Corredor
Um corredor é como uma montanha inclinada cheia de cachos por mais que esteja reto o trecho ele nos inclina nosso corpo como um sanduiche em um veiculo publico aos cachos ou objetos vindo no caminho mas não existe pé que não se incline para se manter reto pois assim é o esforço o desdobrar de nosso suor.
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A corridor is like a mountain full of curls tilted by more than is straight stretch he leans in our body as a sandwich in a public vehicle to clusters or objects come in the way but there does not tilt foot to keep it straight as well effort is the unfolding of our sweat.
Un corredor es como una montaña llena de rizos inclinado más de lo recto estirar se apoya en nuestro cuerpo como un sándwich en un vehículo público a las agrupaciones u objetos vienen en el camino pero no se inclina el pie para mantenerla recta y esfuerzo es el desarrollo de nuestro sudor.
Un corridoio è come una montagna piena di riccioli inclinato di non oltre è dritto allungare si appoggia nel nostro corpo come un panino in un veicolo pubblico di cluster o di oggetti sono disponibili in modo, ma ci non si inclini piede per tenerlo dritto e sforzo è il dispiegarsi del nostro sudore.
走廊是像一座大山倾斜超过卷发直伸展他斜靠在我们的身体,在公共车辆集群或对象的方式来一个三明治,但不会有翘起脚,以保持它直努力的展开我们的汗水。
走廊是像一座大山傾斜超過捲髮直伸展他斜靠在我們的身體,在公共車輛集群或對象的方式來一個三明治,但不會有翹起腳,以保持它直努力的展開我們的汗水。
廊下は以上傾けカールの完全な山のようである真っ直ぐ伸ばしている彼は道で来るのクラスタまたはオブジェクトへの公共車両にサンドイッチのように私たちの体に傾いたが、ストレートだけでなく、それを維持するための足が傾かない努力は私たちの汗の展開です。
מסדרון הוא כמו הר מלא תלתלים מוטים על ידי יותר מ הוא ישר למתוח הוא נשען בגוף שלנו כמו כריך ברכב ציבורי לאשכולות או אובייקטים מגיעים בדרך אבל יש לא להטות כף רגל כדי לשמור אותו ישר, כמו גם מאמץ הוא התגלגלות של הזיעה שלנו.
ممر يشبه جبل كامل من تجعيد الشعر يميل بأكثر من هو امتداد مستقيم انه يميل في جسمنا كما شطيرة في مركبة عمومية إلى مجموعات أو الكائنات تأتي في الطريق ولكن هناك لا إمالة القدم للحفاظ على التوالي فضلا الجهد هو تتكشف من عرقنا.
Al koridoro estas kiel monto plena de bukloj klinita de pli ol rektaj etendos li apogas en nia korpo, kiel sandviĉon en publika veturilo por amasoj aŭ objektoj venas en la formo sed ne klini piedo teni ĝin rekte tiel penado estas la disfaldi de nia ŝvito.
ANDRON est sicut mons plenus cincinnis tilted plus quam se, est tendere in recta fertur in corpore sicut botri Sandwico vel in publico vehiculo ad obiecta venit in via, sed ibi custodes ut custodirent eam pes benificium non tam rectum, labore et sudore explicatio est.
Ένας διάδρομος είναι σαν ένα βουνό γεμάτο μπούκλες γέρνει περισσότερο απ 'όσο μεγάλη ευθεία που κλίνει στο σώμα μας, όπως ένα σάντουιτς σε μια δημόσια όχημα για ομάδες ή αντικείμενα που έρχονται με τον τρόπο, αλλά εκεί δεν ποδιού για να κρατήσει ευθεία, καθώς προσπάθεια είναι το ξεδίπλωμα του ιδρώτα μας.
Amar um amor surreal ou quem sabe aceitar o inaceitável para não se perder em um corredor sem saída;
Refazer o que não tem mais jeito e vencer o impossível, agarrar o inigualável para atingir o inatingível para acalentar o meu pobre coração;
Negro Corredor
Thiago,
um grande-bom gago,
correndo
da fome,
correndo
como homem.
Em pedregulhos
de vidros,
em sonhos sonhados,
ou sonhos
vividos.
Na casa simples,
de caráter acolhedor,
nas pernas finas
- marcas de um corredor.
Corre menino.
Corre anjo-negro.
Corre destino.
Corre sem medo.
Thiago:
correndo
de rimar,
da rima
com diabo.
Lembro a primeira vez que te vi
Corredor comprido, olhar comprido. Não sabia que duraria uma vida inteira.
Única e primeira vez. A primeira dentre muitas. Mundo novo, gosto novo, tudo novo. Era você, era eu, foi um "nós" que quase deu um nó.
Idas e vindas. Cabeça rodava, coração acelerava. Sensação de sempre. De vida toda, de outras vidas. De pertencer desde muito.
Zig zag na minha vida. Mudou a direção. Me fez ultrapassar meus limites, me deparar com quem eu realmente queria ser. E não fui.
Amor que me tomou. Me preencheu, me acendeu, me mostrou. Sentimento diverso, que virou verso e rima e prosa de uma história real.
Foi amor. É amor. Sempre será
Um corredor pode alcançar uma medalha de ouro, mas para conquistar a Coroa Eterna das mãos de Cristo, ele precisa se tornar primeiro um vencedor em Cristo Jesus.
.•*¨*•
Ela morreu, morreu sufocada
Pelas palavras que ouvia
Entre o corredor, entre a porta
Punhal espetado nas costas
De alguém que ela mal conhecia.
.•*¨*•
O ÚLTIMO TERÇO
Ela morreu, morreu sufocada
Pelas palavras que ouvia
Entre o corredor, entre a porta
Punhais nas costas espetados
De alguém que ela mal conhecia
Olha para dentro de si e tenta perceber
Que mal terá ela feito para tanta maldade
Vindo de alguém que mal conhece
Será ilusão ou desilusão, fica a mágoa
Junta coragem para continuar, seca o rosto
Levanta a cabeça, sente a sua alma maltratada
O coração vazio, triste, sofrido
Reza talvez o último terço com fé nas horas
Horas enrugadas no fim de uma tarde
Ouve de longe o eco das duras palavras
Ela sente um gemido sofrido e repetido
Sente sobre si todas as sombras da guilhotina
Dos olhos que espiam a sua dor na escuridão
Dos enredos de todas as feras devoradoras
Predadoras de pessoas inocentes que só querem
Fazer o seu trabalho o melhor que sabem
Ela hoje reza o último terço e morreu triste de tanta
Maldade que há no seu local de trabalho.╰❁╮╰❁╮
Carta ao falecido
Nesse corredor jaz uma história; sobre ela contos tristes, mais morta do que viva. Mais a dor, que a alegria, tal que foi assassinada antes mesmo de nascer, que por ti foi abortada antes mesmo de parir.
Tal que foi menosprezada em fraqueza misquinha e calculada, tal que despiu teu egoísmo, em face cuspida de avareza.
História que me fez afundar no mar enquanto eu queria nadar, história que apagou meu Sol, assassinou meu sono. História que me desconstruiu e me destruiu.
Diante dessa tempestade que invade…
Espero que o amargo acabe
Que o sono volte a ser prioridade
Espero que a escuridão cesse e que eu enxergue novamente o brilho do Sol.
Espero que as lágrimas sequem no soprar do vento e que meu baleado sentimento seja transcrito e usado da forma mais bonita.
Que os anos passem, que o amanhã seja mais meu.
Espero que essa dor que defunta fez-se eu, defunta faça tu, cemitério ambulante de vida! Espero o mar debruçar no ritmo da correnteza, espero voltar a observar o silêncio, conversar com o vento enquanto em minha pele soprar.
Espero encontrar-me novamente em corredores sinceros, espero gente que saiba do princípio ao fim regar o elo.
Espero gente de verdade, que saiba o valor da palavra e também do silêncio, quando invade.
Espero o brilho no olho e mais ainda o olhar sincero.
Espero gente que ame e se entregue sem prender sentimentos alheios, gente que segue sendo sincero.
Espero corredores verdadeiros, não mais os disfarçados.
Espero reciprocidade e gente que não faça como o Ainda é cedo do Renato.
Espero vida que valha a existência, vida que vive sem o medo de se entregar, vida que respira vida, não apenas este ar.
Outside (Tradução)
Me cansei do sofá
Me cansei do corredor
E da mesa da cozinha, meu bem
Vamos lá p'ra fora
Sob o sol
Sei que você 'tá a fim, mas não concorda
Vamos lá p'ra fora
Sob a lua
Leve-me aos lugares que prefiro
Aí meu anjo diz para não me preocupar
Com o que andam dizendo, yeah
Não tenho nenhum amigo influente
E o jogo que você entregou
Nem valeu a pena fazer
Vamos lá p'ra fora
Sob o sol
Eu sei que você quer, mas não pode dizer sim
Vamos lá p'ra fora
Nesse meio tempo
Leve-me aos lugares que prefiro
Sim, fui mal
Doutor, não quer fazer comigo o que quiser?
Sabe, eu fico pensando nisso todo o tempo
Vinte e quatro horas por dias, sete dias por semana
Você diz que quer e tem
Na verdade nunca havia dito isso
Não há nada aqui além de carne e osso
Não há nada mais, nada mais
Não há nada mais
De volta à natureza, só natureza humana
Voltando para
Me cansei do sofá
Me cansei do corredor
E da mesa da cozinha, meu bem
Vamos lá p'ra fora
Sob o sol
Eu sei que você quer, mas não pode dizer sim
Vamos lá p'ra fora
Sob a lua
Leve-me aos lugares que prefiro
Sim, fui mal
Doutor, não quer fazer comigo o que quiser?
Sabe, eu fico pensando nisso todo o tempo
Eu poderia servir a comunidade
(mas já fiz isso, sabe?)
Na verdade nunca havia dito isso
Não há nada aqui além de carne e osso
Não há nada mais, nada mais
Não há nada mais
Vamos lá p'ra fora
Cair na dança no d-train, meu bem
Quando a lua estiver lá em cima
E a grama está alta
Vamos lá, continue dançando
Continue dançando, continue dançando
No corredor eu já posso ver... La dentro do ringue são vários,eles estão achado que vão lutar comigo... Eles ainda não sabem, mais não estou só. Jesus
LR.
Prisioneiro de minha própria ingenuidade, ao longo de um corredor de fumaça, observo a malicia em poder das chaves de meu cárcere.
um corredor, infinito e cheio de portas de madeira das quais eu nunca tinha visto na vida, um carrosel gira sem parar e sem cavalos, uma montanha russa vazia e sozinha.. Um parque antes que cheirava a vida, agora está abandonado e largado ao vento. Assim como eu venho me afogando em uma onda de pensamentos pessimistas e até egoístas de certa forma, sinto-me atrelado a culpa entretanto nada errado eu fiz, então por que sinto tal sentimento? Por que me incomoda tanto? Por que lacera minha carne? Por que sinto tamanha dor? Perguntas frívolas, sem um real propósito e digno de questões...
Por que está sendo tão duro consigo mesmo? Qual o motivo de está se sentindo mal nesse exato momento? Ergua sua cabeça jovem, siga seus instintos assim como tem feito, não a nada a temer nesse caminho, você já conhece essa dor, você já viveu isso... Tá tudo bem em se sentir mal mesmo que não entenda o verdadeiro motivo disso tudo, somos seres inteligentes todavia não significa que tudo precisa ter uma resposta, sentido, motivo. Não se cobre tanto, os ventos sempre sopram pra diferentes direções, caminhos e trajetos, assim como a vida não tem uma linha reta, se orgulhe da linha que está traçando em meio ao caos que vive, em meio ao trânsito turbulento da cidade, se orgulhe do que conquistou até aqui. Não tema o amanhã, nem o depois. Viva o presente sem medo e continue a trilhar seu caminho
Carregando o peso do mundo nas costas, ignorado por tudo e todos, condenado a vagar sem rumo, uma maldição lançada em meio a multidão, um dilúvio, um monstro, um sol, um guarda... Um anjo acorrentado em uma pintura renascentista trazendo consigo um significado abrasador do quanto o impossível consegue se mostrar ser possível para quem acredita. Um sorriso traz conforto, uma música reforça o sentimento, uma carícia pode ser sentida em seus cabelos, uma voz calma é ouvida sem muitos questionamentos, aceitando tudo e todos a sua volta, seu castelo tem um cheiro adocicado de lavandas, rústico por fora mas por dentro existe uma beleza indescritível que somente os olhos mais puros são capazes de visualizar e acreditar. Nada será por acaso nessa vida, faça você os motivos.
Hoje eu tive medo ao passar no corredor escuro. Será tua ausência à me apavorar?
Hoje eu tive medo de perder-te. Sem ao menos possuir-te eu temi.
Hoje eu tive medo de nunca mais tê-la comigo. Será que você entenderia se eu dissesse que a quero longe?
Hoje eu tive medo desse querer. Até parece que não tem chão, que vou cair, que você não vai me segurar.
Hoje eu tive medo de mim mesma. Quando tive raiva de mim mesma, tive medo do que eu seria capaz de provocar à mim quando de repente eu me enxergasse.
Hoje eu tive medo de ferir-te. Eu costumo machucar à mim, mas não suportaria se fosse à ti.
(Eu não te machucaria nunca)
Hoje eu tive medo de amar-te. Sim, eu poderia. Só não assumiria, porque tenho medo.
Hoje eu tive medo por estar sem você, e não necessariamente por me ver sozinha nesse quarto escuro com sombras que geralmente me assustam. Eu senti o teu cheiro na bermuda de flores laranjas e pensei: como eu queria que ela estivesse aqui. Porque de repente meu coração doeu e eu sei porque.
Ela não confia no que digo, mas espera, eu não digo, eu nunca digo. Eu me calo porque temo.
Sim, eu tenho medo. Muito medo.
E eu sempre soube que você correria de mim. Eu sempre tive medo.
Só te peço uma coisa: não me faça acreditar que você vai ficar pra depois ir embora da minha vida como se eu não fosse sentir, como se não importasse. Se for pra ficar, fique. Se for pra sair, saia.
Hoje eu tive medo que você não ficasse.
A um corredor escuro, não sei para onde ir, as estradas são frias e da medo, e algo me diz que aquelas estradas não é a estrada certa.
Eu olho pra casa e ela está vazia...
No corredor vejo uma "mini-me" com os cabelos longos, olhar carinhoso, com seus primeiros botões aparecendo e ela "tendo" eu como sua melhor amiga
Imagino no quarto barulho de vídeo game
Na sala a tv e risos contantes
E eu aqui onde estou pensaria no que o passado daria se a chance eu tivesse cedido
E do contrário estou eu sentada na cadeira da cozinha observando a casa vazia com o fracasso da minha escolha sem ser a escolhida
A vida é feita de escolhas, como um corredor repleto de portas. Cada decisão que tomamos nos conduz a uma realidade diferente, moldada por nossos pensamentos, valores e ações. No entanto, não existe uma única porta certa — o que importa é a consciência com que escolhemos e a responsabilidade que assumimos pelas consequências. A verdadeira liberdade está em compreender que, embora o caminho seja incerto, somos nós que damos sentido a ele ao caminhar com clareza, integridade e propósito.
Todos estamos no corredor da morte. Alguns encaram como condenação e outros apenas aceitam como processo natural.
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