Costumes e Cultura
Manifesto: A Gaiola Coletiva
O futebol não é a nossa cultura; nossa cultura é a estrutura, a crença e a raça da nossa gente que, com o próprio suor, levantou esta nação. Uma nação que não foi construída pelos senhores escravagistas, mas sim apesar deles.
Hoje, somos governados por democratas da alienação. Promovem a futilidade e a ganância, alimentando a luxúria de um espírito podre — para aqueles que acreditam em alma, pois para o sistema, ela nunca existiu. O velho "pão e circo" continua de pé. No jardim da nossa sociedade, a flor é devorada pelos ratos da extrema-direita democrática. Mas há um preço: todas as flores precisam de espinhos para proteger e expor a sua beleza.
Somos obrigados a engolir a corrupção e o negacionismo. Na transição do ser político e analítico para o ser inerte, fomos engolidos pela alienação social e religiosa que viralizou. Junto com ela, viralizaram o racismo, a intolerância espiritual e a indiferença. Sob esse teto, a pobreza tornou-se sinônimo de ignorância e de escassez política.
Somos uma rica mistura de raças e credos, mas os governantes ainda nos enxergam como meros objetos de manobra. Criam-se políticos de estimação e cargos previsíveis. Candidatos corruptos desfilam impunes, esfregando na nossa cara as provas do roubo. Mesmo assim, a alienação vence, porque a mente da massa está presa em uma gaiola coletiva.
O senso da razão ainda sobrevive, resistindo bravamente em meio a deepfakes e fake news. No entanto, dividimos o espaço com aqueles que lutam para viver na utopia de uma "Matrix". Somos peças de um jogo político focado nas riquezas do povo, onde a vida é sofrida e onde lutamos diariamente pelo direito de existir em um mundo onde tudo — absolutamente tudo — tem preço.
Vivemos dias em que a cultura contemporânea exalta a fragilidade masculina; contudo, diante de crises e guerras reais, a humanidade clama pelo homem firme e resoluto, cujo espírito não recua diante do perigo.
O cangaço marca a história que o tempo guardou, a arte que o sertão reinventou e a cultura que o Nordeste eternizou, revelando a resistência de um povo em meio às lutas, aos conflitos e às invasões que atravessaram um tempo de coragem, violência e contradições.
O trabalho, legado da tradição judaico-cristã na cultura brasileira, floresce como vocação que honra a Deus, sustenta a dignidade humana e merece todo respeito. ✡️✝️🇧🇷
O acompanhamento da neurodiversidade infantil no Brasil é uma responsabilidade pedagógica, cultural e de saúde do Governo Federal. Muito mais que um direito constitucional garantido pela lei maior, é um dever moral do poder publico democrático, desenvolvendo ferramentas de vigilâncias, conceituações, plataformas e processos inclusivos destes especiais na sociedade contemporânea.
No Brasil contemporâneo, a arte e a cultura negra e as matrizes das religiosidades afrodescendentes, que tem o papel de recontar, as verdadeiras historias e os verdadeiros papeis etnográficos, políticos e sociais na formação do verdadeiro estado brasileiro.
Cabe ao governo federal, pelas pastas da educação e da cultura, renovar e melhor atualizar a criação de novas bibliotecas nos pontos mais pobres e mais distantes dos grandes centros urbanos da grande nação continental Brasil. Ate por que a inclusão tecnológica digital pela informática é muito cara, além de não ter um sinal estável de provedores e evitar com isto, a primeiro plano a ida quase obrigatória, de busca ao saber nas superpopulosas metrópoles. Um dos pontos, mais importantes é a logística da transferência de livros, que hoje nas grandes capitais estão indo para o lixo, enquanto em diversos locais da nação tem a escassez material da diversidade de títulos.
A verdadeira arte e a cultura inclusiva no contemporâneo se sobrepõem e unificam as particularidades étnicas e de gênero. Em nome da humanidade mais sensível e cumplice, coesa vivendo no mesmo tempo e momento, entre os novos avanços tecnológicos e abismos de antigos problemas gerados pelo egoísmo, individualismo, interesses dos poderosos, cegos e imaturos, ainda muito pouco resolvidos.
A grande dificuldade acadêmica de um estudo fiável mais profundo sobre a cultura cigana ou melhor falando sobre a cultura Rom e Sintos consiste no dialeto universal do povo que é apenas oral não tem uma escrita formal. Sendo assim o Rom, romany, romans, ou romani sendo uma língua indo-ariana, originária do norte da Índia, falada pelo povo Rom e outros grupos ciganos na Europa e nas Américas. Este dialeto, é proveniente do grupo lingüístico indo-europeu do norte da Índia e do Paquistão, tais como o sânscrito, o prátcrito, o maharati e o punjabi. Hoje dentro dos estudos antropológicos modernos, correlacionam o dialeto Rom sendo originário do sânscrito e do punjabi falados no antigo continente Hindu, antes da separação que criou o Paquistão.
Todo projeto publico e privado infantil e educacional que exalta o folclore e a cultura popular brasileira, devem ser incentivados e premiados pela critica especializada. Todas as ações artísticas, educativas e culturais que fortalecem nossa verdadeira identidade estão no caminho certo do contemporâneo e só nos fortalece perante nossa soberania cultural distante das globalizações equivocadas que não nos pertencem.
A verdadeira cultura negra no Brasil só será realmente conhecida e construída, a partir do momento que ávidos pesquisadores de alma negra, investirem na verdadeira historia social, religiosa e politica bem distantes dos conceitos inventados e das bases esbranquiçadas errôneas, construídas por narrativas partidárias das instituições governamentais e dos limites das sociedades econômicas comprometidas com o poder. Muito ainda existe para ser revisado e reconstruído, e cabe cada vez mais as novas gerações fazerem este papel para resgate da verdadeira identidade negra brasileira.
A cultura, muitas vezes, parece funcionar como uma espécie de terapia coletiva para as inquietações humanas. Cada indivíduo procura, nos hábitos, nos grupos e nos comportamentos sociais, formas de lidar com seus próprios conflitos, carências e contradições.
Há os que encontram conforto na intensidade emocional, tornando-se excessivamente afetivos, melosos ou ciumentos; outros buscam na agitação, nas relações passageiras e na intensidade dos prazeres uma forma de escapar do vazio. Existem ainda aqueles que se refugiam no isolamento, na reflexão e na intelectualidade, transformando a distância social em um mecanismo de proteção ou compreensão do mundo.
Talvez a sociedade não seja formada por pessoas plenamente equilibradas, mas por diferentes maneiras de administrar a própria desordem interior. A cultura, nesse sentido, não apenas expressa quem somos: ela também se torna o espaço onde cada indivíduo encontra uma forma socialmente aceita de conviver com aquilo que carrega dentro de si.
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Há culturas bastante atrasadas: quando o povo aceitar a cultura de Cristo, então as pessoas sairão das trevas e alcançarão a luz, vivendo como gerações sábias, destemidas e corajosas.
O fascismo é agente do colonialismo, odiar a cultura faz parte da cartilha de etnocídio, para facilitar o apagamento de uma Nação, para dominar e no futuro não apenas substituir a cultura, mas também a população.
O brasileiro não pode ter orgulho da arte, da cultura, das belezas do país, não pode comemorar vitórias em nenhum campo para no futuro ficarem vulneráveis para passar o Brasil para o nome de qualquer um, ninguém precisa me falar nada, que eu já entendi tudo!
