Cronicas de Luiz Fernando Verissimo Pneu Furado

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Eu tô em paz.
Acho que isso resume tudo.


Eu amo a Ba. É um amor completamente diferente de todos os outros que já vivi. Eu sinto verdade nela, sinto a energia de uma pessoa boa, de luz, alguém que merece ser amada. Ao lado dela, eu me sinto verdadeiramente em paz. Com ela, eu consigo e posso repousar.


É um amor único, que nunca experimentei de tal forma antes.
Sim, eu já amei outras vezes, e amei de verdade, com intensidade. Mas nunca desse jeito, nunca com essa sensação de futuro, que é para minha vida, e vida compartilhada. É um querer muito forte de estar perto, junto e fazendo a vida acontecer ao lado dela.


Com a Ba, eu sinto que encontrei algo que é para a vida.
E essa paz… essa paz diz tudo.

O brilho que se apaga.


No início, dizem que a pessoa é especial porque a mente inventa e projeta nela um brilho raro, capaz de transformar o olhar em descoberta. Mas, quando esse encanto se desfaz e o reflexo se dissolve, resta apenas o vazio - não um vazio qualquer, mas um vidro estilhaçado, onde se revela a contradição de quem idealizou mais do que o real podia sustentar.
E diante dos cacos espalhados, percebe-se que não há como recompor o que foi quebrado. Cada fragmento reflete um pedaço da ilusão, cortante e irreversível, lembrando que o brilho nunca esteve na pessoa em si, mas na lente distorcida de quem a olhava.
O estilhaço, então, não é apenas dor: é também revelação, a prova de que toda idealização carrega em si o risco de se despedaçar. ⁠

O toque chama — insiste — repete,
um eco metálico no vazio,
como se minha urgência fosse leve,
como se meu tempo fosse frio.

Do outro lado, silêncio.
Um silêncio que pesa, que arranha,
que cresce dentro do peito
feito algo que não se ganha.

Não é só a ligação perdida,
não é só o “depois eu vejo”,
é o desprezo que se insinua
como um gesto sem apreço.

Porque ali vai meu trabalho,
minha pressa, minha razão,
e volta apenas o nada
ocupando a conexão.

E então nasce uma chama breve,
bruta, rápida, voraz —
um impulso de quebrar o mundo
pelo respeito que não se faz.

Mas no fundo, o que grita mesmo
não é raiva — é ser ouvido,
é querer que, do outro lado,
exista alguém comprometido.

Acreditar
mesmo quando o balde continua seco,
mesmo quando o eco só devolve silêncio.
Acreditar
com as mãos calejadas de quem rega o nada,
com o peito rachado de quem ainda espera.
Não é fé cega.
É teimosia santa.
É continuar enchendo
o que o mundo insiste em esvaziar.
E um dia, sem aviso,
o balde vai transbordar.

Teus olhos grandes castanhos são um convite que eu não consigo ignorar, um mistério que mexe direto com meu desejo.
Quando você chega perto, já sinto aquela tensão boa crescendo sem precisar de nenhuma palavra.
Na minha cabeça, teu corpo é um poema que me puxa sem esforço, um caminho onde eu me perco de propósito, querendo ser o verso que ainda falta em você.
Imagino cada toque como uma estrofe, cada beijo uma vírgula na história que a gente nem começou direito.
Tem algo não dito entre nós, uma malícia leve que fica no ar, deixando tudo mais intenso entre o que eu quero e o que ainda vai rolar.
Vejo tuas pintas espalhadas pela pele como uma trilha secreta que leva pro paraíso, um mapa que meus dedos querem seguir bem devagar, sem nenhuma pressa.
É um anoitecer onde nossos corpos se encontram, onde o toque vai além da pele e alcança a alma.
É uma história que estamos escrevendo juntos, onde desejo e mistério se enrolam um no outro... e eu não tenho a menor pressa de virar a página, porque sei que o melhor ainda tá por vir.

População brasileira está num nível de irritabilidade intensa e ausência de total de qualquer empatia e gentileza.
Qualquer motivo besta é motivo para treta. Não há diálogo consensual, pedido de desculpas e reconhecimento dos próprios erros.
E muito deste comportamentos hostis e intolerantes são graças às influências de diversos conteúdos vizualizados, compartilhados de agressividade, sadismo e de falsas expectativas levando a insatisfação, frustração e introspecção doentia. Expostos automaticamente à algoritmos massivamente nas redes sociais e ao que parece começou a piorar durante a época da pandemia, com demonstrações públicas e virtuais de desobediência civil e moral com atos de ignorar regras sociais e normas legais, sem filtro para um respeito de convivência coletiva civilizada e sem a capacidade de discernimento do certo e do errado, sem nenhuma análise para as consequências de atos impulsivos.
Aflorando cada vez mais uma maldade de gente ruim e viralizando esta nova e "aceitável" cultura neurocomportamental.
Total ação racional e pré meditada só que primitiva e selvagem, apenas um intenso estímulo para o ódio e dualidade por qualquer motivo e sem lógica e sem bom senso contra àqueles desconhecidos ou até, conhecidos.

A direita:
A lealdade é até onde se convém, depois é cada um por si, em que "uma mão lava a outra" é a definição de companheirismo;
Defendem apenas suas próprias famílias;
Defendem a destruição e desmatamento do meio ambiente em prol do progresso de alguns grupos seletos;
Usam uma única religião e um patriotismo ditatorial tosco como refúgio e fachada para seus verdadeiros interesses;
Prezam pela cisão e polarização social e no individualismo e em apenas grupos elitistas, aristocratas, oligárquicos com mesmos propósitos escusos;
As leis e regras não são aplicadas a eles pois são os mesmos que as fazem ou usam o lobby para isso;
Todos criminosos são apenas da esquerda e cometem crimes motivados por interesses ideológicos;
Cultura é onde se cultiva soja, milho e trigo para alimentar a agricultura animal e não pessoas.
Viés de Confirmação e Falácia do Espantalho são as únicas formas de argumentações e diálogos, com exageros, fatos falsos, incompletos e mentirosos.


A esquerda:
Têm forte lealdade e companheirismo;
Defendem suas famílias e a de todos os outros;
Defendem o progresso com sustentabilidade com o mínimo de impacto ao meio ambiente;
Qualquer tipo de religião e diferentes manifestações de fé e a valorização e soberania nacional é de interesse coletivo;
Prezam pela união e coletividade entre as classes sociais e pelo apoio a minorias marginalizadas, para aumentar a inclusão, a qualidade de vida e o bem estar social;
As leis e regras são para todos;
Há diferentes níveis de criminosos que atuam de acordo com suas necessidades transgressoras;
Cultura é um conjunto de crenças, valores, costumes, conhecimentos, arte, leis e hábitos que um grupo de pessoas compartilha e transmite ao longo do tempo não se limitando apenas a manifestações artísticas como música, dança ou pintura;
Diálogos com argumentos racionais e de bom senso, sem viés e falácias e sem falsos fatos, invenções e mentiras, são aceitáveis para um consenso.

I.A. é a decodificação total e síntese da realidade baseada em qualquer tipo de linguagem humana em linguagem autônoma e generativa virtual.
Se tornando de mera diversão e pesquisa a ameaça potente para geopolítica, para o hacking eleitoral, grande problema de cibersegurança, de segurança nacional. Qualquer identidade pode ser assumida e apropriada. Afinal, quem a controla?

Do jeito que está, a oferta e a demanda descontroladas de drogas ilícitas e lícitas e uma geração atual, dos 17 aos 27 anos, sem escrúpulos, cheia de ódio e sem propósitos, será preciso de mais leitos futuramente e mais profissionais multidisciplinares para um atendimento de excelência.

⁠Em vez de uma verdade absoluta e universal, sobre a natureza da existência e a presença inevitável do sofrimento e do fracasso, que pode ressoar de forma diferente com base nas experiências de vida e na perspetiva de cada indivíduo.
A perda, de alguma forma, é uma condição universal e constante na experiência humana.

Isso é quid pro quo. É corrupção não importando o nível. É suborno sempre ligado a algum tipo de poder.
Todos itens essenciais à vida, através da corrupção, se tornam fontes de riqueza à elite.
"A situação é manipulada em favor dos que têm muito dinheiro, desde das grandes corporações, empreiteiras a bancos e grandes instituições financeiras, da classe política e área agropecuária a facções criminosas."

Mentiras clássicas do cinema:
- Virar a cabeça com as mãos quebrando o pescoço lesionado a espinha dorsal;
- Usar lenço com substância química ( éter ou clorofórmio) e imediatamente desmaiar;
- Usar queimadura com pólvora ou metal quente para estancar hemorragias ou fechar ferimentos e esterilizá-los;
- Reviver imediatamente bem após uma assistolia (PCR) com desfibrilador;
- Injeções no pescoço em 90°;

LIBERDADE REAL - Por João Paulo Bernardes de Andrade


A liberdade real não é apenas a capacidade abstrata de escolher entre alternativas. É a capacidade de permanecer no bem sem ser coagido. Quando a criatura escolhe o bem, ela não perde liberdade; ela permanece dentro da finalidade para a qual foi criada. Obedecer ao bem preserva a liberdade, porque mantém a criatura em harmonia com a vida, com o limite e com a ordem recebida.


O contrário acontece quando a criatura escolhe o mal. A escolha má se apresenta como autonomia, mas termina em escravidão. Antes do ato mau, havia vida, ordem, possibilidade de obediência e domínio próprio. Havia também a possibilidade de negar tudo isso. Mas, quando a criatura atravessa o limite e produz o mal, ela já não permanece diante das mesmas possibilidades. Certas consequências não podem simplesmente ser desfeitas.


Um exemplo extremo ajuda a perceber isso. Se alguém, movido por ódio, deseja matar outro ser humano, diante dele há uma escolha: preservar a vida ou negá-la. Se escolhe não matar, mesmo enfrentando ira, dor ou desejo de vingança, ele permanece no caminho da vida. A possibilidade do mal não desaparece, mas não se torna fruto. A liberdade continua aberta, governada pelo domínio próprio e pela obediência ao bem.


Mas, se ele escolhe matar, algo muda. Ele não apenas “usou sua liberdade”. Ele usou sua liberdade contra a vida. Negou o bem que já estava presente. Produziu uma realidade que antes não existia naquela situação: a morte daquele inocente, a culpa daquele ato, a ferida aberta na história. Ele não pode “desmatar” aquele que matou. A escolha que parecia expressão de autonomia torna-se prisão. O pecado realizado escraviza aquele que o praticou.


Nesse sentido, Deus criou a vida, a ordem, o bem e a liberdade. Mas a morte produzida pelo assassinato não é fruto do coração de Deus. É fruto da criatura que, colocando-se no lugar de Deus, rompe o limite, nega a vida e transforma a liberdade em instrumento de corrupção.


Assim, o mal não precisa ser entendido como uma substância criada por Deus. Ele é a negação ativa do bem, a corrupção da liberdade e o fruto da criatura que rejeita a ordem para a qual foi criada.


João 8:34 — “todo o que comete pecado é escravo do pecado”;
Romanos 6:16 — quem se oferece ao pecado torna-se servo do pecado;
Tiago 1:14-15 — o desejo concebe, dá à luz o pecado, e o pecado gera a morte;
Gênesis 2–3 — o limite dado por Deus preservava a vida; a transgressão produziu morte;
Deuteronômio 30:19 — “escolhe, pois, a vida”.
I Coríntios 6:12 — "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma".

Grato pela vida 🙏

É tão bom
Acordar e agradecer.
Amar a vida
E a querer.
É apaixonante viver,
Sentir na pele
O frescor de cada manhã
E de cada anoitecer.
Surpreendentemente,
Eu me surpreendo
Sempre
Que não me rendo
E deixo tudo
Acontecer.
Piso neste chão do mundo
Pensando em explorar,
Abro os braços em busca
De amor,
Estendo as mãos
Pra ajudar,
Vejo o sol nascer e sinto
Meu coração
Mais uma vez sorrir.
Ouço o vento passar,
O calor arder,
O frio que faz tremer,
Grito pro mundo que
Eu ganhei o melhor presente do universo,
A vida que em mim pulsa,
A energia que vem de dentro.
É tão simples e tão bom.
Não me canso nunca,
Agradeço sempre
Por essa vida.
Vida que Deus me deu.

As pessoas nas redes sociais colocam o que querem para você acreditar no que ela quer que você acredite.


"A mentira visualizada e compartilhada mil vezes se torna verdade.".
Mas, é preciso saber contá-las e compartilhá-las.
Seja por quem estiver contando para quem estiver acreditando.

⁠O problema do Brasil não são só os políticos?
A solução para a maioria dos problemas do Brasil poderia ser VOCÊ ( Se você não lutar pelo futuro que quer, terá que aceitar o futuro que vier), mas você :
•Que não quer estudar;
•Que não lê;
•Que não sabe quais e como são usados os seus impostos pagos;
•Que não faz planejamentos a médio e a longo prazo e isso determina a riqueza de um país, dentre outros fatores, como combater o desperdício de recursos e a corrupção;
•Que reclama das segunda-feiras;
•Que não quer trabalhar;
•Que só pensa em feriados;
•Que só quer falar de futilidades;
•Que só escuta músicas de péssima qualidade;
•Que quer ser sustentado pelo Bolsa Família e pelo partido político do momento;
•Que tem preguiça de levantar cedo;
•Que não sabe votar com discernimento e bom-senso preferindo continuar analfabeto político;
•Que não dialoga e debate sobre política e não pensa no bem estar coletivo e da comunidade;
•Que não cobra do Legislativo mudanças mais duras nas leis penais;
•Que aceita a existência de imunidade parlamentar, o foro privilegiado, privilégios políticos e financia com seus impostos o fundo eleitoral;
•Que só sabe reclamar de quase tudo porque nunca estão satisfeitos;
•Que não segue regras;
•Que não tem iniciativa;
•Que joga seu papel descartável e lata vazia, lixo plástico e bitucas de cigarro nas vias, ao passar ou passear, nas matas e no mar, nos jardins e nas praias de sua cidade ou a que estás a visitar;
•Que não sabe quanto custa manter, com parte do seu dinheiro ganho, um vereador, um deputado e um senador e não sabem o que fazem com ele;
•Que espera "Deus" resolver seus problemas causados pelo "diabo";
•Que não se atualiza e não se informa em fontes de notícias confiáveis e com telejornais;
•E não está nem aí com o futuro da sua cidade, seu Estado e seu país.

Obrigado Senhor por ter me dado o dom de escrever para este momento, esta mensagem.

Foi em canções feitas com amor, que pensamentos poéticos conseguiram mostrar, no luto da vida de cegos, o que jamais seus olhos conseguiram ver.
Recado de Deus ao homem
Tão fácil, gostar da vida sem destruição, tudo que fiz foi à bem de todos. Confiei a cada um sua missão e o que deixei foi para todo ser vivo na face da terra. Através das nuvens, o transporte da água que caem em forma de chuva, a bem de toda vegetação.
O vento a soprar a face do globo. A luz do sol com seu calor para fortalecer na terra a planta, que com tanto orgulho alimenta suas vidas. Nas salinas deixei o sal, para que desse melhor sabor ao seu alimento. Na doçura da cana, o açúcar. Nos rios peixes menos perigosos que nos mares. Dei tudo para que conservassem.
Dei ao meu filho, minha filha, sua irmã como esposa. Ao filho do meu filho, como Mãe, a minha filha. Se todos são meus filhos, irmãos do mesmo Pai, porque não se amaram?
Criei tudo com tanto amor. Dei aos olhos a visão. Coloquei no cérebro a inteligência, para que olhando, sentissem nas maravilhas da natureza o que dei de melhor. Com a sinfonia dos pássaros ao cantarem no romper da Aurora, abri caminho para a música, que está com você á cada momento. Presenteei a natureza com rosas, cujos perfumes foi presente de Maria. Ela é a Mãe de todas as Mães dos nossos filhos.
Deixei a noite para descanso de todos. Fiz cair sereno, transformei em orvalho ao nascer do sol, em beneficio das flores. A mesmo limpa suas pétalas dando colorido aos campos, assim Maria fica feliz. Para sobrevivência dos animais dei a razão em matar, semente ao fruto para continuar. Com justiça, a vida e a morte para todos iguais. Dei na confiança de todos meu verdadeiro e único filho, para que ensinasse uns aos outros o meu regime: O Amor.
Ele foi crucificado, pregado na cruz por seus irmãos e antes da morte do seu corpo me fez um pedido:
Perdoai Pai, eles não sabem o que fazem. E eu cumpri. Há dois mil e tantos anos subiu ao céu e ao meu lado direito diz:
Pai, fiz tudo por amor. Se para cada um de nós deu uma cruz e todos seu dia marcado, voltarei a terra antes do fim de tudo.
E por amor ao homem levarei o seu recado.
Francisco Moreira de Freitas – François.

Inserida por franciscodefreitas

Lula; não se esqueça dos seus fieis companheiros, metalúrgico da tão conhecida marca, ferro em brasa. Valentes que participaram com vivas e vaias, da maior greve do século vinte, a de mil novecentos e oitenta. Quando sua pessoa foi para os que lhes confiaram como, o mais feroz vaqueiro daquele rebanho éramos tal qual uma boiada humana, onde nós tangedores ou melhor porque não dizer até dominadores de certos novilhos metidos a furões. Novilhos que preparamos para participação da grande festa de oito anos. Lá na Republica Federativa desse nosso querido. Brasil.
Francisco Moreira de Freitas – François.

Inserida por franciscodefreitas

Sempre gostei de coisas diferentes. A diferença sempre foi chave mestre para meu sucesso. Antes de reconhecer que era mesmo diferente, julgado, fui pisoteado e com os sentimentos quebrados e despedaçados. Hoje, com a volta e a roda virada, ela roda em torno de mim a meu comando e como eu desejo, rápido ou devagar, calmo ou intenso mas sempre certeiro e definitivo.
Então as coisas mudaram de forma e assim como as estações mudam, p verão é quente assim como o desejo e o inverno é frio como a decepção. Mas, a primavera a alegria e o outono, o descanso em comunhão.

Inserida por brunosomniator

Canteiro de flores

Canteiro de flores
Com muito amor eu criei
Essa canteiro de flores
Onde cultivo amores
Onde cultivo paixões
No canteiro dos corações
Lá plantei o amor de Amélia
A doçura de Lisa
As loucuras de Elisa
E a bondade de Monalisa
Com amor
Eu cuidei do canteiro de flores
Desse canteiro onde crio amores
Na primavera

Inserida por poetaapaixonado