Costumes e Cultura
A cultura ainda é o que nos salva da loucura de uma vida sob nós mesmos (ainda que também seja o que nos entorpece).
Melhor a cultura que a falta dela, vivida apenas com o desespero dos jovens, adultos e idosos e de uma vida seca, amargurada e vazia..
Que porre inimaginável, amigos, se não tivéssemos acesso à arte, música e cultura em geral gratuita! (Idas à cinemas, museus e shows inacessíveis à uma grande massa que tanto ainda precisa dela)!!
só não reclama de pouca cultura, cultura inacessível ou falta de cultura, quem não conhece o peso de por muitos anos, ter crescido sem poder ter tido acesso facilitado à ela!
Com ingressos que hoje que pago, a criança e família que tive, não poderia ter me apresentado nunca nem mesmo ao mpb, que determinados lugares cobra inclusive cover 'por cabeça'!
É genocídio cultural pensar mal da cultura gratuita (tudo deveria ser bom, eficiente e gratuito? Sim, em especial o principal de educação e saúde também).
Ainda assim a cultura não tem esse motivo pra ser deixada de lado, jamais.
HUMANIZAR-ME
Humanizar-me não é fácil.
É abrir mão das fantasias,
da cultura que me separa,
da arrogância que me eleva,
da humilhação que me diminui.
É voltar ao berço,
depender do colo dos meus pais,
entregar-me ao embalo,
descansar no acalanto.
É não considerar diferenças,
não fazer comparações,
não contar os dias,
não viver em busca de satisfação.
É chorar para beber,
chorar para comer,
esperar o tempo dos outros,
sem pressa de compreender.
Humanizar-me é viver.
É apenas respirar,
apenas chorar,
apenas comer,
apenas mamar.
É reconhecer que antes de ser alguém,
eu fui somente vida.
Tudo vai estar melhor, seja o novo ou o antigo, se acabar a cultura do não é comigo e olhar para o próprio umbigo.
Um skinwalker é uma figura do folclore indígena norte-americano, especialmente ligada à cultura do povo Navajo. O termo vem de uma tradução aproximada de uma palavra da língua navajo que significa algo como “aquele que veste a pele”. A ideia central é a de uma pessoa que teria a capacidade de se transformar em animal, imitar vozes ou assumir formas diferentes para enganar ou assustar outras pessoas.
Na tradição navajo, porém, o assunto é tratado com bastante seriedade e até com certo silêncio. Muitos membros da comunidade evitam falar detalhadamente sobre isso, porque, dentro da cosmologia deles, o skinwalker não é apenas uma criatura de história assustadora como vemos em filmes ou na internet, mas sim alguém que teria usado práticas espirituais proibidas ou consideradas negativas. Em outras palavras, dentro desse sistema cultural, seria mais próximo de um tipo de feiticeiro que escolheu um caminho sombrio.
Agora vem a parte interessante que costuma confundir muita gente na internet. Nas redes sociais, especialmente em vídeos e fóruns de histórias de terror, o conceito foi bastante modificado. Muitas narrativas modernas descrevem skinwalkers como se fossem criaturas misteriosas do deserto, algo meio animal, meio humano, que aparece à noite, imita vozes conhecidas e causa sensação de estranheza. Só que isso já é uma mistura de várias lendas diferentes, incluindo histórias urbanas recentes.
Historicamente, na visão tradicional navajo, algumas características associadas ao skinwalker incluem:
Capacidade de se transformar em certos animais, como coiotes, lobos, corujas ou raposas.
Uso de disfarces ou peles de animais em rituais.
Ligação com práticas espirituais consideradas perigosas ou proibidas dentro da própria cultura.
A ideia de enganar ou causar medo, mas dentro de um contexto mais espiritual do que físico.
Importante dizer algo com bastante clareza. Não existe evidência científica de que skinwalkers existam como criaturas reais que mudam de forma. O que existe é tradição oral, crença cultural e histórias transmitidas por gerações. Em antropologia, isso é estudado como parte de um sistema simbólico que explica medos, comportamentos e regras sociais dentro de uma comunidade.
Outro detalhe curioso é que muitas das histórias assustadoras que circulam hoje na internet não correspondem exatamente ao que os próprios navajos contam. Muitas vezes são adaptações feitas por escritores de terror, criadores de conteúdo ou pessoas que misturaram o conceito com outras criaturas do folclore, como:
Wendigos (que vêm de tradições de outros povos indígenas do norte da América).
Lobisomens do folclore europeu.
Criaturas misteriosas de histórias modernas de internet, chamadas creepypastas.
Por isso, quando alguém pergunta “o que é um skinwalker?”, na prática existem três respostas diferentes dependendo do contexto:
Na cultura navajo tradicional: uma pessoa que teria adotado práticas espirituais proibidas e poderia se transformar em animal ou manipular aparências.
Na cultura pop e histórias de terror modernas: uma criatura misteriosa que imita vozes e aparece em áreas isoladas.
Na visão científica: um elemento do folclore e da antropologia cultural.
Muita gente também associa o tema a lugares específicos dos Estados Unidos, especialmente regiões desérticas do sudoeste, como áreas próximas ao famoso rancho conhecido como Skinwalker Ranch, que ficou popular em histórias sobre fenômenos estranhos. Esse lugar ajudou a espalhar ainda mais a lenda na internet e em programas de TV.
CULTURA
Cultura é o pano com que a humanidade cobre a sua nudez e borda nela os seus sonhos.
Também se poderia dizer que cultura é fruto da inocência perdida.A cultura é o véu que o homem tece para esconder e revelar a sua nudez.
CULTURA DE PAZ
Numa cultura de paz, os conflitos resolvem-se como no desporto: vence-se, mas não se aniquila o adversário.
Reflexão | @CulturaEscola
Julgar o comportamento das outras pessoas costuma ser fácil. Difícil é olhar para dentro de nós com a mesma sinceridade.
Uma reflexão inspirada no pensamento de Confúcio nos lembra que a verdadeira sabedoria não está em encontrar defeitos nos outros, mas em reconhecer nossas próprias limitações e buscar melhorar a cada dia.
Na família, na escola, no trabalho e nos projetos sociais, crescemos quando substituímos a crítica pelo exemplo, a condenação pelo diálogo e o orgulho pela humildade.
Antes de perguntar "O que aquela pessoa fez de errado?", talvez devêssemos perguntar: "O que eu posso fazer melhor hoje?"
Uma sociedade mais justa começa quando cada um assume a responsabilidade pelas próprias atitudes. A mudança que desejamos no mundo começa dentro de nós.
Pense bem. Ore sempre. Faça o bem.
@CulturaEscola – Educar é Cuida
Quando a mentalidade muda, a liderança muda, a cultura muda, os sistemas evoluem, o desempenho se fortalece e surge uma nova identidade.
Viva a poesia!
Poesia; cultura escrita, arte vibrante na mente dos leitores e autores que carregam um potencial incrível de interpretação, interação e imaginação.
Poesia; vai de uma fantasia remota ou uma leitura sem compreensão á um mundo fantástico de ilusões, transformações e aplausos.
Poesia; seus versos podem nascer de um sonho, de um desejo, de viagens, recordações, saudades, homenagens, podem ser fruto de um amor antigo ou atual, brota de corações apaixonados, da vida á músicas de qualidade, vai do lúdico e surreal á experiências vivenciadas e fatos reais.
Poesia; trás esperanças e palavras fortes de auto ajuda, tem o poder de alegrar e mudar a vida das pessoas, em suas linhas existe o encantamento, o conhecimento, as histórias e as verdades; na poesia, a natureza, o sol, os animais, o ser humano, a lua e as estrelas tem seu lugar de destaque.
Poesia; veio para abrir nossos olhos á inúmeras realidades, ela nasce a cada dia nos quatro cantos do mundo e vem acompanhada de muita luz, do saber e de muito amor!
A cultura organizacional de uma empresa deve ser trabalhada com o mesmo cuidado que um jardineiro dedica a uma árvore. Se deixar de ser regada e cuidada diariamente, ela seca.
Nossa, que coincidência incrível o único "deus verdadeiro" ser justamente o da cultura onde você nasceu. Parabéns por ter ganhado na loteria espiritual da geografia!
Cultura não é "vagabundagem", é uma das indústrias que mais gera emprego no Brasil! Quando um projeto da Lei Rouanet acontece, ele movimenta hoteis, costureiras, eletricistas, seguranças, técnicos de som e motoristas. Dados mostram que o setor movimenta bilhões e sustenta centenas de milhares de trabalhadores. Cada real investido em cultura volta multiplicado para a economia local. Atacar o incentivo à arte é atacar o sustento de pais e mães de família que vivem nos bastidores. Apoiar a cultura é defender o trabalhador brasileiro e o crescimento do país!
A Lei Rouanet é o oxigênio da cultura brasileira, gerando empregos e descentralizando a arte, mas virou alvo de uma narrativa distorcida. É irônico ver bolsonaristas repetirem o discurso cego de que ela serve apenas para "sustentar artistas ricos", ignorando que o próprio governo anterior continuou usando o mecanismo e que grandes festivais, museus e peças pelo país dependem desse incentivo. Criticar a lei apenas porque Jair Bolsonaro disse que ela era ruim demonstra uma preocupação com o controle ideológico, e não com a eficácia técnica da política pública. A verdadeira arte incomoda o autoritarismo; por isso, atacar a Rouanet tornou-se uma cortina de fumaça para tentar silenciar a identidade e o pensamento crítico do Brasil.
Em tempos de padronização curricular e de cultura dos resultados, a leitura de “Currículo, surdez e diferença: sobre cálculos e margens; educação e por vir” (Ribeiro; Uhmann, 2024) nos provoca a pensar o currículo para além da prescrição, como espaço de alteridade, negociação de sentidos e abertura ao porvir. Uma reflexão necessária à formação docente.
Em tempos de padronização curricular e de cultura dos resultados, a leitura do texto “Currículo, surdez e diferença: sobre cálculos e margens; educação e por vir” (Ribeiro; Uhmann, 2024) nos provoca a refletir sobre a importância de compreender o currículo como espaço de alteridade, diálogo e abertura ao porvir. Uma reflexão necessária e potente para a formação docente.
