Criação e inspiração
Talvez umas das melhores satisfações pessoais, é aquela que é baseada nas experiências vívidas, quanto mais se vive,
mais desenvolvido em um ser humano se torna!
Olhar para as quedas do passado em busca de aprendizagem é a melhor forma de nunca cair no presente.
ESSE TEMPO COMPLICADO
Professor se desdobrando
Criança não fica contente
Mas não pode descuidar
Ou vai ficar doente.
Vejo vídeos de crianças
Estudando em casa contente
Não pode descuidar das tarefas
Isso ai meninada inteligente.
Papais sempre presentes
Sem descuidar da lição
As prós cuidadosas
Passando informação.
E assim vamos seguindo
As escolas preocupadas
Querendo o bem das crianças
Deixando-as bem informadas.
Irá Rodrigues
Depois do coronavírus
Pandemia deixará luto e colapso financeiro, mas devemos ser melhores quando tudo isso acabar
De repente o mundo enlouqueceu. Não somos mais livres. Nos tornamos reféns de um vírus, de uma epidemia, de uma pandemia, de um monstro invisível.
Há quem diga que o coronavírus (covid-19) é apenas uma gripezinha. Há os que o comparam à terceira guerra mundial, mas entre extremos, cada um sabe o caos que a doença está causando nas nossas vidas.
Da mudança forçada de hábitos, do cerceamento da nossa liberdade, do colapso financeiro na economia das grandes potências mundiais, inclusive, da nossa casa.
Quem são estes 2 ou 10% que morrerão para provar que a doença tem baixa letalidade? Quantas são as famílias que verão os seus mortos virarem índices para os que ignoram a dor da perda de quem amamos?
Quantos profissionais perderão os seus empregos? Quantos empresários perderão os seus sonhos, depois de baixarem, definitivamente, as portas dos seus empreendimentos?
Na televisão, o discurso político dá náuseas. O vírus ganhou status de ferramenta de campanha e a nossa saúde de palanque. Na disputa entre vaidade e ignorância, perdemos todos. É necessário aprimorarmos o discernimento para filtrar o que é jogo e realidade e evitarmos o nosso enlouquecimento.
Na mesma televisão, há exemplos de solidariedade, que deveriam ser praticados desde sempre, mas ainda dá tempo de aprendermos que não estamos sozinhos no mundo e que precisamos de todos em seus devidos lugares.
Nas redes sociais, tanto luxo e ostentação deveria nos fazer refletir sobre o nosso conceito de deuses e deusas.
Sugiro que absorvamos a guerra política, a guerra científica e a guerra financeira e, nem que seja por alguns minutos, olhemos para o que somos, para o nosso posicionamento no mundo e para as lições que este momento está nos forçando a aprender.
Sugiro refletirmos sobre a importância que damos às coisas mais simplórias como se sentar em uma praça (coisa que amo fazer), cumprimentar o conhecido na padaria com aquele sacolejo das mãos ou abrir a geladeira do supermercado sem preocupação.
O ir e vir diário, quase martirizante, já nos faz falta e concluímos que é mesmo muito difícil entreter idosos e crianças durante as 12 horas do dia.
O processo será dolorido para todos e individualmente parece ainda pior.
Com hábitos e costumes alterados, países arruinados financeiramente, luto em milhares de casas, depois de tudo isso ainda seremos nós.
Depois de tudo isso, teremos a percepção de que não somos donos dos nossos destinos, mas a obrigação de sairmos deste período melhores do que entramos.
A cada novo dia uma nova chance de ser melhor do que você foi ontem.
Você não pode mudar o que fez, mas pode tentar ser melhor e recomeçar.
O racismo, como processo histórico e político, cria as condições sociais para que, direta ou indiretamente, grupos racialmente identificados sejam discriminados de forma sistemática.
Ser otimista é esperar pelo melhor, mas ter confiança é saber lidar com o caos e seguir firme sem temer, para buscar o que há de melhor.
Acredite em si próprio e não dê ouvidos aos que tentam te enfraquecer, pois vai chegar uma hora que perceberão que a sua força vem do todo poderoso.
Gratidão é ver o lado positivo das coisas. Se não sairmos melhores, como ser humano holístico, dessa pandemia, de nada adiantou o isolamento social.
Ainda sobre fazer o melhor que posso: Só não posso cruzar os braços, como desculpa de que já fiz tudo.
Nunca precisei de amiga nenhuma pra minha vida ficar melhor, tô seguindo minha vida com uma ou duas amiga, e pra falar a verdade? Tô ótima dessa forma! A todas que se foram NÃO VOLTEM, e as que ficaram obrigadaaaa!
