Críticas

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⁠Quando uma cobrança ou crítica...
Quando um reconhecimento ou elogio...
Tiverem o mesmo significado para você.
Ao mesmo tempo, com o mesmo peso ou a mesma importância...
Nesse dia, você entenderá o que significa felicidade.
Esse breve momento de sucesso sincero que poucos podem perceber. É exclusivamente seu.
É quando a gratidão não pode ser friamente pensada, e sim, naturalmente praticada como a naturalidade necessária de respirar.

Inserida por filipe_menezes_1

⁠A idealização finaliza o que nem chegou a começar; por vezes a crítica realizada ao outro é o reflexo de si mesmo .
O autonhecimento é um passo difícil de ser iniciado , mas pode ser o caminho para entender que tipo de relacionamento a pessoa está procurando.
Não existe pessoas perfeitas , mas sim pessoas com qualidades e defeitos, que estão em busca de sua melhor versão.
Ainda bem que somos mutáveis!

Inserida por ISLENESOUZA

⁠Raízes do Futuro

Criticam os homens da geração presente,
dizem que faltam pulso, honra, ser decente.
Mas antes de apontar o dedo, julgar, ferir,
é preciso olhar pra origem, onde tudo vai surgir.

Lá no berço da infância, no colo do lar,
é que o homem começa a se formar.
Mas se a mãe não ensina o que é limite e valor,
cresce um menino sem rumo, sem amor.

Antigamente, bastava um olhar severo,
um castigo firme, um exemplo sincero.
Hoje se vê rebeldia com aplauso e sorriso,
como se respeito fosse algo indeciso.

Educar não é calar com violência ou dor,
mas é mostrar com firmeza o que tem valor.
Ser homem não é gritar ou impor poder,
é saber o momento de calar, de entender.

Mãe que protege em excesso, sem direção,
acaba por moldar uma geração
que teme esforço, foge de cobrança,
e troca maturidade por pura arrogância.

Mas há esperança, sim, em meio ao caos,
se mães e pais forem guias reais.
Educar é amar, mas também é corrigir,
é preparar pro mundo, e não só iludir.

Inserida por bruno_silvestre

Continue. Eu estou contigo.
E nada — nem cansaço, nem abandono, nem críticas — pode parar o que Eu estou fazendo através de você.

Inserida por gelmacarvalho

⁠"Vamos começar a fazer a Crítica Reversa? Ao invés de criticar, podemos falar uma qualidade de uma pessoa?"

⁠Só conseguiríamos avaliar o ser humano em toda a extensão da sua bizarrice, com uma lupa crítica de extraterrestres de outras galáxias.

⁠"homem não chora"...
Uma das frases mais criticadas e incompreendidas na sociedade atual, mas que eu acredito que deveria sim ser dita não só aos meninos, mas às meninas também, com apenas uma leve adaptação para:
"Adulto não chora".
Toda criança quer ser tratada como adulta, mas, quando adulta, ficar chorando não vai resolver os problemas, apenas fechar a cara e enfrentar a realidade é que pode trazer a solução.
Tal frase era dita aos meninos porque por muito tempo o homem foi o símbolo de provedor e protetor da família, aquele que detinha a obrigação de não se deixar abater diante de problemas, sair e trazer o sustento pra dentro de casa, pagar as contas e defender mulher e filhos de perigos externos, por isso eram ensinados desde cedo a não se perderem em meio as dores da vida e manterem a cabeça erguida
Hoje temos diversos tipos de estruturas familiares, o homem já não é exatamente o centro em todas as bases de estruturas familiares, logo devemos ensinar aos futuros adultos que a vida adulta não é só liberdade, é também esforço, cobranças, responsabilidades e sacrifícios, só um pouco dela é realmente liberdade, felicidade e gozo.
Adulto não chora.

Inserida por guilhermeespinosa

⁠Mulher nenhuma tem que reprimir a sua essência pra atender exigências críticas de macho escroto. Nem sempre existe algo errado nos seus hábitos, no jeito que você age, fala ou se comporta, às vezes, o erro está na forma distorcida que te olham. Não se diminua, inferiorize, se culpe ou se julgue só por causa da forma errada que te vêem. Existem olhares feios e incapazes de ver beleza até em uma flor, imagina em você. Sempre que achar que precisa mudar, mude, a vida é feita de mudanças, mas mude por você e não para agradar pessoas maldosas, desprovidas de bom senso, empatia e amor ao próximo.

Inserida por ednafrigato

⁠Às vezes, a gente precisa ser mais compreensivo com as pessoas, sabe? Saber ouvi-las sem críticas e sem julgamentos. Apenas ouvir e mostrar que elas podem contar com você.

Algumas pessoas carregam bloqueios e traumas do passado ou do presente, e muitas das vezes não sabem o que fazer. Passar essa empatia e segurança pra elas é muito importante. Isso vai ajudá-las a ter força pra vencer esses problemas.

Isso vai manter uma relação familiar ou amorosa saudável e duradoura.

Inserida por viniciuscp23

⁠Sempre falo sobre disciplina, e em todas as minhas palavras, carrego uma auto-crítica. Sei da sua importância, mas também sei o quão difícil é mantê-la, especialmente para quem é excessivamente crítico consigo mesmo.

Inserida por Cleycielle_Lourenco

⁠Resenha Crítica: O Banquete, de Platão
Por João Moura Júnior

O Banquete, de Platão, é um dos diálogos mais conhecidos da filosofia ocidental. A trama se passa em uma espécie de reunião festiva, onde sete personagens se revezam em discursos sobre o Amor (Eros). Entre eles estão Fédro, o primeiro a falar; Pausânias, que distingue entre dois tipos de amor; Erixímaco, que tenta dar um tom médico e universal à força do amor; Aristófanes, que apresenta um mito cômico sobre as “almas gêmeas”; Agatón, que entrega um elogio poético; e, finalmente, Sócrates, que, como de costume, desconstrói as falas anteriores para apresentar uma visão filosófica mais profunda, supostamente ensinada a ele por Diotima, uma mulher sábia. Por fim, chega Alcibíades, já embriagado, elogiando Sócrates de maneira apaixonada, revelando mais sobre o filósofo do que sobre o Amor em si.

Apesar do prestígio da obra e de seu lugar cativo nos estudos filosóficos, é importante pontuar críticas que raramente são levantadas. A primeira delas é o cenário: um banquete regado a vinho, onde os discursos, embora inicialmente bem intencionados, em muitos momentos se perdem em devaneios. Homens embriagados discutindo sobre um dos temas mais complexos da existência, o Amor, pode até parecer provocador ou ousado, mas resulta, na prática, em falas que mais se aproximam de vaidades infladas do que de sabedoria autêntica.

É evidente que há momentos de beleza literária e até reflexões profundas, principalmente no discurso socrático. Diotima, por meio de Sócrates, apresenta a famosa escada do amor, uma jornada que vai do amor físico ao amor pelo saber, até alcançar a contemplação da Beleza em si. No entanto, esses momentos são precedidos e sucedidos por falas que, muitas vezes, parecem desconexas, repetitivas ou baseadas em achismos emocionais. A embriaguez que se intensifica ao longo da obra simboliza, de forma irônica, o quanto a razão pode ser abandonada facilmente em meio à celebração, algo que deveria soar como alerta, mas é romantizado por Platão.

Outro ponto a se considerar é a completa ausência de vozes femininas reais. Diotima é mencionada, mas não está presente e, ao que tudo indica, pode até ser uma criação retórica de Sócrates. A filosofia, nesse contexto, é apresentada como um clube masculino, fechado, elitista e orgulhoso. A experiência amorosa feminina, assim como outras perspectivas não contempladas (como as do povo comum, os marginalizados ou os mais jovens), são ignoradas. Isso empobrece o debate, que poderia ser mais contagiante e mais conectado com a realidade da sociedade.

João Moura, ao ler O Banquete, compreendeu os fundamentos filosóficos do diálogo, especialmente no que tange à elevação do amor como impulso para o conhecimento e a verdade. No entanto, ficou com a sensação de que a obra é mais celebrada pela forma do que pelo conteúdo. A retórica, o estilo literário e o carisma dos personagens encobrem uma fragilidade conceitual: o discurso filosófico sério cede lugar a um jogo de vaidades, elogios mútuos e declarações etílicas.

A filosofia, para ser útil e transformadora, precisa estar enraizada na experiência concreta das pessoas. Deve surgir não em jantares refinados ou apenas em academias fechadas, mas nos becos, nas praças, nos ônibus lotados, nos corredores das escolas, nas conversas com quem vive à margem do pensamento acadêmico. Deve ser questionadora, mas também acolhedora. Deve incomodar, mas também inspirar. E acima de tudo, deve respeitar a lucidez, não se deve discutir o Amor (ou qualquer outro tema essencial da existência) sob o efeito do vinho, nem com o ego mais inflado que a razão. Com isso, cito quatro frases com o mesmo sentido, para que complemente o entendimento:

“A embriaguez enfraquece o compromisso com a razão e abre espaço para discursos sem clareza ou profundidade.”

“Sob o efeito da embriaguez, a razão perde o protagonismo, e o discurso se torna refém da emoção e do impulso.”

“A embriaguez desfoca o olhar racional, permitindo que a vaidade e o desatino ocupem o lugar da reflexão lúcida.”

“Quando a mente se turva pelo vinho, a razão é deixada de lado, e o pensamento se embriaga junto com o corpo.”

Assim, O Banquete se torna mais um retrato de sua época do que um convite atemporal à reflexão. Seu valor histórico é inegável, mas seu conteúdo deve ser lido com criticidade e contextualização. Afinal, como disse João Moura: “A Filosofia precisa se levantar da mesa do banquete e caminhar até onde a vida realmente acontece.”

Inserida por jsmj

⁠É no silêncio que se trabalha. Se tiver um sonho, se cale, não fale.
E sempre que as críticas forem duras, sejam direcionadas para lhe ferir, se cale, apenas siga e se foque.
Os que lhe disseram "Não vais conseguir", eles mesmos vão vir atrás de vc.
Não permita que entrem em sua vida novamente, não semeie tempestade, apenas continue sua jornada.
A vitória foi sua e o mérito é seu.
🙏

Inserida por MaryGoncallves

⁠"Nem sempre, mas às vezes, a crítica é o resultado de uma incapacidade de produzir, ou de uma defesa contra a própria inferioridade.”

Inserida por igoremmanuel

⁠Resenha Crítica: O Banquete, de Platão
Por João Moura Júnior
O Banquete, de Platão, é um dos diálogos mais conhecidos da filosofia ocidental. A trama se passa em uma espécie de reunião festiva, onde sete personagens se revezam em discursos sobre o Amor (Eros). Entre eles estão Fédro, o primeiro a falar; Pausânias, que distingue entre dois tipos de amor; Erixímaco, que tenta dar um tom médico e universal à força do amor; Aristófanes, que apresenta um mito cômico sobre as “almas gêmeas”; Agatón, que entrega um elogio poético; e, finalmente, Sócrates, que, como de costume, desconstrói as falas anteriores para apresentar uma visão filosófica mais profunda, supostamente ensinada a ele por Diotima, uma mulher sábia. Por fim, chega Alcibíades, já embriagado, elogiando Sócrates de maneira apaixonada, revelando mais sobre o filósofo do que sobre o Amor em si.
Apesar do prestígio da obra e de seu lugar cativo nos estudos filosóficos, é importante pontuar críticas que raramente são levantadas. A primeira delas é o cenário: um banquete regado a vinho, onde os discursos, embora inicialmente bem intencionados, em muitos momentos se perdem em devaneios. Homens embriagados discutindo sobre um dos temas mais complexos da existência, o Amor, pode até parecer provocador ou ousado, mas resulta, na prática, em falas que mais se aproximam de vaidades infladas do que de sabedoria autêntica.
É evidente que há momentos de beleza literária e até reflexões profundas, principalmente no discurso socrático. Diotima, por meio de Sócrates, apresenta a famosa escada do amor, uma jornada que vai do amor físico ao amor pelo saber, até alcançar a contemplação da Beleza em si. No entanto, esses momentos são precedidos e sucedidos por falas que, muitas vezes, parecem desconexas, repetitivas ou baseadas em achismos emocionais. A embriaguez que se intensifica ao longo da obra simboliza, de forma irônica, o quanto a razão pode ser abandonada facilmente em meio à celebração, algo que deveria soar como alerta, mas é romantizado por Platão.

Inserida por jsmj

⁠Quem está produzindo não tem tempo de ficar criticando o trabalho dos outros.

Inserida por FernandoVitolo

⁠A juventude traz uma abordagem crítica e necessária para a política.

Inserida por JonesDonizette

⁠Demasiadas certezas, num mundo com tanta ignorância e dúvida. Críticas em demasia, onde plantas nunca argumentam. A quietude é sólida - assim como o conhecimento e a sabedoria. Pois eu… nada sei.

Inserida por domingos_costa

⁠Sonhar alto com os pés no chão é o que os vencedores fazem. Quem critica é quem parou no tempo.

Inserida por isaqueramon

⁠E se em vez de criticar, você tentasse crescer também?

Inserida por isaqueramon

⁠Acidez crítica, bem-humorada e inteligente é como molho agridoce.
Faz bem para o umami das papilas gustativas.