Criar

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"O inimigo está lutando pra criar algo tão incrível que no final, quem decidirá se quer entrar no céu seremos nós. Imagine a cena: Jesus, transbordando alegria, dirá: 'Venham, entrem! Eu salvei vocês, eu fui lá e venci por vocês. É só entrar!'. Mas é nesse momento que o inimigo tentará o seu último recurso, dizendo: 'E se eles não quiserem entrar? A decisão é deles: ficar aqui comigo, desfrutando desta vida que construí, ou viver a eternidade contigo'. O plano dele é criar algo tão 'incrível' aqui, que o céu pareça uma escolha difícil."

O ser humano consegue criar tecnologia para que um avião abasteça
outro avião em pleno ar.

Mas ainda não aprendeu
a abastecer sentimentos
entre si.

O legalismo e a heresia buscam o isolamento do versículo para criar doutrinas heterodoxas.

A arte não serve ao entretenimento, mas para criar novos artistas.

Essência


Não é maravilhoso termos chulé? A natureza nos deu essa dádiva ao criar os tênis apertados, os sapatos herméticos, o futebol e as longas caminhadas. É algo para nós, já que ninguém ousou cheirar as patas de um rinoceronte, de um leão ou de um elefante. Mais que o mau hálito ou o cheiro das axilas, o chulé é um odor que se destaca. Se estamos com os pés no chão não o notamos, mas quando chega a hora de repousarmos, naquela hora que nos livramos dos sapatos, que são os nossos algozes, surge aquele aroma queijoso, lembrando o mofo, e nos sentimos em comunhão com a nossa essência. Somos animais e as nossas vidas não poderiam ser melhores. Mesmo a nudez dos pés, tão feia, não interfere nesse banquete olfativo. Fingimos nos desagradar, lavamos os pés, mas esse cheiro é ancestral. O homem pode tentar renegar a sua natureza, mas isso não é possível. O aroma do chulé veio para ficar.

Criar um filho é a eterna busca pelo equilíbrio; entre o desejo de agradar dizendo 'Sim' e o amor escondido na preocupação de cada 'Não'.

Ser Designer é: Dominar a arte de criar o que só existe na mente, de quem ainda nem sabe o que quer.

Educar no Século XXI


Educar hoje não é dar tela pra calar.
É dar presença pra criar raiz.
No século do Wi-Fi em cada canto, o maior luxo é olhar no olho.
Filho não precisa de pai coach, nem de mãe influencer.
Precisa de gente que escuta sem curtir.
Que corrige sem humilhar.
Que ama sem postar.
Educar em 2026 é ensinar que borboleta no estômago não vem de notificação.
Vem de conversa na mesa, de "boa noite" falado, não mandado.
É trocar o "deixa que o Google resolve" por "vem cá que a gente descobre junto".
Porque no fim, filho não leva pro mundo o celular de última geração.
Leva o exemplo que viu em casa.
_Van Escher

*Sobre Criar Gente em 2026*


Menos "amigo" do seu filho.
Mais pai.
Menos "like" na foto.
Mais limite na vida.
Menos "deixa pra lá".
Mais "vem cá, vamos conversar".
Século XXI não precisa de pais modernos.
Precisa de pais presentes.
_Van Escher

*RAÍZ DE 1979*
Disciplina não é falta de amor. É prova dele.
Criar filho é corrigir, orientar, dizer não.
Quem ama de verdade não terceiriza a educação.
_Van Escher_

O conhecimento te conduz a iluminação das ideias e te faz criar um mundo ideal.
A transformação começa dentro de você.
Compreenda, a virtude julgada que imposta a você.
A um mundo de possibilidades criado por você.
O mundo não feito de escolhas ou alternativas, apenas você criou a oportunidade nesse momento de inspiração.
Ninguém vive por escolha apenas esta num mundo e vivemos por viver...

​Nas profundezas da consciência, criamos.
​Criar objetivos claros dentro de uma realidade ambígua só acontece quando nos focalizamos: mesmo por uma fração de instante, avançamos pelo universo de maneiras distintas — pois somos o próprio universo se observando. Abrimo-nos como flores do conhecimento, uma reminiscência evolutiva no estado primordial da criação.
​Nesse relacionamento expandido com a matéria, a conexão se alastra como se não houvesse o amanhã — afinal, o amanhã ainda não foi criado em sua plenitude. No foco de um milésimo de segundo, ouve-se o amanhecer: as ideias florescem no ardor da escuridão e, diante da batalha dos sonhos vividos, abraçamos a eternidade.
​Nem mesmo o tempo, dilacerado por cada sopro de vida rara no universo, soa tão familiar quanto a guerra que travamos dentro de nossas próprias mentes. Chegar a mais um anoitecer seria mero ego da simplicidade. O egocentrismo, em seu centrismo absoluto, estabelece uma ordem mesmo na falha caótica da corrupção — um negacionismo que acende a fogueira alucinada dos nossos algozes.
​Dentro da faísca da vida, tão pequena e ainda assim impregnada de resiliência, o querer se manifesta de formas inexplicáveis e inevitáveis. O desejar dissolve a estagnação de tal modo que o tempo se torna um brinquedo diante da nossa magnitude. A ideia se espalha em pequenas partes até se tornar massiva e dominante. Como o véu de uma noiva sobre a cidade, suas réstias tornam-se mortalhas na escuridão eterna: a interrogação que fica e a solução que abraçamos diante da percepção. Dependendo do arco de luz, o tempo e o espaço se curvam à gravidade.
​O mar, sob essa mesma gravidade, se transforma pelas facetas dos astros que iluminam a noite e o dia. Calamo-nos no silêncio da noite; abraçamo-nos ao dia. Nada se revela fácil diante do microcosmo. Somos poeira que se arrastou nos rastros de um cometa — o astro errante que trouxe a vida e a sua destruição.
​Um renascentista diria que a luz capturada pelo raio vindo dos céus são os deuses, finalmente, iluminando as nossas vidas.
​Tudo parte de um destino quando não há gravidade; e o destino dita o fim diante do preceito do ego rumo ao precipício. Será mesmo o fim ou um novo começo? Pois o medo nos faz reféns de nossas próprias realizações. Nas hordas de onde emanam ares fortes, o início foi um sonho e alcançamos o ponto da glória. Percorro, então, os pensamentos e fragmentos esquecidos pelo tempo — ciente de que a mesma faísca de vida será creditada pela vitória, enquanto os ossos rangem diante do tempo implacável.
​— Por Celso Roberto Nadilo

Eu assistia à reprise da história dos outros porque, no fundo, tinha pavor de criar a minha.

⁠Intensa a ponto de não criar raízes....virar borboleta e voar livremente onde der na telha... porque sou dona de mim e do meu nariz... me prender pra quê? Passarinho na gaiola canta triste ....

“Durante uma sessão de Reiki, ocorre uma interação entre duas pessoas, que se reúnem para criar experiências individuais para si mesmas, cabendo a uma o papel de facilitador do processo de cura e à outra, o papel de ser curada.”

Todo mundo ama a zona de conforto.
É preciso Deus criar um sofrimento dentro dessa zona para forçar o homem a enfrentar o novo e desconhecido.

Em vez de torcer contra ou criticar quem ousa criar e crescer, essa gente deveria entender que o verdadeiro fracasso coletivo está em não ter a coragem de apoiar o esforço de quem está tentando fazer o corre do próprio negócio.

O fracasso de quem tenta criar e prosperar muitas vezes pesa nas costas de quem tem a mania de apontar defeitos, mas nunca teve a coragem de comprar ou apoiar o esforço de ninguém na vida.

"Paixão é viver um conto de fadas. Amar é criar um."— Claudio Ipyahu Sousa dos Santos Tembé (C.I.S.S.T)

"Paixão é viver um conto de fadas. Amar é criar um." — C.I.S.S.T