Cronica Escolas Gaiolas Escolas Asas Rubem Alves

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Batendo

as minhas asas

Tenho direção

E tenho uma

vida toda

Para seguir rumo

E sem temer nada

A rota do sol

para ser alcançada

Tenho coração

Bússola e uma poesia

Para transformar

a vida em canção

Em música solar

Bem no meio das montanhas

E proteger o nosso

amor do mundo

E de todas

mil artimanhas.



Batendo as minhas asas

Tenho direção

Tenho leveza

E tenho ternura

suficiente

Para ganhar

o seu coração

E sem temer a vida

A rota do sol

é a saída

Mais do que

o meu coração

Bússola e poesia

Para transformá-la

em emoção

E numa loucura

de paixão

E toda a oração

em poesia solar

No topo das montanhas

E enlevar o nosso

amor para o mundo

Para que ninguém

desista de carregar

E se orgulhar

que carrega o amor

mais profundo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Como o barco que cruzou o [oceano

as asas da pomba bateram voo,

Como o tempo que não volta atrás

as areias se foram pelos dedos,

Como o curso do açude [desviado

as flores do jardim brotaram,

Regadas pela força do destino traçado.



O corpo dele é o meu cais,

Da boca desenhada sairão

Os mais eloquentes ais...



Das poções coralinas carregadas

para à beirinha da Praia de Salinas,

Dos amores que ficaram para trás,

existe apenas um que há tempos

- espero -

De um jeito que só ele sabe que é capaz.



O sorriso dele ao Sol

É o próprio Sol

A enfeitar o arrebol...


A existência dele é celeste

criada para servir à Humanidade,

Desde que eu o conheci

nunca mais fui mulher,

mudei de endereço,

mudei até de nome:

- Hoje respondo apenas por saudade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não havia me dado conta:

que nasci com um belo

- par de asas -

Nunca desejei fugir de nada,

a não ser em busca da paz

e de um destino que me valha;

Ir embora não significa fugir,

é seguir em frente - infrene,

é saber o caminho a seguir;

em busca do que o covarde

não tem coragem, é não desistir!



Não havia me dado conta:

que nasci alma delicada

- e guerreira

Da mesma forma que eu brincava

por horas com a espada,

Sabia apreciar a minha bailarina

dançando na caixinha de música

feita de ferro, com pérolas e prateada.



Não havia me dado conta:

Ainda há quem agrida a minh'alma

feita de fogo e de fé,

Ainda há quem duvide da minh'alma

feita de rosas e jasmins,

Cheia de surpresas para quem planta,

Surpreende durante a colheita

vou decorá-la com os mais belos jardins.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sou presa de mim,

Nada me prende,

Sou feita de poesia,

Asas não criei,

Não sumi da pena,

Se ele aparecer

Para me soltar,

Nada mais sei,

sorrir ou inventar.



Dançando no abismo,

Sentimento revelado,


Alçando o estribilho,


Momento recordado.



Nada mais além

De mim e dele,

Na boca a sede:

Do beijo angélico

Que não provei,

Do abraço quente

Ainda guardado

para o amor divino.





Escrevo de mim


Para a largada,


Salto de partida,

Palavra reconhecida.





Egressa de mim,

Nada me prenderá,

Livre do passado,

Revoada do recomeço,

Nada me impedirá

De viver a toda hora,

Em todas as escalas

E de todos os planos,

Não quero mais enganos.



Alma lá da sacada,

Cabeça reerguida,

Vitória sobre o ego,

Estou amadurecida.



Nos teus olhos titânicos,

Eu vejo a cor do amor...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Toma toda a liberdade,

Dê asas a tua [vontade!

Toma toda a coragem,

Dê asas ao teu desejo!

Mata toda a tua [fome,

Brinde o quê te consome.



Existe um oceano imenso,

Que nos [separa...,

Existe um mistério intenso,

No fundo sabemos de tudo

O destino nos espera:

- O coração se [prepara!...



Toma toda a liberdade,

Respira profundamente,

Tens a minha poesia,

A malícia e a maturidade,

Leva de mim o beijo

De alguém que te quer

Inteiro e de [verdade].

Inserida por anna_flavia_schmitt

A liberdade tem asas,

- ela pode voar

Ela tem asas de ouro,

À prova de desdouro.



Liberdade é um canto,

Que não há como calar,

Ela pertence ao ser humano,

Isso ninguém pode negar.



A liberdade ignora amarras,

- ela é constelação solar

Ela segue para todos os cantos

É livre para vivenciar – flutuar.



A liberdade é um mistério,

À prova de bala,

E de bomba a-tô-mica;

É beleza de gente indignada,

Que subverte a moral catatônica.


Existem pessoas que lutam

Pela liberdade,

E que depois passam a se identificar

com os seus algozes;

Assim, desse jeito, segue o triste

curso da História da [Humanidade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Aquele som não lhe era estranho..
trazia com ele um punhado de memórias, daquelas guardadas, em segredo, bem lá no fundo do tórax...cada pio era uma varrida naquele apreço escondido pelo tempo e distância dos rumos opostos.
A vida quis assim, mas o canto do sabiá sentenciava que memórias, mesmo trancadas, nunca serão como um objeto desvalido...mesmo distantes e escondidas, conseguem carregar cheiro, som, forma...memórias são vidas imateriais, tangíveis ao coração.
O maestro sabiá cantava-lhes os ouvidos, tocando a mente e o coração...vinha o cheiro de mato e a brisa do mar abraçado por um pão de açúcar...ah, sabiá...seu sobrenome profetizava: duvido comer uma laranja tão saborosa em sua vida, duvido!
Sabiá estava certo, nunca mais em sua vida o gosto daquela fruta foi tão saboroso...é um deleite só de lembrar...
O regente cantou por muitos anos, depois silenciou-se... agora resolveu fazer um espetáculo a um tantinho da janela daquele que sabe o quão especial foram os dias de suas sinfonias...Será um bom presságio? Será que estás a perguntar pelas asas que deixara em algum lugar?
Passarinho, minhas asas não encolheram... meu coração que anda tímido.

Jesus veio ao mundo nos ensinar a voar.
Buscai as coisas do alto (Col. 3, 1), diz o Apóstolo.
Sejamos, pois, como o passarinho, sigamos rumo aos céus, deixando o que passa passar.
Se cremos, já alçamos o primeiro voo.
Descobrirão tarde àqueles que não creem que é justamente a nossa fé
as asas que Deus nos deu para alcançar o impossível.
Preparado para o voo?

Uma libelulazinha entrou na sala da minha casa.
Mal aprendeu a voar, ainda treinando o movimento de suas asas.
Fica sobrevoando, cuidadosamente, próximo à janela e portas de entrada.
Pousando no alto das paredes, quase no teto.
Libelulazinha esperta! Nem parece que há pouco ainda era um feto.
Um pouco inquieta voa, mas tranquila pousa.
Confiante de que em breve irá encontrar a saída.
Ou talvez nem queira ir embora e esteja apenas se familiarizando.
E aqui continua ela, de um lado a outro, ziguezagueando.
Dizem que simboliza mudança, prosperidade, amor e felicidade.
Que insensibilidade a minha, querer que ela vá zanzar em outro canto.
Pode ficar quanto quiser e enquanto isso vou te admirando.
Como é bela essa pequena libélula!
Trazendo elegância e esperança para esta Primavera.

Às vezes, só precisamos de um tempo só,
apenas para reoganizarmos a bagunça
acumulada de dentro.

Às vezes, só precisamos de um tempo só,
para entender que o caos interior não são areias que voam ao soprar do vento.

Às vezes, só precisamos de um tempo só,
para tentarmos entrelaçar as feridas do coração com a racionalidade de seguir em frente.

Às vezes, só precisamos de um tempo só,
para repousarmos e concentrar-nos em encontrar restos de nossos pedaços frágeis feitos vidros.

Às vezes, só precisamos de um tempo só,
para desenvolvermos nossa potência interior, e esperar toda a tempestade interior ir e manter a esperança em mares brandos.
Às vezes, só precisamos de um tempo só,
para curar nossas próprias asas e voar.

Às vezes, só precisamos de um tempo só,
para nadar até a superfície e pegar um pouco de ar.

Às vezes, só precisamos de um tempo só,
para sairmos do nosso próprio esconderijo ao meio do temporal.

Às vezes, só precisamos de um tempo só,
para entendermos que não somos um projeto falho e inacabado.

Árvore
Fui árvore.
Suscetível aos ventos.
Sustentei-me com as próprias raízes.
Fui sombra.
Fui pouso de pássaros.

O último bando me trouxe asas.
Alcei voo.

Não conheço mais limites
Nas asas poéticas da imaginação.

Voa poesia.
Bate teus versos.
Iça o poeta
Às nuvens de inspiração.

Temos amigos que nos encheram de amor,
Carinho e com eles (mesmo que em um tempo distante),
Nos fez importantes e isso prevalecerá
Quando o véu do tempo encobrir
O que fomos e nos torne diferentes.

Os amigos que habitaram
Às nossas asas (em outros tempos),
Não sairão de onde os colocamos
E não podemos mais tirar.

Ao lado das asas se ouve
As batidas mais belas do som
Do coração.

(…) é preciso,
Com urgência
hidratar a vida!
Deixá-la leve…
Fresca.
Com perfume
de flores do campo.
É preciso que a
felicidade chegue logo.
Pois o tempo voa!!
E de asas podadas não
se sonha..
Fecha os olhos
e sonha o melhor sonho…
Traga-o para sua realidade!
Sirva-o seu melhor momento.
Brinda a vida!!

NO #ENTARDECER #DAS #HORAS

Ainda que não haja brisa nenhuma...
E os nossos sentidos criarem uma ilusão...
Bastaria sentir com clareza a vida...
Para já hoje não querer partir...
Tamanha emoção...

Quando chega o entardecer...
Há um silêncio profundo a orar...
No céu voam em bando as andorinhas a bailar...

Uma estrela vai nascer...
Nunca lhe esqueço...
Vou lhe dizer...
Sempre estou a lembrar...
Sempre irei amar você...

Quem determina o belo e o feio?
Quem determina o que há de ser?
Quero me enfeitar de miríades...
Quero dançar sob a lua...
E assim, minha alma, também será sua...

Tudo isso deixa meu coração feliz...
E da magia...
Já não sou só um aprendiz...

Uma coisa te peço; de mim nunca se esqueças...
Diga que guardará em segredos meus sussurros...
E que eles lhe deram doces sentido...
Junto aos seus ouvidos...

Se minha alma criar asas e se arrebatar...
Para bem longe, minha jornada...
Que um dia se fará...
Levarei também comigo...
Lembranças de seus sorrisos...

De minha parte, hoje o que mais quero...
Ao dormir, lhe ter junto aos meus sonhos...
Nem me dar conta das horas de carinhos...
Desse amor por ti...
Tão puro...
Contigo.

Eclipse

Olho no espelho
E não me vejo
Não sou eu
Quem lá está

Senhores
Onde estão os meus tambores
Onde estão meus orixás
Onde Olorum
Onde o meu modo de viver
Onde as minhas asas negras e belas
Com que costumava voar

Olho no espelho
E não me vejo
Não sou eu
Quem lá está

Senhores
Quero de volta
Os meus tambores
Quero de volta

Os meus orixás
Quero de volta
Meu Pai Olorum
Em seu esplendor sem par
Quero de volta
O meu modo de viver
Quero de volta
As minhas asas negras e belas
Com que costumava voar

Olho no espelho
E não me vejo
Não sou eu
Quem lá está

Séculos de destruição
Sobre os ombros cansados
Estou eu a carregar
Confuso sem norte sem rumo
Perdido de mim mesmo
Aqui neste lado do mar
Um dia no entanto senhores
Eu hei de me reencontrar.

Nos encanta com suas cores
e sua bela simetria
Parece tão delicada
mas é capaz de alterar o clima
com o simples bater de suas asas
Da lagarta que rasteja
que se mantém enclausurada,
até romper o casulo transformada
é um capricho da natureza
uma verdadeira flor que voa
um grande mistério, a borboleta!

Meu coração eternizou seu olhar
meu beijo ficou preso no seu ...
Naquela noite em que o desejo
foi se moldando no dia
E a noite se fez em nós.
Aprisionados pela paixão
que nós levou ao ato de amar
Virei refém voluntária
Deste amor que me deu asas
Mais me tirou o céu...
Você aquela febre queainda
seca na boca e arde na pele.
Te vejo .Te sinto.Desenhado
estranhamente laçando...
A minha alma na tua ...

“A poeira testifica a vontade do chão de ganhar os céus.
A flor se realiza em seu pólen pegando carona nas abelhas
para que seu fruto não nasça sem antes ter a sensação dos ares.

Tudo que existe anseia as alturas.
Assim, o pensamento em mim.

Meu pensamento criou asas,
fez minha alma voar.
Minhas palavras, essas sim, caminham.
Por isso no poema quando você é o tema
Nunca sei se vou ou se voo. “

“A flor se realiza em seu pólen pegando carona nas abelhas
para que seu fruto não nasça sem antes ter a sensação dos ares.
A poeira testifica a vontade do chão de ganhar os céus.
Tudo que existe anseia as alturas.
Assim, o pensamento em mim.

Meu pensamento criou asas,
fez minha alma voar.
Minhas palavras, essas sim, caminham.
Por isso,
Não sei se por dom ou por oficio,
quando você é o tema
Nunca sei se vou ou se voo. “

"Soube que era saudade
quando houve perdão sem ocorrer pecado.
Quando notei que a lua não respeitou o dia.
Quando as asas antecederam o pássaro.
Quando o beijo chegou antes dos lábios.
Quando fiz duas porções para jantar só.
Quando houve dicotomia e minha alma se apresentou sem corpo.
Quando meu corpo sentiu o que meus olhos não enxergaram.
Quando fechei os olhos para enganar o meu cérebro.
Quando vi sua foto e a memória quis encarnar."