Crônicas de Amor

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Sobre Amor


Amor não era apenas fogo,
Era também janela aberta, chão de jogo.
Era a brisa que entra e não se explica,
Era cama, lençol, poesia que fica.


Nos cantos da casa ecoavam risos,
Nos tapetes da vida, sonhos indecisos.
Era o café que espera pela manhã,
Era a mão que acalma, não só a chama vã.




Amor não é só brasa que queima,
É chão que sustenta, é lar que te chama.
Entre paredes e versos, encontramos a calma,
Entre sussurros e abraços, respiramos a alma.




Não era tempestade, nem relâmpago que corta,
Era música suave, chuva que importa.
As janelas rangiam como livros antigos,
Histórias guardadas em sorrisos e perigos.


Era o silêncio que fala, e a noite que escuta,
Era fogo que ilumina, mas também a escuta.
No relógio da vida, marcava lento o tempo,
Era lar em cada gesto, era amor em movimento.


Amor não é só brasa que queima,
É chão que sustenta, é lar que te chama.
Entre paredes e versos, encontramos a calma,
Entre sussurros e abraços, respiramos a alma.




E se o mundo lá fora insiste em ruir,
Dentro de nós, a chama não deixa sumir.
Entre livros, lençóis e acordes de violão,
Amor é abrigo, é casa, é coração.




Amor não é só brasa que queima,
É chão que sustenta, é lar que te chama.
Entre paredes e versos, encontramos a calma,
Entre sussurros e abraços, respiramos a alma.

O que fica




O que fica depois do tempo,
É o toque que não foi vento,
É o amor que fica mesmo
Quando o corpo já se foi...




Fica o som da tua risada
Pendurada na varanda,
Fica o cheiro na lembrança,
Fica o rastro do que eu fui...


Fica o gesto em tua xícara,
O café que nunca esfria,
Fica a calma e a ventania,
Fica o canto que te inclui...




Fica o que a pressa não levou,
O que o tempo não varreu,
Fica a fé no que restou,
Do que é teu, do que é meu...




Fica o sol na tua sombra,
O abraço que desdobra,
Fica o sim que o medo ouvia
Mas fingia que não via...


Fica a paz no improviso,
Fica o passo sem aviso,
Fica o amor que não precisa
De promessa pra existir...




Fica o que a pressa não levou,
O que o tempo não varreu,
Fica a fé no que restou,
Do que é teu, do que é meu...




E se um dia eu me perder de mim,
Segue o som, segue o jardim...
A flor só floresce onde há espera,
E o amor só vive se for primavera...




Fica o que a pressa não levou,
O que o tempo não varreu,
Fica o amor que resistiu,
Mesmo quando tudo ardeu...




O que fica depois do tempo
É o toque que não foi vento...
É você.

Faça do seu dia um ato de amor por si mesma.

Escolha a paz que ninguém pode tirar de você. Caminhe leve, porque a alma que aprende a se libertar já não se curva ao peso do que passou.

Viva um dia de cada vez. O tempo não cura apenas as feridas; ele revela quem permaneceu fiel à própria essência.

Ame o amor. Ame a leveza. Ame a coragem de recomeçar. E não tenha medo de sentir saudades. A saudade não enfraquece quem ama; ela apenas confirma que seu coração foi verdadeiro.

Mas lembre-se: nenhuma saudade merece aprisionar a sua felicidade.

Que hoje você floresça por si, brilhe por si e descubra que a mais bela história de amor da sua vida começa quando você decide não se abandonar por ninguém.

A Razão do Amor

Não tem fórmula, nem explicação exata,
não se mede em lógica, nem se conta em valor —
é a resposta que o coração desata,
a própria essência do que é viver com amor.

Está no olhar que compreende sem falar,
na mão que ampara quando o caminho é incerto,
é a força que ensina a perdoar,
o refúgio do mundo mais aberto.

Sua razão é simples e profunda:
faz de dois um só, sem perder o próprio ser,
transforma a dor em calma fecunda,
e ensina a alma o jeito certo de crescer.

Não vem de fora, brota do interior,
é a verdade mais pura que existe —
a razão do amor é o próprio amor,
que faz a vida ser mais bela e mais forte. 💛

Se um dia o amor encontrar o caminho até você,
que não seja por medo, nem por solidão,
mas pela coragem de reconhecer um coração sincero.


Porque há sentimentos que não exigem promessas,
apenas um instante de verdade.


E, quando esse instante chegar,
que o amor não encontre portas fechadas,
mas dois corações prontos para florescer.

já teve medo de amor

amor é sentimento verdade uma coica sem limites sem esplição sem nosão sem saber


voce ama sem saber sem limites sem esplicao sem nosao no final amar n e pecado n deveria ter vergonha de na é quem .


nunca amo ninguem vai ligar que todo mundo amar ou vai amar alguem na vida toda n tem o porque não amar.


ame como nunca é seja amodo tbm .


amor n é pecado


ana lima

Carta para Luna,


Camões disse uma vez que o amor é fogo que arde sem se ver.


Paulo escreveu, em sua carta aos Coríntios, que o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta.


Tanto se fala sobre o amor. Tantos já tentaram escrever sobre ele. Mas hoje eu quero falar do nosso amor.


Com você, aprendi que amar também é detalhe, é dia a dia. É presença que não se pede, carinho que não se mede, conversa sem precisar mover os lábios.


Com você, tenho aprendido que o amor carrega uma pitada de mistério, dessas que aumentam ainda mais o desejo de conhecer. Que amor não é exigência nem cobrança, é ajuste, cuidado e escolha.


E, ao contrário do que muitos pensam, ele não diminui com o passar do tempo. Ele cresce. Porque, à medida que descobrimos mais uma sobre a outra, conhecemos nossas versões perfeitas e imperfeitas, e ainda assim escolhemos ficar.


Com o tempo, deixamos de amar apenas aquela pessoa por quem nos apaixonamos no início. Passamos a amar também aquela que faz o melhor café, aquela que veio morar comigo, aquela que faz ondinhas no cabelo e deixa sinais pela casa.


Aquela que briga igual mãe, que finge que está tudo bem, que se preocupa, se estressa, ama muito, acolhe, chora e ri.


Enfim, eu amo todas as suas versões.


E, se tanto já se escreveu sobre o amor, eu entendo. Porque desde que você chegou, também dá vontade de escrever sobre ele.

Estou Livre

Bênção divina, escarlate que vibra.
Amor que grita e faz bem.

Estou estourando e desfalecida.
Amor que não dói.

Estou amando!

Amor que respira.
Amor que vem e fica.
Amor que dura pouco.
Amor que existe em mim.
Amor que resiste e chora.
Amor que cobra.
Amor que isola.

Tantas são as espécies que não consigo relaxar.

São tantas mudanças de rostos que acredito que o nosso mundo já não é o mesmo.

Viver na Igreja é fácil.
Difícil é ser Igreja!
Tratar com amor e respeito todos os seres. Humanos ou animais. Viver com simplicidade e agir com humanidade diante das falhas e limites alheios.
Não julgar. Não humilhar. Não espezinhar. Não trapacear. Não iludir. Não corromper.
Isto é ser de Cristo. Isto é viver Nele!

⁠Acho que no amor sempre tive sorte.
Nunca esperei muito, não sei se foi a chave ou o erro.
Sei que tudo melhorou bem mais, quando olhei pra trás e percebi que todos foram infinitos, até certo tempo mas foram.
Depois o impossível fica permanecer onde não mais encaixamos, e foi vida que segue, amizades que ficam.
Tudo certo, tudo melhor que caber no que não poderia mais.

Às vezes eu me odeio por deixar que o amor sempre prevaleça dentro de mim.

Eu tenho medo de me apaixonar. Eu tenho medo de amar.

Conheço esse caminho de flores. Também conheço os espinhos escondidos entre elas. E, de alguma forma, são eles que sempre me encontram.

Eu conheço a dor que existe em amar. Conheço a angústia da espera, o medo da perda e o silêncio que machuca.

Mas, apesar de tudo, continuo acreditando no amor.

Talvez porque o amor seja algo divino. E tudo o que é divino talvez não tenha sido feito para ser fácil. O caminho até ele exige coragem, entrega e, muitas vezes, algumas cicatrizes.

Às vezes eu queria sentir menos. Ser menos intenso. Amar menos.

Mas essa nunca foi a minha natureza.

Então eu sigo... com medo, mas sem deixar de acreditar que, um dia, alguém entenderá que o verdadeiro amor não foi feito para ferir, e sim para cuidar.

Amor não é dor;
Amor não é atormento;
Amor não é lamento;
Amor não é desprezo;
Amor não é medo;
Amor não se vende;
Amor não ofende;
Amor não é tristeza;
Amor é a certeza;
Que o Amor é valor;
É comprometimento;
É bom intento;
É beijo, é festejo;
Vem e entende, compreende;
Amor é a sublime prece;
Ele transforma, enriquece e nos enaltece;
Amor apetece amor;
Amor é poder, amor se faz ser; cuida, sonha, doa, ganha...idealiza e realiza.
O amor e sua linda e relevante façanha!

O que é o Natal?
Natal representa pra mim, o divino amor de Jesus, nosso único salvador!
Cordeiro de Deus que se entregou, e nada interrogou toda aquela peregrinação;
Foi humilhado, torturado e crucificado para que cada um de nós fosse louvado!
Ele é o puro amor, a vida, a sublime energia, a luz! por cada filho seu, ele conduz, com seu ensinamento, benção e proteção; a quem por ele chama, ora, espera, confia e clama.
Natal é essa grande magia, gratidão, devoção, oração, união e alegria!
Essa data é a principal do nosso calendário! que Jesus nunca seja portado como lendário; mas como, esmero e grande exemplar de um real sentimento solidário.
Nosso verdadeiro herói ungido por Deus, veio a terra para que filhos seus, fossem perdoados e libertos de tantos pecados;
Que continuemos a pregar o que ele nos ensinou, e possamos ser a fonte límpida e rica de amor da nossa consagração e de toda a nação.
FELIZ NATAL A TODOS!
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164

"O amor não obedece a própria expectativa"


Quer dizer que a gente não manda no amor.
A gente cria roteiro: "eu vou amar assim, na hora certa, a pessoa certa, do jeito que eu imaginei".
Só que o amor chega quando quer, com quem quer, do jeito que quer.
Ele não segue cronograma, não pede permissão, não se encaixa na caixinha que a gente fez.


Às vezes você espera sentir por alguém e sente por outro.
Às vezes você acha que superou e o amor volta em forma de saudade.
Ele é teimoso. Não obedece.


"É um mistério puro e absoluto"


Porque não tem explicação lógica.
Não dá pra medir, prever, controlar, nem entender 100%.
É puro porque vem sem interesse. É absoluto porque quando acontece, toma tudo.


Mistério no bom sentido: igual nascer do sol, igual música que te arrepia.
Você não entende, só sente.


É dizer que amar é se entregar pro que não tem regra.
Quanto mais a gente tenta controlar, mais escapa.
Quanto mais a gente aceita o mistério, mais bonito fica.


_Jane Silva


15/07/2026

Amor Próprio - 06/24


vida é tão circunstancial,
Que o que era estranho hj pode ser normal
E distante quem lhe foi casal
E tudo bem, tudo certo, nada de mal


Manter os braços estendidos para a amizade
E tratar o amor com total liberdade
O amor próprio é o caminho para a plena felicidade


Sobre não possuir e sim compartilhar
Momentos e vivências.... primeiro se amar
Tudo que é de dentro, nosso, nada e ninguém pode lhe tirar
O tempo é pena e é remédio, se olhe, sorria e nem me vem com essa de tédio
Livre amar e se amar.... bora lá ....Será?

Ela não queria um amor de vitrine.
Queria um amor de dentro –
daqueles que não se prova, se habita.


“Como foi seu dia? O que doeu? O que te fez sorrir?”
E esperar a resposta como quem espera a chuva no sertão. Sabendo que ela não enche o rio sozinha, mas molha a terra.


Palavras são como abraços: se soltas no ar, viram vento; se encostadas na pele, viram casa.


Ela queria um amor que lesse o silêncio dela não como ausência, mas como calma. Um amor que não apertasse a campainha só para ouvir o próprio dedo.


Um amor que entrasse, sentasse, perguntasse: E esse cansaço? E esse poema que você guardou no peito? Mostra?


Mas ele, coitado, aprendeu a encantar antes de aprender a ficar. Ela não o julga. Ela só se lembra de que tempo é a única coisa que não se recompra.


Então ela disse, com a delicadeza de quem já cansou de berrar na tempestade:


“Se for pra ser raso, que seja limpo, sem espuma de sabão.


Se for pra ser fundo, que seja devagar, com perguntas de verdade.


Eu topo os dois. Mas não topo mais dançar sozinha no meio da sala escura enquanto você aplaude da porta.”


E guardou o vestido.


Porque, como bem sabia...


“Há flores que desabrocham mesmo sem aplauso.


E há mulheres que viram jardim sozinhas – não por falta de jardineiro, mas por excesso de vida.”


Ela virou.


Toda vez que ele não perguntava, ela plantava mais uma rosa nela mesma.


... coisas sobre Ela e Ele

Ele acreditava que o amor era o corpo. E eu acreditava que o corpo era o começo.


Mas o meu amor, meu amor era a fresta. Aquela coisa que não se vê, que não se toca, que só se sente quando o silêncio se senta entre a gente e olha para nós. E ele, coitado, não entendia o silêncio. Ele o preenchia com a mão, com a boca, com o peso da presença.


Mas a presença dele, quando não tem a alma dentro, é um buraco. E eu caía. Toda vez. Ele me segurava, mas eu continuava caindo. Porque ele segurava a minha mão, e a mão segura o corpo, mas a queda... a queda ela segura a alma.


E ele não sabia segurar almas.


Eu queria lhe dizer: "Você está aqui, mas o seu isso não está aqui." E quando eu falava, ele me olhava como quem olha para o mar: achando bonito, mas sem entrar. E eu queria que ele entrasse, que afogasse um pouco, que sentisse o gosto do sal nos lábios.


Em vez disso, ele me tirava da água. E dizia: "Você está segura."


Mas eu não queria segurança. Eu queria o risco. Queria que ele se perdesse em mim para que eu pudesse, enfim, me achar.


Ele faz café, ele faz amor, ele faz planos. Mas fazer não é ser. E eu sou a coisa que não se faz. Eu sou a coisa que simplesmente é. E o que é, não cabe em xícara, nem em abraço, nem em projeto. O que é, só cabe no olho nu e na palavra atravessada.


E ele não atravessa palavras. Ele as resolve.


Como se o amor fosse uma conta a pagar.




... coisas sobre Ela e Ele

Não era amor. Era o desejo de ser amor.


Eram duas solidões que se abraçavam na esperança de que o abraço se transformasse em luz. Mas a luz é dura. A luz mostra as rugas, os dentes amarelados, a poeira debaixo do tapete.


Eles não queriam a luz. Eles queriam o aconchego da mentira. Mas a vida é uma coisa que não pergunta. A vida pressiona.


E pressionada, a relação gritou.


Ela gritou com palavras bonitas e profundas. Ele gritou com ações práticas e silêncios. E o grito um do outro não era ouvido. Só a minha alma ouvia – a alma da escrita, que é a alma dos que veem o que os corpos escondem.


E o que eu vi foi isto: ele a ama com a força de quem constrói. Ela o ama com a força de quem desaba. Um constrói muros para protegê-la. Ela quer que os muros caiam para que o vento entre.


Ele não sabe que ela precisa do vento. Ela não sabe que ele precisa dos muros.


E assim, eles se amam como o dia e a noite se amam: nunca ao mesmo tempo, sempre na fronteira, sempre no instante em que um morre para que o outro nasça.


O amor deles é um parto eterno. E parto dói. Mas dói porque a vida está nascendo. E a vida? a vida é isso: a dor de vir ao mundo.


Eles ainda estão no começo da dor.


E o começo da dor, para os que não desistem, ainda pode ser o começo do mundo.


... coisas sobre Ela e Ele

Um cafezinho depois de fazer amor…
o silêncio ainda quente entre nós,
lençóis bagunçados contando segredos
que a boca já não precisa repetir.
Teu cheiro ainda mora na minha pele,
teu toque insiste nos meus caminhos,
e enquanto o café esquenta no fogão,
meu corpo relembra o teu com calma.
Helaine machado

Amor, poder e razão
três caminhos na mesma pulsação,
tão distantes entre si
que parecem não caber
no mesmo peito —
mas cabem.
Habita em silêncio
esse território escondido
onde o querer abraça,
o dominar insiste,
e o pensar tenta organizar o caos.
O amor pede entrega,
o poder exige controle,
a razão sussurra cautela —
e nenhum deles aceita calar.
Quando florescem,
não vêm em ordem,
não pedem licença,
não combinam entre si.
Helaine machado