Crônicas de Amizade

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Nunca desanime
Meu amigo, seja forte!
A luz que sai de ti
Ilumina a noite escura
Sempre siga firme,
Nunca desanime
Seja um raio
Destemido e iluminado
Busque sempre a liberdade
Por toda vida
Alguém te impulsiona...
Seja como um anjo
Seja um raio de esperança...
Abra seus olhos,
Não se esconda
O dia já raia
As ruas ainda estão escuras
Mas você brilha!
E sua luz chega até às estrelas
Não pare, somente
Não pare!
Meu amigo...

ELE É IMPLACÁVEL

Se o tempo soubesse
que sou seu amigo
e que conto sempre com ele,
talvez não passasse tão rápido,
nem demorasse.

Se, quando quero algo,
ele corresse apenas para realizar,
e, quando pudesse, estivesse pronto a voltar...

Eu sou amigo do tempo,
mas ele não é meu,
pois está sempre disposto
a me matar.

Se a chuva fosse sempre de verão,
o frio sempre presente no inverno,
e a primavera fosse perfumada
como a mais bela dama...

Se eu pudesse superar o tempo,
sendo forte para não me abalar
e rígido para não permitir o que
não seja bom para mim...

Seria eu escravo do tempo
ou mestre dele?
Seria eu feliz,
ou tudo se tornaria desespero
por tudo que se vai?

Tempo, seja você idêntico,
e eu jamais me curvarei.

Algoz Invisível
O tempo não é amigo.
É algoz disfarçado de continuidade.
Não caminha comigo — me arrasta, me despedaça, me consome em silêncio.
Se ele soubesse que o desafio, talvez hesitasse…
Mas não hesita.
O tempo não pensa, não sente, não negocia.
Ele apenas avança — indiferente, brutal, absoluto.
Eu não conto com ele. Eu o confronto.
Mas ainda assim ele me atravessa todos os dias como lâmina invisível.
Se eu quero algo, ele me responde com demora.
Se eu espero, ele me pune com pressa.
Se eu imploro, ele ri na forma do atraso.
Sou seu inimigo sem poder vencê-lo.
Ele é meu juiz sem ter sido eleito.
E ainda assim ouso perguntar:
Se eu pudesse dobrá-lo, seria liberdade ou tirania?
Se eu o dominasse, eu ainda seria humano — ou apenas outro tempo, frio e sem culpa?
Talvez o verdadeiro desespero não seja o tempo passar…
Mas perceber que nada nele precisa de nós para continuar.
Se as estações fossem justas, eu desconfiaria.
Se a primavera fosse perfeita, eu temeria seu veneno escondido.
Se o inverno tivesse piedade, eu chamaria isso de mentira.
Porque nada que é absoluto pode ser inocente.
Tempo, você não é idêntico.
Você é guerra constante contra tudo que insiste em existir.
E eu não me curvo — não porque sou forte,
Mas porque já estou sendo quebrado.
Izaias Afons

Na vida, quem encontra um amigo verdadeiro descobre um tesouro, e talvez por isso ele pareça cada vez mais raro. Em meio a uma rotina acelerada e relações frequentemente superficiais, a lealdade deixa de ser regra e passa a soar como exceção.
Os sinais dessa escassez aparecem nos lugares mais inesperados. Em situações extremas, como na criminalidade, a ideia de “parceria” se desfaz ao primeiro risco real: quando tudo dá errado, prevalece o instinto de autopreservação. Também no cotidiano institucional, episódios de falha de apoio entre colegas expõem fragilidades que vão além do indivíduo, revelando problemas de preparo, confiança e coesão.
Esses exemplos, ainda que distintos, convergem para um ponto comum: a dificuldade de sustentar vínculos baseados em compromisso genuíno. Não se trata de romantizar a amizade, mas de reconhecer que ela exige algo que não se encontra pronto nas prateleiras, tempo, responsabilidade e presença concreta.
Em última análise, a amizade verdadeira não é produto de conveniência, tampouco mercadoria disponível ao primeiro alcance. É construção contínua, feita de escolhas consistentes e atitudes que resistem à pressão. E, justamente por isso, quando surge, merece ser tratada como aquilo que de fato é: um bem raro e valioso.

Existem três formas diferentes para você conhecer uma pessoa.
A primeira, através dos amigos:
Através dos amigos você vai conhecer uma pessoa pelas suas qualidades e tudo que ela tem de melhor para oferecer, pois embora conheça os suas imperfeições e seus defeitos, os amigos sempre ressaltam aquilo que Lis é mais relevante.
A segunda, através dos seus inimigos:
Através dos seus inimigos você vai conhecer as imperfeições e os defeitos da pessoa, pois embora conheça as suas qualidades, os inimigos vão apresentá-la ressaltando aquilo que lhes é mais relevante..
A terceira, através da convivência com a pessoa:
Através da convivência você vai conhecer as suas qualidades, imperfeições e defeitos, formar a sua própria opinião sobre a mesma e apresentá-la aos demais levando em conta aquilo que mais lhe impressionou!: qualidades ou defeitos e fazer Bela uma pessoa amada ou, nem tanto!

O Abraço!

Abraço forte, abraço
apertado, abraço tímido.
Abraço de amigos,
abraço de irmãos.
Abraço de mãe,
abraço de colegas,
abraço de paixão.
Abraço que libera
ocitocina.
Abraço que libera
dopamina.
Abraço que te faz
melhor!
Abraço que cura!
Abraço que te inclui.
Abraço que te fortalece!
Abraço que te
encoraja!
Abrace mais as
pessoas que você ama!

James Alessandre

Quer ser alguém na vida?


Não espere que seus amigos,
façam escadas para o seu sucesso.
Quer ser alguém na vida?


Então construa você mesmo, os seus degraus.
Não esqueça que o seu maior inimigo,
está colado com você; ao redor da sua mesa.


Seu nome é: Inveja e essa praga, se fez presente no Paraíso, e permanece entre nós. Dentro das salas de aulas,
nos locais de trabalho e até mesmo nos templos religiosos.


Por isso não revele seus sonhos para ninguém,
deixa que eles se realizem, porque infelizmente;
vivemos cercados de olhares malignos.
Lembre-se de José do Egito foi revelar seus sonhos para sua família, e acabou sendo vendido pelos seus irmãos.




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ANTÔNIO ARAÚJO DE SOUZA
TONNY SOUZZA

"A liberdade é como o ar: só se percebe quando começa a faltar!"

Meus amigos, ouçam bem estas palavras!
A LIBERDADE — esse bem supremo, esse sopro divino que alimenta a alma humana — é, muitas vezes, tratada com descuido, como se fosse eterna, indestrutível, garantida!
Mas saibam: nada é mais frágil do que a liberdade quando o povo se torna indiferente!

Assim como o ar que respiramos, ela é invisível, silenciosa, vital!
Enquanto o oxigênio entra em nossos pulmões sem esforço, esquecemos o privilégio de respirar.
Da mesma forma, enquanto andamos, falamos e pensamos livremente, ignoramos o sacrifício de tantos que deram a vida para que hoje pudéssemos fazê-lo!

Não esperem o sufocamento moral, o cerceamento das ideias, a mordaça disfarçada de ordem — para lembrar do valor do ar que respiramos!
A verdadeira vigilância é o exercício diário da gratidão e da coragem!
É a ação consciente de quem entende que a liberdade não se herda: defende-se!

Portanto, reflita!
O que você tem feito com a liberdade que possui?
Tem usado sua voz com responsabilidade, com honra, com propósito?
Ou apenas respira, alheio, enquanto outros decidem o ar que você vai respirar amanhã?

A liberdade, meus amigos, é o oxigênio da dignidade humana!
E quando faltar — ah, quando faltar! — será tarde demais para reclamar.
Por isso, defenda-a HOJE, com coragem, com verdade, com o coração ardendo de amor pelo que é justo e pelo que é seu!

Meus amigos!


Prestem atenção!


Não estamos diante de uma reflexão comum,
não estamos diante de um exercício retórico vazio—
estamos diante de uma realidade moral inescapável!


Os tempos mudam? Mudam!
As sociedades evoluem? Evoluem!
Os sistemas se sofisticam? Sem dúvida!


Mas há um elemento— um elemento central, absoluto, irrefutável—
que não se altera!


O juízo sobre as ações humanas!


E não se trata de opinião!
Não se trata de interpretação subjetiva!


Trata-se de consequência!


Está escrito— e quando está escrito, meus amigos, exige compreensão:


“Pesado foste na balança, e foste achado em falta!”


Ora, vejam bem!


Não foi por ignorância!
Não foi por ausência de recursos!
Não foi por falta de oportunidade!


Foi por escolha!


Escolha consciente!
Escolha deliberada!
Escolha reiterada ao longo do tempo!


E aqui reside o ponto central— prestem atenção!


Vivemos na era da informação!


Há conhecimento disponível!
Há normas estabelecidas!
Há sistemas estruturados!
Há mecanismos de controle!


E, ainda assim—


o que se observa?


A erosão da integridade!
A flexibilização da ética!
A normalização do desvio!


E não me venham— não me venham!—
com justificativas frágeis!


Não me venham com determinismo social!
Não me venham com a tese de que o meio define o indivíduo!


O homem íntegro—
é íntegro em qualquer ambiente!


Coloquem-no entre corruptos— ele não se corrompe!
Submetam-no à pressão— ele não se dobra!
Ofereçam vantagens— ele não se vende!


Porque integridade—
não é circunstancial!


É decisão!


Agora, eu lhes faço uma pergunta—
e respondam, não a mim— mas à própria consciência:


Quando foram colocados à prova—
o que fizeram?


Escolheram a conveniência?
Ou escolheram a verdade?


Optaram pelo silêncio confortável?
Ou assumiram a responsabilidade do que é justo?


Porque, ao final— e isso é inevitável!—


Não será o sistema que os julgará!
Não será o contexto que os absolverá!


Será algo muito mais rigoroso—


a coerência!


Coerência entre o que sabiam—
e o que efetivamente praticaram!


E contra isso—
não há argumento!
Não há defesa!
Não há fuga!


Portanto—


Se ainda há entendimento— utilizem-no!
Se ainda há tempo— corrijam o rumo!
Se ainda há consciência— alinhem-na com o que é justo!


Porque o futuro— não é previsão!


O futuro é consequência!


E a consequência começa onde?


No presente!


Na decisão correta!
Na postura firme!
Na integridade inegociável!


Reflitam! Ainda há tempo— mas não haverá desculpas!

Meus amigos…


O homem moderno atravessou séculos acumulando tecnologia, máquinas, estruturas, poder econômico, influência política — mas permanece dramaticamente atrasado naquilo que deveria constituir a base da civilização: a compreensão da própria condição humana.


Porque se o indivíduo ainda não percebeu que o sofrimento do outro nunca é um fato isolado — mas parte de uma degradação coletiva que alcança toda a sociedade — então ele ainda não compreendeu absolutamente nada da existência.


Nada.


Há homens que acumulam fortunas, cargos, títulos, prestígio social… e imaginam haver alcançado superioridade.


Ledo engano.


Muitos apenas sofisticaram a própria miséria moral.


Porque toda estrutura construída sobre humilhação humana inevitavelmente apodrece.
Toda ascensão fundamentada na destruição dos semelhantes já nasce carregando dentro de si o germe da própria queda.


Eis o erro central da civilização contemporânea:
confundir sucesso com grandeza.
Confundir vantagem com inteligência.
Confundir domínio com evolução.


Mas a História é impiedosa.
A Filosofia demonstra.
As Escrituras confirmam.


O homem que cresce esmagando outros não se eleva — apenas expõe publicamente a falência do próprio espírito.


Porque existe uma lei silenciosa governando a realidade humana:
toda ação produz consequência.
Toda violência retorna.
Toda corrupção interior cobra seu preço.


Mais cedo ou mais tarde.


E não se trata apenas de religião.
Trata-se da própria estrutura moral da existência.


As Escrituras apenas verbalizaram aquilo que a experiência humana comprova há milênios:


‘Pois todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão.’


Mas a espada não é apenas metal.


A espada pode ser a palavra usada para destruir reputações.
Pode ser a arrogância travestida de inteligência.
A manipulação psicológica.
A humilhação pública.
O desprezo frio.
A crueldade cotidiana transformada em normalidade social.


Há indivíduos que matam lentamente sem jamais tocar numa arma.


Destroem sonhos.
Aniquilam dignidades.
Corrompem consciências.
Ferem esperanças.


E depois perguntam por que o mundo se tornou insensível.


Ora…


Como poderia surgir uma sociedade saudável quando a competição substituiu a compaixão?
Quando o ego substituiu a consciência?
Quando o homem passou a admirar mais a esperteza do que o caráter?


O verdadeiro desenvolvimento humano não consiste em conquistar o mundo exterior enquanto o interior permanece bárbaro.


Porque existir biologicamente é automático.
Mas viver em sentido elevado exige consciência moral.


Exige responsabilidade.


Exige compreender que cada ser humano carrega dores invisíveis, batalhas silenciosas e limites que muitas vezes escapam ao olhar superficial.


A verdadeira inteligência não é dominar pessoas.
É compreender pessoas.


O verdadeiro poder não está em oprimir.
Está em preservar.


E o verdadeiro avanço civilizacional não ocorre quando o homem cria máquinas mais rápidas —
mas quando aprende a agir com menos crueldade.


Porque quem atravessa a Terra deixando apenas destruição talvez ocupe espaço na História…
mas jamais terá compreendido a essência da existência humana.


E ao final…


Tudo aquilo que foi construído sem humanidade inevitavelmente desmorona.

Posso ter mil defeitos, irritante, ansiosa,
nervosa, mas jamais abandonarei um
amigo, jamais deixarei de lutar por minha
felicidade, jamais deixarei de sonhar.
É hora de recarregar as baterias, acalmar
meu coração e agradecer a Deus pelo
milagre da vida, pelos amigos que tenho,
pelo dia maravilhoso de hoje.

Boa noite e lindos sonhos.

Em momentos Felizes... amigos...
Nos momentos tristes... amigos.
Eles sempre estão comigo em todos
os momentos de minha vida, bom ou
ruim são eles que me animam, me
alegram me colocam para cima,
enche o saco as vezes, mais
eu amo eles. São anjos em minha
vida, me cobrem com suas assas
quando quero ficar sozinha, me
acalmam nos momentos de
tribulações. São iluminados
por Deus. Que Deus os proteja
sempre meu anjo bom.

❝ ...Pedi a Deus para me enviar bons amigos,
que me tire desta solidão e que seja amparo
e luz. Deus foi além, me enviou um anjo, um
anjo bom cheio de amor e ternura. Meus dias
se encheram de alegria, aconchego e paz, tudo
isso graças a Você meu doce e lindo Anjo...❞
Autoria: Eliana Angel Wolf

Boa tarde amigos meus

❝ ...Sabe aquela tarde linda,
colorida, brilhante e recheada
surpresas? Então é o que
te desejo, que seja doce,
leve, um aroma suave de flores
e tranquilidade no ar e aquele
cheirinho de noite chegando,
e certeza que o dia foi bom,
a tarde ótima e ao chegar a noite...
Hum-mm ela promete muito mais.
Linda tarde anjos...❞

---------------------------Eliana Angel Wolf

SICATRIZES DE UM SORRISO


Amigo é como uma flor perfumada,
Em dia de chuva, ele sabe sorrir comigo.
Às vezes, choramos juntos em silêncio,
E nossas almas se entendem sem precisar de palavras.
Sonhamos os mesmos sonhos enquanto caminhamos,
Quero dividir tudo o que o mundo tem com você.
A verdadeira amizade conhece a nossa alma,
Sabe a dor escondida por trás de um sorriso triste,
Você é quem conhece tudo em mim.
Ser amigo, é ser como uma flor perfumada,

Em dia de chuva, ele sabe sorrir comigo.
Às vezes, choramos juntos em silêncio,
E nossas almas se entendem sem precisar de palavras.


Sonhamos os mesmos sonhos enquanto caminhamos,
Quero dividir tudo o que o mundo tem com você.
A verdadeira amizade conhece a nossa alma,
Sabe a dor escondida por trás de um sorriso triste,
Você é quem conhece tudo em mim.


A verdadeira amizade cura a nossa alma,
Você é o suporte firme da minha vida.
Sabe entender a dor por trás de um sorriso triste...


Obrigado por nunca ter desistido de mim,
Obrigado por ter ficado ao meu lado até o fim...
-------- Eliana Angel Wolf

Boa noite amigo! É um grande prazer prá mim estar aqui lhe escrevendo essas linhas. A música raiz, essa sim, a verdadeira música raiz, mora em nossas almas de caipiras de verdade vindos lá da roça, e, com certeza, vai nos acompanhar até o último suspirar, como o fizeram vários antepassados nossos, tais como, Tonico e Tinoco, Zilo e Zalo; Vieira e Vieirinha; Zico e Zeca, etc.
Abraços fraternos.

Amigos e amigas! Graças ao Bom Deus, cheguei rapidinho à casa dos sessenta, e, quanto a isso, tomei a seguinte decisão, in verbis:

Não farei nenhum recurso, tendo-se em vista que esse "Decisum", é irrecorrível, bastando-me apenas cumpri-lo na íntegra, o que farei com o maior prazer, esperando chegar até os 70 anos, pelo menos, com um comportamento semelhante ao do primata, de cuja origem todos nós viemos, segundo Darwin e sua teoria da evolução, de que os primeiros antepassados do homem, são algumas raças de antropóides ascendentes dos símios que ainda existem no mundo.

Amigos e amigas!

Lamentavelmente, tenho a dizer que, pelo visto, todos sairão impunes por falta de provas convincentes para embasar a condenação dos supostos Réus do Mensalão. Isso porque, vivemos num país onde somente os ladrões de galinha e de iogurte em Supermercados, são considerados culpados e condenados pelo Poder Judiciário, já que as Leis criadas pelo Poder Legislativo, são favoráveis aos ricos e famosos deste nosso Brasil Varonil, os quais têm como custear os melhores advogados da Nação Brasileira para defendê-los de seus atos tidos como de improbidade por nós leigos mortais.

Fiquem de olho neles!!! Abraços fraternos.

Amigos e amigas de Facebook e a quem mais possa interessar:

Gostaria de humildemente, fazer de público o meu pedido de desculpas ou mesmo de perdão a quem por acaso ofendi com minhas brincadeiras ou pelo jeito brincalhão de ser, durante a Campanha política para o Pleito Eleitoral de 07 de Outubro próximo. Sei que estamos num país democrático e num município abençoado por Deus, o qual escolhi para morar e criar minha família dignamente. Às vezes cometemos alguns excessos e, na empolgação, escrevemos ou falamos coisas com as quais, sem querer, magoamos o nosso próximo, e, como tudo passa a política também passa, ficando para trás somente as cinzas do que falamos ou fizemos durante a disputa eleitoral. E as amizades, como ficarão? E o amor ao próximo como ficará?... Pensemos nisso e lutemos firmes pelos nossos ideais, porém, com lealdade, respeito e ética, buscando sempre o melhor para nós, nossos filhos e netos que houverem e a população em geral.

Abraços fraternos.

Amigos e amigas de Facebook!

Agora que passou a política, a poeira baixou, o ar parece estar até mais puro, é hora de respirar fundo e fazer um silêncio profundo, rezar, refletir e pensar melhor sobre todos os nossos atos, ações e omissões, pedir perdões pelas escritas ofensivas, falas e exarcebações, para poder tocar em frente sem deixar para trás ressentimentos, mágoas e ilações, haja vista que, no calor das discussões e nas defesas das idéias e dos ideais políticos, nem sempre usamos a nossa cabeça para pensar, ou mesmo, o coração para amar, a nós mesmos e aos nossos semelhantes, razão pela qual, peço-lhes humildemente desculpas e até perdão pelas vezes que ofendi a quem quer que seja, pois, concessa venia, não é de meu feitio ofender às pessoas do meu convívio do dia-a-dia, por mais importante que seja a causa por mim defendida.

Você que acabou de ler agora esse meu recado , sinta-se perdoado e eu, humildemente, aguardo também o seu perdão, pois, está escrito no Livro Maior: "Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento'' (Ef 4,26).

Abraços fraternos.