Costumes e Cultura
Valorizo todos os tipos de cultura, mas venero a erudita. O conhecimento não tem limite. Por mais que você seja catedrático, é pouco perto daquilo que ainda há para aprender. É feito uma gotícula de água do oceano se dissipando rumo troposfera.
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A cultura modela a humanidade ao seu modo. No entanto, quem a controla é o homem. Quando um indivíduo, muda seu trajeto devido a figura de um gato preto, deixa subentendido, que tal animal é maligno, capaz de prover um efeito negativo e devastor. Porém é um animal dócil feito aos outros de outra cor. Façamos como os filósofos; não sejamos escravizados pelas convenções.
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A arte e a cultura não estão condicionadas à classe social, etnia ou credo; sujeita-se às manifestações de um povo que preserva seus costumes e respeita sua gente.
A cultura se molda a recursos:
A facilidade para acesso a recursos gerem alteração no comportamento da massa, pois a cultura se originou da necessidade de recursos.
A disponibilidade de recursos geram espaço para reflexão e desenvolvimento de porções cognitivas, tanto que sociedades com maior IDH tendem a ter uma cultura comportamental similar, o mesmo ocorre com grupos que vivem em países de baixo IDH, mas possuem acesso a recursos de países mais desenvolvidos.
“Valores tradicionais como moral, imoralidade, padrão, cultura, dentre outras são utilizadas para rotular e justificar práticas e ou pensamentos que são aprovados ou reprovados socialmente.”
A cultura genuinamente nordestina aos poucos está sendo silenciosamente desfigurada, com os aplausos dos nossos queridos nordestinos.
Expor uma criança a um ambiente de bebedeira e letras de baixo calão não é inseri-la na cultura, é roubar-lhe a inocência para alimentar o egoísmo dos adultos.
Isso é o rap mãe, não é apologia pai, é cultura, aprendizado que daqui não sai, é discurso rítmo, com rima e poesia, batidas envolventes, contos e melodia...
O futuro de um povo, depende também em grande forma, da cultura e qualidade das músicas que existem e se produzem sobre eles.
Os gregos perceberam desde o princípio e o Governo sabe usar disso muito bem (pão e circo).
Um mal governo, valerá de usar esse saber contra o povo, em favor de sí mesmos. E então, aí saberás diferenciar dignamente a qualidade de quem te governa!
Seja sábio, eduque sua família e sua mente com qualidade cultural e, principalmente, boas músicas.
Os efeitos e repercussões valerão por gerações infinitas, sem precedentes.
Esquece-se que a dor purifica. Falta, à cultura da curtição, a possibilidade da catarse. Assim, sufocamo-la com os resíduos [Schlacken] da positividade, que se acumulam sob a superfície da cultura de curtição.
Eu vi a cultura acorrentada e a democracia saindo do teatro calada depois que a arrogância subiu no palco fantasiada
"O racismo não é cultura, trata-se de um crime inaceitável, qual foi cultivado por séculos, sendo praticado de forma intensa até a atualidade".
O valor torna-se um ativo invisível capaz de fortalecer resultados financeiros, cultura organizacional e sustentabilidade.
O homem não evoluiu; apenas sedimentou camadas sobre aquilo que sempre foi. Sob a cultura, a moral, a linguagem e a própria consciência permanece um território mais antigo do que qualquer civilização. A consciência é apenas uma névoa tênue que paira sobre profundidades que nenhuma teoria psicológica alcançou por completo. Sigmund Freud chamou uma parte de inconsciente; Carl Jung falou em sombras e arquétipos. Mas há algo ainda anterior a essas formulações — uma região sem símbolos, sem linguagem, sem história. Se a pobreza das palavras permitisse nomeá-la, chamar-se-ia Primevo: não a primeira camada da alma, mas aquilo de onde todas as camadas emergem.
A personalidade é uma embarcação construída pela cultura; o Primevo é o oceano que jamais deixou de mover suas águas. A primeira acredita escolher a direção dos ventos; o segundo conhece correntes que existiam muito antes de qualquer navegante. O homem chama de vontade aquilo que, muitas vezes, é apenas o movimento invisível das profundezas.
Cheguei a um ponto da vida em que comecei a questionar a própria utilidade da cultura. Não porque o conhecimento tenha perdido seu valor, mas porque percebi que saber mais nem sempre significa viver melhor. A cultura amplia a consciência, mas também revela a dimensão da ignorância, da hipocrisia e das contradições humanas. Talvez o verdadeiro desencanto esteja justamente nisso: quanto mais compreendemos o mundo, menos ilusões nos restam sobre ele.
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Agro é tóxico <> Globo é lixo.
Agri é cultura <> Livro é informação!
Por mais cultura e informação e menos lixo tóxico!
