Criação e inspiração
"Sem sombra de dúvidas, o nosso melhor professor é o TEMPO.
Com ele aprendemos 'quem', 'onde', 'quando', 'como' e 'pq'.
E por mais que muitas vezes quebremos novamente a cara, quase com a mesma situação, ainda assim, com o tempo aprendemos a se decepcionar e esperar menos."
Ela tinha um jeito arrogante, prepotente. Ela se achava a melhor, e pior, se achava melhor até que eu. Fazia questão de jogar na minha cara, que eu sempre estava atrasado, que eu sempre errava em tudo, e que se, nem dela eu conseguia tirar proveito, imagine dos outros? Oh sim, ela nem imagina o quanto eu estava louco para tirar proveito de tudo que ela tinha a me oferecer. Ela podia ter as melhores qualidades de uma mulher, mas infelizmente era ingenua. Não fazia ideia, do quanto ela me provocava, e do quanto eu gostava daquilo. Ela não fazia ideia do quanto eu pensava de mil maneiras diferentes de leva-lá a loucura. E bem, durante tanto tempo, eu não havia conhecido uma garota como ela… Tão garota, tão mulher. Tão minha, sem fazer ideia, sem dar a minima. Ela tinha um andar despreocupado, achava que tudo ia dar sempre certo para ela. Ela não parava nem um segundo para pensar, e eu gostava disso. Gostava de jeito dela, gostava do seu sorriso, do seu andar, do seu jeito estranho de recusar outros homens dizendo propositalmente que era casada. Casada? Oh eu bem sabia. Ela sempre teve horror a casamentos, e quem diria que logo ela ia ser a madrinha do casamento da própria mãe? Devo admitir, que amei assistir tantas vezes o seus gritos estéricos quando algo dava errado na organização, ou no vestido da noiva, amei vê-lá, irritada por ter que ensaiar todas as entradas ao meu lado, o padrinho. Amei, tanto, tanto, que aqui estou eu, disposto essa noite, falando na frente de todos os convidados do casamento de sua mãe, com ninguém menos que meu pai, que adoraria faze-lá mudar de ideia em relação a casamentos. E principalmente em relação a nós. E aí, Mary Anne aceita o desafio?
Podia ter sido tão bom...
Podia?Será que podia?...
O imaginar tem disso...Um talvez exatamente dentro do sonho...
O que nos leva tantas vezes a optarmos em nem mesmo arriscar...
Podia ter sido tão bom...Podia?Será que realmente podia?...O imaginar tem disso...um talvez exatamente dentro do sonho...Será que é devido a isso,que tantas vezes optamos em simplesmente continuar sonhando...e nem mesmo arriscar?...
Hoje se faz muito fácil a criação de ídolos. Muitas pessoas demonstram uma carência e uma insegurança tão grande! O resultado disso é a incrível necessidade de se criar ídolos, e aceitá-los! Para ter alguém em quem se espelhar, alguém para copiar. Alguém para ser modelo...Para ser copiado...Seguido. E tanta gente se aproveita disso.Para manipular...Para fazer o outro dependente...Para alimentar sua vaidade... Aprisionando o outro. Fortalecendo nele sua fragilidade...
Tudo muda, tudo se transforma, mais é você que definira se mudará para melhor ou não.
Obs: pequenos detalhes definirá tudo isso e nao grandes coisas!
O melhor e quando nao se tem nada planejado
Quando vc nao se sente nada bem...
E ai, te aparece amigos que jamais você imaginaria conhecer
e com toda certeza te faz sentir uma pessoa melhor.
Amigos
A alegria e a originalidade fazem o homem genial, capaz de criar e de fazer diferente. A tristeza, a rigidez e a submissão, transformam o homem em máquina, e reduzem a sua capacidade para apenas copiar e obedecer!
Não quero ser um super herói, perfeito, alguém que só alimente sua imaginação. Me contento em ser eu mesmo, alguém que de longe consegue estar presente e de perto te faz voar sem tirar os pés do chão.
A felicidade contagia, reanima e dá forças.
Viver sorrindo talvez seja o melhor caminho para desafiar os problemas da vida!
Se as crianças não se machucam elas nunca aprendem, se machucar é parte para compreender todo um processo.
“Todas as noites eu fechava meus olhos, deitava em meu travesseiro, e pensava em nós. Você imaginava seu futuro com vários sonhos, várias conquistas. E em meus sonhos eu só conseguia ver você, eu, nós. Eu ficava o tempo todo ao lado do celular, esperando apenas uma mensagem, um sinal de que você se importava comigo. Mas não havia tal sinal. Afinal, você claramente não se importava.
Sabe, de uns tempos para cá eu devo ter criado um pouco daquilo que chamam de “amor próprio”, sei lá talvez eu tenha criado mesmo foi rancor. Eu tive raiva por te amar tanto, me entregar tanto, e nada, nada de você corresponder. Poxa, você me tinha ali em suas mãos e ao invés de me proteger você pisou em mim. Isso não se faz. Com o tempo cansa sabe? E mesmo que todo o meu amor fosse eterno, o seu não seria, e uma andorinha só não faz verão.”
