Criar
"Parar de pensar só no dinheiro é o primeiro passo para criar projetos sustentáveis e geradores de renda para a comunidade."
"Oferecer capacitação gratuita é criar uma ponte direta entre quem tem uma ideia e quem precisa de um mercado para vender o seu produto."
"A verdadeira força de uma comunidade está em criar pontes para que o pequeno empreendedor de hoje seja o grande gerador de empregos de amanhã."
Cada um criar suas proprias vontades, seus proprios prazeres, seus proprios conceitos... Precisamos somente respeitar o que cada um pensa e o caminho que cada um que seguir!!!
O grande perigo em se criar cobras é que o calcanhar pode estar desprotegido quando elas estiverem famintas.
Só não fuja de mim...
Quando eu me aproximar,
depois de criar coragem
e falar do nada,
mesmo sem sentido algum...
Não precisa me responder.
Pode fingir que não me ouviu,
pode se calar
para não me magoar...
Com palavras
não pensadas,
ditas da boca para fora,
jamais do coração,
que saem como defesa.
Defende-se de um sentimento
que é cura,
não tormento.
Pode ficar quieto, parado,
e até me ignorar,
mesmo que eu não saiba o porquê:
se é amor, desejo ou desprezo...
Já não me importa tanto.
Posso até me enganar,
sem conhecer o real motivo.
Apenas fique.
E não fuja de mim!
Matar fantasmas e criar sonhos
“Deveria ter que sacrificar 27 alunos apenas por um?”
Sinceramente, prefiro acreditar que essa frase não tenha sido dita em referência às crianças com deficiência, porque isso, além de injusto, ignorante e preconceituoso, seria desumano.
Na verdade, falou muito e não falou nada...
Não sei se falou de crianças com deficiência, das mais agitadas ou, quem sabe, daquela criança quietinha, lá no canto. Enfim, tudo é relativo.
Já trabalhei em diferentes situações, e a minha opinião não muda: para mim, o que mais atrapalha a minha sala de aula são a direção e os pais. As crianças serão sempre a melhor parte!
No meu processo de ensino, não coloco todas no mesmo “saco”, porque cada uma é única, com sua própria bagagem de vida, suas necessidades e suas peculiaridades.
Não, eu não sou uma superpessoa, mas faço sempre o melhor que posso. E, se a minha meta é ensinar, eu vou ensinar! Da maneira que o Joãozinho consiga aprender e que a Maria fique feliz.
Não me importa transformar a sala de aula em um palco ou em um circo, porque não estou ali como telespectadora: faço parte da festa! Brincamos juntos enquanto aprendemos, porque a vida é isso: aprender sempre, inclusive com a dor. Mas eu prefiro aprender com amor.
E sempre deu muito certo!
Meu TCC foi sobre “A importância da ludicidade na aprendizagem de crianças: Educação Infantil”. Para mim, a aprendizagem floresce quando é regada com afeto, respeito, imaginação e brincadeira.
E uma observação para quem pensa que isso é apenas teoria: não, não é! Já trabalhei com quatro crianças com necessidades específicas ao mesmo tempo, entre elas crianças com síndrome de Down, deficiência intelectual (DI) e autismo.
E, só para constar, imaginem retirar da sala de aula cada criança que incomoda ou que, por algum motivo, não se encaixa naquele ambiente...
Particularmente, eu fui aquela criança quieta, calada, que o professor esquecia e cujo nome nem sequer lembrava.
Talvez seja por isso que eu me esforce tanto para fazer a diferença na vida das crianças. Procuro conhecer cada uma delas, compreender suas particularidades e encontrar maneiras de ajudá-las a aprender, respeitando suas diferenças.
Afinal, nem toda criança que fica quieta está bem, assim como nem toda criança agitada está simplesmente querendo atrapalhar. Cada uma tem seu próprio mundo, suas dificuldades e sua maneira de se expressar. E é justamente por isso que não podemos reduzir uma criança ao comportamento que apresenta em sala de aula.
E, em qualquer lugar em que eu esteja, sempre serei a pessoa que dará mais trabalho. Questiono, procuro entender e não me contento com respostas vazias. E, mesmo assim, terei que expulsá-los, porque ninguém quer ir embora...
Talvez a educação precise de menos julgamentos e mais disposição para compreender. Menos rótulos e mais oportunidades. Porque ensinar não é escolher quem merece permanecer, mas encontrar caminhos para que todos tenham a oportunidade de aprender.
Foi assim que encontrei o meu jeito de ensinar. Não porque sou uma superpessoa, mas porque sei que, por trás de cada criança, existe uma história que nem sempre conhecemos.
E, se um dia fui aquela criança que passava despercebida, hoje procuro ser a educadora que percebe, acolhe e faz a diferença.
Porque, para mim, educar vai muito além de ensinar conteúdos: é ajudar a criança a descobrir suas capacidades, enfrentar seus medos e acreditar que pode ir muito mais longe do que imagina.
É olhar para aquela criança que tantos consideram um problema e enxergar alguém que também precisa de oportunidades, afeto, compreensão e respeito.
É não permitir que os fantasmas de uma infância difícil determinem os sonhos de uma vida inteira.
É matar fantasmas e criar sonhos.
Incentivar o empreendedorismo social é tão importante quanto criar novas empresas voltadas apenas para o lucro.
"É a necessidade que o torna atento para 'enxergar' e criar as oportunidades onde outros veem apenas obstáculos." — Laerson Endrigo Ely em Método R.E.N.D.A. de Investimentos
"Gerir democraticamente é criar uma escola plural, onde pertencer não exige se encaixar"
Raimirys Costa Rocha
A educação caminha a passos largos em direção à inclusão, mas ainda confundimos muito dois conceitos cotidianos: o acolhimento e a padronização. É muito comum que a escola abra as portas para a diversidade, mas, sutilmente, exija que os sujeitos se moldem para serem aceitos.
Foi refletindo sobre o chão da escola, a gestão escolar e o direito à singularidade que sintetizei o pensamento que guia minha prática educacional: "Gerir democraticamente é criar uma escola plural, onde pertencer não exige se encaixar."
A ilusão do "encaixe"
Quando exigimos que um estudante, um professor ou uma família "se encaixe", estamos operando sob uma lógica de formatação. O encaixe anula as arestas, silencia as diferenças e gera um falso senso de ordem. Uma escola que apenas "encaixa" as pessoas pode até parecer organizada, mas ela não é democrática. Ela é homogênea.
Para se encaixar, o sujeito precisa deixar partes de si do lado de fora do portão.
O poder do pertencimento real
O pertencimento caminha na via oposta. Pertencer significa que você é aceito, ouvido e valorizado justamente por quem você é — com a sua história, seu ritmo, sua cultura e suas subjetividades.
Construir esse ambiente é o verdadeiro papel da gestão democrática. Gerir democraticamente não é apenas abrir reuniões para votação ou cumprir ritos burocráticos de participação. É um exercício diário de escuta e partilha de poder para garantir que a pluralidade dialogue, em vez de se calar.
Uma escola plural de verdade não cria moldes; ela expande seus horizontes para que caibam todos os mundos que a habitam. Que possamos, como educadores e gestores, assumir o compromisso de liderar espaços onde a única regra para pertencer seja a liberdade de ser quem se é.
Transformar não significa necessariamente criar ou destruir absolutamente: muitas vezes significa reorganizar aquilo que já existe.
Eu poderia contar várias histórias com o mesmo futuro.
Poderia criar realidades que nenhuma pessoa que já existiu conseguiria imaginar.
Poderia fazer tudo isso.
Mas a única coisa que eu não consigo é imaginar um final feliz com você.
A verdadeira sabedoria antiga não estava em criar deuses à imagem do homem, mas em reconhecer o mistério do divino na natureza dos animais.
A ideia de que existe um ser divino com poderes cósmicos, capaz de criar tudo em meros instantes, é muito perigosa na mente de criaturas tão ignorantes quanto a nossa espécie.
Dogmas e ideologias sem valores, apresentados como científicos, podem criar sistemas fechados que prendem a mente no caos, afastando-a dos fatos que a libertam.
