Bárbara Tenório de Holanda Santos
“Você me faz mulher”, ela disse.
E a mulher mais realizada deste mundo, em todas as hipóteses.
Respondi que só em vê-la sendo minha
— e deixando a paixão do nosso amor nos consumir —
já me faz sentir de maneira surreal.
Em réplica, ela disse que também não sabe explicar essa sensação,
mas que talvez o corpo dela fale melhor comigo.
Quase enlouqueci aqui e respondi:
Ele fala.
Ele grita.
Ele demonstra.
E eu sei exatamente
o que ele está querendo
que eu saiba
de você.
Eu te amo, Ba.
Te amo com tudo o que sou
e com tudo o que tenho para te oferecer.
Amo você de maneira despida,
transparente.
E ainda me surpreende
às vezes até me custa acreditar
que esse amor que entrego inteiro
seja recebido
e devolvido
na mesma intensidade.
Eu tô em paz.
Acho que isso resume tudo.
Eu amo a Ba. É um amor completamente diferente de todos os outros que já vivi. Eu sinto verdade nela, sinto a energia de uma pessoa boa, de luz, alguém que merece ser amada. Ao lado dela, eu me sinto verdadeiramente em paz. Com ela, eu consigo e posso repousar.
É um amor único, que nunca experimentei de tal forma antes.
Sim, eu já amei outras vezes, e amei de verdade, com intensidade. Mas nunca desse jeito, nunca com essa sensação de futuro, que é para minha vida, e vida compartilhada. É um querer muito forte de estar perto, junto e fazendo a vida acontecer ao lado dela.
Com a Ba, eu sinto que encontrei algo que é para a vida.
E essa paz… essa paz diz tudo.
