tenho tantas dúvidas de tantos "porquês"?
Sendo assim, se eu não entendo o "porquê" dos "porquês",
Deve ser porque ainda penso na existência de um "porquê" que sempre há de vir,
Portanto, compreendo que o "porquê" tem vários "por quês" porque compreendo
Que o "porquê" apenas espera eu fazer uma pergunta.
Por quê?
10 Lições Valiosas para a Vida.
1.Você sempre será visto como vilão ou vilã quando deixar de agradar alguém.
2.Falarão do seu passado sempre que seu presente for insuportável para eles.
3.Todo mundo gosta de você até que você se destaque ou se posicione.
4.Elimine pessoas da sua vida em silêncio. Elas sabem o que fizeram.
5.Em situações que não te dizem respeito, pense: “Eu tenho mais o que fazer”. Isso poupará seu tempo, energia, saúde e relacionamentos.
6.Quanto mais experiências você adquire e mais repertório você cria, menos sente necessidade de ser compreendido ou incluído.
7.Nunca tome decisões permanentes com base em emoções temporárias.
8.Ter problemas na vida é inevitável, mas ser derrotado por eles é opcional.
9.Só os limites garantem nossa liberdade.
10. Se você não descansar quando está cansado, a vida vai te parar. Não por mal, mas para te devolver a você mesmo.
“Intimidade é Sentir o Coração, Não Só o Corpo”
Intimidade é muito mais do que estar perto fisicamente de alguém. Não se trata apenas de dividir uma cama ou ter momentos de paixão. Intimidade de verdade é quando você consegue dividir o que está escondido lá no fundo do seu coração. São aqueles momentos em que você sente que pode ser quem você realmente é, sem máscaras, sem medo de julgamentos.
É quando você encontra alguém com quem pode compartilhar seus sonhos mais secretos, os medos que te deixam acordado à noite, e as esperanças que nem sempre têm coragem de sair em voz alta. Intimidade é pegar na mão de alguém e sentir que você não está mais sozinho.
Quando o calor do momento passa, quando o riso dá lugar a uma discussão, é ali que a intimidade mostra sua força. Não é sobre querer mais do prazer. É sobre olhar nos olhos de quem está ao seu lado e, mesmo depois de uma briga, sorrir e dizer: “Eu te quero assim mesmo, com todos os seus defeitos.”
Esse é o tipo de intimidade que faz o coração se sentir seguro. Não é algo que acaba quando as luzes se apagam. É algo que cresce com o tempo, e que faz você querer estar ao lado daquela pessoa, independentemente dos altos e baixos.
Intimidade de verdade é sobre aceitar o outro, sem tentar mudar quem ele é. E quando você encontra isso, é como se o mundo ficasse um pouco mais leve, e você finalmente encontrasse um lugar onde realmente pertence.
A Imagem que Refletimos
Nos dias de hoje, percebemos uma crescente preocupação com a imagem, especialmente nas redes sociais. Muitas vezes, nos preocupamos excessivamente com a aparência que transmitimos aos outros. No entanto, é importante lembrarmos que fomos criados à imagem e semelhança de Deus. E essa semelhança precisa estar evidente em nossa vida, pois fomos criados para expressar a glória de Deus.
Lembro-me de uma experiência recente que ilustra bem essa situação. Eu estava prestes a comer uma maçã que, por fora, parecia perfeita, sem nenhum defeito. No entanto, ao cortá-la, descobri uma pequena mancha que indicava que seu interior estava comprometido.
Assim somos muitas vezes: por fora, aparentamos estar bem, mas por dentro carregamos marcas, dores, traumas e rejeições. Tentamos mascarar nossos conflitos através de fotos que mostram apenas o exterior, quando na verdade, o que precisamos é de cura, renovo, paz e refrigério para a nossa alma.
Se você se sente machucado, angustiado ou ferido, saiba que o mesmo Deus que disse “façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” pode curar suas dores, sarar seus traumas e enxugar suas lágrimas. Para isso, é necessário ser sincero consigo mesmo e reconhecer as áreas da sua vida que precisam da intervenção de Deus. Só assim você poderá viver uma vida plena, tanto por dentro quanto por fora.
A frase do dia nos lembra: “Quando entregamos nosso interior a Deus, o nosso exterior reflete a sua imagem”. Como está o seu interior? Reflita sobre isso e, se necessário, permita-se ser curado.
André Luiz Santiago Eleuterio
Sem distinção
Atenção sem distinção
pobre em mansão
rico em favela
negativos do sem terra
teto e vintém
mecanismos
do bem feito
amado e educado
e do cada um no seu todo
compartilhando seu lado
e toda divisão é de antes do futuro
vitória do juntar as forças
que nos torna instrumentos
do reconhecimento
já presente
no brilho da doação
chamando em todo lugar
recebendo mais que a paz
capaz de imaginar
pois amor em ousadia
alivia ombros
enaltece a vida
e fortalece o ser
endireita ideias tortas e turvas
de quem se curva
ao peso do poder
e o brilho brilha
sem distinção
Aditivo
E tu és lutador vitorioso
E a dor não te bloqueia o movimento
E tens do medo insano o livramento
E não te fechas ao maravilhoso
E não te rendes ao que é vicioso
E da justiça és um instrumento
E frente ao incerto e ao duvidoso
Não paralisas o teu pensamento
Nem abres mão da tua a alegria
E a verdade dá perseverança
E da fraternidade é motor
E movimenta toda utopia
E leva a toda bem aventurança
E o seu combustível é o Amor
Soneto de Oitenta e Um
Em Tóquio, ergueu-se o sonho em chamas vivas,
Zico guiando o manto à imensidão,
Com passes, gols, jogadas tão altivas,
Fez do Brasil o dono da emoção.
Leandro, Júnior, Adílio — obra-prima,
Andrade, Nunes, raça sem pudor,
Na terra do sol, brilhou nossa rima,
Calou o Liverpool com seu fervor.
Foi mais que um jogo: foi libertação,
A taça do mundo em nossa mão,
A glória eterna em rubro-negro tom.
E desde então, a história eternizou,
O mundo viu o quanto o Mengo é bom,
Oitenta e um: o ano que não passou.
Edson Luiz ELO
Rio de Janeiro, Dezembro de 1981
Registro de Voos
Levados nos braços do ar
foram-se a tranco e barranco
será que se cansaram de estar em branco?
Caíram no rio que os levou ao mar
o sol os secou, novo vento os levou a voar
e os papéis não são mais os mesmos
Fartos de experiência real
pois nessa aventura mundana
chegaram a tocar na lama
Seguem já não tão alvas
nos braços do tempo
as folhas sem palavras
Levam em seu corpo de celulose
registros de sua metamorfose
fruto de experiências
Sem letras, canetas e impressoras
parecem pessoas
sem lingua humana
Sabemos que podem voar
embora reconheçamos
diferenças de papéis dos humanos
Voam, levando ou levados
cada um do seu jeito, na cabeça ou no vento
e seus voos são registrados
A Pedra da Rotina
Botar mais liberdade na rotina
Coloca-nos o rosto no presente
nos faz mais sábios e inteligentes
Liberta-nos dos olhos a menina
Afasta o tédio que nos contamina
Altera o ritmo não envolvente
Motiva-nos sempre a olhar pra cima
Sem tropeçar na pedra que há na frente
Porque quando agimos sem pensar
Podemos entrar em anestesia
E mal acostumar nossa visão
Mas tudo pode ter mais alegria
Se mesmo ao repetir uma ação
Mudarmos nosso modo de olhar
O QUE VOCÊ QUER DA VIDA?
Na minha infância tinha uma brincadeira chamada: Que mês?
Duas crianças combinavam um mês em segredo, as outras tinham que tentar adivinhar qual era. O sabidão que chutava certo tinha que responder: O QUE VOCÊ QUER DA VIDA?
E surgia um:
- Eu quero um carro.
Aquelas duas do começo soltavam a imaginação e descreviam qual seria o carro que elas entregariam para o sortudo. Cada uma inventava um sonho de carro.
Eu sempre tive dificuldade para escolher. E escolhia pelo encanto.
Quando cresci, percebi que o mau de ser sonhadora é sempre se encantar e quando o encanto acabava a gente percebe que o motor não era bem aquele, que a lataria estava riscada, que o outro carro talvez fosse melhor e que escolheu errado.
Daí você ouve: "É errando que se aprende". E aprende mesmo. Mas a vida é feita de escolhas e sabendo escolher você tem mais chances de acertar. E eu me perguntei por anos: E como saber escolher? Como saber se a escolha vai dar certo? Ninguém vai dizer.
Vão dizer: tem que arriscar! Pagar pra ver! E de repente está você mais uma vez escolhendo o carro errado, a casa errada, o trabalho errado, amigos e parceiros errados. Uma vida errando para aprender.
Aprender que a vida vai sempre te dar opções e se você não souber o que quer dela, deverá saber o que você não quer. Não tem problema nenhum em não saber o que se quer.
Saber o que você NÃO quer, também é princípio de escolha e sabedoria.
O bem contra o mal
Não deixe que um pequeno problema te cause um grande mal. Há um antigo ditado que diz: se a cabeça não pensa, o corpo padece.
Lembre-se que o mal nunca pode vencer o bem, então, se tem algum mal te afligindo, tente realizar algumas coisas boas e o bem prevalecerá em tua vida.
Em minha mente a um amor
Na minha mente
Uma cena bonita
Há um milhão
De estrala no céu
E uma brilha
Mais Forte
que a outra
Em minha mente diz
Eu não posso negar
Um amor tão precioso
E verdadeiro
É bom poder
Pensar em você
E do nada não
Consigo deixa
De sofrer por você
E não devemos chorar
Só existe um certo
Tempo e um grande espaço
Para agradar suas
Emoções por pedaços
Em fim!
Um amor verdadeiro
É difícil de se explicar
E o amor é fácil de conquistar
E um amor simples
É difícil de se perde.
No chão.
Foi quando eu estava caído que tudo fez sentido.
Foi nesta hora que eu descobri porque bebo fumo ou porque estou tão só.
Foi por simples vontade, eu quis assim.
Expulsei todas as pessoas de minha vida por egoísmo.
Por achar que eram demais pra mim.
Coloquei-me no mais baixo escalão de amigo, de filho e de namorado.
Sempre com medo de magoar os outros.
Achei que podia segurar o mundo nas costas.
Mas não posso. Nunca pude.
E agora quero dar a volta por cima.
Mas não como antes.
Quero fazer as coisas certas agora, sem medo de nada.
Porque quando se está no chão você percebe o quanto esta sozinha.
E você percebe o quanto precisa de alguém.
Para rir, chorar, beber ou apenas um aperto de mão.
As coisas sem sentido estão em outra parte de meu ser.
Ficaram naquele chão podre. Estão mortas. E eu estou vivo.
Amizade não se explica,simplismente acontece,ou desacontece acontecendo.Amizade é complicado,é ato inocente é simples é exagerado.É sorrir de dor e chorar de alegria é contar histórias de noite ou de dia,e varar a noite desafiando o sono,é acordar feliz vivenciando um sonho,é estar por perto estando distante,é uma sinceridade relevante.Nada sabe nada enxerga,é cumplícidade q nao se néga,é luz que ilumina a escuridão é vento frio que sopra é um furacão.É calor é praia é sol,é a alegria de se viver momentos felizes de muito prazer,é querer se dar,é amar é amar,é loucura embriagante,é uma loucura meio elegante.
Amizade é uma simples forma de amor,é avaçaladora e tambem é dor.É estar velho e cansado olhando aquela foto que tiramos lado a lado,é chorar de alegria lembrando o passado,é pensar no futuro desesperado,é renascer em você,é nunca morrer.É a mais pura forma de amar.É VIVER!
Odebrecht.
O que restará de mim e de minha existência?
Não crendo mais em meu próprio ser.
Pela sagacidade dos dias.
Dos vossos lírios prateados.
Em vossos templos consagrados.
Velados, a sombra de honrarias?
Ah, céus!
Que espécie de engenhoca mecânica sou eu?
Boneca de carne e dentes!?
Não crendo mais em minha própria humanidade.
E no vigor da minha gente?
Carne educando carne.
Civilizando carne.
Que saboreia da própria carne?
Carne vossa de cada dia, exposta no mercado dos desejos...
O que restará de mim e de minha consistência?
Da carne da minha carne.
Da vossa carne!
De toda vida selvagem influenciada pelo ‘id’ da violência!?
Das mortas almas soterradas pelo fundo, de um fundo.
Pela projeção fantasma do mundo.
Que só valoriza a casca da divergência?
O que restará de mim e de toda existência...
Na lista dos mais “ajuizados” ditadores da história?
Em nome da ética.
Do moral.
Da soberania.
Na lista dos melhores condutores de bons exemplos.
Entre todas as lutas, derrotas, vitórias.
Eis aqui, a estrutura de vossas almas, em nome do orgulho nacional.
Sem nunca sequer permitir-se ser um ser em sua totalidade.
Se não, um meio ser esquartejado pelo antigo gancho das velhas fábricas da vulgaridade.
Eis aqui, humanidade!
A carcaça e sua essência:
Um fígado, um pulmão, um coração...
Enfim, o todo - inconsciência.
Arranca-os e toma os para ti!
Em nome dos direitos humanos e de todos os ideais de liberdade.
Ó, humanidade!
Ode pela morte de uma gata querida.
Pessoas, flores, gatos.
Planos e danos!
São como aqueles fios delicados no tecido emaranhado das nossas vidas que “miam”;
Esperanças, vontades, ódio, amor; fogo que desvanece!
Entre outonos que se desprendem, rosas de outubro que sopram…
Os “miados” do meu jardim, que cá na alma padece.
O que sabemos sobre o real, o profundo, o duro da vida.
Do cru sentimento vazio, de corações calorosos e outros tão desumanos.
Engatinha ainda pelo chão frio, como se (rocha) entorpecida.
Entre praças, ruas e avenidas, pelo rugido faminto de um leão soberano.
Ó!? Pessoas, que nenhuma injustiça nos sobrevenha!
Não interpretem mal as cordas mais (sutis) das nossas felinas vidas.
Nem nos abandonem ou nos culpem pela covardia dos atos mundanos.
Lucy, ó amargura!
Minha pequena querida.
Com o seu bigode de neve e a sua calda lunar abanando.
Toque-me com a sua pata de veludo - flor
Amor! Amor!
Ouço os sinos que vem das ruas como um sinal de choro, miando.
Eles ainda estão a nos machucar…
Eles ainda nos estão machucando…
Assim, lamentamos também “miar” nossas dores, frustrações e sonhos em silêncio.
Como se pesadas pérolas pelas marés afundando;
Eletrônicos quebrados, conflitos, cálculos, preocupações, ressentimentos, grama malcuidada, mobília empoeirada, expectativas desmoronando…
O que isso importa?
Lucy, já lá no céu;
Com o seu bigode de neve e a
sua calda lunar acenando.
Até breve!
Silenciosa viagem.
Ah! A luz fugaz...
Minha primeira refeição do dia:
Uma taça de vinho da garrafa vazia.
Água da vida para um vagabundo?
Sopa de pedras para o jantar!
Maldita libido!
Antes um cigarro, agora um lago.
Grito mudo na porta de luar!
Amor? Mais amor!
A viajante solitária no encontro de si mesma.
Página a página.
Ei-los: A rosa - O vento (No jardim íntimo, onde cada solilóquio é confessado).
Harmonia e confusão.
Balão suspenso.
Bocas seladas, casas desabitadas.
Piada ou conto de fadas?
Aquele mofo por trás das cortinas.
O pó mágico que entorpece a língua.
Anestesia para as narinas cansadas.
Sem cheiro, sem pelo, nenhuma cor.
Amor e ódio na tela da TV.
Amor e ódio no jornal, na varanda e no quintal.
Na cama sempre é doce!
Meias verdades calçando sapatos de lã.
Ou será essa também uma laranja inteira?
A mulher piano certa nas mãos do pianista errado.
Mais uma folha de papel timbrado, amassado e rasgado.
Um mar de silêncio do quarto, grito mudo outra vez.
Loucura, remédio sem cura, lixo, fumaça, embriaguez!
Juízes equilibristas.
Deputados malabaristas.
Sorrisos de elástico vomitando dúvidas.
Alimentam bocas pela certeza.
E as calçadas estão repletas deles.
O vento que afaga meus cabelos, ele também me beija.
E a morte me belisca a cada nova piscada.
Ah! A luz fugaz...
Amor, mais amor.
Grito mudo na porta de luar!
Desperto contra meu próprio olhar
Entre as brasas frias de um sonho
Queimando no céu com ínfimo pesar
Fugindo de um semblante tristonho
Em situações de conforto traiçoeiro
Meu cérebro encontra suas ruínas
Entre as gélidas garras do nevoeiro
E na distância de uma voz trêmula
Meio ou totalmente ofuscada
Tento me erguer perante à flâmula
Envolto em sua bruma dourada
Em pisos de vidro num jogo mental
Cegado por seu olhar sorrateiro
Me encontro em um desejo carnal
Entre eu, eu mesmo e o nevoeiro
Agora sou um corpo que navega
Em um riacho vivo em tormenta
Dedilhada em uma onda incerta
Confundido em cinza e magenta
Navegando por sóis em inércia
Ordenado por lascívia e desejo
Despejado em escárnio e covardia
Me encontro no calor de um beijo
Abaixo de uma lua outrora fria
Flutuando no tártaro do nevoeiro
Exílio Nublado
O lençol me afaga a pele
Suave, mas é traiçoeiro
Ele me cura a angústia
Mas é na cura que ele me fere
E eu me levanto ao avesso
Triste, mas com esperança
De evitar o pedregulho
Que já me causou o tropeço
E eu insisto nas erratas
Ingênuo, mas já sabendo
Que o caminho que percorro
Já tem minhas pegadas
E eu não estou sozinho
Isto é, fora eu mesmo
E eu tento me abraçar
Mas eu sou só espinhos
O menino que não tinha borracha
Ele molhou o dedo na língua e tentou apagar o escrito esfregando o dedo como se fosse uma borracha, mas, infelizmente, não conseguiu apagar e, pior que isso, acabou furando o papel.
A professora, que tinha assistido aquela cena, falou:
_Vou dar um presente pra quem me trouxer uma folha furada.
_Que sorte! _ gritou o menino. E levou sua folha pra professora ver.
_Você ganhou! Disse a professora.
E adivinha qual era o prêmio? ...Uma borracha.
Até hoje não se apaga de sua lembrança aquela borracha e seu maior presente: a professora.
